terça-feira, 21 de setembro de 2010

NÃO HÁ AVANÇOS NA TERCEIRA RODADA DE NEGOCIAÇÃO COM O BANPARÁ

Nada ainda foi negociado quanto às cláusulas econômicas; por quê? NÃO HÁ AVANÇOS na terceira rodada, e isso é um desrespeito com as vidas dos bancários e bancárias.


ESTAMOS AGUARDANDO A PUBLICAÇÃO DO EDITAL DE CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLÉIA DO DIA 24 DE SETEMBRO NO SITE DO SINDICATO, confome compromisso assumido, na reunião de ontém de manhã, quando todos os diretores presentes confirmaram que o edital já havia sido enviado para publicação em jornal de grande circulação, inclusive contendo a determinação de que se tratava de uma assembléia deliberativa e com indicativo de greve da categoria, na pauta.

Um dos diretores afirmou, diante de todos os presentes na reunião, que se o edital não saísse hoje, ele renunciaria, no dia seguinte ao cargo que ocupa na diretoria do sindicato. Queremos crer que o diretor não precisará ir ao limite no cumprimento de sua palavra.

Há alguns minutos atrás, a presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, telefonou para o sindicato procurando o diretor Sandro, para confirmar a publicação do edital. Foi informado que ele estava em reunião, mas a assesora jurídica do sindicato afirmou que o edital de convocação da assembléia será publicado até amanhã, dentro do prazo para que a assembléia ocorra na sexta-feira, dia 24 de setembro.

Vamos crer que a PALAVRA DADA pelos diretores SERÁ HONRADA E A ASSEMBLÉIA SERÁ GARANTIDA!


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CAMPANHA SALARIAL: AVANÇOS REAIS SÓ VIRÃO COM A LUTA E A FORÇA DA CATEGORIA!




Estamos em plena Campanha Salarial e precisamos dar novo rumo à nossa luta. É preciso esquentar a Campanha e dar uma demonstração de que estamos unidos e fortes para conquistar e garantir mais merecidos direitos e qualidade de vida.


Infelizmente a terceira rodada de negociações entre o banco e o sindicato não avançou muito além do que já tinha sido negociado. O Sindicato tinha avisado em, seu site, que essa terceira rodada de negociações com o banco seria sobre a pauta econômica. Por que motivos a negociação não tratou de uma cláusula sequer da pauta econômica? Por que, até agora, o sindicato ainda não convocou uma assembléia de verdade, deliberativa.


A postagem do sindicato, em seu site, não esclarece se a negociação da pauta econômica foi solicitada e foi negada pelo banco, ou se o sindicato nem sequer pediu a discussão sobre esses itens. Qual tem sido a postura dos diretores do Sindicato na mesa de negociação? Por quais motivos afirma avanços se, na realidade, eles ainda são muito poucos no que a categoria considera o principal: a pauta econômica?


De todo modo, a categoria precisa se assenhorear desse processo de negociação rapidamente, porque a estratégia de enrolar os bancários e evitar a greve até a eleição do primeiro turno está se confirmando. A maior prova foi essa terceira rodada que não avançou quase nada e a convocação, na sexta-feira, de uma assembléia apenas “informativa”, quando os bancários foram impedidos de decidir os rumos de sua luta.


A direção da AFBEPA tem envidado todos os esforços para a boa convivência com a direção do sindicato porque acredita que esse é o melhor caminho para mais conquistas para a categoria, mas a direção da AFBEPA jamais irá compactuar com uma estratégia que ilude os bancários e bancárias e coloca em segundo plano a luta da categoria.


Nesta Campanha Salarial, temos questões URGENTES a tratar e deliberar:


RESOLUÇÕES PARA O PLANO DE SAÚDE UNIMED, no que tange às seguintes questões previstas no novo regulamento:


Renúncia total, por quê?


Autorização para extinção do plano CAFBEP/PAS, sem que haja uma assembléia de esclarecimentos e prestação de contas, de modo a dar a segurança necessária aos associados;


Destinação do saldo remanescente do plano CAFBEP/PAS, que deve ser definida pela categoria, após os devidos esclarecimentos do patrocinador;


Custeio do novo plano que, segundo consta no documento de adesão, o valor mensal é variável já que entram no custeio itens como hora extra, sobreaviso, auxílio creche babá, além de outros;


Vigência de vinte e quatro meses do novo plano, e depois?


Proteção aos funcionários do Banpará contra a inadimplência da UNIMED, como ocorreu em Alenquer, onde os funcionários não estão podendo utilizar o novo plano porque a UNIMED não paga o hospital Santo Antônio há mais ou menos 6 (seis ) meses. Para a AFBEPA, é necessário que o Banpará disponha no novo regulamento, que em caso de não atendimento dos empregados do banco, por falta de pagamento da UNIMED a algum contratado, o bancário possa realizar o atendimento, custeado pelo banco, sem prejuízo das ações devidas contra a UNIMED. O fundamental é que o banco se responsabilize pelo atendimento em saúde de seus funcionários.


MINUTA ESPECÍFICA DO BANPARÁ, no que diz respeito aos pontos que foram modificados na Minuta de Reivindicações pela direção do sindicato e que, portanto, estão em desacordo com o que foi aprovado no Encontro dos Funcionários do Banpará:


Ponto eletrônico; que o encontro decidiu pelo aditamento do acordo com compensação financeira aos funcionários pela espera da instalação dos equipamentos;


Eleição pelos funcionários dos seus representantes nos comitês trabalhista, disciplinar, conselho de administração;


Liberação da presidenta da AFBEPA, que deve ser retirada da Minuta porque já existe e não foi revogada, como também não foi discutida e deliberada na conferência.


Além destes, outros pontos deliberados em assembléia extraordinária autoconvocada dos funcionários do Banpará devem constar da negociação com o banco:


Presença da AFBEPA nas mesas de negociação, o que foi deliberado pelos funcionários do Banpará em assembléia extraordinária autoconvocada, na forma do Estatuto, e está sendo descumprido pelo sindicato.


Principais reivindicações dos funcionários: licença prêmio para todos os funcionários; reembolso dos 20% doados por ocasião da capitalização; PCS - evolução na carreira, com a efetivação da promoção por merecimento em janeiro de 2011; imediato pagamento das pendências do sobreaviso.


VAMOS JUNTOS, UNIDOS E FORTES,

LUTAR MAIS, PARA CONQUISTAR MAIS!

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

ASSEMBLÉIA DELIBERATIVA SERÁ NO DIA 24 DE SETEMBRO, SEXTA-FEIRA







Cumprindo uma determinação da categoria que permaneceu no Sindicato após o triste fim da assembléia "informativa", na sexta-feira passada, os bancários e bancárias Kátia Furtado (Banpará/AFBEPA), Zenaide (Banpará/AFBEPA), Edson (Banpará), Edivaldo (Caixa), Norma (Caixa) e Sílvio Kanner (Banco da Amazônia), se dirigiram, hoje pela manhã, ao Sindicato dos Bancários, com o objetivo de cobrar a convocação, em edital, de uma assembléia deliberativa, inclusive já constando a possibilidade de greve da categoria.

Chegando ao sindicato, os bancários e bancárias se apresentaram e solicitaram, junto a recepção, a possibilidade de conversar com a presidente da entidade. Foi informado por sua secretária que ela estava em reunião. Kátia Furtado conversou por telefone com a secretária e reforçou o pedido para que os bancários pudessem conversar com a presidente do sindicato. Como não havia resposta, Kátia Furtado solicitou, então, que um outro diretor da entidade pudesse receber os bancários que aguardavam na recepção.

Alguns minutos depois, os bancários e bancárias foram instruídos a dirigir-se à sala de reuniões e, lá chegando, encontraram-se com os diretores do sindicato: Sandro, Rômulo, Alan e Gilmar. Iniciou-se uma reunião, em tom bastante sereno de ambas as partes, e o diretor Sandro informou aos bancários e bancárias que hoje pela manhã o sindicato já havia tomado a providência de convocar uma assembléia deliberativa, inclusive contemplando a possibilidade de greve, e que, amanhã de manhã, o edital já estaria publicado em jornal de grande circulação. Também informou o diretor jurídico que a assembléia deliberativa será na sexta-feira, dia 24 de setembro de 2010.

Um saudável debate de idéias se iniciou entre os diretores sindicais e os bancários e bancárias, que puderam expor suas razões e pontos de vista acerca da difícil convivência na luta sindical, do lamentável ocorrido na sexta-feira, da difícil relação do sindicato com a AFBEPA, e dos problemas de método do sindicato na relação com a categoria e com a oposição. Os diretores do sindicato louvaram a iniciativa dos bancários e bancárias em procurar a entidade para conversar e todos concordaram que o diálogo é a melhor forma de convivência.

A AFBEPA crê, e deseja, que esta reunião tenha sido uma janela aberta para reconstruir laços de confiança e que, embora haja divergências, normais e aceitáveis, porque as pessoas não são obrigadas a pensar de uma única forma, sobretudo o respeito e a luta comum pelo melhor para a categoria, possam ser o norte de um trabalho coeso e unificado. A AFBEPA manterá sempre sua postura em defesa dos interesses, direitos e conquistas para a categoria e, como tem sido seu procedimento desde a Canpanha pelo PCS até hoje, buscará primeiro o diálogo e o debate de idéias com o sindicato e a direção do banco, mas sem jamais abrir mão de sua missão estatutária: a defesa do Banpará e a defesa de seu maior patrimônio: os bancários e bancárias.



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sábado, 18 de setembro de 2010

ANA JÚLIA CALA E SOME DO TWITTER

Hoje pela manhã, a governadora, candidata a reeleição, bancária Ana Júlia, abriu seu twitter com a mensagem abaixo, porém, ao ser indagada pela AFBEPA acerca do lamentável e vergonhoso episódio ocorrido ontém a noite no sindicato dos bancários, quando a direção sindical (que é do seu grupo partidário, a DS, e dirige o sindicato junto com a Articulação e o PCdoB) apagou as luzes e correu da assembléia para impedir a categoria de votar, a governadora nada respondeu e nem postou mais mensagens no twitter. Veja:


Ana Júlia AnaJuliaPT13 Bom dia abençoado a todos(as). Obrigada a este povo maravilhoso q nos recebe com gestos de carinho e apoio or onde passamos!


AFBEPA AFBEPACORAGEM @AnaJuliaPT13 BOM DIA. INFELIZMENTE SUA CATEGORIA NÃO ESTÁ TÃO FELIZ, GOVERNADORA. ONTÉM DIREÇÃO DO SINDICATO IMPEDIU VOTO DOS BANCÁRIOS.


AFBEPA AFBEPACORAGEM @AnaJuliaPT13 BANCÁRIOS IRÃO DENUNCIAR A DIREÇÃO DO SINDICATO, DO SEU GRUPO PARTIDÁRIO, POR IMPEDIR O VOTO DA CATEGORIA EM ASSEMBLÉIA.


AFBEPA AFBEPACORAGEM @AnaJuliaPT13 A SRA É BANCÁRIA E SEMPRE DEFENDEU A DEMOCRACIA NO SINDICATO. PQ SEU GRUPO IMPEDE BANCÁRIOS DE VOTAR, E CORRE DA ASSEMBLÉIA?


AFBEPA AFBEPACORAGEM @AnaJuliaPT13 SEU GRUPO PARTIDÁRIO, QUE ESTÁ NA DIREÇÃO DO SINDICATO DOS BANCÁRIOS, TRAI E ENGANA SUA CATEGORIA. SERÃO DENUNCIADOS NO MPT.


AFBEPA AFBEPACORAGEM @AnaJuliaPT13 A SRA ACHA CERTO IMPEDIR BANCÁRIOS DE VOTAR EM ASSEMBLÉIA? LEIA MAIS EM http://afbepacoragem.blogspot.com E VERÁ O ESCÂNDALO.


AFBEPA
AFBEPACORAGEM @AnaJuliaPT13 OS BANCÁRIOS ESTÃO INDIGNADOS COM AS ATITUDES DE SEU GRUPO PARTIDÁRIO NO SINDICATO DOS BANCÁRIOS. ONTÉM IMPEDIRAM VOTO NA ASS.


AFBEPA AFBEPACORAGEM @AnaJuliaPT13 PQ A SRA NÃO RESPONDE? SUA CATEGORIA ESTÁ REVOLTADA PQ SEU GRUPO PARTIDÁRIO IMPEDIU DE VOTAR EM ASSEMBLÉIA. FOI UMA VERGONHA!


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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

DIREÇÃO DO SINDICATO APAGA AS LUZES E CORRE DA ASSEMBLÉIA, PARA EVITAR QUE A CATEGORIA DECIDA OS RUMOS DA CAMPANHA SALARIAL

Este foi mais um lamentável e vergonhoso episódio protagonizado pela atual direção do sindicato dos bancários, que, em plena campanha salarial, decidiu convocar, em edital, uma assembléia "informativa", para, mais uma vez, manobrar e negar os direitos dos bancários. A direção do sindicato feriu de morte a democracia, quando negou o próprio caráter intrínseco da assembléia, a alma, o sentido de existência da assembléia, que é sua capacidade de deliberação, seu poder de decisão por parte dos que dela participam, com direito de votar. Se não tem poder de decisão, então já não é mais uma assembléia, é qualquer outra reunião, menos assembléia.


ASSEMBLÉIA "INFORMATIVA" - EXISTE ISSO?

Essa era uma das perguntas que fazia uma bancária do Banpará antes do início da assembléia. Inicialmente, é de se questionar por quais motivos uma direção sindical se vale de um edital para fazer questão de definir que a assembléia é apenas "informativa". O que leva uma direção sindical a se expor de tal maneira, a ponto de convocar uma assembléia de forma imprevista em qualquer documento legal, já que o Estatuto do Sindicato se refere a apenas dois tipos de assembléia: ordinária e extraordinária, mas nunca, na história do sindicalismo bancário paraense, foi convocada uma assembléia apenas "informativa".


UMA ASSEMBLÉIA, PARA SER ASSEMBLÉIA, DEVE TER GARANTIDO O PODER DE DECISÃO DE QUEM PARTICIPA, COM DIREITO A VOTO. É O ÓBVIO.


Claro que na pauta de qualquer assembléia, há o ponto inicial de informes, mas uma assembléia, para ser assembléia, não pode se encerrar apenas nos informes, isto é óbvio, até porque, hoje, com a internet, todos os informes estão disponíveis, inclusive os que foram repassados na assembléia
"informativa" pela direção sindical; tanto que nenhuma novidade foi dita, nada foi acrescentado ao que todos já sabem, porque leram no próprio site do sindicato. Então, para quê foi convocada essa assembléia "informativa"?


DIREÇÃO SINDICAL TEM MEDO DA CATEGORIA?


Ao tentar impedir a categoria de votar e decidir em sua assembléia, se valendo, para isso, do poder da caneta, os atuais diretores do sindicato revelam o grande temor que têm diante dos bancários e bancárias. Não seria por esse mesmo motivo que convocaram um encontro de aprovação de minuta num dia de segunda-feira, quando os bancários e bancárias estavam trabalhando e não poderiam mesmo participar? Ou que descumpriram o Estatuto do Sindicato não convocando a assembléia dos bancários do Banpará, solicitada em abaixo-assinado, e depois fecharam e lacraram os portões, e fugiram, impedindo a categoria de entrar no sindicato?


HAVIA DIRETOR SINDICAL ALCOOLIZADO, HAVIA DIRETORES RAIVOSOS, QUE GRITAVAM IMPROPÉRIOS CONTRA OS BANCÁRIOS...


A frustração da amplíssima maioria entre as dezenas de bancários e bancárias que se dirigiram hoje ao seu sindicato, e se depararam com diretores sindicais nervosos, raivosos e autoritários, só não foi menor que a vontade e a determinação de lutar por seus interesses, direitos e conquistas, enquanto bancários e bancárias, trabalhadores. Aliás, no quesito frustração, é de se registrar que havia diretor sindical alcoolizado que berrava com os bancários, havia diretor que afirmou que os bancários que ali estavam não garantiam greve nenhuma, mas queriam só "agitar", havia diretor que se valia de gritaria, de vaia, e todo tipo de descomposturas para tentar inviabilizar a assembléia "informativa"; e tudo porque, logo no começo da assembléia, logo após a leitura da "pauta" pela atual presidente do sindicato, Rosalina Amorim, que compartilhava a coordenação da mesa com Vera Paoloni, da Fetec e Alan Rodrigues, da Caixa, a bancária do Banpará e presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, pediu uma "questão de ordem". Este simples pedido: "questão de ordem", foi o suficiente para desmontar o palanque armado para manipular e subtrair os direitos dos bancários.


O PEDIDO DE QUESTÃO DE ORDEM, APOIADO PELA MAIORIA, ACABOU COM A FARSA ARMADA


Kátia Furtado pediu uma "questão de ordem", reivindicando que a assembléia, soberana que é, decidisse, ali mesmo, que seu caráter passaria a ser, naturalmente, deliberativo e não mais "informativo" como, equivocadamente, foi convocado em edital pela direção do sindicato. Pronto. Iniciou-se uma gritaria sem fim, não queriam deixar Kátia concluir sua "questão de ordem" e, a partir daí, o elenco de grosserias contra os bancários começou a ser despejado pela tropa de choque do sindicato, de triste conduta diante de todos.


COORDENADORES DA MESA ATROPELARAM, O TEMPO TODO, A VONTADE DA MAIORIA DOS BANCÁRIOS PRESENTES NA ASSEMBLÉIA


Inexplicavelmente, a coordenação da mesa, composta pelos três membros já citados, decidiu não votar a "questão de ordem" no momento em que foi apresentada, mas que a assembléia prosseguisse, sempre "do nada pra lugar nenhum", com as intervenções de quem já havia se inscrito. Porém, a maioria da assembléia queria votar a "questão de ordem" e, mesmo assim, a direção sindical, aos gritos e impropérios, sempre agredindo os bancários presentes, atropelou o que seria o encaminhamento correto, não sem antes permitir que um diretor do sindicato apresentasse e defendesse contra a questão de ordem apresentada por Kátia Furtado. Não é preciso ter anos de vivência sindical para saber que qualquer questão de ordem, por seu próprio caráter, precede as intervenções e decisões em uma assembléia. Se é uma questão de ordem, por respeito aos presentes, deve ser votada no início da assembléia, pelo menos sempre foi assim no movimento sindical, inclusive no movimento sindical bancário, inclusive no movimento sindical cutista, ao qual o sindicato dos bancários é filiado.


PARA NÃO VOTAR A QUESTÃO DE ORDEM, DIRETORA DO SINDICATO APAGA A LUZ, ENQUANTO OS COORDENADORES DA MESA, ROSALINA, VERA PAOLONI E ALAN, FOGEM, SAEM CORRENDO DA ASSEMBLÉIA.


Mas, mesmo após as dez intervenções dos que haviam se inscrito, os coordenadores da mesa, Rosalina Amorim, Vera Paoloni e Alan Rodrigues, se negavam a encaminhar a votação da "questão de ordem", e enquanto isso, a tropa de choque, bem orientada, gritava e ameaçava os bancários presentes. Os bancários pediam, em coro, "vota, vota, vota!" e a coordenação da mesa se mantinha atônita, sem tomar decisão alguma, até que uma diretora do sindicato apagou as luzes e a coordenação da mesa se retirou, às escuras, correndo, fugindo da assembléia. Quando as luzes se acenderam, a tropa de choque da direção sindical continuou gritando, agredindo, ameaçando os bancários presentes. Muitos saíram indignados, mas a maioria permaneceu no sindicato.


CATEGORIA SE MANTEVE NO SINDICATO, MESMO APÓS A SAÍDA DA DIREÇÃO SINDICAL E DECIDIU OS ENCAMINHAMENTOS PARA RESGATAR A DIGNIDADE AFRONTADA. DIREÇÃO SINDICAL SERÁ DENUNCIADA NO MPT.


Em dado momento, os bancários decidiram se reunir no fundo do espaço cultural, próximo ao balcão da lanchonete, para decidir o que fazer diante daquele triste fim da assembléia "informativa". A decepção, a frustração e até o sentimento de revolta, era visível. Mas os bancários e bancárias não se sentiram impotentes, pois estavam plenamente conscientes de seu poder e força para lutar enquanto trabalhadores.

Os mais de 60 bancários que permaneceram, tomaram, entre outras, a decisão de denunciar a atual direção do sindicato perante o Ministério Público do Trabalho, por agir em flagrante desrespeito aos interesses e direitos dos trabalhadores.


"QUEM NÃO DEVE, NÃO TEME!"


A categoria está organizada e mobilizada e não mais aceitará as lamentáveis manobras dessa direção sindical. Se é verdadeiro o famoso ditado popular "quem não deve, não teme", então, por quais motivos, essa direção sindical tanto teme a categoria bancária?


NO SITE DO SINDICATO, O MENTIROSO RELATO DA ASSEMBLÉIA


A AFBEPA lamenta o ocorrido e se solidariza com os bancários e bancárias do Banpará e dos demais bancos, sempre levantando a bandeira da verdade, da luta pelo que é o melhor para uma categoria que tem sofrido com a violência, com as metas abusivas, com o assédio moral, com o adoecimento, com o rebaixamento de salário ao longo de décadas, e com a ausência de uma direção sindical atrelada aos governos e direções de bancos, que é capaz de trair e enganar a categoria, como fez tantas vezes nos últimos anos. Basta ver a postagem mentirosa que fizeram em seu site sobre a assembléia "informativa", como se nada demais houvesse ocorrido, como se os bancários que ali foram desrespeitados, nem existissem.


BANCÁRIOS E BANCÁRIAS ORGANIZADOS, COM O PODER SOBERANO ENQUANTO CATEGORIA, SABEREMOS DIRIGIR OS RUMOS DE NOSSA CAMPANHA SALARIAL!


O que a direção sindical está fazendo é inadmissível, e a AFBEPA envidará todos os esforços para resgatar a dignidade dos bancários e bancárias vilipendiados, nesta noite, por esses que se dizem "dirigentes sindicais". Estamos diante de um retrocesso, uma vergonha para a história do sindicalismo bancário. Mas, nós, enquanto categoria saberemos, com nossa força soberana, dirigir os rumos de nossa campanha salarial e de nossa luta por mais merecidos direitos e conquistas.



TODOS E TODAS À LUTA DA CATEGORIA BANCÁRIA!


NÃO AO ATRELAMENTO DA ATUAL DIREÇÃO SINDICAL AOS PARTIDOS, GOVERNOS E DIREÇÕES DE BANCOS!


PELA INDEPENDÊNCIA, SOBERANIA E CORAGEM DE LUTAR E VENCER DOS BANCÁRIOS E BANCÁRIAS!


UNIDOS, SOMOS FORTES!



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É HOJE A ASSEMBLÉIA NO SINDICATO, 18h. TODOS E TODAS LÁ!


Vamos ajustar a Minuta de acordo com o que foi aprovado no Encontro dos Funcionários do Banpará;

Vamos exigir a presença da AFBEPA na mesa de negociação, conforme foi aprovado em assembléia extraordinária autoconvocada dos funcionários do Banpará;

Vamos perguntar por quais motivos a AFBEPA é excluída da mesa de negociação no Banpará, mas a AEBA participa de todas as mesas de negociação no Banco da Amazônia;

Vamos exigir que o Sindicato cumpra seu papel estatutário de defender os interesses dos trabalhadores e não os interesses dos governos e direções de bancos.

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DO SITE DA CONTRAF/CUT

Sem avanços econômicos e sociais, os bancários podem deflagrar greve


Crédito: Jailton Garcia/Contraf-CUT
Jailton Garcia/Contraf-CUT O Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban concluíram nesta quinta-feira, 16 de setembro, a quarta rodada de negociações da Campanha 2010, sem que os bancos apresentassem qualquer proposta para as principais reivindicações dos trabalhadores: reajuste de 11%, melhoria na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), valorização dos pisos salariais, elevação dos auxílios refeição/alimentação e creche/babá, combate às metas abusivas, fim do assédio moral, plano de carreiras, cargos e salários em todos os bancos, proteção ao emprego, mais contratações, auxílio-educação e segurança contra assaltos.

A próxima rodada de negociação será realizada na quarta-feira, 22 de setembro, quando os bancos apresentarão uma proposta global para a categoria. O Comando Nacional já decidiu orientar os sindicatos a realizarem assembléias no dia 28 para discutir e deliberar sobre a proposta que vier a ser apresentada pela Fenaban. Em caso de rejeição da proposta, a categoria poderá deflagrar greve a partir do dia 29 por tempo indeterminado.

"Essa postura intransigente das empresas está empurrando os bancários para a greve", adverte Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional. "O descaso dos bancos na mesa de negociações ocorre no momento em que a economia brasileira passa pela maior fase de crescimento das últimas décadas e as instituições financeiras batem novos recordes de lucratividade", destaca.

Os seis maiores bancos que operam no país (Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco, Caixa, Santander e HSBC) apresentaram R$ 21,7 bilhões de lucro líquido no primeiro semestre do ano, resultado quase 32% superior ao do mesmo período de 2009 e uma rentabilidade média sobre o patrimônio líquido de 25%. "Isso significa que os bancos quase dobram de tamanho a cada três anos, o que é uma rentabilidade que não tem paralelo no mundo, e mesmo assim eles se recusam a atender as reivindicações legítimas de seus trabalhadores", critica Carlos Cordeiro.

Remuneração

A reunião desta quinta-feira fechou a quarta rodada de negociação, sobre o tema remuneração, que começou na quarta-feira 15, quando o Comando Nacional reafirmou as reivindicações de reajuste salarial de 11%, valorização dos pisos salariais e plano de carreiras, cargos e salários (PCCS).

Clique aqui para ver como foi a negociação na quarta-feira.

Nesta quinta-feira, as negociações com a Fenaban giraram em torno da PLR, dos auxílios-refeição e educação, cesta-alimentação, 13ª cesta-alimentação, auxílio-creche/babá, previdência complementar e 14º salário.

PLR

O Comando Nacional defendeu a reivindicação de três salários mais R$ 4 mil fixos de participação nos lucros e resultados. Os bancos disseram que não querem mexer na fórmula atual, que prevê a regra básica e uma parcela adicional, e apenas corrigir os valores.

"Discordamos dessa avaliação dos bancos, porque os lucros crescem tanto que a regra atual já não nos contempla. Queremos que a PLR acompanhe a evolução dos lucros dos bancos e por isso defendemos que seja de três salários mais os R$ 4 mil fixos", argumenta o presidente da Contraf-CUT.

Auxílio-refeição e cesta-alimentação

O Comando Nacional também insistiu nas reivindicações de elevação para um salário mínimo (R$ 510) os valores do auxílio-refeição, da cesta-alimentação e da 13ª cesta-alimentação, salientando que as verbas atuais são muito pequenas e insuficientes.

Os representantes da Fenaban, no entanto, rejeitaram as demandas dos bancários e adiantaram que o reajuste desses auxílios acompanhará o mesmo índice de reajuste dos salários.

Auxílio-creche/babá

Em relação ao auxílio-creche/babá, os bancos não apenas rejeitam a reivindicação de elevação do valor para um salário mínimo (R$ 510), como querem reduzir a concessão dessa conquista dos atuais 6 anos e 11 meses para 5 anos e 11 meses, alegando que a lei de ensino fundamental reduziu a idade de ingresso escolar para 6 anos.

O Comando Nacional defendeu a manutenção da período atual e reforçou a necessidade de aumentar o auxílio creche/babá, cujo valor atual não garante o pagamento da creche e o salário de uma babá.

Auxílio-educação

Apesar da exigência cada vez maior de formação superior dos bancários, os representantes dos banqueiros se negaram a atender essa reivindicação, já conquistada em alguns bancos. Eles disseram que essa demanda deve ser tratada banco a banco.

Intransigentes, eles ainda se recusaram a incluir uma cláusula sobre auxílio-educação na Convenção Coletiva para que essa demanda possa ser negociada banco a banco.

Previdência complementar

O Comando Nacional defendeu a criação de planos de previdência complementar em todos os bancos, como forma de garantir uma renda para os bancários na aposentadoria. Mas a Fenaban se recusou a discutir a proposta, preferindo remeter o tema para a negociação empresa a empresa.

14º salário

O Comando Nacional propôs a concessão de um 14º salário, como forma de melhorar a remuneração dos bancários, diante da evolução dos lucros dos bancos. Mas a Fenaban negou a reivindicação.

Calendário de negociação e mobilização

O Comando Nacional definiu um calendário, que combina negociação e mobilização, visando intensificar as atividades dos sindicatos e construir a unidade, a luta e a vitória dos bancários de bancos públicos e privados. "É fundamental a participação de todos os trabalhadores para conquistar avanços econômicos e sociais. Outro banco é preciso, com as pessoas em primeiro lugar", convoca Carlos Cordeiro.

Terça - dia 21 - dia nacional de luta
Quarta - dia 22 - negociação com a Fenaban
Quinta - dia 23 - indicativo de negociações com os bancos públicos
Terça - dia 28 - assembléias em todos os sindicatos
Quarta - dia 29 - indicativo de greve, em caso de rejeição das propostas

Fonte: Contraf-CUT



TODAS E TODAS NA ASSEMBLÉIA!

UNIDOS SOMOS FORTES!!!


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quinta-feira, 16 de setembro de 2010

ASSEMBLÉIA AMANHÃ, 18h, NO SINDICATO.

CAMPANHA SALARIAL: FENABAN SEM PROPOSTAS

Bancos continuam sem propostas. Negociações seguem nesta quinta


Crédito: Jailton Garcia/Contraf-CUT
Jailton Garcia/Contraf-CUT Os bancos não apresentaram propostas para as reivindicações de aumento real de salário, valorização dos pisos e plano de carreira, cargos e salários, que foram defendidas pelo Comando Nacional dos Bancários nesta quarta-feira 15, na quarta rodada de negociações da Campanha 2010. Mesmo conhecendo as reivindicações há mais de um mês, os negociadores da Fenaban disseram que ainda precisam de mais um tempo para discutir as demandas com os bancos, antes de apresentar uma proposta.

As negociações sobre remuneração prosseguem nesta quinta-feira 16, a partir das 10h. Estarão centradas na PLR, vale-refeição, cesta-alimentação, auxílio creche/babá, auxílio-educação, previdência complementar para todos os bancários, 14º salário e adicional de risco de vida, entre outros temas.

"Deixamos claro aos bancos que todos esses temas são de extrema importância para a categoria e que, diante do fantástico aumento da lucratividade do sistema financeiro, não existe a possibilidade de fecharmos um acordo sem ampliar o poder de compra dos trabalhadores, o que passa por aumento real de salário, elevação dos pisos e PCCS em todos os bancos", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários. "Os bancos mais uma vez foram intransigentes, o que deixa os bancários ainda mais descontentes e aponta para um fortalecimento da mobilização da categoria."

Reajuste de 11%

O Comando Nacional defendeu na mesa de negociação a reivindicação de reajuste salarial de 11%, o que garante a inflação do período mais aumento real. Os representantes dos bancários argumentaram que as empresas financeiras podem atender com folga essa demanda, diante do forte crescimento da economia (que deve ultrapassar 7% este ano) e da fantástica lucratividade dos bancos.

Apenas os cinco maiores (BB, Itaú, Bradesco, Caixa e Santander) tiveram lucro líquido de R$ 21,3 bilhões no primeiro semestre, um crescimento de 32% em relação ao lucro do mesmo período do ano passado. Praticamente a cada dois anos, os bancos dobram de tamanho - um ganho sem paralelo no mundo.

Os bancos repetiram o que o diretor de Relações de Trabalho da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), Magnus Apostólico, já havia antecipado em entrevista ao jornal O Globo no último sábado, dia 11, quando declarou que "11% de aumento é inviável". Para ele, essa proposta não tem viabilidade diante de uma inflação sob controle.

Os representantes dos bancários retrucaram que não se trata apenas de uma questão de índices inflacionários, mas sim de dividir com os trabalhadores os ganhos de produtividade.

Piso igual ao mínimo do Dieese

O Comando Nacional também insistiu na necessidade de valorização e de criação de novos pisos salariais para a categoria, que passariam a ter os seguintes valores:
. R$ 1.510 para portaria
. R$ 2.157 para escriturário (salário mínimo do Dieese)
. R$ 2.913 para caixas
. R$ 3.641 para primeiro comissionado e
. R$ 4.855 para primeiro gerente

"Mostramos aos bancos que o piso de R$ 1.074 pago hoje é muito baixo e absolutamente incompatível para um sistema financeiro tão lucrativo, porque não cobre as necessidades básicas do trabalhador, que tem família, tem que pagar faculdade e ainda se vestir à altura das exigências das empresas", diz Carlos Cordeiro. Mas os representantes da Fenaban alegaram que o piso não é baixo.

PCCS em todos os bancos

A existência de um plano de carreira, cargos e salários permite ao trabalhador planejar a sua ascensão profissional, conhecendo os critérios objetivos e as competências que os cargos exigem. Esse é um tema de extrema importância para a categoria hoje, sobretudo nos bancos privados, diante da ausência de regras claras e transparentes para as promoções e a valorização dos trabalhadores. Foi a primeira vez que o assunto foi discutido em profundidade em uma negociação com a Fenaban.

Os bancos não querem incluir uma cláusula sobre PCCS na Convenção Coletiva, alegando que a política de gestão de competências e resultados varia de banco a banco. No entanto, aceitaram proposta de realização de um seminário com participação de especialistas indicados pelos dois lados, para aprofundar a discussão sobre os modelos de administração por competência.

Negociações continuam nesta quinta

Os demais temas sobre remuneração da pauta de reivindicações serão discutidos nesta quinta-feira. Entre elas, estão:

- PLR de três salários mais R$ 4 mil fixos.
- Aumento para um salário mínimo (R$ 510) dos valores do auxílio-refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta-alimentação e auxílio-creche/babá.
- Previdência complementar em todos os bancos.
- 14° salário.
- Adicional de risco de vida de 30% para agências, postos e tesouraria.

Fonte: Contraf-CUT

NO BANPARÁ, A NEGOCIAÇÃO AINDA ESTÁ LENTA. O PRINCIPAL AINDA NÃO FOI ACEITO PELO BANCO.

No Banpará não é possível fechar menos que o REAJUSTE DE 11%, já que nossos salários estão muito achatados. Nas mesas de negociação ainda não estão definidas questões fundamentais como:

- REEMBOLSO DOS 20% DOADOS EM 1998;

- LICENÇA PRÊMIO PARA TODOS JÁ;

- EVOLUÇÃO POR MERECIMENTO NO PCS EM 2011;

- RETORNO DA REGRA BÁSICA DE 15% DA PLR, MAIS O MELHOR ADICIONAL POSSÍVEL;

- COMPENSAÇÃO FINANCEIRA PELA ESPERA NA IMPLANTAÇÃO DO PONTO ELETRÔNICO;

- DEMONSTRAÇÃO IMEDIATA DO PATRIMÔNIO REMANESCENTE COM A EXTINÇÃO DO PLANO CAFBEP/PAS, E DECISÃO DOS ASSOCIADOS AO PLANO SOBRE A DESTINAÇÃO DO SALDO; DISCUSSÃO SOBRE O CUSTEIO DO PLANO DE SAÚDE CONTRATADO COM A UNIMED;

- 1 HORA DE INTERVALO PARA ALMOÇO E DESCANSO;

- ISENÇÃO DE TARIFAS E JUROS ABAIXO DE 1%;

- EFETIVAÇÃO IMEDIATA DOS QUE ESTÃO EM TRAINNE, OU NA FUNÇÃO HÁ 3 MESES OU 6 MESES INTERCALADOS;

- ELEIÇÃO PARA TODOS OS CARGOS DE REPRESENTAÇÃO DOS FUNCIONÁRIOS NO BANPARÁ, COMO REPRESENTANTES NO COMITÊ TRABALHISTA, NO GT PCS, E EM TODOS OS DEMAIS ESPAÇOS DE REPRESENTAÇÃO;


- CAPACITAÇÃO TRIMESTRAL E CURSOS DE FORMAÇÃO PARA TODOS, entre outras.

É preciso negociação firme com o banco. Enquanto a direção do Sindicato fica afirmando que está tudo às mil maravilhas, tentando desmobilizar a categoria para não lutar nesta Campanha Salarial, o que é o PRINCIPAL para nós, fica em segundo plano. Essa é uma tática errada.

Nosso maior problema, hoje, é que temos os mais defasados salários entre os bancários de bancos públicos. Então, SALÁRIO É A PRIORIDADE NA NEGOCIAÇÃO. Não adianta começar a negociar pelo "mais fácil" e depois dar ao banco o argumento de que já abriu em mão em tudo, de que já facilitou a negociação nos ítens anteriores. É preciso priorizar o que é mais importante e depois negociar os demais ítens, quando se quer, realmente, defender os interesses dos trabalhadores.


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terça-feira, 14 de setembro de 2010

CAMPANHA SALARIAL: CADÊ OS AVANÇOS?

Se a próxima reunião de negociação da Minuta de Reivindicações, que será no dia 20 de setembro, tratará das cláusulas econômicas, então não houve negociações em outros ítens, importantíssimos, para o funcionalismo, nas cláusulas sociais?

Senão, vejamos...

O que foi negociado quanto à CLÁUSULA 6ª, parágrafo único, da Minuta, que determina a ISENÇÃO DE TARIFAS E JUROS ABAIXO DE 1%?

E quanto à CLÁUSULA 16ª, que determina a EFETIVAÇÃO IMEDIATA dos funcionários comissionados que estão como trainne, ou na função há três meses, ou seis meses intercalados?

E como ficou a reivindicação dos CURSOS DE FORMAÇÃO PRESENCIAIS OU À DISTÂNCIA, para todos os funcionários, contemplada na CLÁUSULA 25ª; e reivindicação da CAPACITAÇÃO TRIMESTRAL de todos os empregados em suas respectivas funções, prevista na CLÁUSULA 29ª?

Outro importante ítem para a saúde dos bancários e bancárias é o que trata do TEMPO DE 1 HORA DE INTERVALO PARA O ALMOÇO E DESCANSO, que está previsto na CLÁUSULA 30ª, inclusive já abordada em minutas anteriores, e que tem impacto benéfico na vida do bancário, porque é quando ele poderá se restabelecer da rotina de trabalho extenuante. Cadê a negociação sobre essa cláusula?

OUTRAS CLÁUSULAS NÃO COMENTADAS NOS RELATOS DO SINDICATO:

CLÁUSULA 32ª - IMPLANTAÇÃO DE SENHA ELETRÔNICA.

CLÁUSULA 33ª - ASSINATURA DIGITALIZADA.

CLÁUSULA 34ª - DEMOCRATIZAR ACESSO À INTERNET.

CLÁUSULA 39ª - NÃO OBRIGAÇÃO DE RECONHECIMENTO DE ASSALTANTES.

CLÁUSULA 42ª - PROVIDÊNCIAS EM DECORRÊNCIA DE ASSALTOS/SEQUESTROS, aqui incluindo a RESTITUIÇÃO DE VALORES CORRESPONDENTES AOS BENS PESSOAIS DOS FUNCIONÁRIOS QUE TENHAM SIDO SUBTRAÍDOS EM ASSALTOS DECORRENTES DA RELAÇÃO DE TRABALHO.

CLÁUSULA 44ª - COMBATE EFETIVO AO ASSÉDIO MORAL.

Estas cláusulas não foram negociadas? Cadê os avanços?



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