quinta-feira, 18 de junho de 2026
AFBEPA cobra providências contra práticas abusivas em procedimentos da Auditoria do Banpará
terça-feira, 16 de junho de 2026
Saúde mental terá de ser monitorada por empresas; nova NR-1 acende alerta para os bancários (as)
Por muito tempo, falar de saúde mental no trabalho foi quase um tabu. Quando alguém adoecia, a pergunta costumava ser: “será que não aguentou a pressão?” Pouco se discutia sobre o tamanho dessa pressão, e sobre quem a produzia.
Com a nova NR-1, essa lógica começa a mudar.
A norma passa a exigir que as empresas identifiquem, avaliem e controlem os chamados riscos psicossociais. O nome é técnico, mas a realidade é conhecida pelos bancários (as): metas excessivas, sobrecarga, assédio moral, falta de pessoal, cobrança permanente e ambientes onde o trabalhador (a) sente que está sempre devendo.
É como uma panela de pressão. Por fora, tudo parece funcionando. Por dentro, a tensão só aumenta. E, sem válvula de escape, uma hora o corpo e a mente cobram a conta.
No setor bancário, esse debate tem endereço e rotina. Está na agência com equipe reduzida, no atendimento ao público em dias de sistema instável, nas metas que ignoram a realidade da unidade, no acúmulo de funções e no cansaço que o fim de semana já não resolve.
A saúde mental, muitas vezes, não grita no começo. Ela sussurra: insônia, irritação, dor no corpo, falta de concentração, ansiedade antes de chegar ao trabalho, medo de abrir o e-mail, choro escondido no banheiro, entre outros.
Quando esses sinais se repetem entre muitos trabalhadores (as), o problema não pode ser tratado como caso isolado.
A nova NR-1 reconhece algo que a categoria já sente na pele: o modo como o trabalho é organizado também pode adoecer. Não basta cuidar da cadeira, do computador ou da iluminação. Também é preciso olhar para o ambiente emocional e organizacional onde o trabalho acontece.
Afinal, uma agência adoecedora não é apenas aquela com infiltração, equipamento quebrado ou internet ruim. Também é aquela onde a pressão virou método de gestão.
A norma não significa que todo caso de ansiedade, depressão ou burnout será automaticamente considerado doença do trabalho. Cada situação precisa ser analisada. Mas a mudança reforça uma compreensão essencial: quando o ambiente contribui para o adoecimento, a empresa precisa agir antes que o dano aconteça.
Saúde mental não pode ser campanha bonita uma vez por ano.
Nesse cenário, a nossa AFBEPA tem buscado cumprir seu papel de acolhimento e suporte aos associados e associadas. A nossa Associação oferece serviço de psicoterapia e conta atualmente com três psicólogos à disposição da categoria, criando um espaço de escuta e cuidado para os funcionários (as) que, muitas vezes, enfrentam sofrimento em silêncio.
Mas é preciso afirmar com clareza: o acolhimento oferecido pela AFBEPA não substitui a responsabilidade do empregador.
O Banpará deixou de cumprir a Cláusula 68, parágrafo 5º, do ACT, que previa a oferta de serviços de psicologia e psiquiatria aos trabalhadores e trabalhadoras. Essa pendência não é somente um detalhe administrativo. Quando se fala de saúde mental, ausência de política efetiva também é uma escolha.
Trabalhador (a) não é máquina. Máquina dá defeito, recebe manutenção e volta a operar. Gente sente, acumula, adoece e, muitas vezes, continua tentando funcionar mesmo em sofrimento.
Por isso, a aplicação da nova NR-1 precisa sair do papel. O Banco deve adotar medidas reais de prevenção, enfrentar o assédio moral, rever práticas abusivas de cobrança, garantir atendimento especializado e ouvir quem está na linha de frente.
Quando muitos adoecem tentando dar conta do impossível, o problema não está na resistência de cada um(a).
Está no peso que colocaram sobre todos (as).
A AFBEPA seguirá acompanhando o tema, oferecendo suporte aos nossos associados e associadas e cobrando que o Banpará cumpra suas responsabilidades. Porque defender saúde mental também é defender respeito, dignidade e condições humanas de trabalho.
UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA
segunda-feira, 15 de junho de 2026
NOTA DE PESAR - LUIZ GONZAGA
A nossa AFBEPA manifesta profundo pesar pelo falecimento de Luiz Gonzaga, ex-funcionário do Banpará, que também fez parte da ASBEP e deixou sua contribuição marcada na história do Banco.
Gonzaga atuou por muitos anos na Matriz e também passou pela gerência do Call Center, sendo lembrado por colegas como uma pessoa gentil, competente e dedicada no exercício de suas funções. Posteriormente, seguiu sua trajetória profissional no Banco do Brasil, levando consigo o respeito e o carinho daqueles que conviveram com ele.
Neste momento de dor, a AFBEPA se solidariza com seus familiares, amigos e ex-colegas de trabalho, rogando a Deus que console todos os corações enlutados e receba Luiz Gonzaga em Sua morada de paz.
A DIREÇÃO DA AFBEPA
sexta-feira, 12 de junho de 2026
AFBEPA percorre o sul e sudeste do Pará e reforça a luta por valorização na Campanha Salarial 2026
Mais uma vez, a nossa AFBEPA atravessou estradas para estar onde a realidade do funcionalismo acontece todos os dias.
Ao longo desta semana, nossa Associação visitou as agências de Casa de Tábua, Santana do Araguaia, Cumaru do Norte, Redenção, Pau D’Arco, Floresta do Araguaia, Bannach, Sapucaia, Xinguara e Rio Maria.
O percurso foi extenso. Mas a distância não diminui a nossa responsabilidade de estar junto dos nossos associados (as), ouvir suas demandas e conhecer de perto as condições enfrentadas nas agências do Banpará em outros municípios do nosso Estado.
Em diferentes locais, encontramos problemas que não podem ser tratados como detalhes da rotina. A insuficiência de pessoal, as limitações estruturais, os equipamentos que precisam ser renovados e as dificuldades de conectividade comprometem o trabalho e tornam ainda mais desafiadora a missão de atender a população.
Quando faltam condições adequadas nas unidades, são os funcionários (as) que permanecem na linha de frente. São eles que precisam lidar com as cobranças dos clientes, contornar falhas que não estão ao seu alcance e manter o atendimento funcionando mesmo diante de obstáculos que deveriam ser resolvidos pelo Banco.
Esse esforço precisa ser reconhecido.
Em cada cidade visitada, fica ainda mais evidente que o funcionalismo é um Ser essencial para o funcionamento do Banpará e para o desenvolvimento econômico dos municípios paraenses. Não existe resultado sem o trabalho diário de quem abre as agências, acolhe a população, movimenta negócios e sustenta a presença do Banco em todas as regiões do Pará.
Por isso, a Campanha Salarial 2026 precisa refletir a dimensão dessa Responsabilidade.
Não basta apresentar reajustes que apenas acompanhem minimamente os índices econômicos. O momento exige uma valorização concreta, capaz de reconhecer o trabalho realizado, as responsabilidades assumidas e a contribuição fundamental dos empregados (as) para os resultados alcançados pelo Banco.
Nossa Associação conhece a força da luta coletiva. Ao longo dos anos, cada avanço conquistado pelo funcionalismo foi resultado de mobilização, coragem e posicionamento firme.
É com esse mesmo compromisso que seguimos construindo a Campanha Salarial 2026.
Nenhum município é distante demais.
Nenhuma demanda deve ser ignorada.
Nenhum direito pode ser tratado como favor.
A nossa AFBEPA continuará presente, percorrendo estradas, ouvindo os funcionários (as) e defendendo aquilo que nos pertence: Respeito, melhores condições de trabalho e Salários Dignos.
Confira as fotos das visitas:
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| AG. CUMARU DO NORTE |
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| AG. CASA DE TÁBUA |
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| AG. XINGUARA |
Agência Santa Cruz do Arari celebra quatro anos de atuação Junto da comunidade
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| Funcionários (as) e terceirizados (as) da Ag. Santa Cruz do Arari |
A Agência Santa Cruz do Arari comemorou quatro anos de vida no município, nesta quinta-feira (11), em um momento especial de confraternização entre funcionários (as) e clientes. A celebração reuniu pessoas que fazem parte do dia a dia da Unidade e que, ao longo dessa trajetória, ajudaram a construir vínculos que ultrapassam o atendimento bancário.
Para o gerente geral da agência, Paulo Jordan, os quatro anos representam uma caminhada marcada pela fé, por inúmeros desafios e, sobretudo, pela satisfação de contribuir para o desenvolvimento de Santa Cruz do Arari por meio do Banpará.
Mais do que oferecer serviços financeiros, a agência desempenha um papel importante na dinâmica econômica do município, levando soluções não apenas aos servidores públicos, mas a toda a população, promovendo cidadania, inclusão financeira e oportunidades de acesso para o fortalecimento de negócios locais.
“Gosto de repassar para os clientes que o Banco não é um local de problemas, mas sim de soluções”, destacou Paulo Jordan.
Ao longo desses anos, o trabalho diário também proporcionou encontros, parcerias e amizades que tornaram essa história ainda mais especial. São experiências que marcam não somente a trajetória profissional dos funcionários, mas também suas vidas.
A AFBEPA parabeniza toda a equipe da Agência Santa Cruz do
Arari pelo trabalho desenvolvido com dedicação e compromisso. Que essa
caminhada continue sendo construída com união, acolhimento e muitos motivos
para celebrar.
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| Clientes da Ag. Santa Cruz do Arari |
UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA
quinta-feira, 11 de junho de 2026
Nota informativa - Tratativas acerca da negociação da demanda do Ticket Alimentação
A AFBEPA, por
meio de sua Assessoria Jurídica, representada pelo advogado Márcio Tuma,
reuniu-se com a equipe jurídica do Banco em 26/05/2026.
Na reunião, foram debatidas questões preliminares para
a construção de uma possível solução consensual. As tratativas foram suspensas
para avaliações internas pelas partes.
As equipes jurídicas permanecem em contato, e o Banco
realizará reunião interna, em 12/06/2026, para análise das propostas
discutidas, sendo esperada nova reunião entre as partes até a próxima
terça-feira.
Ademais, nesta data será protocolada petição conjunta
perante o TST, requerendo a prorrogação da suspensão do processo por mais 30
(trinta) dias, a fim de viabilizar a continuidade das negociações.
Os associados serão informados sobre quaisquer avanços
ou definições relevantes.
A DIREÇÃO DA AFBEPA
quarta-feira, 10 de junho de 2026
NOTA DE PESAR - SILVIA FIGUEROA DE MATTOS
A Associação dos Funcionários do Banpará — AFBEPA recebe com profunda tristeza a notícia do falecimento da Dra. Silvia Figueroa de Mattos, ex-advogada do Banpará, ocorrido nesta quarta-feira, 10 de junho.
Já aposentada, Dra. Silvia deixa uma trajetória marcada pela competência, pela generosidade e pela disposição de sempre contribuir. Profissional ímpar, era lembrada também por sua postura proativa e por sua participação ativa na vida política, sempre movida por convicções, coragem e compromisso com uma sociedade mais justa.
Mais do que sua atuação profissional, ficam as lembranças de uma mulher humana, presente e respeitada por todos que tiveram o privilégio de conviver com ela.
Neste momento de imensa dor, a AFBEPA manifesta sua solidariedade aos familiares, amigos e a todos que sentem a sua partida. Que encontrem força e conforto para atravessar essa despedida.
Nossos mais sinceros sentimentos.
A DIREÇÃO DA AFBEPA
TST CONFIRMA TESE DEFENDIDA PELA AFBEPA QUE ASSEGURA DIREITOS DE TRÊS ASSOCIADO(AS)
A 3ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) proferiu importante decisão reconhecendo a tese jurídica defendida pela Assessoria Jurídica da AFBEPA, escritório Tuma & Torres Advogados, acerca da aposentadoria compulsória de empregados (as) públicos vinculados a sociedades de economia mista.
Em julgamentos realizados nos dias 13 e 19 de maio de 2026, a 3° Turma do TST firmou entendimento de que, após a Emenda Constitucional nº 103/2019, a aposentadoria compulsória dos empregados públicos submetidos ao Regime Geral de Previdência Social deve ocorrer aos 75 anos de idade, nos termos da Constituição Federal e da Lei Complementar nº 152/2015.
A decisão reconheceu a invalidade da extinção compulsória dos contratos de trabalho aos 70 anos de idade, reafirmando que o limite etário para aposentadoria compulsória possui natureza constitucional e não pode ser reduzido por meio de negociação coletiva.
Com base nessa tese jurídica, dois associados (as) da AFBEPA obtiveram decisões favoráveis no Tribunal Superior do Trabalho, que determinaram suas reintegrações ao quadro funcional do BANPARÁ. Em um terceiro caso, a Justiça do Trabalho da 8ª Região acolheu o mesmo entendimento jurídico, garantindo que a associada permanecesse em atividade e impedindo seu desligamento.
As decisões representam importante avanço na proteção dos direitos dos empregados (as) públicos e consolidam o entendimento de que a aposentadoria compulsória somente pode ocorrer aos 75 anos de idade, conforme previsto na Constituição Federal.
A atuação da AFBEPA e de sua assessoria jurídica reforça o compromisso permanente da nossa Associação com a defesa dos direitos de seus associados(as), buscando assegurar o cumprimento da legislação e a proteção das garantias constitucionais dos trabalhadores (as).
A AFBEPA continua acompanhando os desdobramentos desses processos e dos demais submetidos a Justiça do Trabalho e adotando todas as medidas necessárias para garantir a efetividade das decisões judiciais e a preservação dos direitos dos nossos associados (as).
CONFIRA ABAIXO O TRECHO DA DECISÃO
UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA
terça-feira, 2 de junho de 2026
CATEGORIA DÁ RESPOSTA NAS URNAS E GARANTE FORTE REPRESENTAÇÃO DA AFBEPA NO GT-PCS E NOS COMITÊS DO BANPARÁ
A força da mobilização, da unidade e da confiança dos empregados (as) do Banpará falou mais alto.
A AFBEPA celebra com orgulho o resultado das eleições para o GT-PCS, Comitê de Relações Trabalhistas (CRT) e Comitê Disciplinar, realizadas nesta segunda-feira (1º). Os candidatos apoiados pela nossa Associação conquistaram uma vitória expressiva, garantindo protagonismo nos espaços que discutem diretamente a vida funcional dos empregados e empregadas do Banco.
O grande destaque da votação foi a presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, que recebeu 815 votos e foi a candidata mais votada de todo o processo eleitoral, demonstrando o reconhecimento da categoria ao trabalho sério, firme e comprometido que vem sendo desenvolvido em defesa dos funcionários (as).
No GT-PCS, foram eleitos:
🥇 Kátia Furtado – 815 votos
🥈 Denison Martins – 485 votos
🥉 Fernando Juarez – 208 votos
Suplentes:
- Érica Fabiola Monteiro Barbosa – 193 votos
- Heidiany Katrine dos Santos Moreno – 166 votos
- Enoque Borges Lima – 146 votos
No Comitê de Relações Trabalhistas (CRT), a categoria também demonstrou confiança no grupo apoiado pela AFBEPA. Foram eleitos:
🥇 Otoniel Martins Costa – 367 votos
🥈 Denise Albuquerque – 356 votos
🥉 Camila Izis Vieira Corrêa – 316 votos
Suplentes:
- Fernando Juarez – 230 votos
- João Henrique Carreira Lobato – 228 votos
- Enoque Borges Lima – 182 votos
Já no Comitê Disciplinar, mais uma vez os candidatos (as) apoiados pela AFBEPA conquistaram espaço entre os mais votados:
🥇 Otoniel Martins Costa – 413 votos
🥈 Denise Albuquerque – 389 votos
🥉 Camila Izis Vieira Corrêa – 383 votos
Suplentes:
- Ruver Seabra Meireles – 313 votos
- João Henrique Carreira Lobato – 269 votos
- Érica Fabiola Monteiro Barbosa – 264 votos
Os números mostram uma vitória construída com diálogo, presença, credibilidade e trabalho coletivo. Mais do que eleger representantes, a categoria demonstrou que acredita em uma representação atuante, comprometida com a valorização dos funcionários (as) e com a construção de um Banpará cada vez mais justo.
A AFBEPA agradece a cada empregado e empregada que participou do processo eleitoral, exerceu seu direito de voto e acreditou nos candidatos(as) que assumiram o compromisso de defender os interesses da nossa categoria.
O resultado das urnas deixou um recado claro: quando a categoria se une, ela se fortalece.
Seguiremos firmes, ocupando os espaços de representação e defendendo os direitos da categoria com responsabilidade, coragem e compromisso.
Unidos somos fortes. E hoje a categoria mostrou isso nas urnas. 💙💛🏆








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