| Kátia Furtado e os associadas (os) da Ag. Tucuruí |
Na estrada, onde o Pará pulsa com mais intensidade, a Associação dos Funcionários do Banco do Estado do Pará reafirma o seu papel: a proximidade com quem, de fato, sustenta o Banco todos os dias. Entre terça e quarta-feira, a nossa entidade esteve nas agências de Moju, Tailândia, Breu Branco, Tucuruí, Goianésia e Jacundá, conversando diretamente com os empregados e empregadas sobre a campanha salarial deste ano.
Mais do que visitas, esse movimento tem um objetivo claro: lembrar a cada trabalhador(a) o seu lugar nessa relação. Quem está na base é empregado(a). Não é direção, não é acionista, não é banqueiro. E é justamente por isso que cada um(a) precisa estar consciente do seu papel, dos seus direitos e da sua força coletiva.
A campanha salarial não pode ser vista como algo distante ou burocrático. Ela impacta diretamente as nossas vidas e de quem depende do nosso salário para viver. Sustentar uma família e enfrentar o custo de vida que só aumenta, está custando caro, e isso vem se alterando a cada dia.
Quando não há ganho real, quem perde é o funcionário(a) e quem depende do seu salário para viver.
CHEGA DE GANHO REAL HUMILHANTE E DEGRADANTE!
A nossa AFBEPA tem reforçado, em cada agência visitada, que valorização não pode ser confundida com discurso bonito. Valorização de verdade aparece no contracheque, nas condições de trabalho e no respeito diário. E isso só avança quando há mobilização.
Em um cenário em que a tecnologia, muitas vezes, mais dificulta do que ajuda, é o atendimento humano que sustenta a relação com o cliente. São os funcionários e funcionárias que se desdobram, contornam falhas e garantem que o Banco continue de pé diante das insatisfações geradas por sistemas e equipamentos que não acompanham as demandas das agências e PABs.
Durante a agenda, a doutora Ana Carolina Albuquerque, do Escritório Tuma e Torres, que integra a assessoria jurídica da AFBEPA, também, está presente, orientando os trabalhadores (as) sobre as ações coletivas conduzidas pela nossa Associação e Processos Administrativos Disciplinares.
Todas essas iniciativas são pautadas na defesa dos nossos direitos e reforçam o compromisso da nossa entidade, que não se submete, não se curva e vai lutar sempre por mais direitos e melhorias.
Negociação é o momento em que se colocam, frente a frente, interesses diferentes. De um lado, a gestão da empresa. Do outro, os trabalhadores(as). Ter clareza disso é essencial para que a nossa categoria não se iluda e não aceite menos do que merece. Nós não somos patrões, somos empregados (as).
Ao percorrer o sudeste paraense, a AFBEPA também constrói unidade. E unidade, nesse contexto, não é apenas palavra de ordem: é ferramenta política. É ela que sustenta a força coletiva necessária para avançar nas mesas de negociação e evitar que pautas essenciais sejam esvaziadas.
Entre estradas, conversas e mobilização, a mensagem é direta: ninguém vai defender melhor o empregado (a) do que ele mesmo, junto com toda a categoria. A AFBEPA segue presente, mas a força real está na consciência de cada trabalhador (a) sobre quem ele é nesse processo e o que precisa defender.
Confira as fotos:
Ag. Tucuruí
UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA
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