segunda-feira, 29 de junho de 2015

INSEGURANÇA FAZ NOVAS VÍTIMAS NO BANPARÁ


A insegurança predomina nas Unidades de Trabalho do Banpará, e, desta vez, as vítimas foram os funcionários do Posto de Atendimento Bancário do Hospital de Clínicas Gaspar Vianna. Somente no primeiro semestre deste ano já se contabilizam 3 “sapatinhos”, 2 assaltos em PABs e duas tentativas de “sapatinho”.


DOS FATOS
De acordo com os relatos, foram quatro homens que cometeram o assalto, um dos assaltantes se passou por soldado da Polícia Militar, mostrou uma carteira funcional e teve sua entrada liberada e, após entrar no Banpará, rendeu os dois seguranças do Posto Bancário, enquanto os outros 3 criminosos entraram a paisana, como clientes comuns, tomaram as armas dos dois vigilantes, que já estavam rendidos no interior do PAB, anunciaram o assalto e levaram o dinheiro dos caixas e dos clientes que ali estavam. Estima-se que os criminosos levaram em torno de 80 mil reais do Banco.


Quando os assaltantes estavam saindo do PAB, um policial militar desconfiou do ocorrido e começou a trocar tiros com os bandidos, que correram em direção a uma praça situada em frente ao PAB. Um deles conseguiu fugir correndo, outros dois, inclusive o que estava portando a mochila com o dinheiro roubado e que foi baleado duas vezes na costa pelo policial, fugiram em uma moto. O último deles, que estava a pé, foi baleado na coxa e na costa e, quando percebeu que não iria conseguir fugir, agarrou uma estudante de enfermagem, que transitava no local, e a fez refém. Após meia hora de negociações entre a polícia e o meliante, ele resolveu se entregar e libertou a estudante. Até o momento somente um dos criminosos foi preso e o dinheiro ainda não foi recuperado.


AJUDA E CUIDADO AOS FUNCIONÁRIOS VÍTIMAS DA VIOLÊNCIA
Somente na manhã de hoje, 29 de junho, a AFBEPA visitou o PAB, do Hospital de Clínicas Gaspar Vianna, para saber como estava a situação no Posto, após o assalto, ocorrido na última sexta-feira, 26/6, que vitimou funcionários e clientes. Infelizmente, a AFBEPA só soube do sinistro no final do dia da ocorrência do assalto, mas fica a nossa solidariedade com todos os colegas e clientes que passaram por essa situação angustiante e traumática.

A Presidenta da AFBEPA entrou em contato com a GESAT, a fim de verificar se os Comunicados de Acidente de Trabalho-CATs haviam sido emitidos, com afirmação positiva daquela gerência, que nos informou também que os funcionários estavam sendo atendidos por uma médica do trabalho e uma psicóloga. Num primeiro momento a médica concedeu o afastamento de 7 dias aos trabalhadores.

“Tem 3 noites que eu não consigo dormir. Em casa tem que estar tudo trancado, pois eu me assusto com qualquer coisa agora; qualquer barulho, dentro ou perto de casa, já faz a minha pressão subir e fico completamente angustiado. Eu passei essas últimas 3 noites lembrando do assalto e quando conseguia dormir, só conseguia sonhar com tiros e acordava assustado. Não consegui esquecer que, durante o assalto, um dos bandidos, que estava com a arma apontada para mim, me confundiu com um policial e eu disse que não era policial, que era bancário, mas ele toda hora afirmava que eu era policial e aproximava, cada vez mais, a arma na minha direção. Nessa hora eu só pensei na minha filha, pois eu tinha quase certeza que ele ia atirar em mim ou me levar como refém, caso ele não acreditasse que eu era apenas um funcionário do Banpará”, relatou um dos colegas, vítima do assalto na última sexta-feira.

A AFBEPA entende que o momento do pós-trauma gera muito medo, angústia e aflição nas vítimas desse tipo de violência. A depressão, o coração em descompasso e a pressão alta são alguns dos sintomas que ficam em quem vivencia esse tipo de abalo.

O Banpará precisa garantir o tempo necessário e o melhor tratamento para os colegas que passaram por esse trauma.


INSEGURANÇA CONSTANTE


A insegurança é constante no bairro onde o PAB está localizado. Os assaltos aos transeuntes e o arrombamento dos carros estacionados ao redor do Hospital são frequentes. Falta investimento em segurança pública, pelo Governo Estadual, e em segurança privada, pelo Banpará. Esse já é o 5º assalto ao Banpará, somente neste primeiro semestre. O segundo com cárcere de clientes e funcionários a Posto do Banpará. O primeiro ocorreu no PAB Primavera, em 20 de maio.

É fundamental que o Banpará tome providências urgentes para conter esse tipo de situação, que violenta tanto clientes quanto funcionários do Banco. É necessário que o Banpará tome a iniciativa da Proteção da Vida e da Integridade de seus funcionários e clientes, investindo em mais Segurança e Proteção.

Atitude, Administração do Banpará!

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto e fotos: Kamilla Santos
Assessora de Imprensa

sexta-feira, 26 de junho de 2015

AFBEPA REITERA SOLICITAÇÃO DE AJUDA, AO GOVERNADOR DO ESTADO, PARA QUE SE ESTABELEÇA A DEMOCRACIA DENTRO DO BANPARÁ

Na manhã de ontem, 25/6, a AFBEPA protocolou, no Centro Integrado de Governo-CIG, o Ofício 022/2015, reiterando ao Governador do Estado do Pará, a solicitação de ajuda, com o fim de se estabelecer o diálogo entre esta Associação, a atual Direção do Banpará e a presença de uma assessoria política. Esse pedido já havia sido feito ao Governo Estadual por meio do ofício 009/2015, protocolado no dia 28 de abril deste ano, entretanto, com a falta de interesse do Banpará em dialogar com esta AFBEPA e ouvir as principais demandas do seu funcionalismo e a forma de atendê-las, houve necessidade de buscar ajuda externa. 

A atual Direção do Banpará tem implantado uma política antidemocrática e autoritária, demonstradas em diversas ações que afligem o seu funcionalismo, como as demissões, cujos motivos não foram suficientemente investigados; as penalidades desproporcionais aplicadas nos Processos Disciplinares; a contratação de empresa sem licitação; além do baixo investimento em Segurança, para proteger a Vida de clientes e Funcionários, e a falta de reparo e manutenção em Agências e PABS do Banpará que necessitam desses serviços.


Leia abaixo o ofício na íntegra ou acesse AQUI o arquivo em pdf.







UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos
Assessora de Imprensa

quinta-feira, 25 de junho de 2015

EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL EXTRAORDINÁRIA DA AFBEPA


A Associação dos Funcionários do Banpará-AFBEPA, na forma do Art. 13, II, combinado com o Art. 11, Parágrafo II, do Estatuto desta Entidade, vem, por meio do presente edital, convocar a todos os associados e associadas, a participarem da Assembleia Geral Extraordinária (AGE) que será realizada no dia 2 de julho de 2015, próxima quinta-feira, em primeira convocação às 18h e em segunda convocação às 18h30, na sede da AFBEPA, situada na Trav. Antônio Baena, nº 103-Altos, Bairro de Fátima, a fim de deliberarem sobre as pautas abaixo discriminadas:

1) PARTICIPAÇÃO DA AFBEPA NA AÇÃO DO PONTO ELETRÔNICO;

2) AÇÃO CAUTELAR COLETIVA DE HORA EXTRA;

3) AÇÃO COLETIVA DE MANUTENÇÃO DO PLANO DE SAÚDE, AOS FUNCIONÁRIOS QUE SAEM DO BANPARÁ SEM JUSTO MOTIVO;

4) APROVAÇÃO DE TEMAS DE INTERESSE DA CATEGORIA PARA AJUIZAMENTO DE AÇÕES COLETIVAS, PELA AFBEPA;

5) APROVAÇÃO DE EVENTO CONJUNTO A SER REALIZADO PELA AFBEPA, EM PARCERIA COM OUTRAS ENTIDADES BANCÁRIAS, BEM COMO OS TEMAS A SEREM INSERIDOS NO EVENTO.


Belém, 25 de junho de 2015.


A DIREÇÃO DA AFBEPA

terça-feira, 23 de junho de 2015

AGÊNCIA DO BANPARÁ, EM CASTANHAL, ENCONTRA-SE COM ELEVADO GRAU DE RISCO ESTRUTURAL, CONCLUI DEFESA CIVIL


Na manhã de ontem, 22 de junho, a Defesa Civil de Castanhal esteve novamente na Ag. do Banpará Castanhal, para verificar se a Direção do Banco realizou as melhorias nas condições estruturais do subsolo do prédio, solicitadas pela engenheira do Órgão, que se encontra com elevado grau de risco estrutural, segundo a Defesa Civil daquela cidade. Essa visita é resultante do pedido da AFBEPA, feito por meio de ofício, entregue em mãos, ao Coordenador da Defesa Civil, Ranildo Freitas, em 21 de janeiro, deste ano (relembre).

Durante a vistoria, a equipe da Defesa Civil detectou que as Condições Estruturais de Sustentação do Prédio e da parte Elétrica da Agência, encontram-se Precárias e em estado Crítico e continuam nas mesmas condições desde a primeira vistoria, realizada em janeiro deste ano, juntamente com uma engenheira, daquele Órgão.


Na primeira visita foram feitas diversas recomendações à Direção do Banco, para que fosse providenciado, entre elas: consertar a fiação elétrica, que continua pendurada no meio da passagem e que fossem alocados extintores de incêndio para o subsolo do Banco, o que não foi cumprido.


Além dessas situações, que perduram até hoje, verificou-se, no subsolo, que as Bombas de incêndio estão inoperantes e as tubulações de água, que serviriam a estas bombas, encontram-se rachadas e entupidas com terra.


A maior parte da Agência ainda continua sendo sustentada por finas vigas de ferro, situação essa que persiste desde 2014, cuja empresa já foi buscar essas vigas três vezes, informando que o Banco não renovou o contrato, e que só não foram levadas porque os funcionários não permitiram, já que o risco de desabamento, caso elas sejam removidas, é total, visto que a agência possui 16 cashes, cada um pesando uma tonelada, mais o peso do cofre central e dos clientes, que juntos chegam a pesar em torno de 20 toneladas, em tempo de pico. Sem esquecer-se das diversas fissuras encontradas na laje superior ao subsolo, que são assustadoras.


Na parte superior da Ag. Castanhal, a Defesa Civil verificou que a unidade continua sem saída de emergência e que na sala de CPD, onde são conectados os sistemas dos cashes da unidade, a fiação elétrica encontra-se espalhada pelo chão, além das tomadas estarem em precárias condições de funcionamento.

De acordo com o Coordenador da Vistoria, “devido a grande exposição da caixa de energia nessa sala, que tem um espaço bem pequeno, caso algum funcionário chegue há pelo menos meio metro dessa caixa, pode correr o risco de ser sugado pela força e receber um choque fatal”. Situação esta que se agrava, devido o telhado da Agência estar completamente condenado, pois quando chove, alaga tudo, desde a sala de autoatendimento, até as partes internas de trabalho, denunciam os funcionários.


Nos banheiros dos funcionários e funcionárias, boa parte das lajotas e azulejos encontram-se estouradas ou rachadas, o que significa que há movimentação do prédio para baixo, em razão das precárias condições da estrutura e devido ao elevado peso que está posicionado desse lado, onde encontram-se os 16 cashes.


ENCAMINHAMENTOS

Após finalizada a inspeção da Defesa Civil, em que pese nada ter sido feito pela Direção do Banco, desde a primeira visita do Órgão, para melhorar as condições estruturais e elétricas do prédio, a Defesa Civil concluiu que há Elevado Grau de Risco Estrutural e que o Banpará vai ser notificado, com os encaminhamentos necessários a serem realizados.

“O que interessa para a Defesa Civil é se a vida de vocês (funcionários e funcionárias) está em segurança. Somente isso! O prédio pode ter atracação de ouro, mas se não tiver segurança para vocês, a Defesa Civil tem obrigação de intervir, pois é a Vida de vocês que nos interessa”, disse o agente da Defesa Civil.

A AFBEPA espera que a Direção do Banpará se sensibilize com a situação crítica em que se encontra a Ag. castanhal, o que coloca em risco a vida dos funcionários e clientes, e que a AFBEPA já havia solicitado providências urgentes do Banpará, por meio de ofício, em 9/1/2015 (Relembre AQUI).

A Vida e a Tranquilidade de todos os funcionários e funcionárias valem muito mais e tem que ser Resguardada e Respeitada.


UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto e fotos: Kamilla Santos
Assessoria de Imprensa

O QUE ACONTECEU COM O SALÁRIO DOS FUNCIONÁRIOS?

Hoje, 23/6, o dia, nas Unidades do Banpará, começou deixando grande parte do funcionalismo tenso, isso porque os salários que são depositados nesta data, não amanheceram na conta corrente.

Vários colegas telefonaram para o celular da Presidenta da AFBEPA para que a nossa Associação buscasse saber explicações sobre o fato.

A AFBEPA solicita que a Direção do Banpará dê explicações pela rede interna de comunicação, ao seu funcionalismo, informando qual ou quais as razões, que levaram a acontecer a falta da efetivação do crédito na conta dos seus trabalhadores. 

Esperamos que ainda hoje isso seja regularizado.

UNIDOS SOMOS FORTES! 


A DIREÇÃO DA AFBEPA

quinta-feira, 18 de junho de 2015

AFBEPA VAI À CASTANHAL PARA ACOMPANHAR AUDIÊNCIAS DOS FUNCIONÁRIOS, DA AGÊNCIA CASTANHAL, VÍTIMAS DE “SAPATINHO”

Por todo o dia de ontem, 17 de junho, a Associação dos Funcionários do Banpará-AFBEPA esteve na Vara do Trabalho de Castanhal para acompanhar e servir de testemunha, nas audiências de colegas, funcionários(as) do Banpará, que tratavam sobre o Pagamento de Horas Extras e das Transferências Unilaterais, promovidas pela Direção do Banpará, como Medida Punitiva, contra os funcionários e funcionária, por ocasião do “sapatinho”, sofrido em outubro de 2013 pelo Gerente da Unidade, porque esses trabalhadores(a) entregaram o dinheiro que os criminosos exigiam, para libertar o Gerente da Agência.

A nossa presidenta, Kátia Furtado, foi uma das testemunhas ouvidas pelo Juízo, em um dos processos, e afirmou à juíza, que "a AFBEPA é uma Entidade Associativa dos Funcionários do Banpará. Que o funcionário foi transferido unilateralmente pela Direção do Banco, juntamente com o Caixa e a Gerente de Negócios, por terem entregue o dinheiro exigido pelos bandidos para libertarem o Gerente Geral, transferido, naquele momento, para Breves. Os três funcionários foram com a Direção do Banpará implorar para ficarem na Agência, mesmo que em outra função, até como caixa, mas a Direção do Banco não aceitou".

Quando Kátia foi questionada sobre o atendimento que o Banco fornecia, quando acontecia esse tipo de situação, ela informou que “o atendimento no setor de saúde era feito por uma Assistente Social, que se fazia presente em todos os momentos, no decorrer do dia, logo após a ciência do assalto, o que humaniza um pouco o atendimento dado pelo Banco. Após isso, o atendimento era feito por um Psicólogo e um Médico do Trabalho, que realizam o atendimento em Belém. As Terapias Holísticas, também, são realizadas em Belém e Ananindeua, e, por isso, o bancário do interior tem de vir para Belém, pois a AFBEPA não tem conhecimento de que o Banpará pague o atendimento médico e Terapias Holísticas nos interiores do Estado”.

A AFBEPA acredita e espera que os colegas tenham êxito nas suas demandas judiciais, pois é uma forma de reparar tanto sofrimento.


AG. SANTA ISABEL PEDE REFORMA


Ao retornar de Castanhal, a AFBEPA visitou a Ag. Santa Isabel e constatou que a unidade precisa de uma reforma imediata, pois, desde a entrada, percebe-se que a agência está precisando de um embelezamento.

Fomos informadas que já foi solicitado o serviço de manutenção e pintura, mas, até o presente momento, todos os orçamentos que são enviados não têm sido aprovados.

A AFBEPA foi informada, ainda, que a parte superior da Agência apresenta uma grande rachadura horizontal e que parte do reboco da parede já cedeu. E, embora, os engenheiros do Banco tenham informado aos funcionários da unidade que não há risco de desabamento, o funcionalismo trabalha com medo e o receio de que, a qualquer momento, o risco possa acontecer. Há, ainda, nessa parte superior, uma grande quantidade de documentos velhos, que precisam ser retirados desse lugar.

Por isso solicitamos que, independente de valores financeiros, o Banpará providencie o que é fundamental: a manutenção do prédio( reparos, pintura etc) e a remoção de documentos velhos, que provocam insalubridade no ambiente do trabalho.

Ponto Eletrônico

Ainda na Ag. Santa Isabel, a AFBEPA verificou que o Sistema de Ponto Eletrônico não sofreu a necessária regularização e continua sem sincronia com o SPA, na maioria das máquinas de trabalho, pois, ao registrar o Ponto no horário, o sistema abre uma nova janela perguntando se o funcionalismo quer continuar logado no SPA, caso o funcionário clique em “sim”, o empregado continua trabalhando, mesmo que efetivamente, para o sistema de ponto eletrônico, o funcionário já tenha “terminado a sua jornada” naquele dia.

"Para a AFBEPA isso se configura numa burla à Real Jornada do Bancário, e que deve ser corrigida imediatamente, pois não se trata de uma Unidade, apenas, estar vivenciando essa burla, mas, a maioria", diz Kátia Furtado. 


UNIDADES PEDEM SOCORRO!!

Ainda durante a viagem, a AFBEPA recebeu diversas denúncias que as Agências Maracanã, Rondon do Pará, Capitão Poço e os PABS Garrafão do Norte e Goianésia se encontram em situação de completo abandono.

Na Ag. Maracanã a situação é tão crítica, que, quando chove, os funcionários têm que espalhar panelas pelo chão, para poder aparar a água das goteiras e não deixar que se espalhe pela unidade, como tentativa de evitar que algum cliente ou funcionário sofra qualquer acidente. Essa agência tem funcionado também, por conta da precariedade, de 9h às 13h.

Já o PAB Goianésia apresenta uma estrutura física muito pequena para a grande demanda que tem, causando tumulto e desconforto constantes aos funcionários e clientes do Posto de Atendimento Bancário, afora o insuportável calor sentido dentro dessa Unidade.

O PAB de Garrafão do Norte e a Agência Capitão Poço precisam de manutenção e reparos.

A AFBEPA pede que o Banpará tome as devidas providências, o mais rápido possível, para que essa situação seja regularizada, pois são vidas que trabalham nesses locais e que precisam, minimamente, de infraestrutura física e de pessoal, tranquilidade e paz, para realizarem bem o seu trabalho.

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto e fotos: Kamilla Santos
Assessoria de Imprensa

AFBEPA DESEJA AS BOAS-VINDAS AOS NOVOS CONTRATADOS


Na manhã de hoje, 18 de junho, a Associação dos Funcionários do Banpará-AFBEPA, por meio da nossa Presidenta Kátia Furtado, esteve presente no Centro de Treinamento, no prédio da Ag. Nazaré, para desejar as Boas-Vindas aos novos contratados do Banpará, lotados na capital e no interior do Estado.

Kátia Furtado apresentou a AFBEPA e fez uma retrospectiva histórica, desde a sua criação até as lutas atuais. Informou ainda sobre as ações coletivas vitoriosas que a AFBEPA, juntamente com a Assessoria Jurídica do Escritório Tuma & Torres, venceu na Justiça do Trabalho, em prol do funcionalismo do Banco, além de outras ações que ainda estão correndo em juízo, como as ações de 7ª e 8ª Horas Extras com Redução de Jornada de Gerentes de Projetos, Analistas, Agentes de Área, Secretárias, Supervisores, entre outras.

Esclareceu, ainda, que a AFBEPA não tem legitimidade (uma das condições da ação) para exigir judicialmente do Banco a convocação dos concursados que estão aguardando serem chamados, mas que pode, politicamente, pedir por mais contratações de funcionários, para desafogar o fluxo excessivo de trabalho dos(as) atuais empregados(as) do Banco.

Sobre esse assunto, um dos novos contratados ressaltou que “a falta de pessoal é tão perceptível no Banco, que alguns colegas novatos, com menos de dois meses de Banco, já estão assumindo a função de Caixa, mesmo sem ter tido qualquer treinamento para tal, o que gera um risco imenso para esse funcionário, pois se ocorrer qualquer diferença no caixa, o Banco exige que o funcionário pague aquela diferença em até 48 horas após o ocorrido”.


A AFBEPA orientou aos novos colegas que eles não têm que pagar essa diferença, pois o risco é do Banco, conforme previsão Legal, e que o funcionário só tem de pagar, se agir com dolo. Caso o Banpará cobre do bancário o valor da diferença, que o colega procure a AFBEPA para ajudá-lo.

Durante a palestra, os novos contratados foram convidados a fazerem parte da nossa Luta, com espírito de Classe, junto com a AFBEPA e cada um deles recebeu uma ficha de adesão. O desconto é de apenas 1,5% do salário-base e o associado ainda possui vantagens com as diversas parcerias que a AFBEPA possui, como o plano odontológico Uniodonto, além das nossas Assessorias Jurídicas, que cuidam das ações coletivas e administrativas individuais do funcionalismo.

A AFBEPA deseja que todos os novos contratados sejam muito Bem-Vindos ao Banpará e reafirma que podem contar sempre com a nossa Associação.

UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto e fotos: Kamilla Santos
Assessoria de Imprensa

terça-feira, 16 de junho de 2015

AFBEPA PEDE QUE SINDICATO CUMPRA O QUE FOI DELIBERADO EM ASSEMBLEIA

A AFBEPA protocolou hoje, 16 de junho, o ofício 021/2015, à Presidente do Sindicato dos Bancários do Pará, para que ele cumpra o que foi deliberado na Assembleia Setorial Extraordinária, realizada no dia 10/6, na sede do Sindicato, que tratou sobre a destinação do saldo remanescente do Plano PAS/CAFBEP e deliberou por sua aplicação em:

  1. Pagamento do Plano de Saúde dos beneficiários que migraram do Plano PAS para o Plano da Unimed;
  2. Migração dos Valores para a Previdência dos beneficiários que custeavam o Plano PAS, mas não migraram para o Plano da Unimed e Pensão por Morte dos que já faleceram;
  3. Aos autopatrocinados, que são os aposentados e pensionistas, será devolvido o valor integral de custeio;
    Além da formação de uma Mesa Permanente, formada por Sindicato, AFBEPA, AABEP e demais Entidades interessadas, para encaminhar as medidas necessárias que efetivem o que foi deliberado pela assembleia, como também garantir a Democracia e Transparência de todo o Processo, referente a destinação desse Saldo do Plano PAS.

O ofício foi motivado por causa de uma matéria veiculada ontem, 15/6, no site da entidade sindical, intitulada “Funcionalismo do Banpará quer informações do banco para deliberar sobre saldo do PAS-CAFBEP”, que apresenta, em seu corpo textual, deliberações que não são as que foram votadas e aprovadas pelo funcionalismo, na Assembleia.


Reiteramos ainda no ofício, que, em momento algum, da campanha Salarial 2014/2015, foi debatida com a categoria a criação do Fundo Garantidor, e, muito menos, foi votada a sua aprovação na Assembleia do dia 2/10/2014 (leia no ofício 2/10/2015, compilada no site do Sindicato), como também foi dito na matéria veiculada pela Entidade Sindical.

Por isso, a AFBEPA pede que o Sindicato dos Bancários retifique as informações veiculadas e cumpra fielmente o que ficou definido na Assembleia Extraordinária do dia 10/6.

Leia o ofício na íntegra abaixo ou faça o download do arquivo AQUI:



UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos
Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 15 de junho de 2015

VLADIMIR, UMA ESTRELA QUE SOBE!


É com tristeza que a AFBEPA soube do falecimento do Sr. Vladimir dos Reis Baia, irmão da nossa querida amiga, estimada diretora da AFBEPA e GESIN da Agência Canaã dos Carajás, Luciete Baia. Vladimir estava internado em um Hospital de Tucuruí e não resistiu à doença que o acometeu. O corpo está sendo velado na cidade de Tucuruí.

A AFBEPA se condói com o sofrimento da família e dos amigos, pois a dor que se sente ao perder alguém é imensurável. Nunca nos acostumaremos com a perda de alguém muito especial e querido, principalmente um irmão, que é sempre o nosso melhor amigo, companheiro e confidente para todos os momentos, mas precisamos crer que quem parte desse plano, sempre vai para um lugar melhor, cheio de Luz e Amor, ao lado do nosso bondoso Deus.

A saudade de Vladimir sempre será imensa, por isso, é preciso que todos os que sentem esse pesar sejam fortes e, embora haja dor, é importante acalmar os vossos corações, para que ele seja sempre lembrado com as melhores recordações dos momentos felizes passados juntos, das festas, das confidências, dos momentos em família, dos momentos de cuidado e, inclusive, dos momentos de implicância, pois ter irmão é assim mesmo, mas mesmo essa implicância é cheia de amor e carinho.

A AFBEPA deseja que a graça de Deus e o seu infinito amor recebam o Sr. Vladimir Baia em sua nova morada, e que o nosso Senhor, em sua infinita misericórdia, possa confortar o coração de cada um, concedendo Paz de Espírito, Força e Luz nessa caminhada.

A AFBEPA deseja que a nossa atuante e amada diretora Luciete Baia, encontre conforto nas orações, que tanto alimentam a nossa alma.


A DIREÇÃO DA AFBEPA

quinta-feira, 11 de junho de 2015

ASSEMBLEIA DECIDE ONDE SERÁ APLICADO O SALDO REMANESCENTE DO PLANO PAS/CAFBEP


A Associação dos Funcionários do Banpará-AFBEPA participou da Assembleia Extraordinária, realizada ontem, 10 de junho, na sede do Sindicato dos Bancários, onde se decidiu que o saldo remanescente do extinto Plano PAS/CAFBEP(1992/2012) deve ser aplicado na Previdência de quem não migrou para o atual Plano de Saúde e no pagamento de mensalidades da UNIMED.

O maior problema enfrentado na assembleia foram os parágrafos 1º e 2º do Art. 39, previsto no Acordo Coletivo de Trabalho-ACT, que disciplinou a criação de um Fundo Garantidor, disposição essa que contraria o Art. 39 do Regulamento do Plano de Saúde PAS, uma vez que esse artigo do Regulamento dispõe somente que em caso de extinção do Plano PAS, o saldo remanescente deve ser repassado aos patrocinadores (BANPARÁ, CAFBEP, APOSENTADOS e PENSIONISTAS), e que os primeiros (BANPARÁ e CAFBEP) devem aplicar esse saldo em Prestações Assistenciais aos seus Empregados.


Durante a Assembleia, foi dito que, na mesa de negociação da Campanha Salarial 2014/2015, o Banpará solicitou ao Sindicato o acréscimo dos parágrafos 1º e 2º do Art. 39 do ACT 2014/2015, que institui o Fundo Garantidor, entretanto, a categoria não foi consultada e nem referendou essa criação. Para a AFBEPA, não há motivos para a criação desse Fundo Garantidor e se houvesse, no mínimo antes de ser pactuado no Acordo Coletivo, Sindicato e Banpará deveriam, por princípio de observância à transparência, terem consultado a assembleia dos funcionários do Banpará, o que não foi feito.

O Parágrafo Primeiro do Art. 39 do ACT prevê que: "PARÁGRAFO PRIMEIRO – Do saldo remanescente de que trata o caput da presente Cláusula, será apartado valor para criação de fundo garantidor/risco, a ser administrado pela CAFBEP, apto a suportar eventuais demandas judiciais possam afetar diretamente os recursos previdenciários administrados pela CAFBEP, observados os prazos prescricionais fixados no Código Civil.(meu grifo)



Fica claro que com a instituição do Fundo Garantidor, o Banpará quer tirar dinheiro da saúde para cobrir eventuais demandas previdenciárias contra o Fundo Previdenciário, administrado pela CAFBEP, fato este que a AFBEPA não concorda, pois a gestão do Fundo Previdenciário é da CAFBEP e não dos Funcionários, o voto de minerva nas reuniões do Conselho é do Banpará, portanto se há risco a ser suportado no Plano Previdenciário, não são os funcionários que devem arcar e sim o Banpará.

Ademais, novamente, pois em outra época isso ocorreu, a Administração do Banpará, com a normatização prevista nos parágrafos 1º e 2º do Acordo Coletivo de Trabalho 2014/2015, conseguiu confundir os Recursos destinados à Saúde com o risco de possíveis Ações contra o Plano Previdenciário, infelizmente, pois o ACT 2014/2015 firmou Lei entre as partes, observa Kátia Furtado.



Esse Fundo Garantidor é um Jacaré que quer comer 40% do nosso dinheiro e nós queremos saber como podemos afastar esse Jacaré das nossas vidas? Porque não queremos dar nenhum centavo do nosso dinheiro para o Banco!”, ressaltou a Diretora da AFBEPA, Joventina Marques.



“Hoje, nós temos de sair dessa assembleia com uma decisão, que o saldo remanescente do Plano PAS deve ser aplicado no pagamento das mensalidades do Plano de Saúde UNIMED aos empregados que migraram para esse Plano e no caso de quem não migrou os valores devem ser aplicados em seus respectivos fundos previdenciários, e que sejam apartados e devolvidos os valores que cabem aos aposentados e pensionistas e à CAFBEP", disse Kátia Furtado.

Assim, ficou decidido na Assembleia que o Sindicato entrará com uma Ação Cautelar de exibição de documentos contra o Banpará e a CAFBEP, até a próxima terça-feira, 16 de junho. Além da criação de uma mesa permanente, para acompanhar e garantir a transparência e o andamento do processo, que será composta pela AFBEPA, AABEP, Sindicato dos Bancários e demais entidades interessadas, e o saldo remanescente do Plano PAS/CAFBEP será destinado a quem de direito, com suas respectivas quantias comportadas, para assistir em:

  1. Assistência Saúde aos beneficiários que migraram do Plano PAS para o Plano da Unimed;
  2. Assistências previdenciárias aos beneficiários que custeavam o Plano PAS, mas não migraram para o Plano da Unimed ou aos que já faleceram, revertendo em Pensão por Morte;
  3. Aos autopatrocinados, que são os aposentados e pensionistas, será devolvido o valor integral de custeio.

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos
Assessora de Imprensa