terça-feira, 27 de abril de 2021

BRINDE DAS MÃES JÁ COMEÇOU A SER ENVIADO COM MUITO CARINHO E AMOR.

 

Brindes do Dia das Mães já começaram a ser  enviados pelos malotes do Banco.


Com o Dia das Mães se aproximando, a Afbepa já começou a entregar o mimo especial para as nossas  mamães associadas tão queridas por nós. É com muita alegria que a nossa Associação encaminha os brindes este ano, já que em 2020, não foi possível devido ao cenário crítico de pandemia. 

Os primeiros envios estão sendo feitos por meio de malotes para as Agências do interior do Estado, a partir desta segunda-feira, 26 e, seguirão ao longo de toda semana. Em breve, começarão as entregas, nas Agências da Capital e Região Metropolitana. 

 Este ano, o brinde do Dia das Mãe é uma linda mochila disponível em 6 cores, entre elas, bege, marrom, rosa, preta, vermelha, creme e vinho. Uma lembrança singela com bastante feminilidade para exaltar a mulher que habita em cada Mãe.



A Afbepa pensou com muito cuidado na escolha do brinde, para não presentear as Mães com itens de casa ou decoração, as resumindo somente a donas de casa, mas sim lembra-las da potência feminina que há em cada uma de nós. Que nós, Mulheres, nos vejamos com mais amor e carinho e enxerguemos  toda beleza que temos. 


Os brindes foram embalados seguindo todos os cuidados de higienização e prevenção contra a Covid-19, porém reforçamos que, quando os receberem, higienizem com álcool 70% as embalagens.

Em caso de qualquer dúvida, as associadas podem entrar em contato pelos telefones (91) 3212-1479 ou 99247-6774 (whatsapp).


UNIDOS SOMOS FORTES

DIREÇÃO DA AFEBPA

ASSESSORIA DE IMPRENSA

ASSOCIADOS TÊM ATÉ AMANHÃ PARA ENTRAREM EM CONTATO SOBRE O AJUIZAMENTO DE AÇÃO CONTRA A DISPENSA COMPULSÓRIA DO BANCO

Encerra amanhã o prazo para os Associados (as) que têm interesse em ajuizar ação contra o Banpará sobre a dispensa compulsória, feita pelo Banco em janeiro deste ano, por meio do Comunicado nº01/21, entrarem em contato com a Afbepa.

Na reunião, realizada dia 14 de abril, pela presidente Kátia Furtado e o jurídico da Associação, representado pelos doutores Márcio Tuma e Ana Carolina Albuquerque ficou decidido que, os interessados (as), deveriam entrar em contato com a AFBEPA até o dia 28 de abril.

 Após essa data, a depender da quantidade de colegas interessados e semelhança dos pedidos, será avaliado pela nossa Assessoria se serão demandadas ações coletiva ou individuais.

O escritório Tuma e Torres vem prestando auxílio jurídico para que os colegas possam recorrer à Justiça reclamando os seus direitos, já adquiridos antes da promulgação da Emenda Constitucional, em 12 de novembro de 2019.

A Assessoria Jurídica da Afbepa vê possibilidades de êxito no ajuizamento de ação pelos empregados que já tinham 70 anos e estavam aposentados antes de 12/11/2019 e, outros que tenham interesse, mesmo que não se encaixem nos critérios cumulativos por idade e aposentadoria.

Reforçamos que os números para contato são 98111-1703 (Kátia Furtado), 99352-4678 (Tuma e Torres), 98801-0017 (Dr. Márcio Tuma) e 98499-5224 (Dra. Ana Carolina Albuquerque).

 

UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

ASSESSORIA DE IMPRENSA

segunda-feira, 26 de abril de 2021

RETORNO DO GRUPO DE RISCO FICOU PARA SER DECIDIDO EM ASSEMBLEIA A SER PROMOVIDA PELO SINDICATO.

 

Afbepa participou da reunião.


Ocorreu na sexta, 23, uma reunião virtual pelo Zoom, que contou com a participação de um pouco mais de 40(quarenta) colegas, para debate do retorno do grupo de risco, como almeja o Banpará.

A presidente do Sindicato informou que há um interesse do Banco no retorno do grupo de risco (pessoas com fragilidades no organismo, como diabetes, hipertensão, cardíacas etc), ao trabalho presencial. Que há uma negociação entabulada, e que nela o Banco propõe o abono de 20% de horas negativas do Banco de Horas.

A Afbepa em sua fala, externou a sua preocupação do retorno do grupo de risco, ao Trabalho presencial, uma vez que há um cenário inseguro para essas pessoas. Se para quem não tem comorbidade já é um risco alto, para quem tem se torna pior ainda.

Há dados que foram expressos pela vice-presidente do Sindicato onde têm -se mais de 300 pessoas em teletrabalho e menos de 100 à disposição do Banco, em casa.

Se tem esse cenário, com mais pessoas de Matriz em teletrabalho, então o Banco tem de oferecer para quem ainda não está. 

A nosso ver o Banco descumpre a decisão judicial quando não oferece o teletrabalho. Essa, a nosso ver, é uma forma de levar todos para o trabalho presencial, que é a sua vontade, desde o início da pandemia, quando foi obrigado a afastar esse Pessoal, e ainda quer negociar dispondo de um banco de horas negativo que ele criou por não cumprir toda a decisão judicial de dar trabalho remoto.

A Afbepa espera que esse tipo de negociação não frutifique e que o Banco mantenha o pessoal do grupo de risco afastado.

O Sindicato quer negociar, porém essa negociação só passa por retirar o nosso Direito. Negociação é algo em que as partes são contempladas em seus pedidos, cada um renunciando um pouco, e não é o que ocorre com o Banco.

O pessoal que participou fez perguntas, mas sempre de uma ótica subjetiva. É importante que defendamos todos Juntos, em uníssono, o Direito à Vida e ao ambiente de Trabalho Seguro, Saudável e Higiênico.

Não há uma decisão posta. O Sindicato vai convocar uma assembleia, para decidirmos o interesse do Banco.

Vamos participar e Defender o Nosso Interesse e Direitos!!

O Sindicato ficou de ir para a mesa com o Banpará e chamar uma assembleia. Logo, é fundamental que todos participem com falas, aprovando ou rechaçando propostas que resultem em perdas de Direitos.

 

UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA 

 

sexta-feira, 23 de abril de 2021

BANPARÁ QUER O GRUPO DE RISCO DE VOLTA AO TRABALHO PRESENCIAL E SINDICATO REALIZA HOJE ASSEMBLEIA PARA DECISÃO. A AFBEPA É CONTRA ESSE RETORNO.

 Segundo a Afbepa soube por colegas e através de um escrito no Whatsapp, o Sindicato dos Bancários do Pará vai realizar hoje uma assembleia visando decidir sobre o retorno do grupo de risco ao trabalho presencial, conforme o Banco quer.

A Afbepa lembra que essa liberação do grupo de risco para ficar em casa foi algo muito difícil e de conflitos, pois o Banco tinha acertado uma forma com o Sindicato, da pessoa integrante desse grupo solicitar a sua liberação junto ao gestor apresentando certos documentos. A Afbepa não concordou com isso, pois os funcionários (as) têm os seus perfis médicos no Banco, na Gesat, e quem não tivesse poderia encaminhar direto para essa Gerência, sem precisar passar por avaliação de gestor, visto que se trata de uma questão de saúde, um Direito Fundamental da Vida.

Na realidade o Banco demonstrou que nunca quis liberar esse grupo. Preferiu assumir o risco, como foi com o colega de Viseu, que estava na linha de frente e foi a óbito, e com o de Dom Eliseu, que continua se restabelecendo da covid19.

A Afbepa não entende esse retorno em um momento da pandemia que temos o Pará com 60% mais mortes. Por que expor Pessoas Frágeis a esse vírus é suas variantes?

Disseram que certos colegas desse grupo tomaram a primeira e segunda doses e, logo, estão imunizados. A ciência diz que a vacina  imuniza um percentual, há, também, estudos acerca das variantes (mutações do coronavírus), se estão ou não abrangidas pela vacina???? Além da necessidade de se ter mais ou menos 70% da coletividade, para se atingir a imunização de rebanho.

Para Afbepa, na dúvida é melhor ficar em casa, no trabalho remoto.

Temos a nosso favor um Direito, fruto da decisão judicial que determina que o grupo de risco só retorne ao trabalho presencial com a BANDEIRA VERDE, e essa decisão ressalva a faculdade de retorno apenas de quem tenha tido covid19 e anticorpos.

Portanto, a Afbepa não compreende o motivo de entregarmos um Direito, de pessoas fragilizadas pela Vida?

Algumas, inclusive, hoje recebem a ingratidão do Banpará após anos de muita dedicação e trabalho, muitos que saem compulsoriamente agora em maio, nos longos anos que viveram à disposição do Banco, não conseguiam estar, com alguma frequência, ao lado de seus filhos (as), esposa (o) e familiares, pois viviam para cuidar dos interesses do Banco.

Para a Afbepa, há déficit de pessoal, e o grupo de risco, com comorbidades, supriria essa situação. A nossa Associação quer estar errada quanto as nossas Vidas não valerem nada para o Banco. Por isso, pedimos, tem cadastro de reserva, Contrata Já esse Pessoal!  

 A Afbepa se posiciona CONTRÁRIA À ESSE RETORNO PRESENCIAL, QUE SEJA MANTIDO O TELETRABALHO, POIS AINDA NÃO HÁ BANDEIRA VERDE E NEM UM CENÁRIO PANDÊMICO MELHOR NO PARÁ.

 

A VIDA É ÚNICA! RESPEITO.

 

UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

terça-feira, 20 de abril de 2021

QUANDO EU PARTIR...

A presidente da Afbepa, Kátia Furtado, recebeu mais uma poesia nesta segunda-feira, 19, desta vez sobre a incerteza da vida diante do cenário pandêmico que estamos vivendo. Um texto belo e delicado sobre a partida dessa vida, e aproveitamos para partilhar com vocês. Agradecemos mais uma vez a nossa querida colega Nice Cavalcante!


Quando eu partir...

 

Quando eu partir,

Não chore pela minha ausência...

E, se chorar,

Chore de alegria, porque compartilhamos momentos felizes.

Chore por lembrar  das gargalhadas de piadas contadas...

De tantas histórias divertidas que só a gente sabia contar...

 

Quando eu partir,

Não diga que eu era boa,

Diga somente que eu fiz o meu melhor.

E não lamente por ter ocultado que a minha presença era importante para vc...

Se preferir, tente imitar o que achava importante em mim.

 

Quando eu partir,

Quero deixar em cada amizade, uma saudade...

Quero deixar  no ambiente que eu frequentava, uma lembrança boa...

Quero deixar em cada coração, uma esperança...

 

A esperança do encontro na eternidade,

Do abraço que não pôde ser dado,

Do adeus que ficou calado,

Da visita que não aconteceu,

Da esperança de uma paz que o infinito pode nos proporcionar...

 

Quando eu partir...

Que tudo  meu seja compartilhado,

E que embora distante eu me faça presente:

Numa melodia...

No perfume da flor,

No raiar de um novo dia,

No canto dos passarinhos,

Na brisa suave,

Na maresia...

 

Quando eu partir...

Ah, ninguém saberá o dia!

Nice Cavalcante

segunda-feira, 19 de abril de 2021

AGÊNCIAS DO BANPARÁ PADECEM COM COVID E FALTAM ATITUDES.

Os casos positivos de covid19 dentro das Agências do Banpará e a falta de atitudes do Banco tem preocupado quem se importa com as pessoas, com as Vidas, dentro desses ambientes com alto poder de contágio.

O descaso e a negligência são as marcas dessa Diretoria. Temos, na Gesat, poucas pessoas preocupadas e sem poder de intervir; uma Dirad que não toma providências que ajudem os colegas, de fato, dentro dos Locais de Trabalho.

VAMOS AOS OCORRIDOS:


Um funcionário, da Agência Tucuruí, testou positivo há cerca de mais ou menos 10 dias, morava com a mãe que, infelizmente, morreu de covid, e, não se tem notícias do Banpará haver ordenado a desinfecção da unidade de trabalho e, tampouco, as testagens dos demais funcionários.

Em Marituba, verificou-se, a Agência fechada hoje, 19, e se soube que para desinfecção, uma vez que há um caso de covid no local, de uma funcionária. Apurou-se que, até agora, ninguém foi comunicado pelo Banco, para fazer teste de covid.

A Afbepa também tomou conhecimento que houve casos na Sucpf, sem testagens dos funcionários, pelo Banco. A Afbepa ressalta que a responsabilidade e o dever de cuidar e zelar é do Banpará, ele precisa fazer a higienização desses espaços todos os dias, o vírus está aí, forte, com variantes. Por isso, tanto as Agências, que recebem pessoas aglomeradas, quanto a Matriz, precisam receber a devida atenção do Banco, na desinfecção  e realização de testagens de todos os possíveis contaminados.

Em Dom Eliseu, a AFBEPA foi informada no dia 8 de abril, que um funcionário do grupo de risco estava trabalhando normalmente. Após testar positivo para a covid, ele foi afastado. O agravante em sua condição clínica é que ele possui um rim e, mesmo alegando isso ao Banco, para ser afastado, no início da pandemia, o Banpará negou. Não há lógica capitalista que explique essa falta de amor ao próximo.

O difícil está sendo o que esse colega passa, pois ficou com o pulmão comprometido 75%, graças a Deus, a infecção abrandou porque ele pagou uma clínica particular para ajudá-lo. A Afbepa torce por sua completa recuperação.

E, segundo a Associação foi informada, a desinfecção em D. Eliseu  foi feita por duas funcionárias terceirizadas sem EPI's (Equipamentos de Proteções Individuais), sem nenhum tipo de material adequado para esses casos, apenas com panos úmidos com álcool pelas mesas dos funcionários. É um absurdo esse tipo de comportamento do Banco.

O cuidado com as Agências deveria ser diário, já que a movimentação de pessoas é muito maior nesses locais, como todos puderam ver com o pagamento dos programas sociais. A Matriz também recebe bastante pessoas de fora em seu dia a dia de trabalho e é importante que a Diretoria do Banco esteja atenta para isso, já que qualquer um(a) pode carregar o vírus. 

A Afbepa entende que é importante e fundamental para o Bem de todos, que o Banco faça a desinfecção dos ambientes bancários todos os dias e as testagens dos funcionários (as) pelo menos uma vez na semana, para evitar a propagação do covid e buscar o cuidado com a Saúde Pública. 


A DIREÇÃO DA AFBEPA

ASSESSORIA DE IMPRENSA

quinta-feira, 15 de abril de 2021

REUNIÃO VIRTUAL DA AFBEPA DEBATE DISPENSA COMPULSÓRIA DE FUNCIONÁRIOS PELO BANPARÁ.

A presidente da Afbepa, Kátia Furtado e o jurídico da Associação representado pelo Dr. Márcio Tuma e a Dra. Ana Carolina Albuquerque realizaram, no final da tarde de ontem, 14, uma reunião virtual com os aposentados do Banpará, que estão sendo dispensados, após anos de dedicação ao trabalho do Banco, e esclareceram sobre os termos do acordo homologado entre o Banpará e o Sindicato sobre a aplicação da Aposentadoria Compulsória, prevista no Comunicado n°01/21.

Esse Comunicado emitido pelo Banpará, em janeiro deste ano, pegou os empregados (as) de surpresa, principalmente por causa da imensa ingratidão do Banco e desprezo por suas Vidas. Naquele momento a Afbepa fez uma publicação acerca do tema, inclusive destacando que o Banco poderia não optar por essa dispensa, mas ao invés disso quis colocar o pessoal no olho da rua, em plena pandemia.

Em nossa reunião, uma das falas de uma funcionária resume esse sentimento. “Me senti como se fosse um papel rasgado no meio e jogado na calçada, o Banco me tratou como se eu fosse lixo”, contou a empregada. 

O escritório Tuma e Torres vem prestando auxílio jurídico para que os colegas recorram à Justiça para reclamar os seus direitos, já adquiridos antes da promulgação da Emenda Constitucional, em 12 de novembro de 2019.

A Assessoria Jurídica da Afbepa vê possibilidades de êxito no ajuizamento de ação  pelos empregados que já tinham 70 anos e estavam aposentados antes de 12/11/2019 e, outros que tenham interesse, mesmo que não se encaixem nos critérios cumulativos por idade e aposentadoria.

Os Associados (as) interessados em ajuizar ação contra o Banpará  devem entrar em contato com a AFBEPA até o dia 28 de abril, depois desse dia, a depender da quantidade de colegas e homogeneidade dos pedidos, será avaliado pela nossa Assessoria se serão demandadas ações coletiva ou individuais. 

Os números para contato são 98111-1703 (Kátia Furtado), 99352-4678 (Tuma e Torres), 98801-0017 (Dr. Márcio Tuma) e 98499-5224 (Dra. Ana Carolina Albuquerque).

 

UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

ASSESSORIA DE IMPRENSA

quarta-feira, 14 de abril de 2021

SUPERINTENDENTE DO BANPARÁ ASSEDIA E DEBOCHA DO FUNCIONALISMO DO BANCO.

 Tudo o que os funcionários (as) gostariam de ouvir das altas chefias do Banpará são palavras de apoio, ajuda, incentivo, Respeito, Carinho, Cuidado e de Compromisso com a Vida e a sua Valorização.

Mas não é isso que tem acontecido de fato. As cobranças, o constrangimento e o assédio dão o tom nesta relação patrão versus empregado.

Se não bastassem as situações adversas que o Funcionalismo vem enfrentando com os pagamentos dos fundos emergenciais, encarando os riscos letais do coronavírus, os alvoroços causados pelas multidões chateadas com a lentidão do atendimento, o dia de descanso sendo retirado, horas extras não pagas na sua integralidade, sem a assistência de um almoço e lanche e, praticamente, não tendo o sagrado direito do descanso completo, haja vista, a antecipação do horário de abertura das agências e PABS de 8h para 7h, agora, SOMOS AFRONTADOS com mais um ASSÉDIO da superintendente comercial do Banco.

Em vídeo enviado aos colegas do Polo Belém I, a Superintendente fala sobre a Campanha “Premiando Talentos II” e parabeniza as Agências que estão conseguindo vender produtos mesmo com as grandes movimentações nas unidades. Porém, ela usa de um tom de deboche para cobrar Agências e Pabs que tiveram uma semana “zerada”.

Essa foi reação ao vermos o vídeo. Nossa indignação com todo esse desprezo expressado contra o funcionalismo!

A superintendente trata como inadmissível não terem feito nenhuma venda. Chegando a questionar como é possível que clientes tenham passado mais de 1h e 30min em atendimento e não terem finalizado venda. A AFBEPA entende que as falas da Superintendente são desrespeitosas e um verdadeiro assédio e constrangimento imposto aos funcionários e funcionárias do Banpará. E A TODOS!! NÃO APENAS O PÓLO MENCIONADO POR ELA. POIS SOMOS UMA CLASSE, DE TRABALHADORES (AS).

Uma pessoa que ocupa uma posição que, ao menos, deveria ser de gestora e cuidar daqueles que estão em suas mãos, opta por usar de tom de chacota com seus subordinados. Um insulto ao cansaço e ao estresse que esses funcionários estão passando todos os dias com suas jornadas extenuantes e sobrecarregados, devido ao déficit de pessoal e as falhas tecnológicas. 

O marketing do Banpará pode trabalhar a vontade para firmar sua imagem exterior, mas deveria mesmo é olhar para sua Comunicação Interna, pois deixar uma pessoa que ocupa um cargo alto como o de Superintendente se posicionar dessa maneira, no mínimo, causa uma crise de Comunicação e conflita com quem está se entregando ao trabalho e dando o seu melhor.

Às vezes é necessário cobrar, mas a forma que é feita e o momento, em que os Locais estão cheios de pessoas atrás de dinheiro para suprirem um pouco das suas necessidades, onde os funcionários (as), literalmente, não tem tempo para se coçar, fica claro que quem cobra está olhando para uma realidade paralela, inexistente, e não para o que é real e vem sendo mostrados todos os dias em telejornais do Estado e, com certeza, dito pelos gerentes aos altos escalões da empresa. Essa gestora deveria se preocupar com os seus, o que eles estão enfrentando, levar palavras de conforto e incentivo, e não usar do sarcasmo e deboche para conseguir bater metas.

O FUNCIONALISMO PRECISA SER RESPEITADO E VALORIZADO! OS COLEGAS ESTÃO DOANDO SUAS VIDAS PARA CUMPRIREM OS PAGAMENTOS DE MULTIDÕES NECESSITADAS, O QUE É UMA MISSÃO DO BANPARÁ.

AS VIDAS DOS PROFISSIONAIS DO BANCO QUEREM RESPEITO! ASSÉDIO MORAL NUNCA SERÁ O CAMINHO PARA CONSEGUIR RESULTADO E LUCRATIVIDADE.

A AFBEPA REPUDIA MAIS ESSE ACINTE.


UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA

ASSESSORIA DE IMPRENSA


terça-feira, 13 de abril de 2021

ONDE TEM PARÁ, TEM BANPARÁ.

A presidenta da Afbepa recebeu este poema e é de uma colega de Santarém, que conseguiu com a sua sensibilidade derramar um bálsamo sobre as nossas Vidas de Trabalhadores(as) do Banpará. Achamos ele tão lindo, por isso resolvemos partilhar com vocês. 
Obrigada Nice Cavalcante!

Onde tem Pará, tem Banpará!

Assim diz o nosso povo,
Do cliente ao usuário,
Aquele que paga o boleto,
Aquele que saca o salário,
Aquele que faz o empréstimo,
Ou só busca o necessário...
Em nenhum outro lugar,
A excelência e educação
Tem igual este cenário,
É notório o amor envolvido no trabalho
Só mesmo no BANPARÁ
Que existe este funcionário.

Banpará é o nosso banco
Que veio para ficar
Por isso q todos dizem:
Onde tem Pará
Tem BANPARÁ.


Nice Cavalcante


ANTECIPAÇÃO DE HORÁRIO NÃO MUDA A REALIDADE DAS FILAS.

 

Aglomeração na Agência Belém Centro


Na tarde de ontem, segunda-feira, 12, a Diretoria do Banco anunciou o novo horário de 7h para os bancários (as) estarem nas Agências para atenderem os beneficiários dos auxílios “Fundo Esperança”, “Bora Belém” e “Renda Pará” e, hoje, 13, as aglomerações continuaram as mesmas, com filas enormes. 

A situação na Agência Belém Centro estava caótica, até às 14h ainda existiam muitas pessoas em uma fila na Rua 28 de setembro, ao lado da Agência. Todas aglomeradas, uma ao lado da outra. Na Agência Augusto Montenegro, não foi diferente, muitas pessoas aglomeradas do lado de fora da Agência e ao redor.

Aglomeração da Agência Belém Centro indo até a Rua 28 de Setembro.


A AFBEPA publicou ontem, que era um equívoco de avaliação essa abertura muito cedo, pois não é com a antecipação de horário e aumento da jornada que o problema será resolvido. Essa medida apenas contribui para o cansaço mental e físico dos funcionários (as), que já estão em seus limites da exaustão. Totalmente extenuados por causa dessa rotina e da sobrecarga de trabalho.

Ainda há os dias 16 e 20 de abril para serem trabalhados com esse horário. A AFBEPA reforça que repudia essa antecipação de horário, por acreditar que a contratação de mais profissionais para atuarem nas Agências e PABs, além de espaços físicos adequados, ajudaria e muito a resolver essa questão.


UNIDOS SOMOS FORTES

DIREÇÃO DA AFBEPA

ASSESSORIA DE IMPRENSA