sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

A RETA FINAL: UNIÃO NÃO É APENAS UMA PALAVRA. É A NOSSA POSIÇÃO.



Encerramos esta semana de visitas com a mesma convicção com que começamos: a AFBEPA vai onde o funcionalismo está. 

Nesta sexta-feira, 13, estivemos em Santo Antônio do Tauá e Colares. Último dia da agenda. Mesma disposição. Mesmo compromisso. E mais um novo filiado que compreende algo essencial: É necessário saber qual o perfil da Entidade que não se abaixa para banqueiros, Direção de Banco e fortalece a nossa Luta.

As pautas foram as mesmas que percorrem todas as agências: PLR, convocação do concurso, campanha salarial, condições de trabalho. Mas o sentimento que cresce é outro.

É consciência.

Há sempre quem tente espalhar a narrativa de que “o Banco não vai bem”, de que “não é o momento”, de que “é preciso cautela”. Esse discurso surge estrategicamente em todo ano de negociação. Não é novo. É uma ferramenta antiga de contenção da nossa Resistência.

Mas quem está nas agências sabe: o Banpará expandiu, ampliou presença, manteve atuação onde Bancos privados recuaram. Banco que cresce não é Banco frágil. Banco que permanece onde outros fecham portas é Banco estratégico.

E o Banpará precisa valorizar quem o sustenta.

A campanha salarial de 2026 é quando se define se haverá avanço ou se aceitaremos estagnação.

E aqui não cabe recuo e nem baixar de cabeças.

União não é discurso bonito.
É estratégia de força coletiva.

Quando o funcionalismo está unido, o poder de negociação muda.
Quando o funcionalismo participa, o tom da mesa muda.
Quando o funcionalismo se organiza, ninguém ignora.

Sem ladainha.
Sem bizu.
Sem medo induzido.

Queremos valorização.

E valorização exige postura de CORAGEM, INDEPENDÊNCIA, LUTA E UNIÃO!!!

A AFBEPA não trabalha com improviso. Trabalha com método, com dados, com articulação. Trabalha com independência. E isso tem feito a diferença. A condução firme, técnica e equilibrada da presidenta Kátia Furtado tem sido reconhecida nas agências como sinônimo de seriedade e preparo. Liderança não se impõe no grito. Se constrói na coerência, na presença e na coragem de negociar sem se curvar.

E é esse padrão que o funcionalismo do Banpará tem hoje: representação que não terceiriza responsabilidade, que não se esconde e que não negocia por baixo.

Nesta semana ouvimos muito.
Mas também sentimos muito.

Sentimos um funcionalismo mais atento.
Mais consciente do seu papel.
Mais disposto a não aceitar qualquer narrativa pronta.

É isso que muda o jogo.

A reta final dessa agenda não foi um encerramento. É a nossa largada.

Campanha salarial se vence antes da mesa.
Se vence na base organizada.
Se vence na união real.

União.
União.
União.

Sem recuo.

Estejam com a AFBEPA.
Participem.
Se informem.
Se posicionem.

Porque quando o funcionalismo do Banpará decide avançar, ele avança.

E nós vamos!!

Agência Santo Antônio do Tauá 

Agência Colares


UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

Pesquisa do RH do Banpará: participação é o primeiro passo para um Superintendência de Pessoal mais humana e eficiente


O Banpará disponibilizou hoje (13) a Pesquisa intitulada: Satisfação do RH.  Mais do que um formulário, é uma oportunidade do funcionalismo ser assertivo e expressar como vê essa Superintendência tão importante para nós. 

Responder é um ato de compromisso com o ambiente do trabalho. É contribuir para um lutarmos por um RH que participe mais do cotidiano das agências e Pabs, mais técnico e humano, capaz de aprimorar processos e enfrentar, com maturidade, os desafios interrelacionais e profissionais.

A pesquisa é anônima, isso garante liberdade e segurança para que cada funcionário (a) se manifeste com sinceridade. Quanto maior a participação, mais consistente e real será o diagnóstico, e mais efetivas poderão ser as melhorias que abrangerá a todos (as).

A nossa Associação pede que você, bancário (a) do Banpará, participe! Sua voz fortalece a nossa coletividade e ajuda a construir o RH que queremos.

UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

AFBEPA: OUVIR PARA AGIR. AGIR PARA AVANÇAR.

Dias 11 e 12 de fevereiro não foram apenas continuidade de agenda. Foram reafirmação da nossa postura aguerrida e combativa.

A política de visitas da AFBEPA não é protocolar. Não é turística. Não é fotografia para rede social. É método: ouvir e agir.

Estivemos em Nova Timboteua, Santarém Novo, Peixe-Boi, Igarapé-Açu, São Francisco, Terra Alta e Curuçá.

Em cada unidade, a mesma coisa ficou clara: o funcionalismo quer informação verdadeira, quer respeito, quer ajuda e quer fôlego.

O assunto mais recorrente nas agências tem sido a PLR — valores, projeções, cenário. Natural. Quando se trata de remuneração, não cabe silêncio nem desinformação.

A AFBEPA tem feito o que precisa ser feito: esclarecer. Combater fake news. Explicar, com base técnica, que a aplicação realizada pelo Banco não representou prejuízo, mas estratégia de atuação gerencial e que o funcionalismo não pode ser conduzido pelo medo ou por narrativas distorcidas.

Informação correta é instrumento de força e poder.

Outro tema que atravessa todas as conversas é a expectativa pela convocação dos aprovados no concurso.

O Banpará cresceu.
Expandiu presença.
Assumiu responsabilidades.

O funcionalismo GIGANTE está sustentando esse crescimento. Mas crescimento sem reforço gera sobrecarga. E sobrecarga não é política de valorização.

A convocação é mais do que reposição de quadro.
É fôlego.
É equilíbrio.
É respeito a quem está carregando o Banco e a quem se dedicou para conquistar sua vaga no concurso promovido. 

Outro ponto que temos encontrado nas agências é a falta de material básico. Itens simples, como detergente, papel para enxugar as mãos e papel higiênico, têm demorado meses para chegar e, em várias Unidades, não chegaram. Certos colegas acabam comprando no comércio local para garantir condições mínimas de funcionamento. Não estamos falando de luxo. Estamos falando do essencial. E o essencial não pode faltar.

Também é importante reafirmar com muita firmeza e responsabilidade: o Banpará não retalia ninguém por lutar por seus direitos. A defesa por valorização faz parte das nossas vidas. O que pode gerar responsabilização é agir em desacordo com os normativos internos. E a orientação da AFBEPA sempre foi clara: não façam absolutamente nada fora das regras do Banco, se tiver ordem escrita para romper com regras, tem de vir de alguém com competência pra isso Nossa luta é firme, mas é responsável. Defesa de direitos se faz com estratégia e dentro da legalidade.


Campanha Salarial: é agora ou não é

A campanha salarial é o único momento em que se discute remuneração. Não há outro espaço para isso.

E este ano, mais uma vez, o posicionamento é claro:
não baixar a cabeça para banqueiros e Direção de Banco

Respeitamos o Banpará enquanto Banco público.
Defendemos sua força.
Acreditamos na sua sustentabilidade.

Mas também respeitamos as nossas vidas.

Salário não é privilégio.
É dignidade.
É reconhecimento.
É condição de permanência saudável e com qualidade no trabalho e na Vida Pessoal.

É por isso que a AFBEPA não faz atuação tímida.
Não faz representação ornamental.
Não faz defesa para enfeitar calendários.

Faz presença.
Faz enfrentamento quando necessário.
Faz negociação com firmeza.

Sem escândalo.
Sem espetáculo.
Mas com estratégia, independência e coragem.

Nessas duas jornadas, quatro novos colegas se filiaram.

Quando alguém decide se filiar, está dizendo que acredita que a nossa Associação é instrumento de defesa real. Que quer participar. Que entende que sozinho é mais difícil e que confia no nosso trabalho.

A força da AFBEPA não está apenas na Diretoria da Associação.
Está na base. No funcionalismo que é a razão da nossa AFBEPA existir.

O que vimos nesses dias foi um funcionalismo atento, questionador e maduro. Que quer compreender o cenário do Banco e quer participar das decisões que impactam sua vida.

E é exatamente para isso que a AFBEPA existe.

Não para repetir discurso.
Mas para construir um caminho que valoriza.

A campanha salarial está diante de nós.
É o nosso momento decisivo.

Seguimos na estrada.
Seguimos ouvindo.
Seguimos agindo.

Porque o funcionalismo do Banpará é gigante.
E gigante não se curva. Se organiza. Se prepara. E encara de frente os desafios.

CONFIRA AS FOTOS 

Ag. Nova Timboteua
Ag. Peixe Boi

Ag. Santarém Novo

Ag. Igarapé Açú

Ag. São Francisco 

Ag. Terra Alta

Ag. Curuçá 




UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Quando a gestão tem rosto, afeto e memória


Em dezembro de 2025, durante o Encontro dos Administradores do Banpará, os colegas do Polo Santarém foram surpreendidos por um gesto simples, mas profundamente significativo. A gerente regional, Gleyze Luzyani, os recebeu com bilhetinhos escritos à mão e chocolates. Um acolhimento que dizia, sem discursos formais: “vocês são importantes”.

Meses depois, houve a mesma recepção na chegada dela para começar os trabalhos no Polo Santarém, mas agora em sentido inverso. Os mesmos gestores foram ao aeroporto recebê-la com o mesmo carinho, a mesma delicadeza, o mesmo cuidado. Retribuíram não apenas um gesto, mas uma postura.

Isso é cultura organizacional sendo construída na prática.

Num tempo em que metas, números e resultados ocupam quase todos os espaços, atitudes assim lembram que liderança também é presença, é sensibilidade, é humanidade. Pequenos gestos criam grandes vínculos. E vínculos fortalecem equipes.

A nossa AFBEPA recebeu essa notícia com muita alegria. Porque acreditamos que a excelência na gestão não se mede apenas por indicadores, mas pela capacidade de inspirar, acolher e gerar pertencimento.

Que esse exemplo de Santarém inspire outros gestores.
Porque quando há amor, empatia e respeito, os dias de trabalho se tornam mais leves, e o ambiente, mais forte.

Gestos simples. Impactos duradouros.


Confira as fotos:

UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

AFBEPA NA ESTRADA 2026: O FUNCIONALISMO FAZ O BANPARÁ GIGANTE

Agência Capanema com a presidenta Kátia Furtado 

O sol ainda estava acordando quando a AFBEPA deixou Belém, às 5h da manhã da segunda-feira, 9 de fevereiro, com destino ao nordeste do Pará. A estrada, longa e exigente, era também símbolo do que nos move: estar onde o funcionalismo está, ouvir de perto, com presença, àqueles que com esforço diário, fazem o Banpará.

A primeira parada foi na Agência de Salinas, onde fomos recebidos pelos associados e associadas com um café da manhã que dizia muito mais do que palavras. Ali se revela uma equipe unida, comprometida, que dá o seu melhor mesmo com recursos limitados.

O quadro da agência é de 11 funcionários, mas hoje são 6, na agência só tinham 5, pois dois deles estão afastados. Em maio, com uma aposentadoria compulsória, esse número de 6 cai para 5. Ainda assim, a agência funciona, atende, resolve e permanece aberta. Salinas mostra, na prática, que a força de um Banco público, também, mora na coesão e no espírito de equipe.

Seguimos para São João de Pirabas, onde a realidade é igualmente desafiadora. A agência opera sobrecarregada, com problemas estruturais que impactam diretamente o dia a dia do trabalho.

Entre eles, a instabilidade dos nobreaks, situação que não se restringe a Pirabas, mas se repete em várias unidades do Banco, uma herança do mal deixada por uma gestão administrativa negligente, cujos efeitos ainda recaem sobre quem está na ponta.

Nessa Agência, o contrato de carro-forte foi cancelado e substituído por um modelo emergencial que praticamente triplicou o custo, sem trazer a tranquilidade esperada para a rotina da agência. Soma-se a isso o contrato de vigilância, que caminha para o quarto aditivo, ampliando a sensação de improviso.

Hoje, Pirabas conta com apenas 4 funcionários. Quando alguém adoece, tira férias ou folga, o quadro cai para 3. É o mínimo tentando sustentar o máximo. Nesse dia havia apenas 3(três) funcionários se desdobrando. 

Quatipuru: três pessoas, uma agência inteira

Em Quatipuru, a realidade é ainda mais dura: o quadro fixo da agência é de apenas 3 funcionários(Gerente Geral, Coordenador de Retaguarda e Serviços e Caixa). Três pessoas segurando atendimentos, demandas, cobranças, pressão e muitas responsabilidades. É resistência silenciosa, cotidiana, que precisa ser vista e considerada nas decisões estratégicas de quem ocupa as cadeiras no alto escalão do Banpará.

SEGUNDA PARTE: PRESENÇA, DIÁLOGO E MOBILIZAÇÃO

Na manhã do dia 10 de fevereiro, amanhecemos na Agência de Bragança, onde celebramos um novo filiado, sinal claro de confiança na nossa AFBEPA como entidade que representa, escuta, luta e age sem se acorvadar.

Seguimos para Augusto Corrêa, Tracuateua e Capanema, mantendo o mesmo compromisso em todas as unidades: diálogo aberto e informação clara. Falamos sobre a nossa campanha salarial de 2026, as nossas lutas, PCS, cláusulas do ACT 2024/26 não adimplidas e a nossa organização. Foi reforçado que a nossa Associação publicou os esclarecimentos oficiais do Banco, quanto ao investimento no fundo Rover administrado pela REAG, no intuito de informar o funcionalismo.

O Banco que permanece

Enquanto Bancos privados fecham agências em diversos municípios, principalmente os mais longínquos e de difícil acesso , reduzindo presença e se afastando da população, o Banpará permanece. Está lá, onde ninguém mais quer estar. Cumpre um papel social que vai além do lucro, pois inclui e aposta no desenvolvimento da economia local.

Mas essa presença tem custo, e esse custo não pode continuar recaindo apenas sobre quem trabalha nas agências. O déficit de pessoal é visível, recorrente e insustentável a longo prazo. Pensar o Banpará do futuro exige coragem para repensar o quadro funcional, fortalecer as equipes e garantir condições dignas de trabalho. O que reforça que a convocação do Concurso homologado é urgente!‼️

Campanha salarial: é tempo de avançar

Este é um chamado claro ao funcionalismo: é hora de nos fortalecermos e nos organizarmos para o enfrentamento da nossa campanha salarial, com unidade, consciência e participação. Banco forte se constrói com gente valorizada. E VALORIZAÇÃO REQUER SALÁRIOS MELHORES!

Porque as nossas vidas valem, e
Valem muito.

Nenhuma instituição se sustenta apenas com números, ela se sustenta com pessoas valorizadas. 

A AFBEPA reafirma seu compromisso com a defesa do Banpará como Banco público, forte e sustentável, e com cada funcionário e funcionária que, todos os dias, mantém o Banpará de pé e na vida da população paraense.

CONFIRA AS FOTOS: 

Ag. Salinas

Ag. São João de Pirabas



Ag. Quatipuru


Ag. Bragança 


Ag. Augusto Corrêa 



Ag. Tracuateua

Ag. Capanema 

UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2026

BALANCETE FINANCEIRO DO 4º TRIMESTRE DE 2025 (Outubro/ Novembro/ Dezembro)


Dando continuidade à política de transparência das receitas e investimentos que a Afbepa faz em benefício dos(as) nossos Associados(as) e da nossa luta, publicamos a seguir o balancete do movimento trimestral referente aos meses de outubro a dezembro de 2025, para conhecimento de todos.

A Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA), fundada em 02 de setembro de 1987, é uma Sociedade Civil de Direito Privado, de Caráter Profissional, sem fins lucrativos. A AFBEPA representa exclusivamente os funcionários (as) do Banpará associados (as) a esta Entidade, conforme decisão do STF em 2017, em questões judiciais e extrajudiciais. Nossas fontes de receitas constituem-se de mensalidades dos associados e taxas de convênios firmados (Uniodonto, Ótica Telégrafo e papelaria do Estudante). Neste balancete a AFBEPA soma 1.796 associados (as) de um total de mais de 2600 funcionários ativos no BANPARÁ. O desconto da mensalidade é feito em contracheque e, também, por meio de débito automático para poupança programada da nossa Associação, que corresponde a apenas 1,5% do salário base do associado (a). Os valores que entram no caixa da AFBEPA não são fixos devido às solicitações de adesões, cancelamentos, demissões e falecimentos.

RECEITAS COM CONTRIBUIÇÕES DOS ASSOCIADOS NO 4º TRIMESTRE/2025

Mensalidades dos Associados

OUTUBRO R$ 147.726,58
NOVEMBRO R$ 148.865,64
DEZEMBRO R$ 153.783,07

TOTAL R$ 450.375,29

TAXAS ADMINISTRATIVAS DE CONVÊNIOS FIRMADOS- 4º TRIMESTRE/2025.

OUTUBRO R$ 1.586,95
NOVEMBRO R$ 1.556,23
DEZEMBRO R$ 1.560,07

TOTAL R$ 4.703,25

RECEITAS FINANCEIRAS (SÃO RENDIMENTOS DA CONTA POUPANÇA DA AFBEPA CREDITADOS PELO BANPARÁ)

OUTUBRO R$ 224,54
NOVEMBRO R$ 182,73
DEZEMBRO R$ 191,94
TOTAL R$ 599,21

RECEITAS DIVERSAS 

OUTUBRO R$ 8,86
NOVEMBRO R$ 3,66
DEZEMBRO R$ 3,54
TOTAL R$ 16,06

RECUPERAÇÃO DE VALORES DO 4º TRIMESTRE/2025
DETALHAMENTO: 


OUTUBRO R$ 3.227,84
NOVEMBRO R$ 2.941,52
DEZEMBRO R$ 1.535,71
TOTAL R$ 7.705,07

Essa recuperação refere-se a percentuais legais descontados dos salários das funcionárias, no 4º trimestre de 2025, referentes a ticket alimentação, plano de saúde e vale transporte (Leis Trabalhistas) e plano odontológico. São valores considerados para efeito de lançamento contábil


RECEITA TOTAL DO 4º TRIMESTRE = R$ 463.398,88


DESPESAS OPERACIONAIS POR RUBRICA

Despesas com Pessoal - Essas despesas se referem a pagamentos de salários, 13° salários, ticket alimentação, plano de saúde e vale transporte das funcionárias: R$ 78.716,43


DETALHAMENTO:
Salários Empregadas da AFBEPA - R$ 41.907,13
13° salário – R$ 12.418,41
Ticket Alimentação Empregadas da AFBEPA - R$ 14.728,50
Plano de Saúde Empregadas da AFBEPA - R$ 7.529,19
Vale transporte – R$ 2.133,20


Despesas Tributárias – (FGTS/INSS/PIS/ IR sobre aplicação financeira) 
R$ 21.776,85

DETALHAMENTO:
FGTS - R$ 3.626,95
INSS - R$ 17.625,28
PIS – R$ 389,81
IR sobre aplicação financeira – R$ 134,81


Despesas Bancárias - Essas despesas se referem a tarifas bancárias e manutenção de conta
R$ 1.305,50

Despesas Administrativas - são as demais despesas abaixo descritas, que somam o total de: R$ 374.613,77 

DETALHAMENTO DESPESAS ADMINISTRATIVAS 4° TRIMESTRE:

Telefonia/internet - R$ 1.159,80

Aluguéis/Condomínio– R$ 9.762,00

Aluguel de carro em Altamira para ir à Vitória do Xingu, Medicilândia, Brasil Novo, Porto de Moz, Senador José Porfírio e Anapú – R$ 1.607,61

Energia Elétrica - R$ 4.079,89

Correios – R$ 7.267,74 (brinde Natal e camisas Cop30)

Transporte ( entrega de brindes e camisas COP30) – R$ 5.736,07

Copa/Cantina - R$ 1.424,23

Honorários de Advogados e Contadora – R$ 30.323,90

Estacionamento - R$ 900,00

Indenização compensatória - R$ 23.836,55

Saúde e prevenção – R$ 122,98

Alimentação - R$ 6.390,17

Material de escritório – R$ 2.812,29

Informática – R$ 279,06

Serviços Prestados/ Manutenção e Reparos – Psicólogos, Diaristas de limpeza, Diaristas de embalagens de brindes, técnico em Instalação de programas e configurações em computadores da AFBEPA; reparos, pintura e manutenções das salas 308 e 306 da AFBEPA - R$ 37.025,50

Bens de natureza permanente- R$ 789,60

Combustível – R$ 4.219,89

Ressarcimentos aos associados por descontos indevidos - R$ 411,12

Brindes – Aquisição kits para brindes de Natal; Compra de camisas Cop30 - R$ 201.919,43

Eventos Sociais – Confraternização AFBEPA - R$ 1.260,00 

Impressão Gráfica – R$ 2.250,00 

Despesas com Viagens – Municípios de: Altamira, Senador José Porfírio, Brasil Novo, Porto de Moz, Medicilândia, Vitória do Xingu, Pacajás, Anapú e acompanhamento de advogado em Brasília-Passagens Aéreas – R$ 14.695,77

Ajuda de custo para diretores e empregadas - R$ 12.130,93

Cartório – R$ 850,83

Donativos – R$ 600,00

Pagamento de Comissão a Consultora Natura pela venda direta – (brinde de Natal) R$ 9.000,00

TOTAL DAS DESPESAS OPERACIONAIS E ADMINISTRATIVAS
R$ 476.412,55

Na prestação de contas do 4° trimestre não está computado o saldo anterior do caixa da Afbepa, computa-se somente o que entra de receitas e sai de investimentos. E no Resultado desse trimestre ainda entrarão contas a pagar da AFBEPA, referente ao mês de dezembro/2025 com vencimentos no mês de janeiro/2026. 


sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026

Live da AFBEPA fortalece associados (as) e esclarece dúvidas sobre reembolso no plano de saúde


Kátia Furtado e a Dra.Thais Rodrigues


A live promovida pela AFBEPA foi marcada por um momento de esclarecimentos, trocas e conhecimento aos associados e associadas, que buscaram entender quais os procedimentos utilizados pela Unimed, para fazer o devido reembolso por consultas,  exames e outras necessidades de saúde, não disponibilizados por essa Cooperativa em certos municípios.

O encontro online reuniu público de municípios do Estado, demonstrando o interesse pelo tema.

Durante a transmissão, a dra. Thais Rodrigues esclareceu inúmeras dúvidas relacionadas ao reembolso de procedimentos pelo plano de saúde, trazendo informações importantes e orientações práticas para o dia a dia dos associados(as).

A avaliação da nossa AFBEPA é extremamente positiva e reafirma o compromisso da nossa entidade em promover informação de qualidade, diálogo e proximidade com seus associados e associadas. Novas lives e momentos de orientação já estão no horizonte, fortalecendo ainda mais essa caminhada conjunta.

Quem precisar de atendimento nessa questão, procure a nossa Afbepa pelo telefone/WhatsApp 992476774, para que a agenda com a advogada seja encaminhada. 

Dra. Thais Rodrigues e Kátia Furtado

Kátia furtado, Dra. Thais Rodrigues e Dra. Marcela Rocha.


UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026

AFBEPA visita Santa Cruz do Arari e Cachoeira do Arari e escancara a força do funcionalismo no Marajó

Ag. Santa Cruz do Arari



Ainda era madrugada quando a AFBEPA deixou Belém, na terça-feira, 02 de fevereiro, com destino a dois pontos do arquipélago do Marajó onde o trabalho bancário exige mais do que técnica: exige Resistência, devido a tantas dificuldades. Foram horas de rio adentro, cinco horas de barco, até alcançar Santa Cruz do Arari. E não foi só lancha para chegar até lá, também foram precisos minutos em uma picape, enfrentado uma estrada desnivelada e barrenta. As dificuldades não são apenas geográficas, são simbólicas. Revelam, em cada curva do rio e estrada, a distância entre os gabinetes de decisão e a realidade vivida por quem sustenta o atendimento bancário em regiões, historicamente, negligenciadas.

Em Santa Cruz do Arari, a recepção foi calorosa. A equipe da agência, pequena e aguerrida, atua em um município com severas limitações de infraestrutura. O que esses trabalhadores e trabalhadoras fazem ali é, sem exagero, extraordinário. Em meio às dificuldades estruturais da própria agência, o funcionalismo mantém o serviço funcionando, apoiado sobretudo na união e em uma resiliência que impressiona.

A nossa AFBEPA esteve presente para ouvir, dialogar e esclarecer. Foram longas conversas sobre cláusulas do acordo coletivo ainda não cumpridas pelo Banco e que seguem pendentes de regularização. Também entraram em pauta questões relacionadas ao plano de saúde e, de forma recorrente, foi ressaltada de maneira positiva uma conquista concreta da nossa AFBEPA: o Abono Deslocamento, fruto direto da atuação da Associação e amplamente reconhecido pelo funcionalismo como medida de justiça diante das realidades locais.

No porto da Vila Genipapo, em Santa Cruz do Arari, a nossa Associação ouviu de um senhor o papel importante que o Banpará tem e que com a saída do Bradesco da cidade o atendimento é feito por uma senhora correspondente desse Banco, assim como a Loteria. Esse cliente lamentou pelo Banpará não poder atuar com toda a população, pois na visão dele isso fortaleceria o Banpará. 

Ainda de madrugada, a Afbepa seguiu viagem rumo a Cachoeira do Arari. Às 6h30 da manhã, a AFBEPA já estava na cidade. Às 8h, a cena falava por si: diversos clientes aguardavam na porta da agência, em pleno período de pagamento e de concessão de consignados aos servidores da Prefeitura Municipal. O funcionamento do Banpará, no entanto, enfrenta obstáculos graves. Desde outubro de 2023, a agência opera sem nobreak. Picos de energia, que ocorrem de duas a três vezes ao dia, provocam a reinicialização constante dos caixas eletrônicos, com isso os cashs desligam automaticamente, sem que o cliente possa usá-lo para sacar valores. Os computadores reiniciam, mas a internet não retorna. O atendimento trava. A população reclama. A nossa AFBEPA viu tudo in loco.

Em Cachoeira do Arari, assim como em Santa Cruz, a equipe também se desdobra para dar conta de um déficit crônico de pessoal. As agências do Marajó seguem “dando o sangue” para suprir a ausência de trabalhadores e trabalhadoras, em cidades que impõem desafios logísticos, geográficos e estruturais muito particulares. A urgência da convocação dos aprovados do último concurso público se impõe como medida não apenas administrativa, mas humana.

As visitas evidenciaram ainda uma questão que começa a emergir nas escutas realizadas pela AFBEPA: certos limites da autonomia administrativa das gerências parecem, em alguns momentos, pouco nítidos, com sobreposições de encaminhamentos que merecem reflexão futura.

Os diálogos, tanto em Santa Cruz do Arari quanto em Cachoeira do Arari, foram francos, respeitosos e produtivos. Como resultado direto dessa aproximação, duas novas filiações foram realizadas, tendo como resultado agências 100% filiadas, fortalecendo ainda mais a nossa Associação.

No Marajó, onde o mapa impõe distâncias e o cotidiano cobra esforço redobrado, a AFBEPA reafirma seu compromisso: estar presente, ouvir, registrar, dialogar e lutar. Porque Associação forte se constrói assim, com presença, coragem e respeito a quem sustenta o Banco nas margens mais distantes do rio.


Confira as fotos: 

Ag. Cachoeira do Arari e a presidenta Kátia Furtado 

Kátia Furtado dialogando com associados de Cachoeira do Arari 


Kátia e os trabalhadores de Cachoeira do Arari 

Kátia e os associados (a) de Santa Cruz do Arari 



Novo associado de Santa Cruz do Arari 


UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA