quinta-feira, 14 de maio de 2026

AFBEPA REÚNE ORIENTAÇÕES IMPORTANTES SOBRE O NOVO CARTÃO DE BENEFÍCIO





Após alguns questionamentos enviados pelo funcionalismo, a AFBEPA reuniu alguns pontos importantes para auxiliar os empregados (as) do Banpará neste momento de transição do Vale Alimentação e Refeição.


1. O novo cartão é da operadora Megavale, com bandeira Elo.

2. O cartão poderá ser utilizado em estabelecimentos credenciados à rede Elo.

3. O crédito poderá ser usado tanto para alimentação quanto para refeição.

4. O benefício não será interrompido durante o período de transição.

5. A contratação da Megavale ocorre de forma temporária, enquanto é concluído o processo definitivo de escolha pelos funcionários (as) das empresas que operam com esse benefício. 

6. Segundo informações já recebidas pelo funcionalismo, o desbloqueio do cartão e o cadastro da senha podem ser feitos diretamente pelo aplicativo da Megavale, disponível nas lojas de aplicativos do seu celular.

7. O cartão deve ser utilizado na função crédito.

8. O novo cartão chegará bloqueado e a senha será enviada por SMS, sendo importante manter o cadastro atualizado.

9. Em caso de dúvidas, o funcionalismo poderá entrar em contato com a Megavale pelo WhatsApp: (11) 3504-0770, inclusive muitos colegas têm feito o desbloqueio direto por esse WhatsApp fornecido pela Sudep.

10. Os empregados também podem buscar orientações junto à GEBEN.

11. Sobre a escolha definitiva das empresas de VA e VR, foi informado que o processo será realizado por meio de votação do funcionalismo.

12. Quem possuir crédito no Cartão que está em utilização pode usar até 9 de julho. Caso não utilize todo o crédito, o pedido de renovação de cartão se dará diretamente pelo funcionário (a) com a empresa, que, segundo informado, prorroga o prazo por 90 dias. Se nesses 90 dias o funcionário (a) não utilizar todo o crédito, novo cartão deverá ser solicitado e mais 90 dias serão disponibilizados, e assim sucessivamente. 

A AFBEPA segue acompanhando a situação e reforça a importância de que todas as informações sejam repassadas de forma clara, simples e acessível aos empregados (as).


UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

quarta-feira, 13 de maio de 2026

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O 18º ENCONTRO ESTADUAL DO BANPARÁ 2026

 

O Sindicato dos Bancários do Pará informou a abertura das inscrições para o 18º Encontro Estadual do Banpará 2026, que será realizado de forma virtual, pela plataforma Zoom Meetings, no dia 20 de maio, às 18h.

A AFBEPA reforça a importância da participação da nossa categoria neste momento de construção coletiva da nossa Minuta de Reivindicações da Campanha Salarial 2026, que posteriormente serão debatidas e negociadas junto à Direção do Banpará.

As inscrições seguem abertas até as 17h do dia do evento. O link da reunião será enviado exclusivamente por e-mail minutos antes do início da atividade.


📅 18º Encontro Estadual do Banpará

🗓️ Quarta-feira, 20 de maio

🕕 18h

💻 Zoom Meetings


🔗 Inscreva-se: Clique aqui 


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A DIREÇÃO DA AFBEPA

TST DÁ VITÓRIA A TESE DE ASSOCIADA DA AFBEPA ACERCA DA IDADE LIMITE PARA RUPTURA DO CONTRATO DE TRABALHO



Hoje, 13, a 3° Turma do TST, deu provimento ao recurso de uma associada da nossa Associação, confirmando a tese jurídica defendida por nossa assessoria, de que o empregado (a) público (a) pode ficar trabalhando até os 75 anos.

A Constituição Federal estabelece em seu texto a extinção do contrato de trabalho aos 75 anos,  o debate, também, frisou a questão da indisponibilidade desse direito individual, que foi disposto em acordo com o Banpará pelo Sindicato da nossa categoria. 

O Banpará pontuou em sua sustentação que o Acordo foi feito pelo Sindicato,  dentro de uma Ação Civil Pública, e que essa entidade é um importante ente da categoria bancária.

Mas, os ministros entenderam que esse direito não está disponível para ser negociado.

O Banpará deve recorrer nesse processo. Portanto, vamos aguardar. 

Essa decisão é uma grande Vitória da nossa associada, pois é fundamental e abre caminho para quem almeja trabalhar até os 75 anos.

Confira as fotos







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A DIREÇÃO DA AFBEPA

terça-feira, 12 de maio de 2026

SESSÃO DE JULGAMENTO NO TST DA AÇÃO DO TICKET ALIMENTAÇÃO FOI SUSPENSA




A sessão de julgamento da Ação Rescisória do Ticket Alimentação, que deveria ocorrer neste dia 12 de maio, foi suspensa em razão de pedido do Banpará, em conjunto com a nossa Associação.

A partes solicitaram a suspensão do processo pelo prazo de 30 (trinta) dias, para que consigam entabular um acordo, a ser homologado na Justiça do Trabalho.

Já se vão 13 (treze) anos do ajuizamento da demanda, sem que os direitos dos beneficiários tenham sido efetivados, sendo esta uma oportunidade única para a Diretoria do Banco mostrar seu empenho em favor da composição dos conflitos com seus empregados(as) e pacificação jurídica frente a pessoas que por tanto tempo contribuíram com suas vidas em favor do Banco do Estado do Pará.


UNIDOS SOMOS FORTES 
A DIREÇÃO DA AFBEPA

ENCONTRO ONLINE DOS FUNCIONÁRIOS (AS) DO BANPARÁ SERÁ DIA 19 DE MAIO. PARTICIPE!




O Sindicato dos Bancários do Pará já informou a realização do Encontro Online dos Bancários do Banpará, marcado para o dia 19 de maio, a partir das 19h. Segundo divulgado, o link de inscrição será disponibilizado posteriormente.

A nossa AFBEPA considera fundamental que a nossa categoria participe desse espaço de debate e construção das pautas para a nossa Minuta de Reivindicações da Campanha Salarial 2026, que será entregue ao Banpará. Essa minuta será negociada com a Direção do Banco.

Por isso, a nossa Associação defende que o período de inscrições seja divulgado o quanto antes e permaneça aberto por tempo suficiente, para garantir que os funcionários (as) consigam se organizar, se inscrever e participar efetivamente do encontro.

A participação da base fortalece o debate, amplia a representatividade e ajuda a construir uma campanha salarial mais conectada com a realidade do funcionalismo.



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A DIREÇÃO DA AFBEPA

segunda-feira, 11 de maio de 2026

AFBEPA É LUTA E MOVIMENTO



A AFBEPA não faz representação de gabinete. A nossa Associação segue percorrendo o Pará, entrando nas agências e ouvindo o funcionalismo de perto, porque quem vive a realidade do Banco todos os dias sabe distinguir presença verdadeira de discurso oportunista. 

Há muitos anos, a nossa Associação produz relatórios sobre condições de trabalho em cada Unidade visitada e, imediatamente, solicita reunião com o Banpará a fim de apresentar e cobrar as resoluções dos problemas verificados.

As denúncias mais frequentes versam sobre a parca estrutura de pessoal em certas Unidades, problemas relacionados à salubridade, higiene, segurança e funcionalidade dos equipamentos, entre outros.

Esse trabalho vem sendo realizado pela Afbepa de forma permanente e continuará sendo feito com firmeza e com cobranças de prazos. 

 Hoje, o nosso foco e prioridade é a nossa pauta salarial. 

Condições de trabalho, saúde, estrutura física e de pessoal, assim como o bom funcionamento das agências são temas muito fundamentais e não podem esperar 2 anos para serem tratados.

A Afbepa tem visto, ultimamente, que trabalhadores (as) seguem convivendo com determinados problemas básicos em diversas Unidades, porém reformas Desnecessárias conduzidas pelo consórcio Sales PEC continuam acontecendo em contextos que levantam questionamentos legítimos sobre sua desnecessidade.

A nossa Associação está cobrando da Dirad posicionamentos, sobre serviços desnecessários realizados por essa empresa.


A Afbepa vai continuar em movimento e na Luta por Salários,  entendendo que não podemos ser ludibriados.



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A DIREÇÃO DA AFBEPA

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Terminamos a nossa semana juntinhos, mas as nossas conversas devem continuar ecoando nas nossas memórias.( Kátia Furtado)


Kátia Furtado e os colegas da Ag.Viseu


A AFBEPA cruzou estrada e rio para chegar até Primavera, Viseu, São João da Ponta, Bagre, Melgaço e Muaná. Municípios separados por quilômetros, travessias longas e realidades diferentes. 

Em muitos momentos, foi como atravessar o próprio Pará por dentro e enxergar de perto aquilo que, tantas vezes, aparece apenas em números, relatórios ou metas.

Porque atrás de cada agência existe uma rotina silenciosa acontecendo todos os dias, muitas vezes, sem as mínimas condições de trabalho.

Há quem acorde cedo, enfrente estrada, barco, calor, pressão e cobrança e, ainda assim, encontre forças para entregar resultado. Existe funcionário (a) sustentando metas, atendendo clientes, resolvendo problemas e mantendo o Banco funcionando, mesmo quando o reconhecimento não acompanha o esforço, quando até as exigências institucionais atrapalham e o trabalhador (a) tem de tirar do próprio sustento, para realizar o trabalho. 

E depois de percorrer vários Municípios e falar com muitos funcionários (as), uma percepção ficou evidente: existe uma tentativa constante de tirar do centro do debate a principal pauta do trabalhador(a) bancário: os salários!!! em que temos um único momento do ano pra reivindicar isso. 

Salários.

Ganho real.

Valorização.

Enquanto discussões paralelas surgem para dispersar o foco, quem vive de contracheque continua lidando com uma realidade simples: a falta de Salários melhores. Por isso, não podemos desperdiçar a oportunidade que temos para, Unidos, reivindicarmos as nossas Melhorias Salariais.

O funcionário (a) quer dignidade, reconhecimento e melhoria concreta no poder de compra. Outras pautas podem, e devem, ser tratadas em mesas permanentes com prazos de efetivação. Mas campanha salarial precisa continuar sendo, acima de tudo, luta por valorização salarial.

Enquanto nacionalmente a categoria recebeu apenas 4,64%, o Banpará alcançou 8,5%. E essa diferença não nasceu de boa vontade do sistema, nem de concessão espontânea. Ela foi possível porque a AFBEPA sustenta uma atuação firme, combativa e comprometida com a valorização real dos trabalhadores(as). Existe porque há enfrentamento, pressão e disposição para defender a pauta salarial sem transformar o essencial em detalhe.

Cada conversa realizada ao longo de todas essas visitas reforçou a necessidade de recolocar a luta salarial no centro do debate. Sem distrações e Sem inversões de prioridades.

A semana termina com uma certeza: nenhuma travessia foi em vão. Cada município visitado reafirmou algo muito claro: uma categoria que sustenta resultados milionários, bilionários e trilionários não pode ser condicionada a aceitar o mínimo e o descaso de quem lucra com o nosso trabalho. 

Pois quando o empregado(a) perde a consciência do próprio valor, o reajuste encolhe, a valorização desaparece e o lucro continua crescendo apenas para um lado.

Por isso, a nossa AFBEPA seguirá defendendo aquilo que nunca deveria sair do centro da discussão: Salários, Ganho Real Verdadeiro e Valorização Efetiva.

No fim, toda campanha salarial deixa a mesma pergunta: até quando quem gera tanto lucro vai continuar sendo incentivado, por alguns que se dizem aliados, a aceitar tão pouco? 


CONFIRA AS FOTOS

Ag. Viseu






Ag. Primavera






Ag. São João da Ponta






Ag. Bagre





Ag. Muaná



Ag. Abaetetuba



Ag. Barcarena Centro


Ag. Barcarena Vila dos Cabanos



Ag. Santarém 


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A DIREÇÃO DA AFBEPA


terça-feira, 5 de maio de 2026

Na estrada, no rio e a AFBEPA na linha de frente


Saímos de Belém ainda de madrugada. Não por rotina, mas por posição.
Quem acredita no poder coletivo, vai aonde esse poder está.

Estivemos em Vigia, São Caetano de Odivelas, Castanhal, Castanhal Jaderlândia, Bujaru, Santa Izabel, Ponta de Pedras e São Sebastião da Boa Vista. Caminhos opostos, longas distâncias, por estrada e pelo rio. Mas existe algo que encurta qualquer trajeto: propósito.

Porque quando você entende que cada trabalhador(a) carrega uma história, uma família e uma luta, nenhuma distância é grande demais. E os nossos associados(as) são, para a nossa Afbepa, fonte de luta e proteção.

Mas essa matéria não é só sobre onde estivemos. É sobre o que está acontecendo, e se você está percebendo.

Vamos direto ao ponto.

Em 2024, o sindicalismo impôs nacionalmente a nossa categoria o baixíssimo reajuste de 4,64%.
O Banpará, com a firmeza da nossa atuação coletiva, fechou em 8,5%.

A pergunta não é “qual número é maior”.
A pergunta é: o que fez essa diferença existir?

Foi acaso?
Foi benevolência do sistema?
Ou foi postura de classe, enfrentamento e negociação que luta a favor de melhores salários?

Agora pense com honestidade: o que você quer na sua data base?

Você que acorda cedo todos os dias.
Que cumpre meta.
Que segura pressão.
Que faz resultado.

Você se sentiria representado com um reajuste que só cobre a inflação e te dá um humilhante ganho real?
Ou com algo que, de fato, muda seu poder de compra, sua vida, sua dignidade?

Isso tem nome: ganho real.
E ganho real não vem de silêncio.
Não vem de acomodação.
Não vem de quem se dobra, se curva, se submete aos interesses do Capital.
Principalmente, porque cada trabalhador (a) produz milhões, bilhões ou trilhões de lucro com o seu trabalho para os Banqueiros e Direções de Bancos (Governos). 

Houve um tempo em que o movimento sindical bancário era referência de luta de classe. E não era por discurso bonito, era por Luta. Direitos foram conquistados porque houve firmeza. Porque houve enfrentamento. Porque alguém decidiu não aceitar o mínimo.

E hoje?

Se você olhar com atenção, vai perceber: quando a postura enfraquece, os números acompanham.
Quando a pressão diminui, o resultado também diminui.

A diferença entre 4,64% e 8,5% não é só matemática.
É política.
É estratégia.
É escolha.

E talvez a reflexão mais importante seja essa: o que acontece com uma categoria quando ela deixa de lutar?

Se hoje o Banpará ainda não se equiparou aos piores índices, não é coincidência.
É porque existe Resistência.
Existe posicionamento.
Existe quem ainda entenda que representar não é agradar, é defender, é Lutar até o último fio de Esperança.

Seguimos em rota.
Mas não apenas visitando agências.

Estamos provocando consciência.

Porque no fim, nenhuma campanha salarial é só sobre números.
Ela revela o quanto uma categoria aceita ou o quanto ela decide reagir.

Confira as fotos:

Ag. Castanhal


Ag. Castanhal Jaderlândia 

Ag. Bujaru


Ag. São Caetano de Odivelas













Ag. Ponta de Pedras

Ag. São Sebastião da Boa Vista


Ag. Santa Izabel 


Ag. Vigia 

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sexta-feira, 1 de maio de 2026

1º de Maio: a luta que construiu e constrói direitos não pode virar lembrança



Existe uma data que nunca foi só simbólica.

O 1º de maio não nasceu como feriado. Nasceu como marca de confronto, de gente comum que decidiu não aceitar mais o que parecia “normal”. Jornada exaustiva, ausência de direitos, vidas sendo tratadas como peça descartável. Foi na tensão, e não no conforto, que esse dia ganhou sentido.

E é justamente por isso que ele ainda incomoda.

Porque, quando a gente olha pro cenário atual no Brasil, dá pra ver que muita coisa avançou, mas muita coisa também foi sendo esvaziada aos poucos. Direitos que antes eram inegociáveis passaram a ser relativizados. A lógica da flexibilização, vendida como modernização, em muitos casos significou perda concreta: vínculos mais frágeis, menos proteção, mais insegurança.

Não aconteceu de uma vez. Foi acontecendo devagar. Quase imperceptível.

E talvez seja isso que mais preocupa.

Aos poucos, o que era conquista virou “benefício”. O que era direito passou a ser tratado como custo. E, no meio disso, o trabalhador(a) começou a ser empurrado de volta pra uma posição que a história já mostrou onde leva.

Por isso, falar de 1º de maio hoje não pode ser só repetir homenagem.

Precisa ser posicionamento.

 A AFBEPA, como entidade de classe, entende que esse não é um tempo de neutralidade. Porque quando se trata de trabalho, salário e dignidade, não existe espaço seguro no meio. Ou se defende, ou se perde.

E aqui entra um ponto que merece ser encarado com honestidade: o movimento sindical, que já foi protagonista de muitas lutas e de grandes conquistas da categoria bancária, hoje está aquém do que um dia foi. Aquele passado de mobilização forte, de enfrentamento claro, de organização coletiva, que arrancava direitos, está em algum lugar, distante dos dias atuais.

Isso deixa uma pergunta no ar:

o que aconteceu com esse sindicalismo?

O que se vê hoje são estruturas mais preocupadas em administrar e fazer dinheiro do que em tensionar e lutar, mais adaptadas ao jogo do que dispostas a enfrentá-lo. E isso abre espaço para algo perigoso: a acomodação, a retirada de direitos e a falta de transparência.

Se a história do 1º de maio ensina alguma coisa, é que nada é negociado de forma espontânea pelo capital. Todo direito é construído com Pressão, com Organização, Luta e, principalmente, com Consciência Coletiva.

E é exatamente isso que precisa voltar para o centro, para a nossa prioridade.

Porque, no fim das contas, a pergunta continua sendo a mesma, só mudou o tempo:

vamos assistir ou vamos nos posicionar?

A data está aí, lembrando.

Mas o sentido dela depende do que a gente faz a partir daqui.

UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

quinta-feira, 30 de abril de 2026

AFBEPA nas agências: é tempo de foco, consciência de classe e luta por salário





Há um ponto sendo construído e, desta vez, ele já começou a aparecer no nosso dia a dia, nas conversas de corredor, naquele incômodo que a gente sente e não dá mais pra ignorar. A campanha salarial não é algo que ainda vai começar. *Ela já começou.* E, quando isso acontece, não dá mais pra olhar de fora, como se fosse assunto de outro lugar.

Então a pergunta muda.

Como você está olhando pra sua própria vida dentro disso?

A AFBEPA esteve com os associados e associadas da Agência Estrada Nova e, também, com a Sumep/Gecar. E não foi encontro para repetir fala pronta, não, nãofoi! Foi para alinhar o que precisa estar muito claro porque, quando não está, qualquer coisa vira prioridade, e a gente sabe que não é bem assim.

Se a gente não se posiciona, alguém faz isso pela gente. Simples assim.

E aqui entra um ponto que incomoda, mas precisa ser dito: não dá mais para só acompanhar, esperar, ver no que vai dar. A campanha salarial pede outra postura. Pede que cada trabalhador e trabalhadora entenda que não está assistindo está dentro, fazendo parte, influenciando, mesmo quando acha que não.

É tipo obra: ou você ajuda a firmar a base, ou depois vai ter que conviver com o que levantaram sem você.

E não estamos falando de algo distante. É vida real. Conta para pagar, salário que não dá mais no orçamento, plano que a gente adia, cansaço que acumula. É a nossa vida mesmo. E isso não pode ficar como detalhe em nenhuma decisão.
Por isso, o foco precisa ser direto, sem rodeio: *salário. melhoria salarial.* É isso. Sem desvio, sem enfeite.
E tem mais, isso aqui não se sustenta sozinho. Quando fica só no individual, enfraquece. Agora, quando vira coletivo, muda de peso. Consciência de classe não é frase bonita, é não se perder do que realmente importa, mesmo quando tentam puxar para outros lados.

No fim das contas, a campanha já está acontecendo.

A diferença agora está em como cada um escolhe se colocar. Porque não dá mais para assistir de longe.

São as nossas vidas. E elas precisam entrar nessa conta do jeito certo.
 VAMOS À LUTA!

Confira as fotos 

AG. ESTRADA NOVA
SUMEP / GECAR

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