segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

NOTA DE FALECIMENTO RITA DE CÁSSIA CUNHA


Com o coração profundamente entristecido, a AFBEPA soube na noite de ontem, 22, do falecimento de nossa querida associada Rita de Cássia, que trabalhava na SUROS.

Rita estava internada após passar por uma cirurgia no pâncreas. Infelizmente, apresentou uma piora súbita, com suspeita de infecção, precisou ser entubada, porém não apresentou melhoras.

Rita era uma pessoa doce, amável, generosa e uma funcionária excepcional. Sua postura profissional, seu compromisso com o trabalho e, sobretudo, sua forma delicada e acolhedora de tratar as pessoas marcaram todos que tiveram o privilégio de conviver com ela.

Neste momento de dor, a Afbepa se solidariza com os seus familiares, amigos e colegas de trabalho, pedindo a Deus que conforte cada coração e conceda força para atravessar essa perda tão difícil.

A nossa Associação se une em oração e manifesta sua mais sincera gratidão pela vida e pelo legado que Rita deixa entre nós.

O velório está ocorrendo na Max Domini, da José Bonifácio, 1550. O sepultamento será às 14:50h.

Saudades eternas!

 A DIREÇÃO DA AFBEPA

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Reunião com os nossos Associados (as) aposentados na AFBEPA 💙❤️




Momento de escuta, alinhamento, perguntas, respostas e esclarecimentos com os nossos Associados (as) aposentados!

Outras reuniões serão realizadas em outras datas.

UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA


AFBEPA ORIENTA QUE FUNCIONALISMO NÃO ASSINE O DOCUMENTO TERMO DE CIÊNCIA E COMPROMISSO DE OBSERVÂNCIA DOS NORMATIVOS INTERNOS


Alguns empregados (as) do Banpará têm procurado a nossa Associação para solicitar orientação quanto a assinatura do termo de ciência e compromisso de observância dos normativos internos.

A AFBEPA orienta aos seus associados (as) que não assinem, pois esse documento o funcionário (a) dá ciência ampla e irrestrita de leitura dos normativos do Banpará, incluindo os futuros.

A Afbepa solicitará uma reunião com a Diretoria Administrativa do Banco, a fim de obter esclarecimentos formais sobre o referido documento e, também, sugerir que o termo seja específico. 

A Afbepa segue atenta, firme e à disposição para orientar cada empregado (a), sempre prezando pela defesa dos nossos direitos e por informação responsável.



UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Quarta-feira de Cinzas: para quem?



Nos últimos dias, o Banpará patrocinou carnavais em municípios paraenses como Capanema, Cametá, Peixe-Boi e Curuçá. Em algumas dessas cidades, assumiu o posto de patrocinador oficial. A marca esteve nos palcos, nos abadás, nas peças publicitárias. Houve visibilidade. Houve investimento e houve trabalho.

Enquanto isso, nos bastidores, gerentes foram mobilizados para acompanhar a exposição da marca e garantir o cumprimento das contrapartidas. Jornadas estendidas, deslocamentos entre municípios, pressão por resultados. E, como resposta do Banco, o corte do auxílio gasolina.

A conta é objetiva. Exige-se presença institucional e rigor na fiscalização e monitoramento. Retira-se, porém, o suporte mínimo para que o trabalho aconteça. Em um cenário de combustíveis em alta e longas distâncias no interior, cortar o auxílio não é ajuste técnico: é transferir custo ao empregado(a).

Há um dado ainda mais grave. Em ao menos um dos municípios onde o Banco figura como patrocinador oficial do carnaval, a Prefeitura retirou a folha de pagamento do Banpará e a transferiu para o Bradesco. O paradoxo é evidente: investe-se para estampar a marca enquanto se perde uma das operações mais estratégicas de qualquer instituição financeira, a folha de pagamento.

Folha é captação, é relacionamento, é crédito, é mais clientes, é presença concreta. 

 Sem parceria comercial articulada, patrocínio vira despesa de imagem. Banco público não pode atuar movido por algo momentâneo. Precisa de coerência institucional e responsabilidade financeira.

E há um ponto que precisa ser melhor avaliado.

 O Governo do Estado é o acionista majoritário do Banpará. Mas ser acionista não significa submeter a instituição a todas as vontades do governante de plantão. Banco público não é extensão de agenda política. É instrumento de desenvolvimento do Estado, de acesso e de inclusão a quem muito precisa. Assim, é fundamental ter responsabilidade técnica, autonomia administrativa e compromisso com sua sustentabilidade.

Que isso fique claro também para a campanha salarial.

Não aceitaremos discurso de contenção quando há recursos para patrocínios vultosos. Não faremos pedidos rebaixados. Não nos curvaremos. Se há dinheiro para o carnaval, há dinheiro para garantir reajuste digno, valorização real e manutenção de condições de trabalho.

O funcionalismo sustenta a capilaridade do Banco, atende no interior, cumpre metas, carrega resultado nas costas. Não é razoável exigir excelência e oferecer redução.

Esta quarta-feira de cinzas é, sim, tempo de reflexão. Mas também é tempo de posicionamento. Banco forte se constrói com estratégia, coerência e respeito a quem o mantém de pé todos os dias.


UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

AFBEPA confraterniza a convocação de aprovados no concurso do Banpará



A AFBEPA recebeu com satisfação a publicação da vice-governadora do Estado, Hana Ghassan, que anunciou a convocação, em março, de 31 aprovados no concurso do Banpará para o cargo de técnico bancário, com reforço do atendimento, segundo a vice-governadora, em 24 municípios do Pará.

A nossa Associação se confraterniza com os aprovados que serão convocados e reconhece a importância da medida. Embora o número ainda não atenda plenamente à real necessidade de pessoal do Banco, a convocação representa um primeiro passo positivo para a recomposição do quadro funcional deficitário.

A AFBEPA destaca que sempre atuou de forma ativa na divulgação e cobrança sobre o déficit de pessoal em várias agências do Banpará, pautando o tema junto à gestão do Banco. Reforça ainda que está realizando uma pesquisa própria para identificar, com dados concretos, quantos trabalhadores (as) faltam nas unidades dos municípios paraenses.

A nossa Associação segue firme no compromisso de defender os empregados (as) e contribuir para o fortalecimento do Banpará enquanto Banco público.

UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

A RETA FINAL: UNIÃO NÃO É APENAS UMA PALAVRA. É A NOSSA POSIÇÃO.



Encerramos esta semana de visitas com a mesma convicção com que começamos: a AFBEPA vai onde o funcionalismo está. 

Nesta sexta-feira, 13, estivemos em Santo Antônio do Tauá e Colares. Último dia da agenda. Mesma disposição. Mesmo compromisso. E mais um novo filiado que compreende algo essencial: É necessário saber qual o perfil da Entidade que não se abaixa para banqueiros, Direção de Banco e fortalece a nossa Luta.

As pautas foram as mesmas que percorrem todas as agências: PLR, convocação do concurso, campanha salarial, condições de trabalho. Mas o sentimento que cresce é outro.

É consciência.

Há sempre quem tente espalhar a narrativa de que “o Banco não vai bem”, de que “não é o momento”, de que “é preciso cautela”. Esse discurso surge estrategicamente em todo ano de negociação. Não é novo. É uma ferramenta antiga de contenção da nossa Resistência.

Mas quem está nas agências sabe: o Banpará expandiu, ampliou presença, manteve atuação onde Bancos privados recuaram. Banco que cresce não é Banco frágil. Banco que permanece onde outros fecham portas é Banco estratégico.

E o Banpará precisa valorizar quem o sustenta.

A campanha salarial de 2026 é quando se define se haverá avanço ou se aceitaremos estagnação.

E aqui não cabe recuo e nem baixar de cabeças.

União não é discurso bonito.
É estratégia de força coletiva.

Quando o funcionalismo está unido, o poder de negociação muda.
Quando o funcionalismo participa, o tom da mesa muda.
Quando o funcionalismo se organiza, ninguém ignora.

Sem ladainha.
Sem bizu.
Sem medo induzido.

Queremos valorização.

E valorização exige postura de CORAGEM, INDEPENDÊNCIA, LUTA E UNIÃO!!!

A AFBEPA não trabalha com improviso. Trabalha com método, com dados, com articulação. Trabalha com independência. E isso tem feito a diferença. A condução firme, técnica e equilibrada da presidenta Kátia Furtado tem sido reconhecida nas agências como sinônimo de seriedade e preparo. Liderança não se impõe no grito. Se constrói na coerência, na presença e na coragem de negociar sem se curvar.

E é esse padrão que o funcionalismo do Banpará tem hoje: representação que não terceiriza responsabilidade, que não se esconde e que não negocia por baixo.

Nesta semana ouvimos muito.
Mas também sentimos muito.

Sentimos um funcionalismo mais atento.
Mais consciente do seu papel.
Mais disposto a não aceitar qualquer narrativa pronta.

É isso que muda o jogo.

A reta final dessa agenda não foi um encerramento. É a nossa largada.

Campanha salarial se vence antes da mesa.
Se vence na base organizada.
Se vence na união real.

União.
União.
União.

Sem recuo.

Estejam com a AFBEPA.
Participem.
Se informem.
Se posicionem.

Porque quando o funcionalismo do Banpará decide avançar, ele avança.

E nós vamos!!

Agência Santo Antônio do Tauá 

Agência Colares


UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

Pesquisa do RH do Banpará: participação é o primeiro passo para um Superintendência de Pessoal mais humana e eficiente


O Banpará disponibilizou hoje (13) a Pesquisa intitulada: Satisfação do RH.  Mais do que um formulário, é uma oportunidade do funcionalismo ser assertivo e expressar como vê essa Superintendência tão importante para nós. 

Responder é um ato de compromisso com o ambiente do trabalho. É contribuir para um lutarmos por um RH que participe mais do cotidiano das agências e Pabs, mais técnico e humano, capaz de aprimorar processos e enfrentar, com maturidade, os desafios interrelacionais e profissionais.

A pesquisa é anônima, isso garante liberdade e segurança para que cada funcionário (a) se manifeste com sinceridade. Quanto maior a participação, mais consistente e real será o diagnóstico, e mais efetivas poderão ser as melhorias que abrangerá a todos (as).

A nossa Associação pede que você, bancário (a) do Banpará, participe! Sua voz fortalece a nossa coletividade e ajuda a construir o RH que queremos.

UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

AFBEPA: OUVIR PARA AGIR. AGIR PARA AVANÇAR.

Dias 11 e 12 de fevereiro não foram apenas continuidade de agenda. Foram reafirmação da nossa postura aguerrida e combativa.

A política de visitas da AFBEPA não é protocolar. Não é turística. Não é fotografia para rede social. É método: ouvir e agir.

Estivemos em Nova Timboteua, Santarém Novo, Peixe-Boi, Igarapé-Açu, São Francisco, Terra Alta e Curuçá.

Em cada unidade, a mesma coisa ficou clara: o funcionalismo quer informação verdadeira, quer respeito, quer ajuda e quer fôlego.

O assunto mais recorrente nas agências tem sido a PLR — valores, projeções, cenário. Natural. Quando se trata de remuneração, não cabe silêncio nem desinformação.

A AFBEPA tem feito o que precisa ser feito: esclarecer. Combater fake news. Explicar, com base técnica, que a aplicação realizada pelo Banco não representou prejuízo, mas estratégia de atuação gerencial e que o funcionalismo não pode ser conduzido pelo medo ou por narrativas distorcidas.

Informação correta é instrumento de força e poder.

Outro tema que atravessa todas as conversas é a expectativa pela convocação dos aprovados no concurso.

O Banpará cresceu.
Expandiu presença.
Assumiu responsabilidades.

O funcionalismo GIGANTE está sustentando esse crescimento. Mas crescimento sem reforço gera sobrecarga. E sobrecarga não é política de valorização.

A convocação é mais do que reposição de quadro.
É fôlego.
É equilíbrio.
É respeito a quem está carregando o Banco e a quem se dedicou para conquistar sua vaga no concurso promovido. 

Outro ponto que temos encontrado nas agências é a falta de material básico. Itens simples, como detergente, papel para enxugar as mãos e papel higiênico, têm demorado meses para chegar e, em várias Unidades, não chegaram. Certos colegas acabam comprando no comércio local para garantir condições mínimas de funcionamento. Não estamos falando de luxo. Estamos falando do essencial. E o essencial não pode faltar.

Também é importante reafirmar com muita firmeza e responsabilidade: o Banpará não retalia ninguém por lutar por seus direitos. A defesa por valorização faz parte das nossas vidas. O que pode gerar responsabilização é agir em desacordo com os normativos internos. E a orientação da AFBEPA sempre foi clara: não façam absolutamente nada fora das regras do Banco, se tiver ordem escrita para romper com regras, tem de vir de alguém com competência pra isso Nossa luta é firme, mas é responsável. Defesa de direitos se faz com estratégia e dentro da legalidade.


Campanha Salarial: é agora ou não é

A campanha salarial é o único momento em que se discute remuneração. Não há outro espaço para isso.

E este ano, mais uma vez, o posicionamento é claro:
não baixar a cabeça para banqueiros e Direção de Banco

Respeitamos o Banpará enquanto Banco público.
Defendemos sua força.
Acreditamos na sua sustentabilidade.

Mas também respeitamos as nossas vidas.

Salário não é privilégio.
É dignidade.
É reconhecimento.
É condição de permanência saudável e com qualidade no trabalho e na Vida Pessoal.

É por isso que a AFBEPA não faz atuação tímida.
Não faz representação ornamental.
Não faz defesa para enfeitar calendários.

Faz presença.
Faz enfrentamento quando necessário.
Faz negociação com firmeza.

Sem escândalo.
Sem espetáculo.
Mas com estratégia, independência e coragem.

Nessas duas jornadas, quatro novos colegas se filiaram.

Quando alguém decide se filiar, está dizendo que acredita que a nossa Associação é instrumento de defesa real. Que quer participar. Que entende que sozinho é mais difícil e que confia no nosso trabalho.

A força da AFBEPA não está apenas na Diretoria da Associação.
Está na base. No funcionalismo que é a razão da nossa AFBEPA existir.

O que vimos nesses dias foi um funcionalismo atento, questionador e maduro. Que quer compreender o cenário do Banco e quer participar das decisões que impactam sua vida.

E é exatamente para isso que a AFBEPA existe.

Não para repetir discurso.
Mas para construir um caminho que valoriza.

A campanha salarial está diante de nós.
É o nosso momento decisivo.

Seguimos na estrada.
Seguimos ouvindo.
Seguimos agindo.

Porque o funcionalismo do Banpará é gigante.
E gigante não se curva. Se organiza. Se prepara. E encara de frente os desafios.

CONFIRA AS FOTOS 

Ag. Nova Timboteua
Ag. Peixe Boi

Ag. Santarém Novo

Ag. Igarapé Açú

Ag. São Francisco 

Ag. Terra Alta

Ag. Curuçá 




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A DIREÇÃO DA AFBEPA

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026

Quando a gestão tem rosto, afeto e memória


Em dezembro de 2025, durante o Encontro dos Administradores do Banpará, os colegas do Polo Santarém foram surpreendidos por um gesto simples, mas profundamente significativo. A gerente regional, Gleyze Luzyani, os recebeu com bilhetinhos escritos à mão e chocolates. Um acolhimento que dizia, sem discursos formais: “vocês são importantes”.

Meses depois, houve a mesma recepção na chegada dela para começar os trabalhos no Polo Santarém, mas agora em sentido inverso. Os mesmos gestores foram ao aeroporto recebê-la com o mesmo carinho, a mesma delicadeza, o mesmo cuidado. Retribuíram não apenas um gesto, mas uma postura.

Isso é cultura organizacional sendo construída na prática.

Num tempo em que metas, números e resultados ocupam quase todos os espaços, atitudes assim lembram que liderança também é presença, é sensibilidade, é humanidade. Pequenos gestos criam grandes vínculos. E vínculos fortalecem equipes.

A nossa AFBEPA recebeu essa notícia com muita alegria. Porque acreditamos que a excelência na gestão não se mede apenas por indicadores, mas pela capacidade de inspirar, acolher e gerar pertencimento.

Que esse exemplo de Santarém inspire outros gestores.
Porque quando há amor, empatia e respeito, os dias de trabalho se tornam mais leves, e o ambiente, mais forte.

Gestos simples. Impactos duradouros.


Confira as fotos:

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A DIREÇÃO DA AFBEPA

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

AFBEPA NA ESTRADA 2026: O FUNCIONALISMO FAZ O BANPARÁ GIGANTE

Agência Capanema com a presidenta Kátia Furtado 

O sol ainda estava acordando quando a AFBEPA deixou Belém, às 5h da manhã da segunda-feira, 9 de fevereiro, com destino ao nordeste do Pará. A estrada, longa e exigente, era também símbolo do que nos move: estar onde o funcionalismo está, ouvir de perto, com presença, àqueles que com esforço diário, fazem o Banpará.

A primeira parada foi na Agência de Salinas, onde fomos recebidos pelos associados e associadas com um café da manhã que dizia muito mais do que palavras. Ali se revela uma equipe unida, comprometida, que dá o seu melhor mesmo com recursos limitados.

O quadro da agência é de 11 funcionários, mas hoje são 6, na agência só tinham 5, pois dois deles estão afastados. Em maio, com uma aposentadoria compulsória, esse número de 6 cai para 5. Ainda assim, a agência funciona, atende, resolve e permanece aberta. Salinas mostra, na prática, que a força de um Banco público, também, mora na coesão e no espírito de equipe.

Seguimos para São João de Pirabas, onde a realidade é igualmente desafiadora. A agência opera sobrecarregada, com problemas estruturais que impactam diretamente o dia a dia do trabalho.

Entre eles, a instabilidade dos nobreaks, situação que não se restringe a Pirabas, mas se repete em várias unidades do Banco, uma herança do mal deixada por uma gestão administrativa negligente, cujos efeitos ainda recaem sobre quem está na ponta.

Nessa Agência, o contrato de carro-forte foi cancelado e substituído por um modelo emergencial que praticamente triplicou o custo, sem trazer a tranquilidade esperada para a rotina da agência. Soma-se a isso o contrato de vigilância, que caminha para o quarto aditivo, ampliando a sensação de improviso.

Hoje, Pirabas conta com apenas 4 funcionários. Quando alguém adoece, tira férias ou folga, o quadro cai para 3. É o mínimo tentando sustentar o máximo. Nesse dia havia apenas 3(três) funcionários se desdobrando. 

Quatipuru: três pessoas, uma agência inteira

Em Quatipuru, a realidade é ainda mais dura: o quadro fixo da agência é de apenas 3 funcionários(Gerente Geral, Coordenador de Retaguarda e Serviços e Caixa). Três pessoas segurando atendimentos, demandas, cobranças, pressão e muitas responsabilidades. É resistência silenciosa, cotidiana, que precisa ser vista e considerada nas decisões estratégicas de quem ocupa as cadeiras no alto escalão do Banpará.

SEGUNDA PARTE: PRESENÇA, DIÁLOGO E MOBILIZAÇÃO

Na manhã do dia 10 de fevereiro, amanhecemos na Agência de Bragança, onde celebramos um novo filiado, sinal claro de confiança na nossa AFBEPA como entidade que representa, escuta, luta e age sem se acorvadar.

Seguimos para Augusto Corrêa, Tracuateua e Capanema, mantendo o mesmo compromisso em todas as unidades: diálogo aberto e informação clara. Falamos sobre a nossa campanha salarial de 2026, as nossas lutas, PCS, cláusulas do ACT 2024/26 não adimplidas e a nossa organização. Foi reforçado que a nossa Associação publicou os esclarecimentos oficiais do Banco, quanto ao investimento no fundo Rover administrado pela REAG, no intuito de informar o funcionalismo.

O Banco que permanece

Enquanto Bancos privados fecham agências em diversos municípios, principalmente os mais longínquos e de difícil acesso , reduzindo presença e se afastando da população, o Banpará permanece. Está lá, onde ninguém mais quer estar. Cumpre um papel social que vai além do lucro, pois inclui e aposta no desenvolvimento da economia local.

Mas essa presença tem custo, e esse custo não pode continuar recaindo apenas sobre quem trabalha nas agências. O déficit de pessoal é visível, recorrente e insustentável a longo prazo. Pensar o Banpará do futuro exige coragem para repensar o quadro funcional, fortalecer as equipes e garantir condições dignas de trabalho. O que reforça que a convocação do Concurso homologado é urgente!‼️

Campanha salarial: é tempo de avançar

Este é um chamado claro ao funcionalismo: é hora de nos fortalecermos e nos organizarmos para o enfrentamento da nossa campanha salarial, com unidade, consciência e participação. Banco forte se constrói com gente valorizada. E VALORIZAÇÃO REQUER SALÁRIOS MELHORES!

Porque as nossas vidas valem, e
Valem muito.

Nenhuma instituição se sustenta apenas com números, ela se sustenta com pessoas valorizadas. 

A AFBEPA reafirma seu compromisso com a defesa do Banpará como Banco público, forte e sustentável, e com cada funcionário e funcionária que, todos os dias, mantém o Banpará de pé e na vida da população paraense.

CONFIRA AS FOTOS: 

Ag. Salinas

Ag. São João de Pirabas



Ag. Quatipuru


Ag. Bragança 


Ag. Augusto Corrêa 



Ag. Tracuateua

Ag. Capanema 

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