sexta-feira, 30 de abril de 2021

AÇÃO QUE DISCUTE REPOSIÇÃO DE PERDAS NO FGTS VAI A JULGAMENTO NO STF.

O fim de uma batalha para os trabalhadores (as) pode estar próximo, o Supremo Tribunal Federal marcou para o dia 13 de maio, o julgamento da ação de correção do FGTS. A Assessoria Jurídica da Afbepa, representada pelo escritório Tuma e Torres, informa aos Associados (as) para que estejam atentos (as) a essa data.

Caso a decisão seja favorável aos trabalhadores, poderá haver a restituição dos valores dos últimos 22 anos, de acordo com o índice de inflação. Porém, é provável que os favorecidos sejam aqueles que já estão com ações em andamento na justiça.

A Afbepa, desde 2014, ajuizou ação coletiva visando contemplar seus Associados (as) pela perda histórica relacionada ao FGTS, uma das maiores conquistas do Direito Trabalhista.

 A Ação Coletiva entrou em estado de sobrestamento desde 2015, ou seja, o Judiciário entendeu que o interesse não se restringia somente a determinado grupo de funcionários, mas a um número muito maior da sociedade.

 E, o prosseguimento de nossa demanda, depende do STF julgar favorável ou não a ADI (Ação Direta de Inconstitucionalidade), que pede a reposição dessas perdas e a aplicação do índice de correção pelo IPCA.

A Afbepa pede aos seus Associados (as) atenção quanto a esse tema e que aguarde os próximos passos.

 

UNIDOS SOMOS FORTES

DIREÇÃO DA AFBEPA

ASSESSORIA DE IMPRENSA

quinta-feira, 29 de abril de 2021

ATENÇÃO ASSOCIADOS (AS): PRAZO PARA DECLARAÇÃO DE IR/PF É PRORROGADO.

O Governo Federal alterou o prazo para Declaração do Imposto de Renda, deste modo, a Afbepa informa aos Associados (as) que querem solicitar os seus Demonstrativos de Pagamentos para Uniodonto, que esse pedido pode continuar sendo feito, pois de acordo com o  estabelecido, a data final foi estendida para o dia 31 de maio.

Devido a demanda, o Associado (a) que desejar o documento, deve entrar em contato com a Afbepa pelo e-mail: afbepa.ban@bol.com.br ou pelo whatsapp 9 9247-6774 ou através do 3212-1479 ou 1457. O prazo para resposta é de 48 horas.

Pedimos que o Associado (a) não deixe para solicitar perto do prazo final. Estamos à disposição para quaisquer dúvidas.


UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

quarta-feira, 28 de abril de 2021

NÃO HÁ CENÁRIO SEGURO PARA O RETORNO AO TRABALHO PRESENCIAL DO GRUPO DE RISCO COMO QUER BANPARÁ E SINDICATO.

São Vidas que importam! Com comorbidades que custam caro para essas pessoas tratarem, como diabetes (os remédios sobrecarregam rins e fígado); hipertensão (os remédios sobrecarregam rins); cardíacos; doenças autoimunes (os remédios mexem com todos os órgãos); asma (pulmão), entre outras. Um deslize e a vida pode ir embora, trazendo muita dor para quem fica.

Pois bem, a Afbepa traz inicialmente essas colocações porque tem algumas pessoas que esquecem o significado de ter limitação em sua Saúde e viver por causa de remédios. Não é fácil! 

Na sexta passada, 23, houve uma reunião virtual entre colegas do grupo de risco, o Sindicato e a participação da Afbepa.

Nesta reunião nada ficou decidido, o que se viu foram muitas perguntas com receio desse retorno presencial e também o interesse dos colegas de que o Banpará mantenha e dê o teletrabalho para quem não está. 

Hoje, a Afbepa soube, por meio de uma matéria de Whatsapp, que o Sindicato reuniu ontem com o Banpará, 27, referente ao retorno do grupo de risco, e foi dito ao Banco e sua assessoria jurídica que na reunião ocorrida na sexta-feira, 23, ficou decidido pela manutenção do teletrabalho para quem está hoje e retorno dos demais funcionários (as) após o ciclo vacinal completo (2 doses) mais 15 (quinze) dias, incluídos os lactantes. E que todos têm de aguardar a homologação na Justiça para esse retorno.

UMA INVERDADE ESSAS AFIRMATIVAS, DE QUE FORAM DECIDIDAS ESSAS QUESTÕES NA REUNIÃO.

NADA FOI DECIDIDO!

Importa ressaltar que nem todos os vacinados adquirem anticorpos contra o covid. 

A vacina, também, não tem 100% de eficácia contra a cepa original do coronavírus. Em relação as suas variantes, segundo a ciência, não há eficácia. E quanto mais o vírus se muta, mais difícil fica a situação.

O vírus sofre mutações justamente por não termos uma imunização de rebanho, ou seja, 70% a 95% da população vacinada.

REVOLTANTE EXPOR ESSAS VIDAS, COM COMORBIDADES, NESTA CONJUNTURA. 

É preciso lutar para que o Banco coloque todo o grupo de risco em teletrabalho, conforme consta da decisão judicial.

A Caixa Econômica está colocando inclusive seus empregados de agências em teletrabalho.

Então, o que leva o Banco a tomar atitudes irresponsáveis que BANALIZAM a Vida, e o Sindicato aceitar??

Aliás, tudo em relação as nossas vidas no Banpará estão banalizadas e sem importância.

Promoções por Antiguidade e Merecimento não existem mais, há 2(dois) anos, e com a aquiescência do Sindicato, no ACT 2018/2020.

Não há mais observância do lado profissional na empresa, a ingerência de políticos é grande, eles retiram e colocam quem querem nas funções Comissionadas e de Confiança.

O funcionalismo está doente ou adoecendo. Faltam Contratações! A Dirad não dá respostas.

Agências que antes funcionavam com 7(sete) pessoas, hoje funcionam apenas com 5(cinco). Por quê?

Não temos respostas!

A Afbepa Discorda desse retorno do grupo de risco. Não há cenário seguro para isso.

SOMOS PELA EFETIVAÇÃO DO TELETRABALHO PARA TODOS.

UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

ENTENDA A CONJUNTURA QUE ENVOLVE OS TRABALHOS DE COMBATE AO CORONAVÍRUS E A INSEGURANÇA DO RETORNO DO GRUPO DE RISCO AO MEIO AMBIENTE LABORAL.

No Brasil, o cenário mais próximo de esperança e retorno à normalidade é estimado para 384 dias, ou seja, um pouco mais de um ano, é quando o país, provavelmente, atingirá a imunidade de rebanho, segundo o que afirma uma projeção do site Time to Herd, que acompanha a escalada da vacinação contra covid-19 no mundo. Ainda de acordo com eles, para que essa imunidade ocorra é preciso que 70% da população esteja vacinada.

Já para o Diretor da SBim (Sociedade Brasileira de Imunizações), Renato Kfouri, em entrevista ao Estadão e ao UOL, “mesmo nos casos de imunidade de rebanho por vacina, o porcentual ideal de pessoas imunizadas para evitar novos surtos é de 90% a 95%”, afirma Kfouri                

No Pará, de acordo com o vacinômetro divulgado pela Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), a vacinação dos grupos prioritários da primeira fase do plano estadual está distante de ser concluída: apenas 20,42% da população idosa foi vacinada com a segunda dose da vacina, e apenas 17,57% da população indígena e 0,42% da população quilombola foram vacinados com a segunda dose.

O Consórcio de veículos de imprensa, a partir de dados das Secretarias Estaduais de Saúde, informa que o Pará vacinou apenas 12,03% da sua população total.

 Além disso, a média diária de vacinação no país é de 0,32%. A vacinação no Brasil ainda anda a passos de tartaruga e, para alguns especialistas, ela não traz nenhuma garantia de ser o fim de todo esse pesadelo, pois elas não representam 100% de eficácia contra as novas variantes. 

Um triste exemplo foi o que aconteceu em Manaus, segundo o Dr. Drauzio Varrela, em junho de 2020, o grupo da doutora Ester Sabino, da USP, calculou que mais de 60% dos habitantes de Manaus apresentavam anticorpos contra o vírus, sinal de que ele infectara a maior parte dos manauaras. Muitos acharam que a imunidade coletiva fora alcançada. Em janeiro deste ano (2021), Manaus assistiu a uma onda ainda mais devastadora. A variante P.1 foi responsável por 100% dos casos.

“Por surgirem ao acaso, as mutações num país desigual como o nosso poderão produzir cepas virais resistentes às vacinas. Essa situação exigirá novos imunizantes e campanhas periódicas, como as da gripe. ”  Afirma, Dr. Drauzio.

De acordo com a Universidade de Brasília, a CoronaVac tem somente 50% eficácia contra a variante de Manaus.  E, segundo um novo estudo divulgado pelo Instituto Butantan, dia 13 de abril, a eficácia desta vacina pode aumentar de 50,7% para 62,3% quando o intervalo entre as doses é maior, de 21 a 28 dias. Atualmente, o intervalo é de 14 a 28 dias entre as duas doses da CoronaVac. 

Todo cenário projetado pela ciência, que deve ter sua credibilidade devidamente reforçada em tempos como esses, gera insegurança para o retorno do grupo de risco.  São pessoas com suas saúdes fragilizadas e que devem continuar se resguardando mesmo após a vacinação. 

Colocar essas pessoas dentro de um Local de Trabalho e de uma “suposta” normalidade, é irresponsabilidade, visto que há muitas aglomerações e falta de distanciamento, não houve a vacinação dos demais bancários, que continuam sendo linha de frente durante todo esse tempo, assim, o retorno presencial é algo insustentável.

 Sobre isso, o Dr. Drauzio Varella explica o seguinte: Imagine alguém não vacinado que entre em contato com apenas um amigo. Se, ao receber uma vacina com 90% de eficácia, ele se reunir com dez amigos, correrá risco igual ao da fase pré-imunização.

Portanto, vê-se que não há condições para o retorno de pessoas que tem comorbidades, sob pena de expô-las a um mal desnecessário.

Que o Banpará faça a sua parte e dê a todos o teletrabalho. 


A DIREÇÃO DA AFBEPA

ASSESSORIA DE IMPRENSA

terça-feira, 27 de abril de 2021

BRINDE DAS MÃES JÁ COMEÇOU A SER ENVIADO COM MUITO CARINHO E AMOR.

 

Brindes do Dia das Mães já começaram a ser  enviados pelos malotes do Banco.


Com o Dia das Mães se aproximando, a Afbepa já começou a entregar o mimo especial para as nossas  mamães associadas tão queridas por nós. É com muita alegria que a nossa Associação encaminha os brindes este ano, já que em 2020, não foi possível devido ao cenário crítico de pandemia. 

Os primeiros envios estão sendo feitos por meio de malotes para as Agências do interior do Estado, a partir desta segunda-feira, 26 e, seguirão ao longo de toda semana. Em breve, começarão as entregas, nas Agências da Capital e Região Metropolitana. 

 Este ano, o brinde do Dia das Mãe é uma linda mochila disponível em 6 cores, entre elas, bege, marrom, rosa, preta, vermelha, creme e vinho. Uma lembrança singela com bastante feminilidade para exaltar a mulher que habita em cada Mãe.



A Afbepa pensou com muito cuidado na escolha do brinde, para não presentear as Mães com itens de casa ou decoração, as resumindo somente a donas de casa, mas sim lembra-las da potência feminina que há em cada uma de nós. Que nós, Mulheres, nos vejamos com mais amor e carinho e enxerguemos  toda beleza que temos. 


Os brindes foram embalados seguindo todos os cuidados de higienização e prevenção contra a Covid-19, porém reforçamos que, quando os receberem, higienizem com álcool 70% as embalagens.

Em caso de qualquer dúvida, as associadas podem entrar em contato pelos telefones (91) 3212-1479 ou 99247-6774 (whatsapp).


UNIDOS SOMOS FORTES

DIREÇÃO DA AFEBPA

ASSESSORIA DE IMPRENSA

ASSOCIADOS TÊM ATÉ AMANHÃ PARA ENTRAREM EM CONTATO SOBRE O AJUIZAMENTO DE AÇÃO CONTRA A DISPENSA COMPULSÓRIA DO BANCO

Encerra amanhã o prazo para os Associados (as) que têm interesse em ajuizar ação contra o Banpará sobre a dispensa compulsória, feita pelo Banco em janeiro deste ano, por meio do Comunicado nº01/21, entrarem em contato com a Afbepa.

Na reunião, realizada dia 14 de abril, pela presidente Kátia Furtado e o jurídico da Associação, representado pelos doutores Márcio Tuma e Ana Carolina Albuquerque ficou decidido que, os interessados (as), deveriam entrar em contato com a AFBEPA até o dia 28 de abril.

 Após essa data, a depender da quantidade de colegas interessados e semelhança dos pedidos, será avaliado pela nossa Assessoria se serão demandadas ações coletiva ou individuais.

O escritório Tuma e Torres vem prestando auxílio jurídico para que os colegas possam recorrer à Justiça reclamando os seus direitos, já adquiridos antes da promulgação da Emenda Constitucional, em 12 de novembro de 2019.

A Assessoria Jurídica da Afbepa vê possibilidades de êxito no ajuizamento de ação pelos empregados que já tinham 70 anos e estavam aposentados antes de 12/11/2019 e, outros que tenham interesse, mesmo que não se encaixem nos critérios cumulativos por idade e aposentadoria.

Reforçamos que os números para contato são 98111-1703 (Kátia Furtado), 99352-4678 (Tuma e Torres), 98801-0017 (Dr. Márcio Tuma) e 98499-5224 (Dra. Ana Carolina Albuquerque).

 

UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

ASSESSORIA DE IMPRENSA

segunda-feira, 26 de abril de 2021

RETORNO DO GRUPO DE RISCO FICOU PARA SER DECIDIDO EM ASSEMBLEIA A SER PROMOVIDA PELO SINDICATO.

 

Afbepa participou da reunião.


Ocorreu na sexta, 23, uma reunião virtual pelo Zoom, que contou com a participação de um pouco mais de 40(quarenta) colegas, para debate do retorno do grupo de risco, como almeja o Banpará.

A presidente do Sindicato informou que há um interesse do Banco no retorno do grupo de risco (pessoas com fragilidades no organismo, como diabetes, hipertensão, cardíacas etc), ao trabalho presencial. Que há uma negociação entabulada, e que nela o Banco propõe o abono de 20% de horas negativas do Banco de Horas.

A Afbepa em sua fala, externou a sua preocupação do retorno do grupo de risco, ao Trabalho presencial, uma vez que há um cenário inseguro para essas pessoas. Se para quem não tem comorbidade já é um risco alto, para quem tem se torna pior ainda.

Há dados que foram expressos pela vice-presidente do Sindicato onde têm -se mais de 300 pessoas em teletrabalho e menos de 100 à disposição do Banco, em casa.

Se tem esse cenário, com mais pessoas de Matriz em teletrabalho, então o Banco tem de oferecer para quem ainda não está. 

A nosso ver o Banco descumpre a decisão judicial quando não oferece o teletrabalho. Essa, a nosso ver, é uma forma de levar todos para o trabalho presencial, que é a sua vontade, desde o início da pandemia, quando foi obrigado a afastar esse Pessoal, e ainda quer negociar dispondo de um banco de horas negativo que ele criou por não cumprir toda a decisão judicial de dar trabalho remoto.

A Afbepa espera que esse tipo de negociação não frutifique e que o Banco mantenha o pessoal do grupo de risco afastado.

O Sindicato quer negociar, porém essa negociação só passa por retirar o nosso Direito. Negociação é algo em que as partes são contempladas em seus pedidos, cada um renunciando um pouco, e não é o que ocorre com o Banco.

O pessoal que participou fez perguntas, mas sempre de uma ótica subjetiva. É importante que defendamos todos Juntos, em uníssono, o Direito à Vida e ao ambiente de Trabalho Seguro, Saudável e Higiênico.

Não há uma decisão posta. O Sindicato vai convocar uma assembleia, para decidirmos o interesse do Banco.

Vamos participar e Defender o Nosso Interesse e Direitos!!

O Sindicato ficou de ir para a mesa com o Banpará e chamar uma assembleia. Logo, é fundamental que todos participem com falas, aprovando ou rechaçando propostas que resultem em perdas de Direitos.

 

UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA 

 

sexta-feira, 23 de abril de 2021

BANPARÁ QUER O GRUPO DE RISCO DE VOLTA AO TRABALHO PRESENCIAL E SINDICATO REALIZA HOJE ASSEMBLEIA PARA DECISÃO. A AFBEPA É CONTRA ESSE RETORNO.

 Segundo a Afbepa soube por colegas e através de um escrito no Whatsapp, o Sindicato dos Bancários do Pará vai realizar hoje uma assembleia visando decidir sobre o retorno do grupo de risco ao trabalho presencial, conforme o Banco quer.

A Afbepa lembra que essa liberação do grupo de risco para ficar em casa foi algo muito difícil e de conflitos, pois o Banco tinha acertado uma forma com o Sindicato, da pessoa integrante desse grupo solicitar a sua liberação junto ao gestor apresentando certos documentos. A Afbepa não concordou com isso, pois os funcionários (as) têm os seus perfis médicos no Banco, na Gesat, e quem não tivesse poderia encaminhar direto para essa Gerência, sem precisar passar por avaliação de gestor, visto que se trata de uma questão de saúde, um Direito Fundamental da Vida.

Na realidade o Banco demonstrou que nunca quis liberar esse grupo. Preferiu assumir o risco, como foi com o colega de Viseu, que estava na linha de frente e foi a óbito, e com o de Dom Eliseu, que continua se restabelecendo da covid19.

A Afbepa não entende esse retorno em um momento da pandemia que temos o Pará com 60% mais mortes. Por que expor Pessoas Frágeis a esse vírus é suas variantes?

Disseram que certos colegas desse grupo tomaram a primeira e segunda doses e, logo, estão imunizados. A ciência diz que a vacina  imuniza um percentual, há, também, estudos acerca das variantes (mutações do coronavírus), se estão ou não abrangidas pela vacina???? Além da necessidade de se ter mais ou menos 70% da coletividade, para se atingir a imunização de rebanho.

Para Afbepa, na dúvida é melhor ficar em casa, no trabalho remoto.

Temos a nosso favor um Direito, fruto da decisão judicial que determina que o grupo de risco só retorne ao trabalho presencial com a BANDEIRA VERDE, e essa decisão ressalva a faculdade de retorno apenas de quem tenha tido covid19 e anticorpos.

Portanto, a Afbepa não compreende o motivo de entregarmos um Direito, de pessoas fragilizadas pela Vida?

Algumas, inclusive, hoje recebem a ingratidão do Banpará após anos de muita dedicação e trabalho, muitos que saem compulsoriamente agora em maio, nos longos anos que viveram à disposição do Banco, não conseguiam estar, com alguma frequência, ao lado de seus filhos (as), esposa (o) e familiares, pois viviam para cuidar dos interesses do Banco.

Para a Afbepa, há déficit de pessoal, e o grupo de risco, com comorbidades, supriria essa situação. A nossa Associação quer estar errada quanto as nossas Vidas não valerem nada para o Banco. Por isso, pedimos, tem cadastro de reserva, Contrata Já esse Pessoal!  

 A Afbepa se posiciona CONTRÁRIA À ESSE RETORNO PRESENCIAL, QUE SEJA MANTIDO O TELETRABALHO, POIS AINDA NÃO HÁ BANDEIRA VERDE E NEM UM CENÁRIO PANDÊMICO MELHOR NO PARÁ.

 

A VIDA É ÚNICA! RESPEITO.

 

UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

terça-feira, 20 de abril de 2021

QUANDO EU PARTIR...

A presidente da Afbepa, Kátia Furtado, recebeu mais uma poesia nesta segunda-feira, 19, desta vez sobre a incerteza da vida diante do cenário pandêmico que estamos vivendo. Um texto belo e delicado sobre a partida dessa vida, e aproveitamos para partilhar com vocês. Agradecemos mais uma vez a nossa querida colega Nice Cavalcante!


Quando eu partir...

 

Quando eu partir,

Não chore pela minha ausência...

E, se chorar,

Chore de alegria, porque compartilhamos momentos felizes.

Chore por lembrar  das gargalhadas de piadas contadas...

De tantas histórias divertidas que só a gente sabia contar...

 

Quando eu partir,

Não diga que eu era boa,

Diga somente que eu fiz o meu melhor.

E não lamente por ter ocultado que a minha presença era importante para vc...

Se preferir, tente imitar o que achava importante em mim.

 

Quando eu partir,

Quero deixar em cada amizade, uma saudade...

Quero deixar  no ambiente que eu frequentava, uma lembrança boa...

Quero deixar em cada coração, uma esperança...

 

A esperança do encontro na eternidade,

Do abraço que não pôde ser dado,

Do adeus que ficou calado,

Da visita que não aconteceu,

Da esperança de uma paz que o infinito pode nos proporcionar...

 

Quando eu partir...

Que tudo  meu seja compartilhado,

E que embora distante eu me faça presente:

Numa melodia...

No perfume da flor,

No raiar de um novo dia,

No canto dos passarinhos,

Na brisa suave,

Na maresia...

 

Quando eu partir...

Ah, ninguém saberá o dia!

Nice Cavalcante

segunda-feira, 19 de abril de 2021

AGÊNCIAS DO BANPARÁ PADECEM COM COVID E FALTAM ATITUDES.

Os casos positivos de covid19 dentro das Agências do Banpará e a falta de atitudes do Banco tem preocupado quem se importa com as pessoas, com as Vidas, dentro desses ambientes com alto poder de contágio.

O descaso e a negligência são as marcas dessa Diretoria. Temos, na Gesat, poucas pessoas preocupadas e sem poder de intervir; uma Dirad que não toma providências que ajudem os colegas, de fato, dentro dos Locais de Trabalho.

VAMOS AOS OCORRIDOS:


Um funcionário, da Agência Tucuruí, testou positivo há cerca de mais ou menos 10 dias, morava com a mãe que, infelizmente, morreu de covid, e, não se tem notícias do Banpará haver ordenado a desinfecção da unidade de trabalho e, tampouco, as testagens dos demais funcionários.

Em Marituba, verificou-se, a Agência fechada hoje, 19, e se soube que para desinfecção, uma vez que há um caso de covid no local, de uma funcionária. Apurou-se que, até agora, ninguém foi comunicado pelo Banco, para fazer teste de covid.

A Afbepa também tomou conhecimento que houve casos na Sucpf, sem testagens dos funcionários, pelo Banco. A Afbepa ressalta que a responsabilidade e o dever de cuidar e zelar é do Banpará, ele precisa fazer a higienização desses espaços todos os dias, o vírus está aí, forte, com variantes. Por isso, tanto as Agências, que recebem pessoas aglomeradas, quanto a Matriz, precisam receber a devida atenção do Banco, na desinfecção  e realização de testagens de todos os possíveis contaminados.

Em Dom Eliseu, a AFBEPA foi informada no dia 8 de abril, que um funcionário do grupo de risco estava trabalhando normalmente. Após testar positivo para a covid, ele foi afastado. O agravante em sua condição clínica é que ele possui um rim e, mesmo alegando isso ao Banco, para ser afastado, no início da pandemia, o Banpará negou. Não há lógica capitalista que explique essa falta de amor ao próximo.

O difícil está sendo o que esse colega passa, pois ficou com o pulmão comprometido 75%, graças a Deus, a infecção abrandou porque ele pagou uma clínica particular para ajudá-lo. A Afbepa torce por sua completa recuperação.

E, segundo a Associação foi informada, a desinfecção em D. Eliseu  foi feita por duas funcionárias terceirizadas sem EPI's (Equipamentos de Proteções Individuais), sem nenhum tipo de material adequado para esses casos, apenas com panos úmidos com álcool pelas mesas dos funcionários. É um absurdo esse tipo de comportamento do Banco.

O cuidado com as Agências deveria ser diário, já que a movimentação de pessoas é muito maior nesses locais, como todos puderam ver com o pagamento dos programas sociais. A Matriz também recebe bastante pessoas de fora em seu dia a dia de trabalho e é importante que a Diretoria do Banco esteja atenta para isso, já que qualquer um(a) pode carregar o vírus. 

A Afbepa entende que é importante e fundamental para o Bem de todos, que o Banco faça a desinfecção dos ambientes bancários todos os dias e as testagens dos funcionários (as) pelo menos uma vez na semana, para evitar a propagação do covid e buscar o cuidado com a Saúde Pública. 


A DIREÇÃO DA AFBEPA

ASSESSORIA DE IMPRENSA

quinta-feira, 15 de abril de 2021

REUNIÃO VIRTUAL DA AFBEPA DEBATE DISPENSA COMPULSÓRIA DE FUNCIONÁRIOS PELO BANPARÁ.

A presidente da Afbepa, Kátia Furtado e o jurídico da Associação representado pelo Dr. Márcio Tuma e a Dra. Ana Carolina Albuquerque realizaram, no final da tarde de ontem, 14, uma reunião virtual com os aposentados do Banpará, que estão sendo dispensados, após anos de dedicação ao trabalho do Banco, e esclareceram sobre os termos do acordo homologado entre o Banpará e o Sindicato sobre a aplicação da Aposentadoria Compulsória, prevista no Comunicado n°01/21.

Esse Comunicado emitido pelo Banpará, em janeiro deste ano, pegou os empregados (as) de surpresa, principalmente por causa da imensa ingratidão do Banco e desprezo por suas Vidas. Naquele momento a Afbepa fez uma publicação acerca do tema, inclusive destacando que o Banco poderia não optar por essa dispensa, mas ao invés disso quis colocar o pessoal no olho da rua, em plena pandemia.

Em nossa reunião, uma das falas de uma funcionária resume esse sentimento. “Me senti como se fosse um papel rasgado no meio e jogado na calçada, o Banco me tratou como se eu fosse lixo”, contou a empregada. 

O escritório Tuma e Torres vem prestando auxílio jurídico para que os colegas recorram à Justiça para reclamar os seus direitos, já adquiridos antes da promulgação da Emenda Constitucional, em 12 de novembro de 2019.

A Assessoria Jurídica da Afbepa vê possibilidades de êxito no ajuizamento de ação  pelos empregados que já tinham 70 anos e estavam aposentados antes de 12/11/2019 e, outros que tenham interesse, mesmo que não se encaixem nos critérios cumulativos por idade e aposentadoria.

Os Associados (as) interessados em ajuizar ação contra o Banpará  devem entrar em contato com a AFBEPA até o dia 28 de abril, depois desse dia, a depender da quantidade de colegas e homogeneidade dos pedidos, será avaliado pela nossa Assessoria se serão demandadas ações coletiva ou individuais. 

Os números para contato são 98111-1703 (Kátia Furtado), 99352-4678 (Tuma e Torres), 98801-0017 (Dr. Márcio Tuma) e 98499-5224 (Dra. Ana Carolina Albuquerque).

 

UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

ASSESSORIA DE IMPRENSA

quarta-feira, 14 de abril de 2021

SUPERINTENDENTE DO BANPARÁ ASSEDIA E DEBOCHA DO FUNCIONALISMO DO BANCO.

 Tudo o que os funcionários (as) gostariam de ouvir das altas chefias do Banpará são palavras de apoio, ajuda, incentivo, Respeito, Carinho, Cuidado e de Compromisso com a Vida e a sua Valorização.

Mas não é isso que tem acontecido de fato. As cobranças, o constrangimento e o assédio dão o tom nesta relação patrão versus empregado.

Se não bastassem as situações adversas que o Funcionalismo vem enfrentando com os pagamentos dos fundos emergenciais, encarando os riscos letais do coronavírus, os alvoroços causados pelas multidões chateadas com a lentidão do atendimento, o dia de descanso sendo retirado, horas extras não pagas na sua integralidade, sem a assistência de um almoço e lanche e, praticamente, não tendo o sagrado direito do descanso completo, haja vista, a antecipação do horário de abertura das agências e PABS de 8h para 7h, agora, SOMOS AFRONTADOS com mais um ASSÉDIO da superintendente comercial do Banco.

Em vídeo enviado aos colegas do Polo Belém I, a Superintendente fala sobre a Campanha “Premiando Talentos II” e parabeniza as Agências que estão conseguindo vender produtos mesmo com as grandes movimentações nas unidades. Porém, ela usa de um tom de deboche para cobrar Agências e Pabs que tiveram uma semana “zerada”.

Essa foi reação ao vermos o vídeo. Nossa indignação com todo esse desprezo expressado contra o funcionalismo!

A superintendente trata como inadmissível não terem feito nenhuma venda. Chegando a questionar como é possível que clientes tenham passado mais de 1h e 30min em atendimento e não terem finalizado venda. A AFBEPA entende que as falas da Superintendente são desrespeitosas e um verdadeiro assédio e constrangimento imposto aos funcionários e funcionárias do Banpará. E A TODOS!! NÃO APENAS O PÓLO MENCIONADO POR ELA. POIS SOMOS UMA CLASSE, DE TRABALHADORES (AS).

Uma pessoa que ocupa uma posição que, ao menos, deveria ser de gestora e cuidar daqueles que estão em suas mãos, opta por usar de tom de chacota com seus subordinados. Um insulto ao cansaço e ao estresse que esses funcionários estão passando todos os dias com suas jornadas extenuantes e sobrecarregados, devido ao déficit de pessoal e as falhas tecnológicas. 

O marketing do Banpará pode trabalhar a vontade para firmar sua imagem exterior, mas deveria mesmo é olhar para sua Comunicação Interna, pois deixar uma pessoa que ocupa um cargo alto como o de Superintendente se posicionar dessa maneira, no mínimo, causa uma crise de Comunicação e conflita com quem está se entregando ao trabalho e dando o seu melhor.

Às vezes é necessário cobrar, mas a forma que é feita e o momento, em que os Locais estão cheios de pessoas atrás de dinheiro para suprirem um pouco das suas necessidades, onde os funcionários (as), literalmente, não tem tempo para se coçar, fica claro que quem cobra está olhando para uma realidade paralela, inexistente, e não para o que é real e vem sendo mostrados todos os dias em telejornais do Estado e, com certeza, dito pelos gerentes aos altos escalões da empresa. Essa gestora deveria se preocupar com os seus, o que eles estão enfrentando, levar palavras de conforto e incentivo, e não usar do sarcasmo e deboche para conseguir bater metas.

O FUNCIONALISMO PRECISA SER RESPEITADO E VALORIZADO! OS COLEGAS ESTÃO DOANDO SUAS VIDAS PARA CUMPRIREM OS PAGAMENTOS DE MULTIDÕES NECESSITADAS, O QUE É UMA MISSÃO DO BANPARÁ.

AS VIDAS DOS PROFISSIONAIS DO BANCO QUEREM RESPEITO! ASSÉDIO MORAL NUNCA SERÁ O CAMINHO PARA CONSEGUIR RESULTADO E LUCRATIVIDADE.

A AFBEPA REPUDIA MAIS ESSE ACINTE.


UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

ASSESSORIA DE IMPRENSA


terça-feira, 13 de abril de 2021

ONDE TEM PARÁ, TEM BANPARÁ.

A presidenta da Afbepa recebeu este poema e é de uma colega de Santarém, que conseguiu com a sua sensibilidade derramar um bálsamo sobre as nossas Vidas de Trabalhadores(as) do Banpará. Achamos ele tão lindo, por isso resolvemos partilhar com vocês. 
Obrigada Nice Cavalcante!

Onde tem Pará, tem Banpará!

Assim diz o nosso povo,
Do cliente ao usuário,
Aquele que paga o boleto,
Aquele que saca o salário,
Aquele que faz o empréstimo,
Ou só busca o necessário...
Em nenhum outro lugar,
A excelência e educação
Tem igual este cenário,
É notório o amor envolvido no trabalho
Só mesmo no BANPARÁ
Que existe este funcionário.

Banpará é o nosso banco
Que veio para ficar
Por isso q todos dizem:
Onde tem Pará
Tem BANPARÁ.


Nice Cavalcante


ANTECIPAÇÃO DE HORÁRIO NÃO MUDA A REALIDADE DAS FILAS.

 

Aglomeração na Agência Belém Centro


Na tarde de ontem, segunda-feira, 12, a Diretoria do Banco anunciou o novo horário de 7h para os bancários (as) estarem nas Agências para atenderem os beneficiários dos auxílios “Fundo Esperança”, “Bora Belém” e “Renda Pará” e, hoje, 13, as aglomerações continuaram as mesmas, com filas enormes. 

A situação na Agência Belém Centro estava caótica, até às 14h ainda existiam muitas pessoas em uma fila na Rua 28 de setembro, ao lado da Agência. Todas aglomeradas, uma ao lado da outra. Na Agência Augusto Montenegro, não foi diferente, muitas pessoas aglomeradas do lado de fora da Agência e ao redor.

Aglomeração da Agência Belém Centro indo até a Rua 28 de Setembro.


A AFBEPA publicou ontem, que era um equívoco de avaliação essa abertura muito cedo, pois não é com a antecipação de horário e aumento da jornada que o problema será resolvido. Essa medida apenas contribui para o cansaço mental e físico dos funcionários (as), que já estão em seus limites da exaustão. Totalmente extenuados por causa dessa rotina e da sobrecarga de trabalho.

Ainda há os dias 16 e 20 de abril para serem trabalhados com esse horário. A AFBEPA reforça que repudia essa antecipação de horário, por acreditar que a contratação de mais profissionais para atuarem nas Agências e PABs, além de espaços físicos adequados, ajudaria e muito a resolver essa questão.


UNIDOS SOMOS FORTES

DIREÇÃO DA AFBEPA

ASSESSORIA DE IMPRENSA

segunda-feira, 12 de abril de 2021

AFBEPA REPUDIA A ATITUDE DO BANPARÁ DE ANTECIPAR O HORÁRIO DOS BANCÁRIOS PARA ÀS 7H.

Em mais um momento alheio as necessidades do funcionalismo, o Banco ordenou que amanhã, 13, e, também, nos dias 16 e 20 de abril, os bancários e bancárias das Agências Abaetetuba, Castanhal, Santarém, Icoaraci, Cametá, Bragança, Breves, Augusto Montenegro, Cidade Nova, Nazaré, Ananindeua, BR Ananindeua, Telégrafo, Pedreira, Senador Lemos, Estrada Nova, Belém Centro, São Brás, Mosqueiro e Altamira, iniciem as suas jornadas de trabalho desde às 7h da manhã. 

A emissão desse Comunicado, na tarde desta segunda-feira, 12, sobre a antecipação dos horários, que era 8h para às 7h, surpreendeu a todos os colegas.

O Comunicado também expressa que o colaborador da fila deve iniciar o atendimento às 6h. A mudança, de acordo com o Banco, é para atender a grande quantidade de beneficiários no primeiro dia do mês de aniversário. 

A Afbepa entende que há um equívoco de avaliação em relação a essa abertura muito cedo, pois não é com a antecipação de horário e aumento da jornada que o problema será resolvido. Essa medida apenas contribui para o adoecimento mental e físico desses funcionários (as) que já estão em seus limites da exaustão.

As trabalhadoras e trabalhadores do Banpará estão sendo empurrados ao que a Organização Mundial de Saúde-OMS chama de Síndrome de Bornout, uma doença mental caracterizada pelo estresse profissional crônico. 

A Síndrome pode causar dores musculares, dores de cabeça frequente, problemas gastrointestinais, insônia, negatividade constante, dificuldades de concentração, sentimento de incompetência, derrota e desesperança. A principal causa é o excesso de trabalho ou estresse decorrente da atividade profissional.

A Afbepa observa que o Banpará está NEGLIGENCIANDO a situação de DESGASTE MENTAL que está submetendo os seus empregados (as), com jornadas acima de 12h, retirando ainda o sábado como dia de descanso para que esse funcionalismo se recupere da estafa da semana e, agora, colocando-os para estarem dentro das Agências às 6h e 30min da manhã, sem horário para sair, sendo que muitos terão que se dirigir aos seus locais de trabalho entre 5:30 e 6h.

O Estresse crônico profissional é tão grave que, segundo o INSS, em 2017, foram 17.310 bancários(as) afastados por doenças. Sendo que mais de 50% dos casos foram relacionados a transtornos mentais (Depressão, Burn-out) e doenças por esforço repetitivo (LER, DORT).

A categoria está adoecendo cada vez mais... Até o ponto de chegar ao seu limite e se desestruturar totalmente, após tantas atitudes lamentáveis da Diretoria do Banco.

CADÊ A GESTÃO DE PESSOAL? 

A Afbepa repudia essa antecipação de horário, por acreditar que realmente a contratação de mais profissionais para atuarem nas Agências e PABs, além de espaços físicos adequados ajudaria de sobremaneira a resolver essa questão de pagamentos dos benefícios do Renda Pará, Fundo Esperança e Bora Belém. E, acredita, ainda, que os profissionais do Banpará merecem melhores condições de trabalho, com direito aos seus dias de descanso; ao pagamento das horas extras e reflexos na sua totalidade; almoço e lanches.

Queremos que o Banpará nos olhe como Gente!!


UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA
ASSESSORIA DE IMPRENSA

sexta-feira, 9 de abril de 2021

GOVERNO PEDE RESPEITO, MAS AS FILAS CONTINUAM.

Agência Marabá Cidade Nova


Mesmos após as mudanças anunciadas pelo Governo do Estado, na quarta-feira, 7, as filas nas Agências continuam enormes e dobrando quarteirões.

Na quinta, 8, determinadas agências conseguiram não deixar que as filas aumentassem. A presidência do Banpará encaminhou colegas da Matriz para reforçar o atendimento aos beneficiários dos programas sociais e contratou terceirizados, o que ajudou muito aos funcionários (as).


Agência Marabá Cidade Nova


Porém, nesta sexta-feira, 9, quem foi às Agências Telégrafo( a fila ia para Curuçá), Belém Centro, Pedreira( fila descia a Angustura), Augusto Montenegro, Cidade Nova e Marabá se deparou com multidões aglomeradas, sob sol e chuva, em frente e ao redor dessas unidades.

Segundo informações, a procura pelo atendimento voltou a crescer, pois hoje é a data em que "vira" o mês de pagamento, levando muitas pessoas a se confundirem e correrem para garantirem logo os seus benefícios.

Aglomeração da Agência Pedreira 

Aglomeração da Agência Pedreira até o início da Travessa Angustura

A Afbepa lamenta todo o drama que essas pessoas passam para terem o mínino de sua sobrevivência garantida. Enfrentando filas longas, sol, chuva e, às vezes, sem água ou algum alimento para ajudar a não doer o estômago, enquanto esperam, do lado de fora, a sua vez de entrar, mas totalmente expostos aos perigos da covid19.

Tudo isso poderia ter sido evitado se o Governador do Estado tivesse planejado e organizado, junto com o Banco, com antecedência, uma forma de pagamento segura e com cuidados sanitários.  


Fila da Agência Augusto Montenegro


A Afbepa também se solidariza com os colegas que estão enfrentando dias tão exaustivos e estressantes. Amanhã, que seria um dia de descanso, será mais um dia de luta para todos que já precisam retornar à rotina na segunda-feira novamente, para viver tudo de novo.

Esperamos que toda essa falha de comunicação seja resolvida entre Governo, Banpará e os beneficiários. Pois, é o que falta: uma comunicação clara e efetiva, de forma que as pessoas só se desloquem até às unidades quando realmente for seu dia de pagamento.


Fila da Agência Telégrafo até a Rua Curuçá

Fila da Agência Telégrafo até a Rua Curuçá


Falta Comunicação. Falta organização! Cabe ao Governo do Estado e ao Banpará(engajamento de setores, como gestão de pessoal, comercial, tecnologia e de patrimônio)serem mais efetivos a respeito disso que machuca o Funcionalismo e a imagem do Banco!



UNIDOS SOMOS FORTES

DIREÇÃO DA AFBEPA

ASSESSORIA DE IMPRENSA

BANCÁRIOS DO BANPARÁ SOFREM COM PÉSSIMAS CONDIÇÕES DE TRABALHO E SEM DIREITO A UM PRATO DE COMIDA.

Mais um dia acrescido, para o trabalho de pagamento dos programas sociais do governo. O Sábado. E sem direito ao mínimo, um prato de comida.

A rotina dos trabalhadores (as) do Banpará será de segunda a sabado, de 8h até a noite, em muitos Locais de Trabalho.

A determinação do Governador Hélder Barbalho, é para que os funcionários (as) do Banpará trabalhem, também, aos sábados, a partir deste, 10/4, para atender os beneficiários dos programas sociais "Fundo Esperança", "Renda Pará" e "Bora Belém". 

Os trabalhadores (as) do Banco estão extrapolando suas jornadas de trabalho, fazendo inúmeras horas extras para garantir o atendimento a todas as pessoas. Frise -se, sem direito a um prato de comida, sem conseguir parar para fazer xixi, tomar água, lavar as mãos etc, a rotina é essa, e a DIRAD não vê isso. Um prato de comida é o mínimo a ser oferecido, para quem está à frente dos trabalhos nas agências e PABS.

Desde novembro do ano passado, a Afbepa já alertava para essa sobrecarga e extrapolação da jornada, somada ao déficit no quadro de pessoal e as falhas nos sistemas tecnológicos durante esse período de pagamento.

O Acordo Coletivo 2020-2022 prescreve que as Horas Extras serão remuneradas da seguinte forma:

 

CLÁUSULA 50ª – BANCO DE HORAS

PARÁGRAFO QUARTO – Será observada a proporção de 60% das horas para compensação via banco de horas, e 40% das horas, a serem pagas como extraordinárias, no mês subsequente à realização das horas excedentes. (grifos nossos)

A Afbepa entende que as Horas realizadas deveriam ser pagas, todas no mesmo mês, principalmente, dessa forma capenga, onde o Banco lucra à custa da Saúde do seu empregado(a).

Também, o Banco deveria oferecer melhores condições de trabalho aos seus funcionários durante essas jornadas. A grande maioria, chega extenuada em casa, sem tempo de preparar um alimento para levar no dia seguinte, pois a rotina de trabalho inicia nas primeiras horas da manhã, às 7h e 30min tem de estar nas Agências, para começar o expediente às 8h. Há relatos de colegas que só conseguem almoçar após às 16h.

O Banpará retira dos seus Funcionários (as) as suas promoções, o seu dia de descanso, o seu direito a hora extra mais adicional de 50% e reflexos em férias, 13°salário, FGTS etc, há a perda da qualidade de vida na Saúde, por extremo estresse, e com a família, não há tempo de lazer e, até tempo para melhorias educacionais, além do desgaste físico, emocional e clínicos, pois muitos estão doentes por covid ou tiveram covid, sem o apoio devido.

Um prato de almoço é o mínino que o Banco poderia fazer para ajudar os seus trabalhadores, nos Locais de Trabalho. 

O Funcionalismo do Banpará vem se dedicando além do seu limite, dia após dia, enfrentando o vírus letal, as multidões revoltadas com as demoras, as falas de desvalorização do Governador, a demora para serem vacinados e, mesmo assim, todos os dias estão lá atendendo a população que necessita deste auxílio. Sempre dando seu melhor pela população e para o Banpará.

É urgente que o Banco reconheça esse esforço e valorize os seus Funcionários (as)! Ofereça o mínino de condições para as jornadas de mais de 12 horas e pague o que é de Direito e fundamental.


UNIDOS SOMOS FORTES
DIREÇÃO DA AFBEPA
ASSESSORIA DE IMPRENSA

quinta-feira, 8 de abril de 2021

BANPARÁ A VIDA TEM VALOR.

O que explica ou justifica um funcionário estar trabalhando na linha de frente de uma agência com apenas 1(um) rim??

Por que essa falta de Amor ao Próximo?

É, a Afbepa escutou horrorizada a voz de um colega, carregada por um pulmão comprometido por covid19, que passou muito mal no domingo, com febre e dor na costela, mas, que trabalhou na segunda-feira, 5, quando o seu gerente geral lhe mandou ir pra casa. 

No mesmo dia, o colega fez o exame de covid, swab nasal, que atestou positivo.

O funcionário encaminhou o resultado para a agência e solicitou que pedisse para Matriz encaminhar as providências.

A agência encaminhou, contudo nada foi feito!

O Banco mais uma vez ignorou os protocolos contra a covid, após o envio do caso confirmado.

O agravante na condição clínica do colega é que ele só tem um rim. Isso mesmo, um rim, o direito! E mesmo assim o Banpará não o afastou, pois é de risco para esse vírus. Por conta disso, o tratamento com antibiótico pesa para um único rim suportar a carga do remédio. 

Ele entrou com pedido para ser afastado e permanecer em home office, assim que iniciou a pandemia, mas o Banco negou. 

Ele começou a sentir os sintomas ainda na quinta-feira, 1. Na segunda, foi trabalhar normalmente, mas não aguentou o mal estar que a doença causa no corpo inteiro, e foi liberado. Foi sozinho atrás de atendimento médico, fez o teste e recebeu a confirmação do diagnóstico de infecção por covid19.

A agência repassou a confirmação ao Banco, e ficou por isso mesmo, nenhuma desinfecção do ambiente e testagens dos outros empregados (as) suspeitos, uma vez que todos têm contato uns com os outros.

A Afbepa não consegue entender como o Banco deixa uma vida com poucas chances de defesa na rota do vírus. Por que isso? 

A Afbepa ficou sabendo que todas as ordens emanam de cima para baixo, que ninguém pode tomar decisões sem consultar o alto escalão.

Será que esse alto escalão não soube disso? 

Será que as denúncias feitas por aqui são reais e o Banco enxerga o funcionalismo como se fossem máquinas ou coisas?

Afbepa compreende a gravidade da segunda onda de contaminação que estamos vivendo, e acredita que é necessária uma resposta ágil dentro de tudo aquilo que a Organização Mundial em Saúde preconiza a respeito disso.

A OMS recomenda que o correto a se fazer nesse tipo de caso é o isolamento dos demais trabalhadores e testagens de todos, além da limpeza do ambiente infectado por, no mínimo, 48h, para que também ninguém seja exposto aos produtos químicos utilizados.

A Afbepa está acompanhando o estado de saúde do colega. 

A VIDA TEM VALOR! 


A DIREÇÃO DA AFBEPA
ASSESSORIA DE IMPRENSA

quarta-feira, 7 de abril de 2021

GOVERNADOR EM FALA NO INSTAGRAM AFRONTA BANCÁRIOS DO BANPARÁ E A POPULAÇÃO.

Depois de inúmeras denúncias sobre o caos que está tomando conta das Agências do Banpará, o Governador Hélder Barbalho fez um pronunciamento estarrecedor em suas redes sociais na noite de ontem, 6, afrontando e zombando do funcionalismo do Banco e da população. 

O Governador Hélder Barbalho banalizou tudo o que os bancários e bancárias do Banpará vêm enfrentando e fazendo diariamente, como se desconhecesse essa realidade que a muito vem sendo mostrada e denunciada. Pior!! Para ele os únicos que estão sendo desrespeitados são os beneficiários dos programas sociais, os funcionários (as) do Banco são nada, ninguém. 

A sua fala, não enfrenta os reais problemas, apenas dá como "solução" a ampliação do calendário de pagamento; coloca os funcionários (as) para trabalhar aos sábados, retirando um dos poucos dias de descanso que esses trabalhadores têm para se recuperar de uma semana exaustiva e expõe mais gente para ficar frente à frente com as multidões e o vírus assassino.

O Governador tripudia em cima dos colegas do Banco que estão se contaminando e perdendo saúde, por estarem na linha de frente prestando esse atendimento, a essas famílias necessitadas desse auxílio. Há colegas doentes, em UTIs, intubados, afastados, certos queridos se foram e os que continuam trabalhando recebem essa fala de desvalorização e desrespeito do Governo do Estado, que sequer mencionou algum reconhecimento por esse funcionalismo realizar um trabalho tão cheio de Valor como esse, em condições precaríssimas de trabalho.

Caso o senhor, Governador, não saiba, mas acreditamos que saiba, temos que lhe escrever, os funcionários e funcionárias do Banpará estão fazendo mais de 12h de jornada de trabalho para fazer o pagamento de um crédito que aumenta a popularidade do seu Governo, dando visibilidade ao seu Mandato e não há reconhecimento nenhum à quem está na linha de frente, os funcionários (as)! 

Os empregados (as) do Banpará estão em condições semelhantes à escravidão, extrapolando sua jornada e, em muitos casos, sem ganhar as horas extras, enfrentando multidões revoltadas, que já quebraram porta, e com palavrões nos ofendem. 

ESTAMOS EXAUSTOS DE SERMOS TRATADOS COMO MÁQUINAS OU COISAS!

A Agência Augusto Montenegro, ontem, fechou quase às 21h. Às 18h e 45min ainda estava lotada do lado de dentro e com fila do lado de fora! 

Em Capitão Poço, a Agência foi invadida, as vidas dos colegas ameaçadas. Em Marabá, os beneficiários chamaram a imprensa e descreveram como "humilhação" o que estavam passando.

Enquanto isso, o senhor vem à Público informar que colocará mais pessoas para informar nas filas? Que pessoas são essas? Se há agência funcionando com 3 funcionários e até com apenas 1 (um) atendente como é o caso da agência telégrafo? 

Na Matriz, nossa retaguarda, temos Setores inteiros sendo flagelados pela Covid? 

Contratação de pessoal não é um mero capricho! É NECESSIDADE. 

Um sistema tecnológico que funcione! Que tenha o mínino de suporte para os clientes acessarem É um IMPERATIVO!

É preciso urgentemente uma GESTÃO DE PESSOAS QUE SE IMPORTE COM GENTE, UMA DIRETORIA ADMINISTRATIVA QUE AUXILIE A PONTA, NOS DÊ APOIO E OS DEVIDOS CUIDADOS.

A GESTÃO COMERCIAL E DE DESENVOLVIMENTO TEM DE PENSAR A ORGANIZAÇÃO E LOGÍSTICA DESSES PAGAMENTOS, COMO LUGARES GRANDES E VENTILADOS, PROVIDOS COM ÁGUA, CAFÉ E BISCOITOS, POIS OS ESPAÇOS FÍSICOS DO BANPARÁ NÃO FORAM PREPARADOS PARA RECEBEREM COM ACONCHEGO MULTIDÕES. AINDA, ENCAMINHAR CARTAS AOS ENDEREÇOS INFORMADO DATAS DE PAGAMENTOS, SEM RISCO, SEM EXPOSIÇÃO, MAS COM CUIDADO E RESPEITO!

Hoje, quarta-feira, 7 de abril. Os funcionários (as) do Banpará acordaram com choro entalado nas suas gargantas. Com esse desrespeito atravessado e rasgando o peito. O Senhor conseguiu piorar uma situação e não reconhecer tudo que o Funcionalismo está passando. A sua fala foi decepcionante! E não resolverá o problema que a população enfrenta diariamente.

SUA EXCELÊNCIA, O SENHOR GOVERNADOR, ESTÁ LIDANDO COM SERES HUMANOS, GENTE, QUE SOFRE COM ESSE CENÁRIO DE DESLEIXO PELA VIDA.

Queremos Respeito e Valorização! 


A DIREÇÃO DA AFBEPA
ASSESSORIA DE IMPRENSA

terça-feira, 6 de abril de 2021

GOVERNADOR DO ESTADO: SER VIVO PRECISA DE DIGNIDADE!

Aglomeração na Agência Augusto Montenegro

Degradante! Um calor de 33°C. Mães fazendo malabarismo para segurar seus filhos no colo em uma mão e na outra as sombrinhas. Pais de família chegando pela madrugada e até o meio dia sem atendimento. 

Todos os dias são as mesmas cenas que se repetem. As pessoas vivem um sofrimento para receber os seus benefícios. Filas longas e quilométricas, gente sentadas no chão, aglomerações e nenhum distanciamento, ao redor das agências do Banpará. A Agência Augusto Montenegro está depredada, sem a porta de vidro de entrada, no lugar um compensado, desde a quinta, 1. Todos os dias multidões buscam os seus benefícios e para recebê-las uma estrutura física pequena, como em quase todas as agências do Banpará.
Aglomeração na frente da Agência Pedreira

O Governo do Estado e o Banpará entregaram à própria sorte os trabalhadores (as) do Banco e os pais e mães de famílias que se deslocam necessitados em busca de um parco valor, mas que ajuda muito neste momento de crise. 

As assessorias ou mesmo as cabeças do Governador e da Direção do Banpará são incapazes de olhar para esses beneficiários e os funcionários (as) do Banco como GENTE, pois a HUMANIDADE passa longe do que os olhos veem.  
Aglomeração ao lado da Agência Belém Centro

Parece que essas pessoas não precisam e nem merecem um olhar de Respeito, Carinho, Amor e Proteção. 

Será que o Governador acredita que porque está dando um benefício para gente humilde, elas não são detentoras de Respeito?
Fila ao redor da Agência Belém Centro


E a Direção do Banco? Será que pensa da mesma forma? 

Aos funcionários (as) falta o dever de dar locais salubres para trabalhar.

Todos estão jogados nas mãos de Deus, pois só ele pra defender e abençoar. 
Aglomeração na Agência Icoaraci

Talvez, essa Direção pense que com alguns escritos tudo se resolve. E parabéns para quem sobreviver.

A Afbepa acredita que as pessoas tem de ser tratadas como pessoas, sujeitas de direitos, que pagam seus tributos e, portanto, merecem ser tratadas de forma DIGNA.

O Banpará precisa contratar, além disso precisa ACOLHER e PROTEGER a todos, seus funcionários (as), os Beneficiários dos Programas Sociais, Clientes e Usuários.

Continuação da fila da Agência Icoaraci


Neste momento a procura é pelo Renda Pará, o Fundo Esperança e o Bora Belém. Assim, é necessário recebê-los dentro de um espaço coberto, livre de sol e chuva; com água, café e biscoitos. SOMOS GENTE!

É fundamental que nos Locais de Trabalho tenha a quantidade adequada de funcionários e não um ou três atendentes, como a Afbepa tem conhecimento. A jornada de trabalho, por causa desse déficit de pessoal e problema tecnológico, tem sido de mais de 12 (doze) horas. ISSO CAUSA DANO À SAÚDE. ALGUÉM DO BANCO TEM DE SE IMPORTAR COM ISSO TAMBÉM!!!

A exposição das pessoas ao covid19 é muito alta, os funcionários do Banco estão adoecendo, pois não há CUIDADOS.

As falas do Governador vão no sentido de orientar para prevenção, principalmente, pelo colapso que vivem os Hospitais, mas a contradição se mostra quando esse cenário cruel se descortina.

Afinal, Governador, por que essa OMISSÃO COM AS VIDAS DAS PESSOAS??? 

O Pará está batendo quase 11 mil mortes por covid. 160 casos só nos últimos 7 dias. E, todos os dias, as Agências e Postos de trabalho são alvos de reportagem mostrando o verdadeiro descaso com a população! 

Portanto, o senhor, Governador, deve está sabendo de tudo o que está acontecendo nas agências do Banpará e que a Diretoria até agora não teve nenhuma atitude pra nos acudir e ajudar.

Não há logística. Não há organização. Não há empatia. Não há um olhar zeloso às Vidas e às nossas Saúdes.

Muitas Vidas dos funcionários foram acometidas por covid19. Uns estão lutando em leitos, outro querido foi embora. E o que o Senhor, Governador, vai Fazer??? E Urgente!!!

NÓS SOMOS GENTE E QUEREMOS DIGNIDADE E RESPEITO! 


A DIREÇÃO DA AFBEPA
ASSESSORIA DE IMPRENSA