sexta-feira, 14 de agosto de 2026

Melhorias Salariais é a nossa Palavra de Ordem

Ag. Viseu e a presidenta Kátia Furtado


Nesta semana, a Campanha Salarial ganhou ainda mais território: esteve presente na capital, nas Agências Icoaraci, Telégrafo e Senador Lemos, e seguiu pelas estradas do Pará, chegando também às agências de Cachoeira do Piriá, Santa Luzia do Pará e Viseu.

Kátia Furtado não foi apenas levar informações. Foi buscar o que dá força à AFBEPA diante do Banco: a voz e a mobilização da categoria.

Cada conversa fortalece a nossa representação. Cada empregado e empregada mobilizados alteram a correlação de forças.

Porque, quando a presidenta da AFBEPA volta à mesa de negociação, ela não se senta sozinha. A categoria inteira se senta com ela.



CONFIRA AS FOTOS:

Ag. Icoaraci


Ag. Senador Lemos




Ag. Cachoeira do Piriá

Ag. Santa Luzia



UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Deputada Maria do Carmo cobra reintegração de empregados do Banpará desligados aos 70 anos que recorreram à Justiça




Durante pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Pará (ALEPA), a deputada estadual Maria do Carmo fez um apelo à presidenta do Banpará, Ruth Mello, pela reintegração dos empregados que foram desligados compulsoriamente ao completarem 70 anos.

A parlamentar destacou que o próprio Banco suspendeu novos desligamentos nessa idade, diante do entendimento de que os empregados públicos celetistas podem permanecer em atividade até os 75 anos. Para Maria do Carmo, a mesma medida deve alcançar aqueles que foram afastados anteriormente.

“Que também reconheça aqueles que foram desligados com 70 anos, mesmo na vigência dessa lei, e que eles possam ser reconduzidos ao trabalho no Banpará para cumprir ainda esses cinco anos de trabalho que lhes restam e que é um direito”, defendeu a deputada.

A manifestação reforça a luta dos empregados que obtiveram decisões favoráveis no Tribunal Superior do Trabalho (TST), determinando suas reintegrações. Em decisões unânimes, o Tribunal reconheceu a irregularidade dos desligamentos realizados aos 70 anos nos casos analisados.

A AFBEPA considera extremamente importante que a situação tenha alcançado a tribuna da ALEPA e se soma ao apelo feito pela deputada Maria do Carmo. Não é razoável que empregados (as) que dedicaram décadas de suas vidas ao Banpará continuem afastados, mesmo diante de decisões judiciais favoráveis.

Se o Banco já reconheceu que não deve mais promover desligamentos compulsórios aos 70 anos, precisa agir com coerência e reparar os casos anteriores, cumprindo imediatamente os acórdãos do TST e reintegrando os trabalhadores (as) contemplados pelas decisões.

A nossa AFBEPA seguirá cobrando providências da presidenta Ruth Mello e de toda a direção do Banpará. Decisão judicial deve ser cumprida. Os empregados (as) estão fazendo falta e não podem continuar pagando pela demora da Administração do Banco, em reconhecer e reparar atos revistos e modificados pela Justiça do Trabalho.


Assista o vídeo:




UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Sem índice, Fenaban confirma preocupação que AFBEPA já vinha levantando


 

DE OLHO NA CAMPANHA NACIONAL

 

A sétima rodada de negociação da Campanha Nacional dos Bancários terminou nesta quinta-feira (13) sem qualquer índice de reajuste salarial apresentado pela Fenaban.

E, para a AFBEPA, não há motivo para surpresa.

Antes mesmo do início da Campanha Salarial 2026, nossa Associação já vinha defendendo que a categoria não pode mais aceitar reajustes pífios, que mal recompõem as perdas acumuladas enquanto os bancos seguem apresentando lucros bilionários. Já chega.

Em vez de apresentar uma proposta concreta de valorização, os banqueiros colocaram na mesa ideias como reajustes diferenciados por faixa salarial, congelamento do piso de ingresso e até valores diferentes de alimentação para trabalhadores do interior e das capitais.

Ou seja: enquanto a categoria cobra aumento real e valorização, a resposta continua sendo a imposição de nos reduzir.

Agora, a mobilização precisa acompanhar o tamanho do enfrentamento. Assembleias estão previstas para segunda-feira (17), e a próxima negociação com a Fenaban ocorre na terça-feira (18).

 A questão é: como se dará essas paralisações???? algo do tipo 1h, 2h ou fechamento dos Bancos por 1dia??

A Afbepa acredita que para o descaso, negligência e Desrespeito a nossa resposta é Paralisação de 1dia e estado de greve.

SE É GRAVE, É GREVE!

A AFBEPA seguirá de olho na Campanha Nacional e cobrando aquilo que vem defendendo desde o começo: valorização de verdade, não migalhas.

UNIDOS SOMOS FORTES.

quinta-feira, 13 de agosto de 2026

Quase dois meses de espera para nenhuma resposta: Consad ignora denúncias da AFBEPA sobre a Auditoria do Banpará

 


Em 9 de junho de 2026, a AFBEPA encaminhou ao Conselho de Administração do Banpará (Consad) o Ofício nº 16/2026, denunciando práticas abusivas e vexatórias adotadas pela Auditoria Interna do Banco. A resposta só chegou em 7 de agosto, quase dois meses depois.

E o que o Consad respondeu após todo esse tempo? Nada do que foi encaminhado, apenas uma resposta genérica, que não diz nada.

Foram 59 dias de espera para receber um texto repleto de expressões genéricas sobre legalidade, ética, integridade e governança, mas sem uma única resposta aos fatos apresentados pela AFBEPA. Em outras palavras: muita formalidade para esconder a ausência de conteúdo.

A Associação questionou diretamente a pressão psicológica durante depoimentos, os afastamentos sem provas cabais e robustas, a proibição de acesso ao local de trabalho, a consulta às contas dos empregados (as) e as investigações sem prazo definido. Também apresentou seis solicitações objetivas para proteger os direitos dos trabalhadores (as).

O Consad não respondeu sobre essas práticas, não justificou de forma esclarecedora acerca dos procedimentos adotados e não anunciou qualquer providência. Nem sequer explicou como condutas tão graves seriam compatíveis com o alegado “respeito aos direitos dos empregados e à ética”.


As normas citadas pelo Consad desmentem a própria resposta

O Consad afirma que a Auditoria segue as Normas Globais de Auditoria Interna. Contudo, os padrões internacionais atualmente vigentes estabelecem princípios como integridade, objetividade, zelo profissional, confidencialidade, comunicação eficaz e melhoria contínua da qualidade. ([IIA](https://www.theiia.org/en/standards/2024-standards/global-internal-audit-standards/))

A ISO 37008:2023, referência internacional para investigações internas, orienta que esses procedimentos sejam conduzidos de forma profissional, objetiva, imparcial, confidencial e em conformidade com a lei, com políticas, planejamento e critérios definidos. ([ISO](https://committee.iso.org/sites/tc309/home/projects/published/iso-37008-internal-investigation.html))

Portanto, práticas modernas de auditoria não se sustentam em intimidação, exposição do empregado(a) afastado sem provas robustas e cabais, demora excessiva ou condenação antecipada. Auditoria é trabalho técnico, fundamentado em evidências e realizado com respeito às pessoas.

A AFBEPA repudia os procedimentos denunciados. Investigar possíveis irregularidades é necessário; constranger, expor e adoecer trabalhadores (as) antes da existência de provas cabais é inaceitável.

A Entidade buscou respostas pelos canais formais, aguardou quase dois meses e recebeu apenas uma manifestação evasiva. Por dever de transparência, apresenta agora à categoria o ofício encaminhado e a resposta recebida.

Que cada empregado e empregada possa fazer a própria avaliação: a AFBEPA apresentou fatos, questionamentos e propostas. O Consad respondeu com generalidades.

A nossa AFBEPA continuará cobrando a revisão dos procedimentos da Auditoria e o respeito à dignidade, à presunção de inocência e aos direitos dos empregados (as) do Banpará.


Clique aqui para ler os documentos


UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

quarta-feira, 12 de agosto de 2026

5ª mesa com o Banpará debate PCS e cláusulas pendentes

 

5ª mesa de negociação com o Banpará


A AFBEPA participou, nesta terça-feira (11), da 5ª mesa de negociação com o Banpará referente ao Acordo Coletivo de Trabalho. Entre os principais pontos discutidos estiveram certas regras do Plano de Cargos e Salários-PCS, como o critério de suspensão do contrato de trabalho, que ocorre quando empregados(as) precisam se  afastar por falta de saúde; aplicação de penalidades, a exemplo de advertência,  censura e severa, além de outras cláusulas que ainda aguardam posicionamento do Banco.

Durante o debate sobre o PCS, a presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, defendeu que empregados(as) afastados(as) por motivo de saúde continuem tendo direito à promoção por antiguidade durante todo o período de licença. O Banco, entretanto, manteve a regra discutida no Grupo de Trabalho do PCS, que limita essa contagem aos primeiros 90 dias de afastamento e que já está prevista no ACT 2024/26.

A AFBEPA também questionou a exclusão das promoções para empregados(as) que tenham recebido censura ou censura severa. Para a entidade, como essas pessoas permanecem trabalhando, continuam acumulando tempo de serviço e podem ser avaliadas normalmente quanto ao seu desempenho.

“Se o empregado continua trabalhando, o tempo para a promoção por antiguidade permanece sendo contado. Da mesma forma, ele pode ser avaliado pelo trabalho que realiza para fins de merecimento”, defendeu Kátia.

Durante as discussões, o próprio Banco retirou a advertência da lista de penalidades que impedem o acesso à promoção, vez que foi algo decidido pela administração do Banpará. No entanto, manteve a censura e a censura severa como critérios impeditivos, apesar da argumentação apresentada pela AFBEPA.

Foi solicitado do Banco um prazo para apresentar o PCS, vez que não há aceite da Diretoria sobre uma mudança fechada no GT Paritário, de forma consensual, que o Banpará não concorda, e que Kátia Furtado entende ser fundamental.

Outro ponto cobrado foi a apresentação de uma proposta para o segundo ano de vigência do ACT. A AFBEPA reiterou que a categoria precisa de uma resposta concreta e solicitou que, na próxima rodada, 17/8, o Banco apresente uma proposta global, em relação aos seus encaminhamentos sobre as cláusulas econômicas.

A entidade também voltou a cobrar uma definição sobre a cláusula 92, relacionada à possibilidade de permanência no trabalho até os 75 anos. A AFBEPA destacou a necessidade de o Banco solucionar a situação de empregados(as) que estão afastados(as), inclusive daqueles que já obtiveram decisões judiciais favoráveis e aguardam apenas a efetivação de seus direitos.

Para a entidade, não faz sentido prolongar essas situações enquanto diversas unidades trabalham com falta de pessoal e sobrecarga de trabalho.

Também ficou pendente para a próxima mesa a discussão sobre o reajuste das funções. A nova rodada de negociação está marcada para segunda-feira, 17 de agosto, quando a AFBEPA espera receber do Banpará respostas objetivas e uma proposta global para avaliação da categoria.


UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

segunda-feira, 10 de agosto de 2026

Feliz Dia dos Pais!


Neste Dia dos Pais, a AFBEPA homenageia todos os pais que, entre a rotina de trabalho e os desafios de cada dia, fazem do cuidado, da presença e do amor parte essencial de suas histórias.

Ser pai também é construir caminhos, compartilhar aprendizados, oferecer apoio e deixar marcas que acompanham os filhos por toda a vida.

Aos pais da nossa categoria, associados, funcionários do Banpará e a todos que exercem a paternidade com amor e responsabilidade, o nosso carinho e reconhecimento.

Que este domingo seja de afeto, boas memórias e momentos especiais ao lado de quem faz a vida ter ainda mais sentido.

Feliz Dia dos Pais! 💙

AFBEPA | UNIDOS SOMOS FORTES

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

AFBEPA amplia mobilização da Campanha Salarial 2026 em novas visitas às agências



Ag. Augusto Correa


A presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, segue percorrendo as unidades do Banpará para fortalecer a mobilização da categoria em torno da Campanha Salarial 2026. Após passar por Augusto Montenegro, Marituba, Santa Bárbara, Santo Antônio do Tauá, São Caetano de Odivelas e Vigia, a agenda continua nesta semana com visitas às agências de Augusto Corrêa, Bragança, Tracuateua, Capanema, Ourém e Capitão Poço.

Durante os encontros, Kátia Furtado tem apresentado o cenário das negociações, os principais pontos debatidos nas mesas com o Banco e o que já foi conquistado, além de reforçar que a participação e a mobilização das bancárias e dos bancários são fundamentais para fortalecer a defesa das reivindicações econômicas da nossa categoria.

As visitas, também, têm sido um importante espaço de diálogo. Além de esclarecer dúvidas sobre a Campanha Salarial, a presidenta ouve as percepções dos colegas, recebe sugestões e reforça que as conquistas da nossa categoria são construídas de forma coletiva, com Participação e Unidade.

Mobilização também chegou às unidades da capital

A agenda da presidenta também passou pelo PAB SEDUC e PAB DETRAN. Além de atualizar os colegas sobre o andamento da Campanha Salarial 2026, Kátia aproveitou a oportunidade para ouvir as demandas dos Trabalhadores (as) e fortalecer o nosso diálogo.

Nos PABs, a visita também contou com a entrega dos brindes alusivos ao Dia dos Pais, unindo reconhecimento aos nossos colegas associados.

A agenda de visitas continuará nas próximas semanas, levando informações atualizadas sobre a Campanha Salarial 2026 e incentivando a participação de toda a nossa categoria.


Confira as fotos:


Ag. Augusto Montenegro

PAB DETRAN

PAB SEDUC

AG. OURÉM



AG. CAPITÃO POÇO

AG. OURÉM



UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

quarta-feira, 5 de agosto de 2026

🤝 Uma corrente de cuidado e amor pela família de Fernando França




Fernando França fez parte da história da nossa AFBEPA. Desde sua partida, em novembro de 2024, sua mãe, Dona Almira, e seu filho, Danilo, que vive com a avó, vêm enfrentando um momento muito delicado, com dificuldades para garantir despesas essenciais, como alimentação e cuidados médicos.

Hoje, dona Almira está muito doente, sem poder se levantar de sua cama, o neto Danilo França é quem colocou a sua vida para cuidar da vó. Essas pessoas tem dias que não tem dinheiro para comer, e até para levar a dona Almira de uber em um posto de saúde.

Por isso, a Afbepa convida as nossas associadas, os nossos associados e todas as pessoas que puderem ajudar, a fazer parte desta corrente de solidariedade e de ajuda humana.

Toda contribuição, independentemente do valor, poderá fazer diferença e levar um pouco de amparo à essa família neste momento.


💚 Como contribuir:

Chave Pix — CPF: 982.632.772-72

Favorecido: Danilo Pantoja França

Filho de Fernando e neto de Dona Almira.

Se não puder contribuir financeiramente, ajude compartilhando esta campanha.

Quando a solidariedade nos une, ninguém precisa enfrentar os momentos difíceis sozinho.


UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

terça-feira, 4 de agosto de 2026

De olho na mesa nacional: o tempo também está em negociação

 


A sexta rodada de negociações da Campanha Salarial ocorreu nesta terça-feira, 4 de agosto. A AFBEPA ainda aguarda informações sobre os debates, as propostas e os encaminhamentos da mesa.

Enquanto aguardamos, uma questão precisa ser enfrentada: até a rodada anterior, a Fenaban não havia apresentado respostas concretas às reivindicações econômicas. A Convenção Coletiva nacional vigora até 31 de agosto e não possui ultratividade — diferentemente do ACT do Banpará, que garante a manutenção das conquistas. Portanto, o tempo não é um detalhe.

No vídeo, Paulo Tonon, diretor do Sindicato dos Bancários de Bauru e Região e aliado da nossa AFBEPA, apresenta uma análise crítica sobre a condução das negociações e a necessidade de fortalecer a participação e a mobilização da categoria.

▶️ Assista. A Campanha Salarial precisa ser acompanhada e debatida por todas as bancárias e todos os bancários.




segunda-feira, 3 de agosto de 2026

4ª Mesa de Negociação registra avanços no anuênio e na PLR Social

 

4ª Mesa de Negociação com o Banpará


Reajuste de 10% no anuênio e percentual de 8% para a PLR Social distribuído de forma linear estão entre os principais resultados. Demais pontos continuam em análise.

A AFBEPA participou, nesta segunda-feira (3), da 4ª Mesa de Negociação da Campanha Salarial 2026, dando continuidade à discussão dos artigos da minuta de reivindicações do funcionalismo do Banpará.

Entre os principais avanços da rodada estão o reajuste de 10% no anuênio e o percentual de 8% para a PLR Social. As demais reivindicações econômicas permanecem em negociação.

Artigo 23: Adicional de Qualificação Profissional

 

No Artigo 23, o Banco apresentou uma proposta de criação do Adicional de Qualificação Profissional, em substituição ao antigo PDEB. Diferentemente do modelo de ressarcimento, o novo adicional teria natureza salarial, com incidência sobre a remuneração-base (salário mais anuênio) do empregado ativo e vigência prevista a partir de 1º de janeiro de 2027.

Para os empregados ocupantes do cargo de Técnico Bancário, a proposta prevê:

             2% pela conclusão de curso de graduação;

             3% pela certificação de pós-graduação, especialização ou MBA;

             4% pelo título de mestre, na modalidade stricto sensu;

             5% pelo título de doutor, na modalidade stricto sensu.

 

O pagamento seria realizado de forma não cumulativa, considerando o cargo efetivo e a maior titulação acadêmica comprovada.

Os empregados(as) já contemplados pelo PDEB permaneceriam no programa até a conclusão dos respectivos cursos. As demais regras e condições da mudança continuarão sendo discutidas nas próximas mesas.

Atualmente o PDEB gera um custo ao Banpará de R$219 mil, são ao todo 52 beneficiários (as), 36 graduações e 16 pós-graduação; os cursos prioritários administração, ciências contábeis, economia e TI; os não prioritários: agronomia, comunicação, direito, engenharia civil, estatística, matemática, turismo e pedagogia. Essas são informações do Banco.

Artigos 18 e 19: educação para dependentes e formação profissional

No Artigo 18, o Banpará apresentou a criação de uma rede de convênios com instituições de ensino para dependentes, com descontos em matrículas e mensalidades, sem reembolso direto ou participação financeira do Banco.

O Banpará propôs a concessão de um dia de ausência abonada para acompanhamento do primeiro dia de vida escolar do dependente, além de auxílio para aquisição de material escolar e livros. Os pedidos serão avaliados pelo Banco.

No Artigo 19, referente à formação e qualificação profissional continuada, também foi proposta a criação de convênios com instituições de ensino para concessão de descontos aos empregados (as).

Artigo 20: assistência farmacêutica

No Artigo 20, o Banco propôs ampliar os convênios com farmácias e drogarias, além de instituir uma política interna específica de acompanhamento dos empregados (as) com doenças crônicas ou graves.

A AFBEPA defendeu que as áreas responsáveis pela execução e pelo acompanhamento dessa política tenham condições administrativas e autonomia financeira para prestar suporte efetivo ao funcionalismo, inclusive nos casos que envolvam medicamentos de alto custo.

Artigo 30: ajuda-aluguel

No Artigo 30, que trata da ajuda-aluguel a quem se desloca de outro município para Belém, ficou mantida a mesma redação do Acordo Coletivo de Trabalho vigente.

Artigo 32: Programa de Bonificação

No Artigo 32, o Banpará apresentou o funcionamento do Programa de Bonificação. Pelo modelo apresentado, os indicadores precisam ser cumpridos conjuntamente, com alcance mínimo de 80% em cada meta.

Os critérios apresentados foram debatidos e questionados pelas entidades durante a mesa. A AFBEPA produzirá posteriormente uma postagem específica sobre o tema, detalhando o modelo apresentado pelo Banco, mas de imediato a nossa Associação entende que o programa precisa melhorar bastante.

Artigo 33: adicional de insalubridade

No Artigo 33, referente ao adicional de insalubridade nos PABs instalados em unidades hospitalares, o Banco não concordou com a reivindicação e sugeriu a retirada do artigo.

Artigo 67: formação de gestores

No Artigo 67, foi acolhida a reivindicação apresentada no debate, a ser inserida no parágrafo primeiro, garantindo que as horas destinadas às capacitações on-line sejam computadas na jornada de trabalho.

Artigo 69: meio ambiente e transição justa

No Artigo 69, ficou definida a manutenção da mesma redação prevista no Acordo Coletivo de Trabalho vigente.

Artigos 29 e 73: Wellhub

Na discussão conjunta dos Artigos 29 e 73, o Banco informou que a proposta é que Wellhub seja implantado onde funciona. Nas localidades que atualmente não possuem cobertura, o programa não será implantado.

A AFBEPA solicitou que a adesão ao Wellhub seja opcional. O Banpará ficou de analisar o pedido e apresentar uma resposta.


Negociação continua

Os demais pontos permanecem em análise. Por isso, será necessário aguardar as próximas mesas de negociação, marcadas para o dia 10 de agosto, às 15h, quando será discutido o PCS, e para o dia 17 de agosto, às 9h30, quando as negociações terão continuidade.

A AFBEPA seguirá presente, acompanhando cada debate e defendendo avanços para todo o funcionalismo do Banpará.

 

UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA