quarta-feira, 24 de junho de 2026

A NOSSA AFBEPA FECHA 17H PRA TODO MUNDO ENTRAR NO CLIMA DA SELEÇÃO 💛💙💚

 



🇧🇷⚽ Hoje o expediente termina mais cedo porque tem Brasil em campo e coração brasileiro em modo torcida!

A nossa AFBEPA fecha às 17h pra todo mundo entrar no clima da seleção 💛💙💚

Agora é vestir a amarelinha, reunir a galera e sofrer/comemorar juntos como bons brasileiros 😅

Que venha a vitória! 🇧🇷🔥


#VaiBrasil #AFBEPA #ClimaDeCopa #TorcidaBrasileira #JogoDoBrasil

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terça-feira, 23 de junho de 2026

AFBEPA orienta rejeição da Minuta de Reivindicações Nacional da Campanha dos Bancários (as) 2026



Bancários e bancárias de bancos públicos e privados participam nesta terça-feira (23) da Assembleia Geral Extraordinária que irá deliberar sobre a minuta de reivindicações da Campanha Nacional 2026.

A nossa AFBEPA orienta voto pela rejeição da minuta nacional, por entender que o índice de ganho real, de 5%, apresentado está rebaixado e distante da realidade da categoria bancária.

Para a nossa Associação, 5% não representa ganho real para a categoria. Em qualquer processo de negociação, é natural que a pauta inicial represente um patamar maior de reivindicação para garantir avanços efetivos durante as negociações.

Durante a Conferência Nacional dos Bancários, realizada em São Paulo, a presidenta da AFBEPA também votou pela rejeição da proposta, defendendo uma pauta mais forte e mais alinhada à valorização dos bancários e bancárias.

A Assembleia acontece às 18h, pela plataforma Zoom, com votação das 19h às 23h59 pela plataforma Votabem.


📌 Inscrição:

https://forms.gle/gHprZCse39jLhj7bA

segunda-feira, 22 de junho de 2026

POSIÇÃO DA CONTRAF-CUT E A MAIORIA DOS SINDICATOS É DE GANHO REAL DE 5%


A 28ª Conferência Nacional dos Bancários foi encerrada neste domingo, 21, com a definição da proposta defendida pela Contraf-CUT para a campanha salarial da categoria: ganho real de 5%. 

A ContrafCUT acompanhou o encaminhamento da maioria das federações do país, incluindo a Fetec Centro Norte — federação que representa os estados das regiões Norte e Centro-Oeste do Brasil, de ganho real de 5%. O Espírito Santo foi a única base que encaminhou e defendeu o índice de reajuste de 10% de ganho real para a categoria bancária.

O debate gerou divergências e reflexões importantes sobre até onde a categoria está disposta a lutar por valorização salarial concreta diante dos lucros históricos apresentados pelos Bancos.

Durante a Conferência, a presidenta do Sindicato dos Bancários e Financiários de São Paulo, Osasco e Região, Neiva Ribeiro, que também coordena o Comando Nacional dos Bancários e atua como vice-presidenta da UNI Finanças Mundial, defendeu o índice de 5% sob o argumento de que seria uma proposta mais “factível” para a mesa de negociação com a Fenaban".

A presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, fez declaração de voto durante a Conferência e reforçou que os bancários e bancárias da base do Pará pedem salários e valorização real.
Em sua fala, Kátia destacou os acordos conquistados pelo Banpará nas duas últimas campanhas salariais, marcados por ganhos reais efetivos, como exemplo de que lutar por valorização concreta não é exagero, é reconhecimento legítimo para quem constrói diariamente os resultados do sistema financeiro.

A declaração reafirma o posicionamento histórico da AFBEPA em defesa de salário digno, ganho real e valorização permanente da nossa categoria.

A nossa Associação entende que bancárias e bancários não podem continuar enfrentando metas abusivas, pressão constante, adoecimento e sobrecarga enquanto as discussões salariais seguem limitadas apenas ao que seria “possível” para os Bancos milionários ou bilionários.
Porque as nossas vidas valem.

Somos nós que sustentamos o atendimento, movimentamos a economia e garantimos os lucros dessas instituições financeiras.

Mais do que números, melhores salários representa dignidade, reconhecimento e respeito por quem constrói, todos os dias, a força do sistema bancário brasileiro.

"É uma Vergonha a postura da Contrafcut e dos demais Sindicatos que fazem parte dessa confederação, vez que 5% foi pedido em 2024 e levamos apenas 0,9% de ganho real, e um dos piores reajustes da nossa categoria, nesses tempos de altíssimos lucros e resultados dos Bancos . Nós trabalhadores (as), infelizmente, neste ano entramos nessa negociação com a Fenaban, já diminuídos diante do valor do nosso trabalho e das nossas vidas", diz Kátia Furtado, presidenta da Afbepa. 


UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

sexta-feira, 19 de junho de 2026

28ª Conferência Nacional dos Bancários (as) começa hoje, 19: você sabe o que isso significa?




A 28ª Conferência Nacional dos Bancários começa hoje, 19 de junho, em São Paulo. E isso significa muito mais do que uma reunião de dirigentes sindicais.

Significa que bancárias e bancários de todo o país estarão reunidos para discutir aquilo que mexe diretamente com a vida da nossa categoria: salários, PLR, empregos, saúde, mais direitos e em que patamar a Contrafcut pretende estabelecer esse debate com os banqueiros. 

Cerca de mais de 600 delegados e delegadas estão sendo aguardados nessa Conferência, que acontece até o dia 21 de junho, no Holiday Inn Parque Anhembi. A nossa AFBEPA estará presente nesse importante espaço de construção coletiva, representada pela presidenta Kátia Furtado e pelos diretores Joventina Marques e Ruver Meireles.

Com o tema “Pelos bancários e pelo Brasil: mais salários, empregos e direitos, mais futuro para todos”, a Conferência é o momento em que a categoria debate suas prioridades antes da mesa de negociação com a Fenaban, para que a nossa Minuta Nacional seja confeccionada e entregue aos banqueiros.

E é justamente por isso que esse espaço é tão importante.

É aqui que precisamos discutir salários com seriedade. É aqui que devemos fortalecer a luta para que a categoria não vá à mesa da Fenaban aceitando ganhos reais diminutos, insuficientes diante do peso do trabalho bancário e dos lucros bilionários do sistema financeiro.

A Conferência também será aberta com a leitura do manifesto da Contraf-CUT de tolerância zero para casos de violência e assédio, reafirmando que defender direitos é, também, defender ambientes de trabalho mais Seguros, Respeitosos e Humanos.

Para a AFBEPA, participar da Conferência é levar a voz dos empregados e empregadas do Banpará para o debate nacional. É estar onde as pautas são discutidas, onde os caminhos são construídos e onde a categoria decide, coletivamente, como vai lutar.

Porque salário, emprego e direito não se defendem em silêncio.

Se o futuro da categoria está em debate, a AFBEPA está presente.






UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

quinta-feira, 18 de junho de 2026

AFBEPA cobra providências contra práticas abusivas em procedimentos da Auditoria do Banpará

 



A AFBEPA encaminhou ao Conselho de Administração do Banpará, com cópia ao Comitê de Auditoria-COAUD, o Ofício nº 16/2026, solicitando providências urgentes diante de relatos de práticas consideradas abusivas e desumanas em procedimentos conduzidos pela Auditoria Interna do Banco. 

A nossa Associação reconhece a importância dos mecanismos de controle, fiscalização e apuração dentro de uma instituição pública. No entanto, nenhum procedimento administrativo pode atropelar direitos fundamentais, expor trabalhadores(as) a constrangimentos indevidos ou transformar uma investigação em uma experiência de adoecimento, agonia, sofrimento e medo.

Entre as situações relatadas por empregados(as), está a forma como alguns trabalhadores(as) são chamados a prestar esclarecimentos diretamente no ambiente da Auditoria. Segundo os relatos recebidos pela AFBEPA, muitos chegam ao local emocionalmente abalados, sob forte pressão psicológica, sem condições adequadas para organizar suas respostas. Há ainda registros de pessoas que permaneceram por longos períodos sem acesso adequado à água e alimentação.

Outro ponto de preocupação é a retirada de funcionários(as) de suas atividades durante processos de apuração, mesmo em situações nas quais não haveria, segundo o ver da nossa Associação, risco concreto às diligências ou ao patrimônio do Banco. Para a AFBEPA, esse afastamento, quando feito sem critérios robustos, acaba produzindo um rótulo público sobre o trabalhador(a), atingindo sua imagem profissional, sua convivência com colegas e sua vida familiar.

A nossa Associação também chama atenção para relatos envolvendo quebra de sigilo de contas bancárias de empregados(as). A nossa AFBEPA defende que qualquer acesso a dados protegidos por sigilo deve observar rigorosamente os limites legais e, quando cabível, depender de autorização judicial. A privacidade do trabalhador(a) não pode ser tratada como detalhe administrativo.

O ofício ainda questiona ordens que impediriam funcionários(as) de entrar no local de trabalho, mesmo sem condenação ou decisão definitiva. Para a entidade, esse tipo de medida reforça uma condenação antecipada e fere princípios básicos como a presunção de inocência, a razoabilidade e a Dignidade da Pessoa Humana.

A longa duração das investigações também foi apontada como um problema grave. Procedimentos sem prazo razoável submetem trabalhadores(as) a uma espera indefinida, com impactos emocionais, profissionais e familiares. Para quem está sob investigação, o tempo não é neutro: ele pesa, adoece e compromete a rotina.

Diante desse cenário, a nossa AFBEPA solicita que o CONSAD determine a revisão dos protocolos adotados pela Auditoria Interna, de modo que os procedimentos sejam compatibilizados com os princípios da legalidade, proporcionalidade, razoabilidade, Dignidade da Pessoa Humana e presunção de inocência.

Entre os pedidos apresentados, estão: a possibilidade de o empregado(a) responder aos questionamentos por escrito; o acompanhamento por advogado(a) da Associação quando o comparecimento presencial for indispensável; a não retirada do trabalhador(a) de suas funções sem provas robustas; a preservação do sigilo bancário, salvo determinação judicial; a garantia de acesso ao local de trabalho quando não houver impedimento legal; e a definição de prazos razoáveis para conclusão das investigações.

Para a nossa AFBEPA, defender o trabalhador(a) não significa impedir apurações. Significa garantir que qualquer investigação seja conduzida com responsabilidade, respeito e limites. Controle interno é necessário. Abuso, Não!

A nossa Associação seguirá acompanhando o caso e cobrando respostas formais do Banco, reafirmando seu compromisso com a defesa dos direitos, da saúde e da dignidade dos empregados e empregadas do Banpará.


UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA


terça-feira, 16 de junho de 2026

Saúde mental terá de ser monitorada por empresas; nova NR-1 acende alerta para os bancários (as)




Por muito tempo, falar de saúde mental no trabalho foi quase um tabu. Quando alguém adoecia, a pergunta costumava ser: “será que não aguentou a pressão?” Pouco se discutia sobre o tamanho dessa pressão, e sobre quem a produzia.

Com a nova NR-1, essa lógica começa a mudar.

A norma passa a exigir que as empresas identifiquem, avaliem e controlem os chamados riscos psicossociais. O nome é técnico, mas a realidade é conhecida pelos bancários (as): metas excessivas, sobrecarga, assédio moral, falta de pessoal, cobrança permanente e ambientes onde o trabalhador (a) sente que está sempre devendo.

É como uma panela de pressão. Por fora, tudo parece funcionando. Por dentro, a tensão só aumenta. E, sem válvula de escape, uma hora o corpo e a mente cobram a conta.

No setor bancário, esse debate tem endereço e rotina. Está na agência com equipe reduzida, no atendimento ao público em dias de sistema instável, nas metas que ignoram a realidade da unidade, no acúmulo de funções e no cansaço que o fim de semana já não resolve. 

A saúde mental, muitas vezes, não grita no começo. Ela sussurra: insônia, irritação, dor no corpo, falta de concentração, ansiedade antes de chegar ao trabalho, medo de abrir o e-mail, choro escondido no banheiro, entre outros.

Quando esses sinais se repetem entre muitos trabalhadores (as), o problema não pode ser tratado como caso isolado.

A nova NR-1 reconhece algo que a categoria já sente na pele: o modo como o trabalho é organizado também pode adoecer. Não basta cuidar da cadeira, do computador ou da iluminação. Também é preciso olhar para o ambiente emocional e organizacional onde o trabalho acontece.

Afinal, uma agência adoecedora não é apenas aquela com infiltração, equipamento quebrado ou internet ruim. Também é aquela onde a pressão virou método de gestão.

A norma não significa que todo caso de ansiedade, depressão ou burnout será automaticamente considerado doença do trabalho. Cada situação precisa ser analisada. Mas a mudança reforça uma compreensão essencial: quando o ambiente contribui para o adoecimento, a empresa precisa agir antes que o dano aconteça.

Saúde mental não pode ser campanha bonita uma vez por ano.

Nesse cenário, a nossa AFBEPA tem buscado cumprir seu papel de acolhimento e suporte aos associados e associadas. A nossa Associação oferece serviço de psicoterapia e conta atualmente com três psicólogos à disposição da categoria, criando um espaço de escuta e cuidado para os funcionários (as) que, muitas vezes, enfrentam sofrimento em silêncio.

Mas é preciso afirmar com clareza: o acolhimento oferecido pela AFBEPA não substitui a responsabilidade do empregador.

O Banpará deixou de cumprir a Cláusula 68, parágrafo 5º, do ACT, que previa a oferta de serviços de psicologia e psiquiatria aos trabalhadores e trabalhadoras. Essa pendência não é somente um detalhe administrativo. Quando se fala de saúde mental, ausência de política efetiva também é uma escolha. 

Trabalhador (a) não é máquina. Máquina dá defeito, recebe manutenção e volta a operar. Gente sente, acumula, adoece e, muitas vezes, continua tentando funcionar mesmo em sofrimento.

Por isso, a aplicação da nova NR-1 precisa sair do papel. O Banco deve adotar medidas reais de prevenção, enfrentar o assédio moral, rever práticas abusivas de cobrança, garantir atendimento especializado e ouvir quem está na linha de frente.

Quando muitos adoecem tentando dar conta do impossível, o problema não está na resistência de cada um(a).

Está no peso que colocaram sobre todos (as).

A AFBEPA seguirá acompanhando o tema, oferecendo suporte aos nossos associados e associadas e cobrando que o Banpará cumpra suas responsabilidades. Porque defender saúde mental também é defender respeito, dignidade e condições humanas de trabalho.



UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

segunda-feira, 15 de junho de 2026

NOTA DE PESAR - LUIZ GONZAGA

 



A nossa AFBEPA manifesta profundo pesar pelo falecimento de Luiz Gonzaga, ex-funcionário do Banpará, que também fez parte da ASBEP e deixou sua contribuição marcada na história do Banco.

Gonzaga atuou por muitos anos na Matriz e também passou pela gerência do Call Center, sendo lembrado por colegas como uma pessoa gentil, competente e dedicada no exercício de suas funções. Posteriormente, seguiu sua trajetória profissional no Banco do Brasil, levando consigo o respeito e o carinho daqueles que conviveram com ele.

Neste momento de dor, a AFBEPA se solidariza com seus familiares, amigos e ex-colegas de trabalho, rogando a Deus que console todos os corações enlutados e receba Luiz Gonzaga em Sua morada de paz.


A DIREÇÃO DA AFBEPA

sexta-feira, 12 de junho de 2026

AFBEPA percorre o sul e sudeste do Pará e reforça a luta por valorização na Campanha Salarial 2026

 Mais uma vez, a nossa AFBEPA atravessou estradas para estar onde a realidade do funcionalismo acontece todos os dias.

Ao longo desta semana, nossa Associação visitou as agências de Casa de Tábua, Santana do Araguaia, Cumaru do Norte, Redenção, Pau D’Arco, Floresta do Araguaia, Bannach, Sapucaia, Xinguara e Rio Maria.

O percurso foi extenso. Mas a distância não diminui a nossa responsabilidade de estar junto dos nossos associados (as), ouvir suas demandas e conhecer de perto as condições enfrentadas nas agências do Banpará em outros municípios do nosso Estado.

Em diferentes locais, encontramos problemas que não podem ser tratados como detalhes da rotina. A insuficiência de pessoal, as limitações estruturais, os equipamentos que precisam ser renovados e as dificuldades de conectividade comprometem o trabalho e tornam ainda mais desafiadora a missão de atender a população.

Quando faltam condições adequadas nas unidades, são os funcionários (as) que permanecem na linha de frente. São eles que precisam lidar com as cobranças dos clientes, contornar falhas que não estão ao seu alcance e manter o atendimento funcionando mesmo diante de obstáculos que deveriam ser resolvidos pelo Banco.

Esse esforço precisa ser reconhecido.

Em cada cidade visitada, fica ainda mais evidente que o funcionalismo é um Ser essencial para o funcionamento do Banpará e para o desenvolvimento econômico dos municípios paraenses. Não existe resultado sem o trabalho diário de quem abre as agências, acolhe a população, movimenta negócios e sustenta a presença do Banco em todas as regiões do Pará.

Por isso, a Campanha Salarial 2026 precisa refletir a dimensão dessa Responsabilidade.

Não basta apresentar reajustes que apenas acompanhem minimamente os índices econômicos. O momento exige uma valorização concreta, capaz de reconhecer o trabalho realizado, as responsabilidades assumidas e a contribuição fundamental dos empregados (as) para os resultados alcançados pelo Banco. 

Nossa Associação conhece a força da luta coletiva. Ao longo dos anos, cada avanço conquistado pelo funcionalismo foi resultado de mobilização, coragem e posicionamento firme.

É com esse mesmo compromisso que seguimos construindo a Campanha Salarial 2026.

Nenhum município é distante demais.

Nenhuma demanda deve ser ignorada.

Nenhum direito pode ser tratado como favor.

A nossa AFBEPA continuará presente, percorrendo estradas, ouvindo os funcionários (as) e defendendo aquilo que nos pertence: Respeito, melhores condições de trabalho e Salários Dignos.


Confira as fotos das visitas:


AG. REDENÇÃO
AG. CUMARU DO NORTE

AG. CASA DE TÁBUA


AG. XINGUARA

AG. RIO MARIA






AG. PAU D'ARCO



AG. BANNACH









AG. FLORESTA DO ARAGUAIA









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A DIREÇÃO DA AFBEPA


Agência Santa Cruz do Arari celebra quatro anos de atuação Junto da comunidade

 

Funcionários (as) e terceirizados (as) da Ag. Santa Cruz do Arari


A Agência Santa Cruz do Arari comemorou quatro anos de vida no município, nesta quinta-feira (11), em um momento especial de confraternização entre funcionários (as) e clientes. A celebração reuniu pessoas que fazem parte do dia a dia da Unidade e que, ao longo dessa trajetória, ajudaram a construir vínculos que ultrapassam o atendimento bancário.

Para o gerente geral da agência, Paulo Jordan, os quatro anos representam uma caminhada marcada pela fé, por inúmeros desafios e, sobretudo, pela satisfação de contribuir para o desenvolvimento de Santa Cruz do Arari por meio do Banpará.

Mais do que oferecer serviços financeiros, a agência desempenha um papel importante na dinâmica econômica do município, levando soluções não apenas aos servidores públicos, mas a toda a população, promovendo cidadania, inclusão financeira e oportunidades de acesso para o fortalecimento de negócios locais.

“Gosto de repassar para os clientes que o Banco não é um local de problemas, mas sim de soluções”, destacou Paulo Jordan.

Ao longo desses anos, o trabalho diário também proporcionou encontros, parcerias e amizades que tornaram essa história ainda mais especial. São experiências que marcam não somente a trajetória profissional dos funcionários, mas também suas vidas.

A AFBEPA parabeniza toda a equipe da Agência Santa Cruz do Arari pelo trabalho desenvolvido com dedicação e compromisso. Que essa caminhada continue sendo construída com união, acolhimento e muitos motivos para celebrar.

 

Clientes da Ag. Santa Cruz do Arari

 

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