quinta-feira, 10 de março de 2011

CONVITE SESSÃO ESPECIAL EM DEFESA DO BANPARÁ NA ALEPA



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ODEÍZE PIMENTEL - MISSA DE UM MÊS DE FALECIMENTO


Lembramos aos colegas que dia 05, passado, fez um mês de falecimento da nossa saudosa Odeíze Pimentel.

A missa será hoje, dia 10 de março de 2011, na Capela Santo Antônio, na Praça Batista Campos, às 19h.
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terça-feira, 8 de março de 2011

8 DE MARÇO - MULHERES DE LUTA

Em sentido horário: Clara Zetkin e Rosa Luxemburg, Liga Internacional das Mulheres, Alexandra Kollontai, trabalhadoras da indústria têxtil, Heleieth Saffioti, e Bertha Lutz, algumas das mulheres que doaram sua vida à luta por liberdade e pelo respeito aos direitos da mulher.


DIA INTERNACIONAL DA MULHER - HISTÓRIA

O Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de Março, tem como origem as manifestações das mulheres russas por "Pão e Paz" - por melhores condições de vida e trabalho e contra a entrada do seu país na Primeira Guerra Mundial. Essas manifestações marcaram o início da Revolução de 1917. Entretanto a ideia de celebrar um dia da mulher já havia surgido desde os primeiros anos do século XX, nos Estados Unidos e na Europa, no contexto das lutas de mulheres por melhores condições de vida e trabalho, bem como pelo direito de voto.

A ideia da existência de um dia internacional da mulher surge na virada do século XX, no contexto da Segunda Revolução Industrial e da Primeira Guerra Mundial, quando ocorre a incorporação da mão-de-obra feminina, em massa, na indústria. As condições de trabalho, frequentemente insalubres e perigosas, eram motivo de frequentes protestos por parte dos trabalhadores. Muitas manifestações ocorreram nos anos seguintes, em várias partes do mundo, destacando-se Nova Iorque, Berlim, Viena (1911) e São Petersburgo (1913).

No Ocidente, o Dia Internacional da Mulher foi comemorado no início do século, até a década de 1920. A data foi esquecida por longo tempo e somente recuperada pelo movimento feminista, já na década de 1960.

Na atualidade, a celebração do Dia Internacional da Mulher perdeu parcialmente o seu sentido original, adquirindo um caráter festivo e comercial. Nessa data, os empregadores, sem certamente pretender evocar o espírito das operárias grevistas do 8 de março de 1917, costumam distribuir rosas vermelhas ou pequenos mimos entre suas empregadas.

1975 foi designado pela ONU como o Ano Internacional da Mulher e, em Dezembro de 1977, o Dia Internacional da Mulher foi adotado pelas Nações Unidas, para lembrar as conquistas sociais, políticas e económicas das mulheres, mas também a discriminação e a violência a que muitas delas ainda são submetidas em todo o mundo.

O primeiro Dia Internacional da Mulher foi celebrado em 28 de Fevereiro de 1909 nos Estados Unidos, por iniciativa do Partido Socialista da América, em memória da greve das operárias da indústria do vestuário de Nova York, em protesto contra as más condições de trabalho.

Em 1910, ocorreu a primeira Conferência Internacional de Mulheres, em Copenhage, dirigida pela Internacional Socialista, quando foi aprovada proposta da socialista alemã Clara Zetkin, de instituição de um dia internacional da Mulher, embora nenhuma data tivesse sido especificada.

No ano seguinte, o Dia Internacional da Mulher foi celebrado a 19 de Março, por mais de um milhão de pessoas, na Áustria, Dinamarca, Alemanha e Suíça.

Poucos dias depois, a 25 de Março de 1911, um incêndio na fábrica da Triangle Shirtwaistsegurança do edifício. Este foi considerado como o pior incêndio da história de Nova Iorque, até 11 de setembro de 2001. Para Eva Blay, é provável que a morte das trabalhadoras da Triangle se tenha incorporado ao imaginário coletivo, de modo que esse episódio é, com frequência, considerado como a origem do Dia Internacional da Mulher.

Em 1915, Alexandra Kollontai organizou uma reunião em Christiania (atual Oslo), contra a guerra. Nesse mesmo ano, Clara Zetkin faz uma conferência sobre a mulher.

Na Rússia, as comemorações do Dia Internacional da Mulher foram o estopim da Revolução russa de 1917. Em 8 de março de 1917 (23 de fevereiro pelo calendário juliano), a greve das operárias da indústria têxtil contra a fome, contra o czar Nicolau II e contra a participação do país na Primeira Guerra Mundial precipitou os acontecimentos que resultaram na Revolução de Fevereiro. Leon Trotsky assim registrou o evento: “Em 23 de fevereiro (8 de março no calendário gregoriano) estavam planejadas ações revolucionárias. Pela manhã, a despeito das diretivas, as operárias têxteis deixaram o trabalho de várias fábricas e enviaram delegadas para solicitarem sustentação da greve. Todas saíram às ruas e a greve foi de massas. Mas não imaginávamos que este ‘dia das mulheres’ viria a inaugurar a revolução”.

Após a Revolução de Outubro, a feminista bolchevique Alexandra Kollontai persuadiu Lenin para torná-lo um dia oficial que, durante o período soviético, permaneceu como celebração da "heróica mulher trabalhadora". No entanto, o feriado rapidamente perderia a vertente política e tornar-se-ia uma ocasião em que os homens manifestavam simpatia ou amor pelas mulheres - uma mistura das festas ocidentais do Dia das Mães e do Dia dos Namorados, com ofertas de prendas e flores, pelos homens às mulheres. O dia permanece como feriado oficial na Rússia, bem como na Bielorrússia, Macedónia, Moldávia e Ucrânia.



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8 DE MARÇO - ENTRE PEDRAS, FLORES

Em sentido horário: poetisa Cora Coralina, atriz Leila Diniz, Uma Índia amamentando um animal, uma Gari trabalhando, militantes Clara Zetkin e Rosa Luxemburg, passeata de mulheres negras, Operadoras da bolsa de valores, Bancária, Maria da Penha, cantora Elis Regina, mulher pobre, militante Bertha Lutz, poetisa Cecília Meireles, Escrava Anastácia, Liga Internacional das Mulheres, Vendedora do Ver-o-Peso, passeata de mulheres, Tacacazeira, poetisa Clarice Lispector, compositora e maestrina Chiquinha Gonzaga; algumas mulheres que representam a luta e a sensibilidade do universo feminino.


Para nós, mulheres, que vamos tentando fazer das pedras, flores... e que vamos vivendo a crescer e criar, a amar e aprender a viver cada vez mais humanas e humanizadas. Que a sensibilidade e os sonhos não nos abandonem na dura luta, na dura lida de ser mulher.

A todas as mulheres bancárias, a todas as meninas, filhas de bancárias, a todas as mães, bancárias, e a todos os homens, que aprendam o respeito e o amor, a solidariedade e sensibilidade para que a vida seja mais simples, melhor e mais bonita.


DAS PEDRAS

Ajuntei todas as pedras
que vieram sobre mim.
Levantei uma escada muito alta
e no alto subi.
Teci um tapete floreado
e no sonho me perdi.

Uma estrada,
um leito
uma casa,
um companheiro.
Tudo de pedra.

Entre pedras
cresceu a minha poesia.
Minha vida...
Quebrando pedras
e plantando flores.

Entre pedras que me esmagavam
Levantei a pedra rude
dos meus versos.

Cora Coralina.



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8 DE MARÇO - DIA INTERNACIONAL DA MULHER


Uma década para as mulheres, cem anos para a sociedade

Se o século XX foi o das mulheres, como afirma o historiador britânico Eric Hobsbawm, o que nos reservaria o futuro? Já é possível vislumbrar o que teremos no século XXI a partir dessa primeira década que se completa agora?

Ouso fazer algumas especulações e, confesso, quase preces.

Os últimos cem anos foram das mulheres porque nós alteramos radicalmente nossa posição na sociedade. Se é verdade que sempre trabalhamos, agora ocupamos cada vez mais os espaços de decisão e de poder. Ampliamos nosso acesso ao ensino formal e já somos maioria nas universidades. Controlamos a natalidade, mas continuamos lutando para ter o direito sobre o próprio corpo – em parte do mundo, inclusive no Brasil, o aborto ainda não é legal. A violência também se mantém e a noção de posse sobre a mulher permanece como um dos últimos bastiões onde o machismo pode se agarrar.

Nós ainda não alçamos todos os vôos nem atingimos todas as metas – verdade seja dita. E será que é isso que precisamos fazer? Até que ponto queremos a igualdade dentro dessa mesma sociedade, tal qual ela está configurada? É na competitividade que vamos viver, ou seja, dentro dessa lógica construída pelos e para os homens?

A primeira década do século XXI mostra que sim.

O debate pode parecer muito abstrato, mas existem exemplos muito práticos de sua aplicabilidade. Elegemos a primeira mulher presidenta do Brasil. Pois bem. Isso ocorreu com pautas feministas? A postura de Dilma Rousseff é absolutamente divergente daquela que já conhecemos ou ela encarna os mesmos valores e feições dos políticos de sempre?

A resposta, acho, é que até aí, nada de novo. Se simbolicamente é muito forte termos uma mulher ocupando tal cargo, é também sintomático que ela o faça da mesma forma que todos os seus antecessores, ou seja, os homens.

Eu espero, sinceramente, que o século XXI seja marcado por um novo pacto de convivência entre a humanidade.

E é possível pensar assim. A mudança impetrada pelas mulheres foi tamanha que conseguiu chacoalhar todas as relações estabelecidas. Já não se fazem mais famílias como antigamente. O sexo não é pecado, tampouco o divórcio. A maternidade mudou. Tudo mudou. E isso está diretamente relacionado com a libertação feminina.

Afinal, não estaria na hora de construirmos outros parâmetros? Se estamos pegando nossos destinos nas mãos, por que não fazer diferente? É claro que a simples entrada das mulheres nos diversos espaços por si só já altera a ordem das coisas. Mas não é suficiente para mudanças estruturais que precisamos encarar caso queiramos que a humanidade siga existindo.

A começar pela nossa relação com o meio ambiente e o próximo. Se o século XX foi das mulheres, o século XXI poderia ser de todos, igualmente juntos.


Escrito por Maíra Kubík Mano, do blog VIVA MULHER




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segunda-feira, 7 de março de 2011

ARRECADAÇÃO DO PARÁ SUPERA R$ 1 BILHÃO NO PRIMEIRO BIMESTRE

Abaixo, você lê a notícia pinçada do Portal do Governo do Estado, que dá conta de um crescimento no primeiro bimestre de 14,7% na arrecadação, em relação ao mesmo período do ano anterior.

Para os trabalhadores bancários e para os servidores públicos de modo geral, a notícia significa que o governo está em condições de administrar melhorias nos serviços públicos e negociar, à altura, melhorias salariais com os servidores. Leia abaixo.

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Da Redação
Agência Pará de Notícias

O secretário José Tostes Neto mostra o balanço com os resultados das medidas de combate à sonegação e melhoria da arrecadação

No primeiro bimestre deste ano a arrecadação própria do Estado do Pará cresceu 23% em comparação ao mesmo período de 2010, saltando de R$ 829,7 milhões arrecadados em janeiro e fevereiro do ano passado, para R$1,013 bilhão em 2011. O crescimento em termos reais, descontada a inflação do período, foi de 14,7%.

A comparação entre fevereiro de 2010 e de 2011 mostra um crescimento na arrecadação própria de 23,8%, ou 16,8% em termos reais. A arrecadação em 2010 foi de R$ 381,8 milhões, e já chegou a R$ 472,8 milhões este ano.

Leia mais em Pará Portal do Governo



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sexta-feira, 4 de março de 2011

NESTE CARNAVAL, CUIDADO!


Divirta-se, e muito, mas tenha cuidado com a vida: a sua e a de todos os que estarão com você durante as festas de carnaval.

E nunca é demais lembrar o que você já sabe:

SE BEBER, NÃO DIRIJA!

USE CAMISINHA!

NÃO BRIGUE, DIVIRTA-SE NA PAZ!



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AFBEPA PRESENTE NO ATO EM DEFESA DA CAPAF

A Presidente em exercício da AFBEPA, Cristina Quadros dando seu apoio à luta
dos empregados e aposentados do Banco da Amazônia em defesa da CAPAF.


Cristina Quadros e o Dep. Est. Edmilson Rodrigues - PSOL,
que requereu a sessão especial em defesa do Banpará, na Assembléia Legislativa.


Presidente da AEBA, Silvio Kanner, defendendo
os direitos dos bancários da ativa e aposentados.


Dep. Est. Edmilson Rodrigues também fez uso da palavra para defender
os direitos dos bancários no ato em frente ao Banco da Amazônia.



Hoje, pela manhã, a Presidente em exercício da AFBEPA Cristina Quadros marcou presença no ato em defesa dos direitos dos aposentados e pensionistas da CAPAF. O evento foi organizado pela AEBA, na frente da matriz do Banco da Amazônia, na Av. Presidente Vargas. Também esteve presente o Dep. Est. Edmilson Rodrigues - PSOL, que junto com Cristina Quadros, aproveitou para reforçar o convite para a sessão especial em defesa do Banpará na ALEPA.

Cristina Quadros manifestou todo o apoio à luta dos empregados e aposentados do Banco da Amazônia e fortaleceu o propósito já expresso pela AEBA e AABA de que o passivo que hoje pode inviabilizar a CAPAF é de responsabilidade da União, que através do Banco da Amazônia deve assumir totalmente a CAPAF, a começar por quitar os débitos oriundos de anos e anos de não repasse dos valores enquanto patrocinador do fundo.

QUE OS BANCÁRIOS E APOSENTADOS DO BANCO DA AMAZÔNIA SE ORGANIZEM CADA VEZ MAIS NA LUTA QUE SERÁ VITORIOSA, CERTAMENTE, POR SER UMA LUTA JUSTA!




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quinta-feira, 3 de março de 2011

MULHERES AINDA GANHAM MENOS QUE HOMENS

No site da Contraf/Cut, a matéria abaixo chama a atenção porque revela o que ainda há de preconceito em nossa cultura machista. Nesta semana da Mulher, já que se aproxima o 8 de Março, Dia Internacional da Mulher, a AFBEPA publica alguns artigos e matérias que nos levem a pensar em um mundo mais igualitário, justo e sensível. Reflitam.


Mulheres ganham 75,7% do salário pago aos homens, aponta Dieese

Embora a participação das mulheres no mercado de trabalho tenha crescido na última década, com grau de instrução superior ao dos homens, os salários delas continuam sendo menores, de acordo com estudo realizado pela Fundação Seade e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), na região metropolitana de São Paulo.

Segundo o levantamento, as mulheres ganham 75,7% do valor pago aos homens para o desempenho das mesmas funções. A diferença de remuneração, entretanto, caiu se comparado ao ano de 2000, já que naquela época o salário das mulheres equivalia a 73,6% do salário dos homens.


Nos cargos com nível superior completo, a diferença de remuneração entre homens e mulheres é maior: elas recebem 63,8% do valor pago a eles para as mesmas funções, menos que em 2000, quando esse percentual era de 65,2%.


Na última década, a escolaridade das mulheres melhorou, com 17,1% das profissionais apresentando ensino superior completo. Em 2000, esse percentual era de 12,9%. Entre os homens, apenas 13% apresentam nível superior completo, embora tenha havido um avanço frente aos 10,8% registrados no início da década passada.


Entre 2009 e 2010, a participação feminina no mercado de trabalho (proporção das mulheres com idade acima de dez anos em situação de ocupadas ou desempregadas) subiu de 55,9% para 56,2%, enquanto que para os homens, o indicador ficou praticamente estável, passando de 71,5% para 71,6%.


A taxa de desemprego total entre as mulheres diminuiu pelo sétimo ano consecutivo em 2010, passando de 16,2% em 2009 para 14,7%. "Para a população feminina foram gerados 163 mil postos de trabalho, volume suficiente para absorver as 99 mil mulheres que ingressaram na força de trabalho metropolitana e reduzir em 64 mil o contingente de desempregadas", destaca o estudo.


O resultado, de acordo com as entidades, reflete a melhora na educação das mulheres. Se em 2000 a maior parte da População Economicamente Ativa (PEA) com nível superior era composta por homens (51,3%), hoje essa posição é ocupada pelas mulheres (53,6%). O nível de ocupação dos profissionais com escolaridade superior cresceu mais rapidamente entre as mulheres do que entre os homens. Para o Dieese/Seade, se esse ritmo for mantido, "é de se esperar que, em poucos anos, as mulheres também passem a ser maioria no conjunto do ocupados".



Fonte: Valor Econômico/
Contraf-Cut.



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quarta-feira, 2 de março de 2011

PROBLEMAS NO SISTEMA DO BANPARÁ ATRASA ATENDIMENTO

Com o título acima, deu no Diário do Pará, hoje.

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O sistema de comunicação do Banpará apresentou problemas ontem nas agências da instituição. Antônio Lisboa, por exemplo, veio do município de Benevides, Região Metropolitana de Belém, para sacar sua aposentadoria na agência São Brás, em Belém, e acabou surpreendido pela informação de que o sistema não estava funcionando.

Transcorridas cerca de três horas, o idoso resolveu renovar as energias. “Estou comendo esta salada para ver se aguento mais um pouco na espera”, comentou o bem humorado aposentado.

O Banpará informou que o pagamento do funcionalismo estadual previsto para ontem foi prejudicado pelo atraso no processamento do sistema da instituição financeira. Segundo o Banpará, as circunstâncias do atraso estão sendo apuradas, para que medidas de prevenção a esse tipo de problema sejam logo tomadas. O atendimento foi normalizado às 14h.

Fonte: Diário do Pará


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