sexta-feira, 20 de março de 2026

Com presença e firmeza, AFBEPA fortalece a nossa Unidade para a campanha salarial

Kátia Furtado e os associados (as) da Ag. Marabá Centro 

Na quinta e sexta-feira, 19 e 20 de março, a nossa AFBEPA seguiu firme na estrada, ampliando sua presença e aprofundando o diálogo com a nossa base. As agências de Marabá Centro, Marabá Cidade Nova, Marabá São Félix, Nova Ipixuna, Bom Jesus do Tocantins, Abel Figueiredo, Rondon do Pará e Dom Eliseu foram visitadas, com o fim de fortalecer um movimento que vai além da escuta: prepara, organiza e posiciona a categoria para o momento mais importante do ano, a nossa campanha salarial.

O objetivo é claro e não admite equívocos: formar consciência. Consciência de quem somos dentro dessa relação de trabalho, de qual é o nosso papel e, principalmente, da força que existe quando há unidade. Não se trata apenas de reivindicar. Trata-se de compreender que nenhum avanço real acontece sem alinhamento coletivo, sem firmeza de posição e sem clareza política. É a unidade que sustenta, que protege e que impulsiona.

Nesse percurso, a AFBEPA tem enfrentado, com responsabilidade e coragem, narrativas que podem tentar inverter a lógica do que queremos. Não podemos sucumbir a elas.
 
Somos trabalhadores e trabalhadoras e lutar por Valorização salarial deve ser o nosso objetivo. 

As nossas visitas também contam com a participação da Dra. Ana Carolina Albuquerque, do escritório Tuma e Torres, integrante da assessoria jurídica da nossa AFBEPA, que acompanha a presidenta Kátia Furtado nessa agenda. Sua atuação tem sido eficaz ao trazer esclarecimentos consistentes sobre direitos trabalhistas, detalhamento das ações coletivas ajuizadas pela Afbepa, assim como a sua contribuição para fortalecer o associativismo. 

A presença da AFBEPA nas agências do sudeste paraense reafirma um compromisso que não oscila: preparar a base com lucidez, fortalecer a unidade com responsabilidade e conduzir a categoria com firmeza para uma campanha salarial à altura do que as nossas vidas merecem. Aqui não há espaço para recuo, confusão ou concessões que desrespeitem quem está na linha de frente. O que existe é consciência de classe, organização e disposição para avançar.

Confira as fotos:

Ag. Marabá Centro 
Ag. Marabá Cidade Nova 

Ag. Marabá São Félix 

Ag. Nova Ipixuna 

Ag. Bom Jesus do Tocantins 

Ag. Abel Figueiredo 

Ag. Rondon do Pará 

Ag.Dom Eliseu


UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

quinta-feira, 19 de março de 2026

Pesquisa de Satisfação da TI 2025: participação do funcionalismo é essencial


O Banpará está realizando uma Pesquisa de Satisfação com a TI do Banco – Ciclo 2025, um instrumento importante para avaliar a qualidade dos serviços tecnológicos oferecidos aos funcionários (as) na condução de suas atividades. 

A AFBEPA recomenda que é de fundamental importância que todos (a) participem. A nossa Associação tem percorrido as agências e acompanhado de perto o desgaste enfrentado pelos empregados (as), especialmente no atendimento ao público, onde falhas e limitações tecnológicas( com APP, acesso à Internet e sistemas) têm gerado insatisfação dos clientes e pressão direta sobre os trabalhadores (as).

Responder à pesquisa é uma forma concreta de dar visibilidade a essa realidade e contribuir para melhorias efetivas nas condições de trabalho.

A participação de cada empregado (a) faz diferença.

 Participe!

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A DIREÇÃO DA AFBEPA

quarta-feira, 18 de março de 2026

AFBEPA na estrada fortalece a consciência de classe e mobiliza para a nossa campanha salarial

Kátia Furtado e os associadas (os) da Ag. Tucuruí 


Na estrada, onde o Pará pulsa com mais intensidade, a Associação dos Funcionários do Banco do Estado do Pará reafirma o seu papel: a proximidade com quem, de fato, sustenta o Banco todos os dias. Entre terça e quarta-feira, a nossa entidade esteve nas agências de Moju, Tailândia, Breu Branco, Tucuruí, Goianésia e Jacundá, conversando diretamente com os empregados e empregadas sobre a campanha salarial deste ano.

Mais do que visitas, esse movimento tem um objetivo claro: lembrar a cada trabalhador(a) o seu lugar nessa relação. Quem está na base é empregado(a). Não é direção, não é acionista, não é banqueiro. E é justamente por isso que cada um(a) precisa estar consciente do seu papel, dos seus direitos e da sua força coletiva.

A campanha salarial não pode ser vista como algo distante ou burocrático. Ela impacta diretamente as nossas vidas e de quem depende do nosso salário para viver. Sustentar uma família e enfrentar o custo de vida que só aumenta, está custando caro, e isso vem se alterando a cada dia. 
Quando não há ganho real, quem perde é o funcionário(a) e quem depende do seu salário para viver.

CHEGA DE GANHO REAL HUMILHANTE E DEGRADANTE!

A nossa AFBEPA tem reforçado, em cada agência visitada, que valorização não pode ser confundida com discurso bonito. Valorização de verdade aparece no contracheque, nas condições de trabalho e no respeito diário. E isso só avança quando há mobilização.

Em um cenário em que a tecnologia, muitas vezes, mais dificulta do que ajuda, é o atendimento humano que sustenta a relação com o cliente. São os funcionários e funcionárias que se desdobram, contornam falhas e garantem que o Banco continue de pé diante das insatisfações geradas por sistemas e equipamentos que não acompanham as demandas das agências e PABs.

Durante a agenda, a doutora Ana Carolina Albuquerque, do Escritório Tuma e Torres, que integra a assessoria jurídica da AFBEPA, também, está presente, orientando os trabalhadores (as) sobre as ações coletivas conduzidas pela nossa Associação e Processos Administrativos Disciplinares. 
Todas essas iniciativas são pautadas na defesa dos nossos direitos e reforçam o compromisso da nossa entidade, que não se submete, não se curva e vai lutar sempre por mais direitos e melhorias.

Negociação é o momento em que se colocam, frente a frente, interesses diferentes. De um lado, a gestão da empresa. Do outro, os trabalhadores(as). Ter clareza disso é essencial para que a nossa categoria não se iluda e não aceite menos do que merece. Nós não somos patrões, somos empregados (as).

 Ao percorrer o sudeste paraense, a AFBEPA também constrói unidade. E unidade, nesse contexto, não é apenas palavra de ordem: é ferramenta política. É ela que sustenta a força coletiva necessária para avançar nas mesas de negociação e evitar que pautas essenciais sejam esvaziadas.

Entre estradas, conversas e mobilização, a mensagem é direta: ninguém vai defender melhor o empregado (a) do que ele mesmo, junto com toda a categoria. A AFBEPA segue presente, mas a força real está na consciência de cada trabalhador (a) sobre quem ele é nesse processo e o que precisa defender.

Confira as fotos: 

Ag. Tucuruí 



Ag. Breu Branco




Ag. Jacundá 



Ag. Tailândia 





Ag. Goianésia 



Ag. Moju

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A DIREÇÃO DA AFBEPA

sexta-feira, 13 de março de 2026

AFBEPA VÊ NAS UNIDADES O DESCASO COM AS CONDIÇÕES DE TRABALHO DOS EMPREGADOS

Presidenta Kátia Furtado e os associados (as) da Ag. Maracanã 


A semana se encerrou com novas paradas no nordeste do Pará. A nossa AFBEPA esteve na quinta e sexta-feira em Ourém, Maracanã, Marapanim, Magalhães Barata e Inhangapi. Cada visita confirma algo que só pode ser visto de perto: a realidade concreta das agências.

Em várias unidades, o Banpará tem deixado de cumprir o básico do básico. Falta gente para dar conta da demanda, faltam condições adequadas de trabalho e, em alguns casos, falta até estrutura mínima para que o atendimento aconteça com dignidade.

Há cadeiras quebradas. Clientes sentando e caindo por conta da situação de longarinas imprestáveis. 
Equipamentos de computador e leitora ultrapassados.
E um problema que se repete em mais de um município: a internet não funciona a contento.

Quando isso acontece, não é apenas um sistema que para. Negócios deixam de ser fechados, atendimentos são interrompidos e a economia local sente o impacto. Quem está na linha de frente precisa explicar ao cliente que a operação não pode ser concluída, não por falta de esforço, mas por falta de estrutura que funcione.

É um retrato que diz muito.

Porque, enquanto os banqueiros e o Governo se beneficiam do trabalho realizado em cada cidade do nosso Estado, ainda há unidades operando com limitações que não deveriam existir.

E isso nos leva a uma reflexão inevitável.

Se a realidade nas agências exige cada vez mais adaptação, esforço e responsabilidade do funcionalismo, por que a valorização salarial oferecida insiste em ser tão pequena?

Este não é um ano para reposições tímidas.

Não é ano para percentuais simbólicos.
Não é ano para acordos que apenas simulam um avanço.

O momento exige algo maior: ganho real de verdade.

Ganhos que dialoguem com o custo de vida.
Ganhos que reconheçam o peso das responsabilidades assumidas todos os dias.
Ganhos que respeitem quem está na linha de frente do Banco em cada cidade do Pará.

Nos últimos 18 anos, sempre que o funcionalismo do Banpará conquistou mais melhorias econômicas nos acordos, isso ocorreu porque a nossa AFBEPA esteve presente lutando, se posicionando e sem abaixar a cabeça para defender os nossos interesses.

A nossa Associação encerra esta etapa da agenda com uma convicção ainda mais clara: a campanha salarial de 2026 precisa ser construída com muita LUTA E CORAGEM.

Sem maquiagem.
Sem dourar a pílula.
Sem aceitar pouco quando a realidade pede mais.

Confira as fotos:

Ag. Maracanã 

Ag. Ourém



Ag. Marapanim 



Ag. Magalhães Barata


Ag. Inhangapi


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Entre distâncias e sobrecarga: AFBEPA volta ao Marajó para ouvir quem mantém o Banco de pé

Denison Martins, diretor da Afbepa, e os colegas da Ag. Breves.

No Marajó, as distâncias dos rios não se mede em quilômetros, mas em horas de travessia. Entre um município e outro, o caminho é feito pelos rios largos da Amazônia, onde o tempo corre no ritmo das embarcações. Foi nesse cenário que a AFBEPA voltou à região para ouvir de perto o funcionalismo do Banpará.

A entidade esteve, durante esta semana, nos municípios de Breves, Afuá, Gurupá e Chaves, em uma agenda marcada por longas travessias entre cidades e pela escuta atenta de quem trabalha em uma das regiões mais desafiadoras do Estado.

A presença da nossa Associação não é protocolar. No arquipélago, as equipes são reduzidas, o volume de trabalho cresce e a realidade de sobrecarga é constante, ainda mais em um contexto onde o Banco atua, principalmente, como agente social. Ouvir esses trabalhadores (as) é parte de um compromisso: levar suas vozes para o centro do debate sobre condições de trabalho e valorização salarial da nossa categoria.

Os números do setor bancário ajudam a dimensionar o problema. Nos últimos dez anos, os afastamentos por transtornos mentais entre bancários cresceram 168%, passando de 5.411 casos em 2014 para 14.525 em 2024, segundo dados do INSS. Ao mesmo tempo, mais de 88 mil postos de trabalho foram eliminados no sistema financeiro, ampliando a pressão sobre quem permanece nas agências, como é o caso do Banpará que está em todos os Municípios onde nenhum outro Banco quer estar.

Pesquisas sobre o setor também indicam que metas agressivas, ritmo intenso, cobranças grosseiras e equipes reduzidas têm relação direta com o adoecimento da categoria, cenário que especialistas classificam como uma crise de saúde mental no trabalho bancário.  

É nesse contexto que a nossa AFBEPA percorre o nosso Pará, com dimensões continentais. Além de ouvir relatos e compreender a realidade das agências, a nossa Associação também tem levado esclarecimentos sobre a nossa campanha salarial, que se aproxima.

Mais do que uma agenda institucional, as visitas reafirmam um princípio: nenhuma campanha se constrói de gabinete. Ela nasce onde o trabalho acontece, nas agências, ouvindo e vendo o dia a dia dos empregados (as) do Banpará. O jogo de cintura que é feito para manter os clientes fidelizados, em que pese as dificuldades com a tecnologia e a falta de estrutura de pessoal. 

 ESTRUTURA DE PESSOAL DEFICIENTE

Em Gurupá, apenas 03 funcionários (sendo 1 adido) e, em Chaves, são 3, sendo que a estrutura é de 7. Falta contratação urgente, Banpará! A sobrecarga está adoecendo quem está.

 2026- ANO DE LUTA POR SALÁRIOS
 
Em 2026, ano de campanha salarial, o recado é claro entre os trabalhadores (as) ouvidos nas margens dos rios do Marajó: será um ano de unidade, coragem, mobilização e luta por respeito e valorização salarial para quem mantém o Banco funcionando todos os dias, mesmo quando o caminho até o trabalho começa com uma travessia sobre as águas.

Confira as fotos:

Ag. Breves 


Ag. Gurupá

Ag. Afuá
Ag. Chaves



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A DIREÇÃO DA AFBEPA

quinta-feira, 12 de março de 2026

ATITUDE GERENCIAL NA AGÊNCIA CAPANEMA CELEBRA O DIA DAS MULHERES



Uma ação simples, mas cheia de significados, marcou a celebração do Dia Internacional das Mulheres na agência do Banpará de Capanema. O gestor da unidade promoveu um momento de cuidado e autocuidado dedicado às funcionárias e, também, às trabalhadoras terceirizadas, que participaram de uma tarde especial voltada ao reconhecimento da presença feminina no meio ambiente do trabalho.

A programação contou com uma conversa sobre beleza e bem-estar conduzida por uma consultora da marca Mary Kay, além de flores, kits de produtos e um lanche preparado para o momento de confraternização. O gesto foi recebido com alegria e entusiasmo pelas participantes, que destacaram o clima de satisfação e carinho vivido na agência.

No Brasil, as mulheres representam cerca de 43% da força de trabalho, segundo dados da PNAD Contínua do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).  

Apesar dessa presença expressiva, os desafios ainda são muitos. Estudos do Ministério do Trabalho e Emprego indicam que as mulheres ainda recebem, em média, 20,9% menos que os homens, em empresas com mais de 100 empregados.  

Nesse contexto, ambientes de trabalho que cultivam respeito, cuidado e reconhecimento tornam-se ainda mais importantes. Pequenas atitudes no dia a dia ajudam a construir espaços mais equilibrados, acolhedores e produtivos.

A experiência vivida na agência de Capanema, mostra que o gestor reconhece a importância de celebrar a presença das Mulheres no ambiente do trabalho. E deixa um recado importante: reconhecer o papel das mulheres no mercado de trabalho não deve acontecer apenas em datas comemorativas, mas como parte permanente de uma cultura de Gestão Empresarial Humana e de Respeito.


Confira as fotos: 

UNIDOS SOMOS FORTES
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