segunda-feira, 12 de abril de 2021

AFBEPA REPUDIA A ATITUDE DO BANPARÁ DE ANTECIPAR O HORÁRIO DOS BANCÁRIOS PARA ÀS 7H.

Em mais um momento alheio as necessidades do funcionalismo, o Banco ordenou que amanhã, 13, e, também, nos dias 16 e 20 de abril, os bancários e bancárias das Agências Abaetetuba, Castanhal, Santarém, Icoaraci, Cametá, Bragança, Breves, Augusto Montenegro, Cidade Nova, Nazaré, Ananindeua, BR Ananindeua, Telégrafo, Pedreira, Senador Lemos, Estrada Nova, Belém Centro, São Brás, Mosqueiro e Altamira, iniciem as suas jornadas de trabalho desde às 7h da manhã. 

A emissão desse Comunicado, na tarde desta segunda-feira, 12, sobre a antecipação dos horários, que era 8h para às 7h, surpreendeu a todos os colegas.

O Comunicado também expressa que o colaborador da fila deve iniciar o atendimento às 6h. A mudança, de acordo com o Banco, é para atender a grande quantidade de beneficiários no primeiro dia do mês de aniversário. 

A Afbepa entende que há um equívoco de avaliação em relação a essa abertura muito cedo, pois não é com a antecipação de horário e aumento da jornada que o problema será resolvido. Essa medida apenas contribui para o adoecimento mental e físico desses funcionários (as) que já estão em seus limites da exaustão.

As trabalhadoras e trabalhadores do Banpará estão sendo empurrados ao que a Organização Mundial de Saúde-OMS chama de Síndrome de Bornout, uma doença mental caracterizada pelo estresse profissional crônico. 

A Síndrome pode causar dores musculares, dores de cabeça frequente, problemas gastrointestinais, insônia, negatividade constante, dificuldades de concentração, sentimento de incompetência, derrota e desesperança. A principal causa é o excesso de trabalho ou estresse decorrente da atividade profissional.

A Afbepa observa que o Banpará está NEGLIGENCIANDO a situação de DESGASTE MENTAL que está submetendo os seus empregados (as), com jornadas acima de 12h, retirando ainda o sábado como dia de descanso para que esse funcionalismo se recupere da estafa da semana e, agora, colocando-os para estarem dentro das Agências às 6h e 30min da manhã, sem horário para sair, sendo que muitos terão que se dirigir aos seus locais de trabalho entre 5:30 e 6h.

O Estresse crônico profissional é tão grave que, segundo o INSS, em 2017, foram 17.310 bancários(as) afastados por doenças. Sendo que mais de 50% dos casos foram relacionados a transtornos mentais (Depressão, Burn-out) e doenças por esforço repetitivo (LER, DORT).

A categoria está adoecendo cada vez mais... Até o ponto de chegar ao seu limite e se desestruturar totalmente, após tantas atitudes lamentáveis da Diretoria do Banco.

CADÊ A GESTÃO DE PESSOAL? 

A Afbepa repudia essa antecipação de horário, por acreditar que realmente a contratação de mais profissionais para atuarem nas Agências e PABs, além de espaços físicos adequados ajudaria de sobremaneira a resolver essa questão de pagamentos dos benefícios do Renda Pará, Fundo Esperança e Bora Belém. E, acredita, ainda, que os profissionais do Banpará merecem melhores condições de trabalho, com direito aos seus dias de descanso; ao pagamento das horas extras e reflexos na sua totalidade; almoço e lanches.

Queremos que o Banpará nos olhe como Gente!!


UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA
ASSESSORIA DE IMPRENSA

sexta-feira, 9 de abril de 2021

GOVERNO PEDE RESPEITO, MAS AS FILAS CONTINUAM.

Agência Marabá Cidade Nova


Mesmos após as mudanças anunciadas pelo Governo do Estado, na quarta-feira, 7, as filas nas Agências continuam enormes e dobrando quarteirões.

Na quinta, 8, determinadas agências conseguiram não deixar que as filas aumentassem. A presidência do Banpará encaminhou colegas da Matriz para reforçar o atendimento aos beneficiários dos programas sociais e contratou terceirizados, o que ajudou muito aos funcionários (as).


Agência Marabá Cidade Nova


Porém, nesta sexta-feira, 9, quem foi às Agências Telégrafo( a fila ia para Curuçá), Belém Centro, Pedreira( fila descia a Angustura), Augusto Montenegro, Cidade Nova e Marabá se deparou com multidões aglomeradas, sob sol e chuva, em frente e ao redor dessas unidades.

Segundo informações, a procura pelo atendimento voltou a crescer, pois hoje é a data em que "vira" o mês de pagamento, levando muitas pessoas a se confundirem e correrem para garantirem logo os seus benefícios.

Aglomeração da Agência Pedreira 

Aglomeração da Agência Pedreira até o início da Travessa Angustura

A Afbepa lamenta todo o drama que essas pessoas passam para terem o mínino de sua sobrevivência garantida. Enfrentando filas longas, sol, chuva e, às vezes, sem água ou algum alimento para ajudar a não doer o estômago, enquanto esperam, do lado de fora, a sua vez de entrar, mas totalmente expostos aos perigos da covid19.

Tudo isso poderia ter sido evitado se o Governador do Estado tivesse planejado e organizado, junto com o Banco, com antecedência, uma forma de pagamento segura e com cuidados sanitários.  


Fila da Agência Augusto Montenegro


A Afbepa também se solidariza com os colegas que estão enfrentando dias tão exaustivos e estressantes. Amanhã, que seria um dia de descanso, será mais um dia de luta para todos que já precisam retornar à rotina na segunda-feira novamente, para viver tudo de novo.

Esperamos que toda essa falha de comunicação seja resolvida entre Governo, Banpará e os beneficiários. Pois, é o que falta: uma comunicação clara e efetiva, de forma que as pessoas só se desloquem até às unidades quando realmente for seu dia de pagamento.


Fila da Agência Telégrafo até a Rua Curuçá

Fila da Agência Telégrafo até a Rua Curuçá


Falta Comunicação. Falta organização! Cabe ao Governo do Estado e ao Banpará(engajamento de setores, como gestão de pessoal, comercial, tecnologia e de patrimônio)serem mais efetivos a respeito disso que machuca o Funcionalismo e a imagem do Banco!



UNIDOS SOMOS FORTES

DIREÇÃO DA AFBEPA

ASSESSORIA DE IMPRENSA

BANCÁRIOS DO BANPARÁ SOFREM COM PÉSSIMAS CONDIÇÕES DE TRABALHO E SEM DIREITO A UM PRATO DE COMIDA.

Mais um dia acrescido, para o trabalho de pagamento dos programas sociais do governo. O Sábado. E sem direito ao mínimo, um prato de comida.

A rotina dos trabalhadores (as) do Banpará será de segunda a sabado, de 8h até a noite, em muitos Locais de Trabalho.

A determinação do Governador Hélder Barbalho, é para que os funcionários (as) do Banpará trabalhem, também, aos sábados, a partir deste, 10/4, para atender os beneficiários dos programas sociais "Fundo Esperança", "Renda Pará" e "Bora Belém". 

Os trabalhadores (as) do Banco estão extrapolando suas jornadas de trabalho, fazendo inúmeras horas extras para garantir o atendimento a todas as pessoas. Frise -se, sem direito a um prato de comida, sem conseguir parar para fazer xixi, tomar água, lavar as mãos etc, a rotina é essa, e a DIRAD não vê isso. Um prato de comida é o mínimo a ser oferecido, para quem está à frente dos trabalhos nas agências e PABS.

Desde novembro do ano passado, a Afbepa já alertava para essa sobrecarga e extrapolação da jornada, somada ao déficit no quadro de pessoal e as falhas nos sistemas tecnológicos durante esse período de pagamento.

O Acordo Coletivo 2020-2022 prescreve que as Horas Extras serão remuneradas da seguinte forma:

 

CLÁUSULA 50ª – BANCO DE HORAS

PARÁGRAFO QUARTO – Será observada a proporção de 60% das horas para compensação via banco de horas, e 40% das horas, a serem pagas como extraordinárias, no mês subsequente à realização das horas excedentes. (grifos nossos)

A Afbepa entende que as Horas realizadas deveriam ser pagas, todas no mesmo mês, principalmente, dessa forma capenga, onde o Banco lucra à custa da Saúde do seu empregado(a).

Também, o Banco deveria oferecer melhores condições de trabalho aos seus funcionários durante essas jornadas. A grande maioria, chega extenuada em casa, sem tempo de preparar um alimento para levar no dia seguinte, pois a rotina de trabalho inicia nas primeiras horas da manhã, às 7h e 30min tem de estar nas Agências, para começar o expediente às 8h. Há relatos de colegas que só conseguem almoçar após às 16h.

O Banpará retira dos seus Funcionários (as) as suas promoções, o seu dia de descanso, o seu direito a hora extra mais adicional de 50% e reflexos em férias, 13°salário, FGTS etc, há a perda da qualidade de vida na Saúde, por extremo estresse, e com a família, não há tempo de lazer e, até tempo para melhorias educacionais, além do desgaste físico, emocional e clínicos, pois muitos estão doentes por covid ou tiveram covid, sem o apoio devido.

Um prato de almoço é o mínino que o Banco poderia fazer para ajudar os seus trabalhadores, nos Locais de Trabalho. 

O Funcionalismo do Banpará vem se dedicando além do seu limite, dia após dia, enfrentando o vírus letal, as multidões revoltadas com as demoras, as falas de desvalorização do Governador, a demora para serem vacinados e, mesmo assim, todos os dias estão lá atendendo a população que necessita deste auxílio. Sempre dando seu melhor pela população e para o Banpará.

É urgente que o Banco reconheça esse esforço e valorize os seus Funcionários (as)! Ofereça o mínino de condições para as jornadas de mais de 12 horas e pague o que é de Direito e fundamental.


UNIDOS SOMOS FORTES
DIREÇÃO DA AFBEPA
ASSESSORIA DE IMPRENSA

quinta-feira, 8 de abril de 2021

BANPARÁ A VIDA TEM VALOR.

O que explica ou justifica um funcionário estar trabalhando na linha de frente de uma agência com apenas 1(um) rim??

Por que essa falta de Amor ao Próximo?

É, a Afbepa escutou horrorizada a voz de um colega, carregada por um pulmão comprometido por covid19, que passou muito mal no domingo, com febre e dor na costela, mas, que trabalhou na segunda-feira, 5, quando o seu gerente geral lhe mandou ir pra casa. 

No mesmo dia, o colega fez o exame de covid, swab nasal, que atestou positivo.

O funcionário encaminhou o resultado para a agência e solicitou que pedisse para Matriz encaminhar as providências.

A agência encaminhou, contudo nada foi feito!

O Banco mais uma vez ignorou os protocolos contra a covid, após o envio do caso confirmado.

O agravante na condição clínica do colega é que ele só tem um rim. Isso mesmo, um rim, o direito! E mesmo assim o Banpará não o afastou, pois é de risco para esse vírus. Por conta disso, o tratamento com antibiótico pesa para um único rim suportar a carga do remédio. 

Ele entrou com pedido para ser afastado e permanecer em home office, assim que iniciou a pandemia, mas o Banco negou. 

Ele começou a sentir os sintomas ainda na quinta-feira, 1. Na segunda, foi trabalhar normalmente, mas não aguentou o mal estar que a doença causa no corpo inteiro, e foi liberado. Foi sozinho atrás de atendimento médico, fez o teste e recebeu a confirmação do diagnóstico de infecção por covid19.

A agência repassou a confirmação ao Banco, e ficou por isso mesmo, nenhuma desinfecção do ambiente e testagens dos outros empregados (as) suspeitos, uma vez que todos têm contato uns com os outros.

A Afbepa não consegue entender como o Banco deixa uma vida com poucas chances de defesa na rota do vírus. Por que isso? 

A Afbepa ficou sabendo que todas as ordens emanam de cima para baixo, que ninguém pode tomar decisões sem consultar o alto escalão.

Será que esse alto escalão não soube disso? 

Será que as denúncias feitas por aqui são reais e o Banco enxerga o funcionalismo como se fossem máquinas ou coisas?

Afbepa compreende a gravidade da segunda onda de contaminação que estamos vivendo, e acredita que é necessária uma resposta ágil dentro de tudo aquilo que a Organização Mundial em Saúde preconiza a respeito disso.

A OMS recomenda que o correto a se fazer nesse tipo de caso é o isolamento dos demais trabalhadores e testagens de todos, além da limpeza do ambiente infectado por, no mínimo, 48h, para que também ninguém seja exposto aos produtos químicos utilizados.

A Afbepa está acompanhando o estado de saúde do colega. 

A VIDA TEM VALOR! 


A DIREÇÃO DA AFBEPA
ASSESSORIA DE IMPRENSA

quarta-feira, 7 de abril de 2021

GOVERNADOR EM FALA NO INSTAGRAM AFRONTA BANCÁRIOS DO BANPARÁ E A POPULAÇÃO.

Depois de inúmeras denúncias sobre o caos que está tomando conta das Agências do Banpará, o Governador Hélder Barbalho fez um pronunciamento estarrecedor em suas redes sociais na noite de ontem, 6, afrontando e zombando do funcionalismo do Banco e da população. 

O Governador Hélder Barbalho banalizou tudo o que os bancários e bancárias do Banpará vêm enfrentando e fazendo diariamente, como se desconhecesse essa realidade que a muito vem sendo mostrada e denunciada. Pior!! Para ele os únicos que estão sendo desrespeitados são os beneficiários dos programas sociais, os funcionários (as) do Banco são nada, ninguém. 

A sua fala, não enfrenta os reais problemas, apenas dá como "solução" a ampliação do calendário de pagamento; coloca os funcionários (as) para trabalhar aos sábados, retirando um dos poucos dias de descanso que esses trabalhadores têm para se recuperar de uma semana exaustiva e expõe mais gente para ficar frente à frente com as multidões e o vírus assassino.

O Governador tripudia em cima dos colegas do Banco que estão se contaminando e perdendo saúde, por estarem na linha de frente prestando esse atendimento, a essas famílias necessitadas desse auxílio. Há colegas doentes, em UTIs, intubados, afastados, certos queridos se foram e os que continuam trabalhando recebem essa fala de desvalorização e desrespeito do Governo do Estado, que sequer mencionou algum reconhecimento por esse funcionalismo realizar um trabalho tão cheio de Valor como esse, em condições precaríssimas de trabalho.

Caso o senhor, Governador, não saiba, mas acreditamos que saiba, temos que lhe escrever, os funcionários e funcionárias do Banpará estão fazendo mais de 12h de jornada de trabalho para fazer o pagamento de um crédito que aumenta a popularidade do seu Governo, dando visibilidade ao seu Mandato e não há reconhecimento nenhum à quem está na linha de frente, os funcionários (as)! 

Os empregados (as) do Banpará estão em condições semelhantes à escravidão, extrapolando sua jornada e, em muitos casos, sem ganhar as horas extras, enfrentando multidões revoltadas, que já quebraram porta, e com palavrões nos ofendem. 

ESTAMOS EXAUSTOS DE SERMOS TRATADOS COMO MÁQUINAS OU COISAS!

A Agência Augusto Montenegro, ontem, fechou quase às 21h. Às 18h e 45min ainda estava lotada do lado de dentro e com fila do lado de fora! 

Em Capitão Poço, a Agência foi invadida, as vidas dos colegas ameaçadas. Em Marabá, os beneficiários chamaram a imprensa e descreveram como "humilhação" o que estavam passando.

Enquanto isso, o senhor vem à Público informar que colocará mais pessoas para informar nas filas? Que pessoas são essas? Se há agência funcionando com 3 funcionários e até com apenas 1 (um) atendente como é o caso da agência telégrafo? 

Na Matriz, nossa retaguarda, temos Setores inteiros sendo flagelados pela Covid? 

Contratação de pessoal não é um mero capricho! É NECESSIDADE. 

Um sistema tecnológico que funcione! Que tenha o mínino de suporte para os clientes acessarem É um IMPERATIVO!

É preciso urgentemente uma GESTÃO DE PESSOAS QUE SE IMPORTE COM GENTE, UMA DIRETORIA ADMINISTRATIVA QUE AUXILIE A PONTA, NOS DÊ APOIO E OS DEVIDOS CUIDADOS.

A GESTÃO COMERCIAL E DE DESENVOLVIMENTO TEM DE PENSAR A ORGANIZAÇÃO E LOGÍSTICA DESSES PAGAMENTOS, COMO LUGARES GRANDES E VENTILADOS, PROVIDOS COM ÁGUA, CAFÉ E BISCOITOS, POIS OS ESPAÇOS FÍSICOS DO BANPARÁ NÃO FORAM PREPARADOS PARA RECEBEREM COM ACONCHEGO MULTIDÕES. AINDA, ENCAMINHAR CARTAS AOS ENDEREÇOS INFORMADO DATAS DE PAGAMENTOS, SEM RISCO, SEM EXPOSIÇÃO, MAS COM CUIDADO E RESPEITO!

Hoje, quarta-feira, 7 de abril. Os funcionários (as) do Banpará acordaram com choro entalado nas suas gargantas. Com esse desrespeito atravessado e rasgando o peito. O Senhor conseguiu piorar uma situação e não reconhecer tudo que o Funcionalismo está passando. A sua fala foi decepcionante! E não resolverá o problema que a população enfrenta diariamente.

SUA EXCELÊNCIA, O SENHOR GOVERNADOR, ESTÁ LIDANDO COM SERES HUMANOS, GENTE, QUE SOFRE COM ESSE CENÁRIO DE DESLEIXO PELA VIDA.

Queremos Respeito e Valorização! 


A DIREÇÃO DA AFBEPA
ASSESSORIA DE IMPRENSA

terça-feira, 6 de abril de 2021

GOVERNADOR DO ESTADO: SER VIVO PRECISA DE DIGNIDADE!

Aglomeração na Agência Augusto Montenegro

Degradante! Um calor de 33°C. Mães fazendo malabarismo para segurar seus filhos no colo em uma mão e na outra as sombrinhas. Pais de família chegando pela madrugada e até o meio dia sem atendimento. 

Todos os dias são as mesmas cenas que se repetem. As pessoas vivem um sofrimento para receber os seus benefícios. Filas longas e quilométricas, gente sentadas no chão, aglomerações e nenhum distanciamento, ao redor das agências do Banpará. A Agência Augusto Montenegro está depredada, sem a porta de vidro de entrada, no lugar um compensado, desde a quinta, 1. Todos os dias multidões buscam os seus benefícios e para recebê-las uma estrutura física pequena, como em quase todas as agências do Banpará.
Aglomeração na frente da Agência Pedreira

O Governo do Estado e o Banpará entregaram à própria sorte os trabalhadores (as) do Banco e os pais e mães de famílias que se deslocam necessitados em busca de um parco valor, mas que ajuda muito neste momento de crise. 

As assessorias ou mesmo as cabeças do Governador e da Direção do Banpará são incapazes de olhar para esses beneficiários e os funcionários (as) do Banco como GENTE, pois a HUMANIDADE passa longe do que os olhos veem.  
Aglomeração ao lado da Agência Belém Centro

Parece que essas pessoas não precisam e nem merecem um olhar de Respeito, Carinho, Amor e Proteção. 

Será que o Governador acredita que porque está dando um benefício para gente humilde, elas não são detentoras de Respeito?
Fila ao redor da Agência Belém Centro


E a Direção do Banco? Será que pensa da mesma forma? 

Aos funcionários (as) falta o dever de dar locais salubres para trabalhar.

Todos estão jogados nas mãos de Deus, pois só ele pra defender e abençoar. 
Aglomeração na Agência Icoaraci

Talvez, essa Direção pense que com alguns escritos tudo se resolve. E parabéns para quem sobreviver.

A Afbepa acredita que as pessoas tem de ser tratadas como pessoas, sujeitas de direitos, que pagam seus tributos e, portanto, merecem ser tratadas de forma DIGNA.

O Banpará precisa contratar, além disso precisa ACOLHER e PROTEGER a todos, seus funcionários (as), os Beneficiários dos Programas Sociais, Clientes e Usuários.

Continuação da fila da Agência Icoaraci


Neste momento a procura é pelo Renda Pará, o Fundo Esperança e o Bora Belém. Assim, é necessário recebê-los dentro de um espaço coberto, livre de sol e chuva; com água, café e biscoitos. SOMOS GENTE!

É fundamental que nos Locais de Trabalho tenha a quantidade adequada de funcionários e não um ou três atendentes, como a Afbepa tem conhecimento. A jornada de trabalho, por causa desse déficit de pessoal e problema tecnológico, tem sido de mais de 12 (doze) horas. ISSO CAUSA DANO À SAÚDE. ALGUÉM DO BANCO TEM DE SE IMPORTAR COM ISSO TAMBÉM!!!

A exposição das pessoas ao covid19 é muito alta, os funcionários do Banco estão adoecendo, pois não há CUIDADOS.

As falas do Governador vão no sentido de orientar para prevenção, principalmente, pelo colapso que vivem os Hospitais, mas a contradição se mostra quando esse cenário cruel se descortina.

Afinal, Governador, por que essa OMISSÃO COM AS VIDAS DAS PESSOAS??? 

O Pará está batendo quase 11 mil mortes por covid. 160 casos só nos últimos 7 dias. E, todos os dias, as Agências e Postos de trabalho são alvos de reportagem mostrando o verdadeiro descaso com a população! 

Portanto, o senhor, Governador, deve está sabendo de tudo o que está acontecendo nas agências do Banpará e que a Diretoria até agora não teve nenhuma atitude pra nos acudir e ajudar.

Não há logística. Não há organização. Não há empatia. Não há um olhar zeloso às Vidas e às nossas Saúdes.

Muitas Vidas dos funcionários foram acometidas por covid19. Uns estão lutando em leitos, outro querido foi embora. E o que o Senhor, Governador, vai Fazer??? E Urgente!!!

NÓS SOMOS GENTE E QUEREMOS DIGNIDADE E RESPEITO! 


A DIREÇÃO DA AFBEPA
ASSESSORIA DE IMPRENSA

segunda-feira, 5 de abril de 2021

DE QUEM EMANA A ORDEM PARA EXPOR AS VIDAS DOS FUNCIONÁRIOS DO BANPARÁ AO COVID: GOVERNADOR OU DIREÇÃO DO BANCO?

No dia 26 de março a Afbepa informou que uma colega da Matriz/Nurig, em trabalho presencial, se infectou e estava com apenas 80% de oxigenação. Hoje, se teve conhecimento que ela está em UTI e intubada.

Pedimos orações pela colega e por todas as pessoas que estão enfrentando esse vírus assassino.

O caso dessa funcionária nos chama a atenção, pois o Setor dela estava em trabalho remoto, sendo que o Banco mandou retornar ao trabalho presencial desnecessariamente. Todo o pessoal desse Setor tem VPN. Então, por que retirá-los do trabalho remoto???

Olha o resultado: uma Vida em UTI e intubada!

A Afbepa reitera, FALTA GESTÃO DE PESSOAL.

O Decreto 800, de 31/5/2020, em seu Artigo 18, parágrafo 2° dispõe que o trabalho remoto deverá ser priorizado, se refere a algumas hipóteses e, também, expressa "... sem que haja prejuízo ao interesse público e ao atendimento à população,...". Portanto, muitos Setores da Matriz poderiam estar em trabalho remoto, mas não estão. Por quê?? De onde parte a ordem para expor as Vidas de tantos colegas? Igual a vida dessa colega outros colegas estão lutando por suas Vidas, em UTIs ou leitos hospitalares. Esse cenário leva a mais sofrimentos e tristezas.

Trecho do Decreto n°800/2020.



Há uma inobservância por parte do Banco ao Decreto e isso deveria ser reprimido pelo Governador, ou o Governador não sabe que isso está ocorrendo; ou mesmo sabendo permite.

Essa situação demonstra uma completa contradição entre o escrito e a prática. 

A Afbepa continua pedindo pela proteção da Vida. O momento requer esse cuidado. Basta de negligência com a Vida, é preciso empatia, se colocar no lugar do outro, isto é Fundamental para termos atitudes de Amor e de Cuidados.

UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

O FUNCIONALISMO DO BANPARÁ CLAMA POR AJUDA!


Pessoas aglomeradas ao redor da Agência Belém Centro.


Os funcionários do Banpará não aguentam mais tanta negligência e exposição a um vírus letal.

Os funcionários do Banpará estão no limite.

Os funcionários do Banpará estão sobrecarregados por causa do déficit grande de pessoal.

Pessoas aglomeradas na frente da Agência Belém Centro

Os funcionários do Banpará estão adoecendo, por tanta exposição a agentes nocivos.

Os funcionários do Banpará estão internados por causa da covid. 

Os funcionários do Banpará estão enfrentando alto índice de covid por falta de cuidados preventivos.


Pessoas aglomeradas ao lado da Agência Belém Centro.


Os funcionários do Banpará clamam por ajuda.

Vacinação já!

Contratação de pessoal já!

Desinfecção já!

Testagem para todos os suspeitos já!

Continuação da Fila para atendimento na Agência Belém Centro indo direto na Rua 28 de Setembro.

O Banco não se importa com a Proteção da Saúde e a falta de condições dos Locais de Trabalho!!

O olhar devia ser para acudir, zelar pelas Vidas e pela Saúde das pessoas que são seus subordinados. Mas não! 

Desde o início da pandemia, o funcionalismo só tem horário para entrar, que atualmente é às 7:30h, para o Banco abrir às 8h, mas não há horário para sair, muitos colegas estão realizando jornada de mais de 12h.

É urgente que alguém olhe por nossa categoria do Banpará. A Afbepa já pediu ajuda para o Ministério Público do Trabalho, para a Vigilância à Saúde de Belém, à Superintendência do Trabalho e, agora, irá pedir ajuda para o Ministério Público do Estado. 

Muitos colegas querem paralisar, para chamar atenção para a situação crítica que estamos vivendo em nossa profissão. 

O quadro é de total falta de condições de trabalho! 

Quem deveria dar essas condições lava as mãos.
 

A DIREÇÃO DA AFBEPA
ASSESSORIA DE IMPRENSA

domingo, 4 de abril de 2021

FELIZ PÁSCOA!


Em um momento de tantas incertezas, medo e inseguranças, Cremos na Ressurreição que a Páscoa traz.

Um momento de renovarmos nossos corações com Amor e Esperança de dias melhores.

Hoje, podermos celebrar a vida daquele que morreu em uma cruz para nos salvar é motivo de muita Gratidão!! 
Páscoa é Vida, Ressurreição, Renovação e é família! 

Uma oportunidade do renascimento adentrar os lares com Cura para os que sofrem e acalento para os que perderam seus entes queridos.

A Afbepa deseja que sua Páscoa seja doce, alegre e de Esperança.
Que o nosso Salvador nunca se afaste dos nossos lares e de nossas Vidas. E que todos os dias, esse renascimento nos alcance, nos dando a certeza que, apesar do caos, o Senhor está no controle e dias melhores virão. 
Uma Feliz páscoa à todos (as) bancárias (os) do Banpará e todas as pessoas que estão conosco, no nosso mundo do trabalho!

UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA
ASSESSORIA DE IMPRENSA

quinta-feira, 1 de abril de 2021

GOVERNADOR: O FUNCIONALISMO DO BANPARÁ NECESSITA JÁ DE VACINAÇÃO!

Desde que começou a Pandemia do novo Coronavírus, a luta da ciência foi de buscar protocolos médicos para combater eficazmente esse vírus. Atualmente, a vacina é de extrema importância para evitar mais mortes, neste momento mais duro, e, também, de que muitas famílias não sejam dízimadas no mundo inteiro.

No primeiro ofício encaminhado pela Afbepa à presidência do Banpará, foi solicitado que se envidasse esforços junto ao Governador, para que os bancários (as) figurem como categoria prioritária na vacinação do coronavírus, visto que, a atividade bancária é enquadrada como atividade essencial e os trabalhadores (as) estão na linha de frente das políticas sociais dos Governos Estadual e Municipal, atendendo a vários beneficiários, que ficam em longas filas aglomerados e sem distanciamento.

O Banpará não respondeu. O Governador do Estado em uma de suas falas informou que a Prefeitura do Munícipio é o ente responsável pela vacinação.

No dia 23 de março, a Afbepa encaminhou ofício para a Gestão Municipal, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, solicitando que os bancários fossem incluídos como categoria prioritária na vacinação contra o coronavírus, porém a Prefeitura nos respondeu que há poucas doses sendo enviadas e já vem certas, desse modo, cabe ao Governo Estadual definir os bancários como prioridade e enviar as doses relativa a nossa classe.

Em contrapartida, o Governador Hélder Barbalho, quando questionado em suas redes sociais sobre a vacinação dos Bancários, afirma que fica a cargo da gestão municipal realizar. No interior, a Afbepa também enviou ofício para a Prefeitura de Colares e, a mesma afirmou que, quem deve destinar as doses para imunização de determinadas categorias é o Governo do Estado.

A confusão de informações, leva o funcionalismo a se questionar: a quem devemos recorrer? A Quem devemos pedir ajuda para evitar que mais vidas adoeçam e faleçam?

No último dia 29, o Ministério Público do Estado pediu ao Governo que não suspendesse o Lockdown em Belém e Região Metropolitana, pois o Sistema de Saúde está em colapso.
 
Paralelo a isso, as aglomerações diárias, sem cumprimento de procedimentos sanitários são frequentes na frente e ao redor das unidades do Banpará desde quando os benefícios foram liberados no dia 15 de março.

Os Funcionários(as) do Banco estão adoecendo, e adoecendo as suas famílias com esse vírus. Inclusive temos, hoje, colegas internados lutando por suas vidas e outros que partiram nos deixando imersos em profunda dor e sofrimento. Também, familiares nossos se foram, contaminados por covid19.

Hoje, 1° de abril, foi iniciada uma nova etapa de pagamento do Renda Pará e, até na noite de ontem, os colegas relatavam que não havia sido dada nenhuma orientação de logística. 

Um vídeo feito da Agência Icoaraci, hoje pela manhã, mostra a fila, sem distanciamento, que atravessava a rua inteira. No município de Capitão Poço, recebemos denúncias que tinham muitas pessoas dentro do autoatendimento da Agência, gritando que estavam desde 5h da manhã e reclamando do calor excessivo, da demora, ao redor da Agência muitas e muitas pessoas aglomeradas, carregando sombrinhas para fugir do sol. Na Agência Pedreira também não foi diferente foi a mesma aglomeração e falta de distanciamento.
Agência Pedreira lotada 
Agência Capitão Poço


Agência Pedreira


Se os bancários (as) do Banpará estivessem imunizados, o desempenho do trabalho seria mais tranquilo mentalmente, pois hoje é assustador estar diante de um cenário onde não há cumprimento das regras que buscam combater e evitar o covid e, sem nenhuma autoridade, que nos ajude, uma vez que há déficit de pessoal e o Banco não resolve esse problema.

É necessário que o Governador e a Sespa olhem com zelo e respeito para a categoria bancária do Banpará, pois ela vem sendo indispensável por executar as políticas sociais, que auxiliam e levam alguma renda para a nossa sociedade.

Nós, bancários e bancárias do Banpará, fazemos um apelo aos nossos Gestores Estadual e Municipal: 

PRECISAMOS DE SAÚDE PARA CONTINUARMOS A FAZER OS NOSSOS TRABALHOS, VACINAÇÃO JÁ AOS FUNCIONÁRIOS(AS) DO BANPARÁ!



VITÓRIA DOS BANCÁRIOS NA JUSTIÇA 

Em Ribeirão Preto (SP), a Justiça Federal autorizou que, o Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Bancários de Ribeirão, importasse as doses de vacina contra a Covid19 sem a necessidade de doação por parte do SUS. A decisão foi prolatada pelo Juiz Federal Substituto Rolando Valcir Spanholo, da 21ª Vara Federal de Brasília, no dia 29 de março. Da decisão ainda cabe recurso, mas, se definitiva, pode beneficiar até 4,3 mil pessoas.

Fonte: G1. 


UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA 
ASSESSORIA DE IMPRENSA