segunda-feira, 21 de maio de 2018

ATENDENDO A PEDIDOS, AFBEPA OFERECE CURSO DE EXCEL AOS SEUS ASSOCIADOS E ASSOCIADAS


  
Pensando em nossa qualificação profissional e ouvindo vários colegas que solicitaram o Curso de Excel Básico e Avançado, a AFBEPA buscou um excelente instrutor. Trata-se do nosso colega Fernando Loureiro, analista de Sistemas, lotado na SUENG/GEAMB, que ministrará, em um primeiro momento, o curso de Excel Básico.
O curso tem duração de 2 meses, com 4 horas por semana (totalizando 32 horas), sendo que o interessado pode escolher em fazê-lo nas segundas e quartas-feira ou nos dias de terça e quinta-feira de 18h às 20h ou de 20h às 22h; aos sábados de 8h às 12h ou de 14h às 18h. O curso será ministrado a partir de junho, conforme a procura e interesse dos colegas, na escola de cursos de qualificação In Tech, localizada na Av. Dr Freitas, n° 1003, entre Av. Senador Lemos e Av. Pedro Miranda – Pedreira.
  Aos interessados, basta enviar mensagem com nome e horário desejado para o WhatsApp da AFBEPA: (91) 9247-6774 ou contatar pelos telefones 3212-1457/1479. Mais informações sobre o curso, também por estes canais.
UNIDOS SOMOS FORTES!
A DIREÇÃO DA AFBEPA

Assessoria de Imprensa

sexta-feira, 18 de maio de 2018

ESPECIALISTAS E PESQUISAS APONTAM: REFORMA TRABALHISTA PREJUDICA TRABALHADORES E AUMENTA O DESEMPREGO

Foto: Geraldo Magela - Agência Senado
  No início desta semana, houve audiência pública promovida pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) no Senado. Entre os debatedores estavam o procurador Regional do Trabalho e coordenador nacional da Coordenadoria de Combate às Fraudes nas Relações de Trabalho do Ministério Público do Trabalho, Paulo Vieira, a pesquisadora do Centro de Estudos Sindicais e de Economia do Trabalho (CESIT/ UNICAMP), Marilane Teixeira. Todos os participantes concordam que a Reforma Trabalhista gera desemprego, torna a remuneração final do trabalhador menor e ainda o distancia do acesso à Justiça, uma vez que a negociação pode ser feita diretamente entre patrão e empregado.
Trabalhadores com menor nível de instrução tendem a ser os mais prejudicados com a Reforma, uma vez que conhecem menos seus direitos e precisam garantir o seu sustento básico e de sua família.
Segundo dados do Instituto Brasileiro de Pesquisa e Estatística (IBGE), em dezembro do ano passado, o número de trabalhadores informais ultrapassou o número de empregados formais: 34,2 milhões de pessoas na informalidade contra 33,3 milhões com carteira assinada. É a primeira vez na história do Brasil que o trabalho informal ultrapassa o de carteira assinada, de acordo com o IBGE.
Quando nos foi vendida, a Reforma Trabalhista prometia a geração de milhões de empregos, porém, o que se vê, na prática, é bem diferente. Trabalhadores não são suficientemente remunerados, não recebem o valor integral das horas extras trabalhadas, trabalham horas a fio por um trabalho cada vez mais exaustivo – devido à redução do quadro funcional nas empresas –, com condições de trabalho e segurança questionáveis.

Cenário: Consequências da Reforma Trabalhista
A Reforma Trabalhista, aprovada em novembro do ano passado, vendia a ideia de que seriam gerados mais de seis milhões de empregos a partir de sua aprovação. No entanto, o que se vê, imediatamente após seu funcionamento, são números cada vez mais negativos para os trabalhadores e, no geral, para a economia nacional – Produto Interno Bruto (PIB) decadente se comparado a outros períodos.
Dados divulgados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (CAGED) mostram que, no mesmo mês que a reforma entrou em vigor, 8.530 empregos formais foram extintos. Em dezembro de 2017, no mês seguinte à aprovação, a queda continuou: 339.381 postos de trabalho perdidos, o saldo mais negativo do ano.


Os dados mais recentes da CAGED apontam para um aumento de empregos formais, entretanto, especialistas afirmam que este aumento ocorre em ritmo lento e não exclui a precarização do trabalho realizado. Como declara Guilherme Santos Mello, do Instituto de Economia da Unicamp (em entrevista ao HuffPost Brasil). “Isso faz com que a renda do trabalhador não aumente de maneira substancial”, confirma a má remuneração dos novos empregados após a Reforma Trabalhista.

 Pesquisa mostra a falta de emprego e quem mais sofre com ela
Nesta quinta, 17, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD) trimestral que aponta a falta de emprego para 27,7 milhões de brasileiros. É a maior taxa registrada na pesquisa analisada desde 2012.
A PNAD mostra que a taxa de subutilizados ficou em 24,7% no primeiro trimestre deste ano. O grupo de subutilizados compreende desempregados, aqueles que não estão totalmente ocupados – com menos de 40 horas semanais de trabalho – e outros que são força de trabalho em potencial, ou seja, não estão procurando emprego formal por diferentes motivos. Este último grupo é formado pelos “desalentados”, que desistiram de procurar emprego, e por pessoas que podem trabalhar, mas não podem escolher o mercado. Como as mães que optaram por cuidar dos filhos em casa.
O número de desemprego entre pretos, pardos e mulheres também é maior.
A média nacional de desemprego neste primeiro trimestre de 2018 é de 13,1%. Brancos ficam abaixo dessa média, com 10,5% de desempregados. Em contrapartida, a taxa de desemprego entre dos pretos e pardos ficou acima da média: 16,0% e 15,1%, respectivamente.
O cenário também é desigual entre mulheres e homens. Apesar do contingente feminino ser o maior em número de pessoas que podem trabalhar, 52,4% deste universo, o IBGE apontou que o nível da ocupação entre homens é de 63,6%, enquanto  entre as mulheres, 44,5% nos primeiros três meses deste ano.
Em síntese, postos de trabalho são recriados em um ritmo lento, não superando o número de perdas existentes, devido ao grande número de demissões iniciadas, principalmente, em novembro de 2017 – período após Reforma. Não há um saldo positivo significativo nem para o empregado, nem para a economia nacional (PIB – Produto Interno Bruto).
O trabalhador para reingressar no mercado, se submete a salários cada vez mais baixos, abrindo mão de muitos direitos trabalhistas, como redução do horário de almoço, ausência de auxílio refeição/alimentação. Aceita trabalhar por mais horas sem a devida remuneração a fim de se manter no emprego.
Com um maior distanciamento entre trabalhador e Justiça do trabalho, dado o atual cenário, que permite que patrão e empregado negociem diretamente sem intermediários legais, se faz necessário que entendamos o sentido de “categoria trabalhista”.
Lutemos pela manutenção de nossas garantias trabalhistas e pela conquista de melhorias. Não podemos permitir que precarizem ainda mais nossos Direitos e Condições de Trabalho.
UNIDOS SOMOS FORTES!
A DIREÇÃO DA AFBEPA
Texto: Fernanda Libdy
Assessoria de Imprensa

Imagens: Internet

quinta-feira, 17 de maio de 2018

BALANCETE FINANCEIRO DO 1º TRIMESTRE DE 2018 (Janeiro/Fevereiro/Março)


Dando continuidade à política de transparência das receitas e investimentos que a AFBEPA faz em beneficio dos associados e da luta dos bancários, publicamos a seguir o balancete do movimento trimestral referente aos meses de Janeiro, Fevereiro e Março o de 2018, para conhecimento de todos.
BALANCETE FINANCEIRO DO 1º TRIMESTRE DE 2018 (Janeiro/Fevereiro/Março)
A Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA), fundada em 02 de setembro de 1987, é uma Sociedade Civil de Direito Privado, de Caráter Profissional, sem fins lucrativos. A AFBEPA representa exclusivamente os funcionários do Banpará associados a esta Entidade, em questões judiciais e extrajudiciais. Nossas fontes de receitas constituem-se de mensalidades dos associados e taxas de convênios firmados (Uniodonto, Ótica Telégrafo, Carne e Sabor, Auto Escola Foca e Livraria dos Estudantes).
Atualmente a AFBEPA possui 812 associados de um total de mais de 2000 funcionários ativos no BANPARÁ. O desconto da mensalidade é feito em contracheque e, também, por meio de débito automático para poupança programada da Associação, que corresponde a apenas 1,5% do salário base de cada associado/a. Os valores que entram na AFBEPA não são fixos devido às solicitações de adesões e cancelamentos, demissões e falecimentos.
RECEITAS DE CONTRIBUIÇÕES DOS ASSOCIADOS NO 1º TRIMESTRE/2018
Mensalidades dos associados
JANEIRO  R$43.964,32
FEVEREIRO  R$44.704,62
MARÇO  R$43.634,20
TOTAL  R$132.303,14
TAXAS ADMINISTRATIVAS DE CONVÊNIOS FIRMADOS-1º TRIMESTRE/2018.
JANEIRO  R$1.961,43
FEVEREIRO  R$1.844,51
MARÇO  R$1.937,89
TOTAL:  R$5.743,83
RECEITAS FINANCEIRAS
JANEIRO  R$6,12
FEVEREIRO  R$3,37
MARÇO R$4,93
TOTAL  R$14,42
RECEITA TOTAL DO 1º TRIMESTRE = R$138.061,39
Receita Total é a soma das Mensalidades, Receitas financeiras e Taxas administrativas.
RECUPERAÇÃO DE VALORES DO 1º TRIMESTRE/2018
R$2.755,83
São percentuais descontados no 1º trimestre de 2018, referentes a vale transporte, ticket alimentação e plano de saúde, conforme dispõe a legislação trabalhista, nos contracheques dos funcionários da AFBEPA. São valores considerados apenas para lançamento contábil.
DETALHAMENTO MENSAL DA RECUPERAÇÃO DE VALORES DO 1º TRIMESTRE/2018:
JANEIRO  
R$941,90
FEVEREIRO  R$876,30
MARÇO  R$937,63
TOTAL  R$2.755,83
DESPESAS OPERACIONAIS POR RUBRICA
  • Despesas com Pessoal - Essas despesas se referem a pagamento de salários e ordenados, férias, vale transporte, ticket alimentação e plano de saúde dos funcionários: R$29.723,06
  • Despesas Tributárias – (FGTS/INSS/PIS/IRRF): R$11.172,81
  • Despesas Financeiras - Essas despesas se referem a tarifas bancárias e manutenção de conta: R$941,00
  • Despesas Administrativas - são as demais despesas abaixo descritas, que somam o total de: R$60.853,18

DETALHAMENTO DAS DESPESAS ADMINISTRATIVAS DO 1º TRIMESTRE/2018 – TOTAL : R$60.853,18
Despesas com telefonia fixa da AFBEPA (02 linhas) - R$997,47
Despesa com telefonia móvel (TIM) – R$1.055,33
Despesa com telefonia móvel (OI) – R$234,77
Condomínio - R$1.278,00
Aluguel da sede – R$2.400,00
Energia elétrica - R$1.778,67
Anúncios e publicações – R$500,00
Despesas com copa, cozinha e material de limpeza - R$909,05
Despesas com cartório em reconhecimentos de assinaturas e autenticações de cópias de listas de presenças em reunião e Assembleia na AFBEPA R$86,10
Bens de natureza permanente aquisição de um liquidificador – R$89,00
Despesas de viagem locação de veículos, hospedagens, combustível (para os participantes do Seminário) e ajuda de custo para viagem às cidades de Dom Eliseu, Paragominas, Aurora do Pará, Ipixuna do Pará, São Miguel do Guamá e Santa Maria do Pará e com locação de veículo, hospedagem, combustível, passagem de avião, locação de auditório, Coffee Break, buffet para evento  realizado em Marabá por ocasião do Seminário: Reforma da Previdência, Reforma Trabalhista e Conjuntura da Campanha Salarial 2018R$19.064,31
Investimento com Transporte em atividades da diretoria da AFBEPA com idas às Unidades do Banpará em Belém, em Audiência no TRT, Assembleia e reuniões de Diretoria; retornos da jornalista para sua residência - R$695,15
Investimento com combustível em atividades da diretoria da AFBEPA com viagens às cidades do interior, idas às Unidades do Banpará, Audiência no TRT, chamada para Assembleia e reuniões – R$2.920,43
Investimento com alimentação, para Diretoria em eventos de interesse da categoria, em viagens às cidades do interior do estado, reuniões de Diretoria na AFBEPA, lanches para a Assembleia Geral e para funcionários da AFBEPA em trabalhos extraordinários - R$3.347,20
Vale transporte da Associação para atividades externas realizadas pelo funcionário da AFBEPA – R$570,00
Gastos com informática – R$210,00
Material de expediente e escritório - R$979,00
Devolução de valores a associados de descontos indevidos – R$1.516,36
Honorários do 1º Trimestre - Advogados: Dra. Valéria Fidellis / Dr. Marcio Tuma / Dra. Shirley Araújo e Contadora: Sra. Benedita Soares - R$18.978,56
Estacionamento R$1.014,00
Donativos e contribuições – R$250,00
Juros e multas (INSS – 13º Salário/2015) R$980,01
Serviços prestados da diarista no 1º trimestre/2018 - R$800,00
Serviços prestados no conserto da estufa de uma central de ar da AFBEPA– R$40,00
Manutenção e reparo compra de uma tomada R$14,00
Manutenção do filtro de água – R$145,77
DETALHAMENTO DAS DESPESAS OPERACIONAIS – TOTAL: R$102.690,05
Despesas com telefonia - R$2.287,57
Aluguel – R$2.400,00
Condomínio - R$1.278,00
Energia elétrica - R$1.778,67
FGTS - R$1.851,27
INSS - R$9.102,93
PIS – R$111,27
IRRF Aplicação poupança – R$107,34
Plano de Saúde dos funcionários da AFBEPA - R$2.556,18
Vale transporte dos funcionários da AFBEPA – R$2.356,80
Vale transporte/empresa – R$570,00
Ticket alimentação dos funcionários da AFBEPA - R$4.462,76
Despesas com copa, cozinha e material de limpeza - R$909,05
Despesas com combustível– R$2.920,43
Despesas com alimentação - R$3.347,20
Gastos com informática – R$210,00
Despesas com Transporte - R$695,15
Material de expediente e escritório - R$979,00
Devolução de desconto indevido para os associados – R$1.516,36
Despesas bancárias - R$941,00
Salários e Ordenados dos Funcionários da AFBEPA -R$18.291,10
Férias – R$2.056,22
Honorários (Advogados / Contadora) - R$18.978,56
Manutenção e reparos – R$159,77
Serviços prestados -R$840,00
Despesas de viagem e Evento – R$19.064,31
Anúncios e publicações – R$500,00
Cartório – R$86,10
Bens de natureza permanente – R$89,00
Estacionamento – R$1.014,00
Donativos e contribuições – R$250,00
Juros e Multas – R$980,01
TOTAL DA RECEITA OPERACIONAL......... R$138.061,39
TOTAL DAS DESPESAS OPERACIONAIS.... R$102.690,05
Resultado do 1º Trimestre/2018..............R$35.371,34
No Resultado do 1º trimestre computa-se contas a pagar da AFBEPA, referente ao mês de março/2018 com vencimentos no mês de abril/2018.
UNIDOS SOMOS FORTES!
A DIREÇÃO DA AFBEPA

segunda-feira, 14 de maio de 2018

AGÊNCIA DO BANPARÁ EM ABEL FIGUEIREDO É EXPLODIDA, NESTE DOMINGO



Agência do Banpará em Abel Figueiredo, município do sudeste paraense, é invadida por um grupo de nove homens fortemente armados. O assalto ocorreu neste domingo, dia 13, por volta de 1h da madrugada.

Os bandidos fizeram “vapor” no local. Atiraram contra a agência e explodiram caixas eletrônicos e cofre. Também fizeram cerca de oito pessoas reféns, incluindo o vigia que estava trabalhando no local.

Os reféns foram deixados pelos bandidos na saída da cidade. Os assaltantes fugiram por uma via que dá acesso ao Maranhão. Todos os reféns passam bem e a Polícia já isolou a agência para perícia.

A presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, esteve presente com o setor responsável. Este informou que os funcionários serão realocados em agências próximas, com todos os direitos decorrentes dessas movimentações. As orientações mais detalhadas serão repassadas pela Área de Pessoal à gerência geral da Unidade de Trabalho.

Um dos funcionários da agência diz que todos ficaram alarmados com este tipo de assalto, já que o município de Abel Figueiredo parece tranquilo. Durante o assalto, alguns trabalhadores do Banco, que moram próximo ao local, foram acordados com os disparos, se jogando no chão de suas casas até o tiroteio acabar.

ASSALTOS SÃO RECORRENTES NAS AGÊNCIAS
A insegurança nas agências do Banpará já é sentida por seus trabalhadores há um tempo. Em 2017, foram registradas 13 ocorrências de assaltos de janeiro até início de dezembro. As modalidades dos roubos são várias. Furtos, “sapatinho”, arrombamentos, invasões, “vapor”.

No dia 30 de junho do ano passado, por exemplo, houve uma tentativa de “sapatinho” contra a tesoureira da Agência Maracanã. Os assaltantes, sem chamar a atenção, levaram a colega e seus filhos como reféns, obrigando a vítima a realizar um saque. No entanto, o banco bloqueou o acesso e a retirada do dinheiro. A funcionária e suas crianças só foram liberadas horas depois.

RISCO À SAÚDE PROVENIENTE DE POEIRA TÓXICA
A presidência da AFBEPA reforça que os funcionários se afastem do local, uma vez que ele está bastante depredado, com poeira e resíduos tóxicos provenientes dos explosivos, oferecendo, portanto, risco à saúde.


URGENTE INVESTIMENTO EM SEGURANÇA PÚBLICA!
É pública e notória a falta de investimento em Segurança Pública, dever do Estado e direito de todos os paraenses.

Com a destruição e, consequente, suspensão dos serviços de uma agência bancária, as pessoas da comunidade perdem. Os cidadãos que dependem dos serviços para pagar suas contas, receber proventos de aposentadoria, solicitar empréstimos, entre outros, ficam desassistidos, precisando buscar atendimento em locais mais distantes.

Funcionários perdem: Imaginamos os danos psicológicos causados aos trabalhadores que presenciam assaltos em seu local de trabalho ou próximo deles, como foi o caso relatado, na Agência de Abel Figueiredo.

Os danos materiais causados a uma agência destruída por assaltantes também são enormes. É preciso bastante investimento para reativá-la dentro dos padrões de segurança, saúde e higiene necessários.

Cabe ao Governo do Estado uma resposta à altura da violência crescente que a população vivencia. Urge a necessidade de investimentos melhores e maiores em segurança pública. 

No caso presente verifica-se que não há monitoramento, ou seja, o serviço de inteligência padece. Pior a estrutura de transporte sucateada, ou que inexiste. Enfim, toda a ausência de um Estado que precisa atuar.  

Chega de tanta Insegurança, está na hora do Governo do Estado do Pará AGIR!
UNIDOS SOMOS FORTES!
A DIREÇÃO DA AFBEPA
Informações: Ag. de Abel Figueiredo e Assessoria Polícia Civil
Imagens: Via WhatsApp
Assessoria de Imprensa