quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

ACT PREJUDICIAL E DENÚNCIA AO MPT: IREMOS RECORRER PARA GARANTIR A JUSTIÇA!

Logo após tomarmos conhecimento do teor prejudicial aos bancários e bancárias do Banpará do ACT 2010/2011, redigido ao bel prazer da atual direção sindical, que jamais aprovou aquelas cláusulas em assembléia, a direção da AFBEPA reunida com mais de trinta bancários decidiu ingressar com uma denúncia junto ao MPT.

O procurador do trabalho que analisou a denúncia foi o mesmo que tratou de uma outra denúncia anterior: a que Kátia Furtado fez quando da eleição para a direção do Sindicato dos Bancários, na qual o Estatuto da entidade foi rasgado e a apuração foi protelada por quatro dias e quatro noites. Pois com base apenas no relato da direção do Sindicato, este procurador resolveu arquivar ambas as denúncias, argumentando que tudo se tratava de disputas políticas, a nosso ver, desconsiderando os fatos em si.

Através de nossa Assessoria Jurídica, no prazo que a lei nos faculta, iremos recorrer da decisão do procurador do trabalho, com todo o respeito, ao nosso ver totalmente equivocada. A realidade demonstra que a postura da direção do Sindicato dos Bancários é extremamente prejudicial aos interesses da categoria e iremos até as últimas consequencias para provar essa verdade.

Aos colegas do Banpará, nos unamos cada vez mais e lutemos, juntos, pelos nossos direitos, interesses e conquistas!



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(IN) SEGURANÇA BANCÁRIA: HOJE FOI A AGÊNCIA CASTANHAL. GERENTE E FAMILIARES FICARAM REFÉNS DE QUADRILHA

Mais um assalto com sequestro na trágica lista da (in)segurança bancária no Banpará. Nesta semana, na segunda-feira, foi o PAB Tracuateua, hoje, ainda há pouco, fizeram reféns o gerente da Ag. Castanhal, que também é diretor da AFBEPA e seus familiares.

De manhã cedo, a casa de Vandilson foi invadida pelos bandidos e, como de praxe, sequestraram o gerente e sua família, para impor o terror. Vandilson foi obrigado a se dirigir à agência com uma parte da quadrilha enquanto a outra parte mantinha reféns sua esposa e filhos menores. Após a consumação do assalto, o gerente e seus familiares foram libertados. O abalo é geral na agência. Logo mais atualizaremos as notícias.

Atualização às 19h30: O advogado da AFBEPA Dr. Paulo Galhardo esteve em Castanhal prestando todo o apoio da Associação ao gerente que sofreu a violência. Lá encontrou também os colegas José Maria, do Sesmt e Serra Freire da Geset. O bancário e sua família estão, naturalmente muito abalados. Tudo indica que esta quadrilha que cometeu o crime hoje em Castanhal foi a mesma que vitimou a gerente da Ag. Santa Isabel em um assalto com sequestro na mesma modalidade "sapatinho" recentemente.


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quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

UMA SINGELA LEMBRANÇA, E OS VOTOS DE FELIZ NATAL E BOM ANO, DA AFBEPA PARA VOCÊ


A AFBEPA preparou uma singela lembrança de presente de natal aos associados e associadas. Uma lembrança para lembrar... Um relógio, para marcar os tempos da vida, para além do trabalho... e um cartão, que fala exatamente do tempo de amar, de orar, de silenciar... para que sempre tenhamos presente que é preciso equilibrar e encontrar um tempo para cuidar de nós e das pessoas que amamos...






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segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

(IN)SEGURANÇA BANCÁRIA: COORDENADOR DO PAB TRACUATEUA E SUA FAMÍLIA AINDA ESTÃO EM PODER DOS BANDIDOS

Mais um assalto se soma à trágica lista da (in)segurança bancária que gera traumas, muitas vezes irremediáveis, aos bancários e seus familiares. Nesta manhã, o Coordenador do PAB Tracuateua, vinculado à Ag. Bragança teve sua casa invadida por uma quadrilha, no modus operandi da modalidade "sapatinho". Enquanto uma parte do bando manteve em cárcere privado a família do bancário, outra parte seguiu para agência com o coordenador do Posto e, após consumado o assalto, fugiram, fazendo mais outros dois bancários reféns, estes soltos em Capanema e já fora de perigo.

Até agora não temos notícias da localização do Coordenador do PAB e sua família, ainda sob poder dos bandidos.

O gerente da Ag. Bragança, Carlos Antônio, já se encontra no PAB Tracuateua e assim que tivermos mais informações, atualizaremos nosso blog.


Atualização 11h35 - O coordenador do PAB e seus familiares acabaram de ser libertados neste momento.

A AFBEPA levantará com força este debate da (in)segurança bancária. Há muitas questões que precisam ser tratadas: a proteção aos bancários e seus familiares; o risco total sob os quais os bancários e seus familiares vivem, por dever de ofício, que deveriam ser valorados; os cuidados com as vidas abaladas, lesionadas após o trauma; a casa como extensão do local de trabalho no momento do assalto; os (não) investimentos em segurança bancária no setor que mais bate recordes de lucros: os bancos; enfim, há muitas questões a serem trabalhadas neste mapa de debates sobre a (in)segurança bancária que, até hoje, tem recaído nas costas das principais vítimas.

Logo ao início do ano, a AFBEPA irá buscar agendar parlamentares e autoridades públicas para o debate da (in)segurança bancária e irá propor um estudo de fôlego que gere, inclusive, mudanças na legislação e na proteção às vidas dos bancários e suas famílias.




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segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

CONFRATERNIZAÇÃO NA AABEP E NA AEBA

A Presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado compareceu à festa de confraternização da Associação de Aposentados do Banpará - AABEP, que se realizou no último domingo, 12/12, na casa de recepção Champagne, na Trav. João Balbi. A alegria foi reinante no almoço com pagode, onde os convidados se divertiram a valer!

A AFBEPA agradece ao convite e reafirma a grande unidade de lutas que tem construído com a AABEP, uma entidade irmã da nossa Associação que, inclusive, tem forte atuação na CAFBEP.

Vamos trabalhar sempre juntos e aprofundar cada vez mais os laços de união com a AABEP, sempre lutando pelo melhor para nós, bancários e bancárias do Banpará.

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A diretoria da AFBEPA também agradece ao convite da diretoria da AEBA para a confraternização que ocorreu no clube Bancrévea no último sábado, 11/12. Não foi possível o comparecimento na bonita festa.

A diretoria da AFBEPA tem a certeza de que a partir de 2011, os laços de união com a AEBA também serão mais fortes e poderemos traçar um trabalho conjunto em defesa dos interesses, conquistas e direitos dos bancários do Banpará e do Banco da Amazônia. Mais unidade verdadeira na luta bancária! Muito melhor para a categoria.



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LEI CONTRA BANCÁRIOS É RETIRADA DA CLT

O Presidente Lula sancionou a Lei que suprime o art. 508 da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, que possibilitava a demissão por justa causa aos bancários que tivessem dívidas.

Para o autor da proposta, o Dep. Fed. Geraldo Magela (PT-DF), o artigo "é totalmente incompatível com os preceitos da Constituição Federal" porque fere o princípio da isonomia (tratamento igual para todas as pessoas) e contraria o direito de privacidade.

A supressão do artigo vem ao encontro de uma realidade brutal. É a mínima justiça diante do achatamento salarial da categoria bancária nas duas últimas décadas. O alto endividamento dos bancários e bancárias, generalizado na categoria, é fruto das exigências no ambiente de trabalho e da mínima necessidade de garantir um digno padrão de vida às suas famílias.

Agora é urgente rediscutir com a Fenaban, e as direções de bancos, programas que possibilitem o resgate das perdas históricas, que assolaram os salários dos bancários e bancárias desde a década de 90.

Fonte: Agência Estado, com redação da AFBEPA.




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sábado, 11 de dezembro de 2010

O BLOG É NOSSO!


Pois é, estamos de nova marca para o blog... na verdade, agora temos uma marca própria do Nosso Blog, criada pela "agência da casa"...rsss...

A nova marca incorpora o que está nos corações e mentes dos bancários e bancárias do Banpará: o sentimento de que este blog é nosso, é de todo mundo que lê, que comenta, que se alimenta das notícias e vive o Nosso Blog no dia-a-dia. Então, taí! O Blog é nosso, é de cada um e é de todo mundo junto!

Ah! E aguardem... a nova marca também nasceu porque em breve teremos novidades, boas, boíssimas novas por aí... vocês verão...


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A VERDADEIRA HISTÓRIA DO NATAL

Entrando no clima do Natal, o blog traz essa matéria que conta a origem verdadeira desta festa que nos enternece os corações a cada final de ano. Vivendo e aprendendo, a cada dia, um pouco mais. Leia, abaixo, a matéria colada da Revista Superinteressante, da Editora Abril.

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A verdadeira história do Natal

A humanidade comemora essa data desde bem antes do nascimento de Jesus. Conheça o bolo de tradições que deram origem à Noite Feliz

Thiago Minami e Alexandre Versignassi

Roma, século 2, dia 25 de dezembro. A população está em festa, em homenagem ao nascimento daquele que veio para trazer benevolência, sabedoria e solidariedade aos homens. Cultos religiosos celebram o ícone, nessa que é a data mais sagrada do ano. Enquanto isso, as famílias apreciam os presentes trocados dias antes e se recuperam de uma longa comilança.

Mas não. Essa comemoração não é o Natal. Trata-se de uma homenagem à data de "nascimento" do deus persa Mitra, que representa a luz e, ao longo do século 2, tornou-se uma das divindades mais respeitadas entre os romanos. Qualquer semelhança com o feriado cristão, no entanto, não é mera coincidência.


O deus persa Mitra.

A história do Natal começa, na verdade, pelo menos 7 mil anos antes do nascimento de Jesus. É tão antiga quanto a civilização e tem um motivo bem prático: celebrar o solstício de inverno, a noite mais longa do ano no hemisfério norte, que acontece no final de dezembro. Dessa madrugada em diante, o sol fica cada vez mais tempo no céu, até o auge do verão. É o ponto de virada das trevas para luz: o "renascimento" do Sol. Num tempo em que o homem deixava de ser um caçador errante e começava a dominar a agricultura, a volta dos dias mais longos significava a certeza de colheitas no ano seguinte. E então era só festa. Na Mesopotâmia, a celebração durava 12 dias. Já os gregos aproveitavam o solstício para cultuar Dionísio, o deus do vinho e da vida mansa, enquanto os egípcios relembravam a passagem do deus Osíris para o mundo dos mortos. Na China, as homenagens eram (e ainda são) para o símbolo do yin-yang, que representa a harmonia da natureza. Até povos antigos da Grã-Bretanha, mais primitivos que seus contemporâneos do Oriente, comemoravam: o forrobodó era em volta de Stonehenge, monumento que começou a ser erguido em 3100 a.C. para marcar a trajetória do Sol ao longo do ano.

Stonehenge


A comemoração em Roma, então, era só mais um reflexo de tudo isso. Cultuar Mitra, o deus da luz, no 25 de dezembro era nada mais do que festejar o velho solstício de inverno - pelo calendário atual, diferente daquele dos romanos, o fenômeno na verdade acontece no dia 20 ou 21, dependendo do ano. Seja como for, esse culto é o que daria origem ao nosso Natal. Ele chegou à Europa lá pelo século 4 a.C., quando Alexandre, o Grande, conquistou o Oriente Médio. Centenas de anos depois, soldados romanos viraram devotos da divindade. E ela foi parar no centro do Império.

Mitra, então, ganhou uma celebração exclusiva: o Festival do Sol Invicto. Esse evento passou a fechar outra farra dedicada ao solstício. Era a Saturnália, que durava uma semana e servia para homenagear Saturno, senhor da agricultura. "O ponto inicial dessa comemoração eram os sacrifícios ao deus. Enquanto isso, dentro das casas, todos se felicitavam, comiam e trocavam presentes", dizem os historiadores Mary Beard e John North no livro Religions of Rome ("Religiões de Roma", sem tradução para o português). Os mais animados se entregavam a orgias - mas isso os romanos faziam o tempo todo. Bom, enquanto isso, uma religião nanica que não dava bola para essas coisas crescia em Roma: o cristianismo.

O Presépio, que retrata o nascimento de Jesus.


Fonte: Revista Superinteressante

As imagens foram catadas na internet.

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segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

AFBEPA JÁ ESTÁ DE CASA NOVA!


Boas notícias! A nossa AFBEPA já está de casa nova!
No último sábado, 04/12, foi realizada a mudança de sede para o novo endereço: Trav. Manoel Evaristo, nº 717 A, entre Senador Lemos e Curuçá, no bairro do Umarizal, próximo a Igreja São Raimundo Nonato.

Os números de telefones continuarão os mesmos: 91) 32121479 e 91) 32121457, 91) 81111703 / 91) 81188679 e o novo número: 91) 92476774.


Agradecemos a compreensão de todos os colegas bancários e bancárias enquanto os procedimentos de instalação na nova sede ainda impedem o atendimento no local. Assim que for possível, a direção da AFBEPA comunicará a abertura da nova sede aos associados. Independente do recesso a AFBEPA continua atendendo pelos telefones celulares e pelo e-mail afbepa.coragem@gmail.com

Um forte abraço,

A diretoria da AFBEPA.


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quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

O ABAIXO-ASSINADO DOS BANCÁRIOS E BANCÁRIAS DO BANPARÁ

A partir da solicitação de vários colegas bancários e bancárias do Banpará, estamos publicando, aqui no blog, o abaixo-assinado dos funcionários para anular as cláusulas prejudiciais do ACT 2010/2011. Quem ainda não assinou, pode imprimir o texto, assinar e enviar por fax para a AFBEPA.

Nós, da Associação dos Funcionários do Banpará, jamais deixaríamos de apoiar integralmente este movimento dos bancários e bancárias, inclusive porque a AFBEPA também discorda das cláusulas destacadas no abaixo-assinado e já está lutando para que sejam revistas. Enquanto a direção do Sindicato escondia o ACT da categoria, nós publicamos, aqui no blog para que todos e todas tivessem acesso, já ressaltando os prejuízos para os bancários e bancárias.

Vale lembrar que, lamentavelmente, a atual direção do Sindicato dos Bancários, que patrocinou este ACT, junto com a Fetec/cn e Contraf/Cut, excluiu a AFBEPA das mesas de negociação da Campanha Salarial e atuou contra a categoria, inclusive induzido os bancários ao erro quando fizeram aprovar na última assembléia um reajuste salarial de 10,8% e depois colocaram no texto do ACT um reajuste salarial de apenas 7,5%. Isso foi má fé, no mínimo.

Leia o abaixo-assinado dos funcionários do Banpará.

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ABAIXO-ASSINADO DOS BANCÁRIOS E BANCÁRIAS DO BANPARÁ PEDINDO ANULAÇÃO E NOVA REDAÇÃO DAS CLÁUSULAS ABAIXO MENCIONADAS DO ACT 2010/2011.

NÓS, funcionários do Banpará, NÃO CONCORDAMOS com o teor das cláusulas abaixo mencionadas do Acordo Coletivo de Trabalho 2010/2011 assinado entre o Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá, o Banco do Estado do Pará, a Contraf/CUT e a Fetec/cn, por não termos, em momento algum, votado as referidas cláusulas como se encontram no texto do Acordo, uma vez que nos trazem prejuízos e são um retrocesso, se comparadas aos ACT’s 2008/2009 e 2009/2010. Pedimos que nova redação seja definida em assembléia extraordinária convocada para este fim, sob a coordenação da Justiça do Trabalho.

A Cláusula 4ª do ACT que trata do REAJUSTE SALARIAL está em desacordo com a votação da categoria na última assembléia da Campanha Salarial. Minutos antes da assembléia, a atual direção do Sindicato dos Bancários enviou mensagens aos nossos celulares afirmando ter conseguido "3,3% acima da Fenaban", portanto, o texto do ACT deveria trazer um reajuste de 10,8% no salário. A categoria foi lesada pela atual direção do Sindicato dos Bancários.

A Cláusula 14ª, que trata da implantação do PONTO ELETRÔNICO, é outra que está em desacordo com nossa decisão unânime no Encontro que definiu a Minuta de Reivindicações. Naquele momento, decidimos que, no que se referia ao Ponto Eletrônico, o ACT seria aditado e também seria negociada uma compensação financeira pela espera da instalação dos equipamentos, uma vez que estamos fazendo as horas extras sem o devido registro e pagamento. Esta decisão, repetimos, unânime, sequer constou da Minuta de Reivindicações e não foi, ao menos, colocada em debate nas mesas de negociação pela direção do Sindicato dos Bancários.

Na Cláusula 19ª, que trata da DEMOCRATIZAÇÃO DO ACESSO À INTERNET, fica muito clara a RETALIAÇÃO À NOSSA ASSOCIAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS - AFBEPA. É lamentável que a atual direção do Sindicato dos Bancários trate o ACT como "coisa sua" e não tenha o discernimento necessário para compreender que o ACT é um importante instrumento NOSSO, e nós precisamos e desejamos também ter acesso aos meios de comunicação com nossa Associação.


O Parágrafo 2º da Cláusula 24ª determina que os funcionários vítimas terão que comprovar a posse dos bens subtraídos durante ASSALTOS OU SEQÜESTROS nas unidades do banco ou em sua residência. Esta é uma dificuldade real e quem sai perdendo somos nós e nossos familiares, que além de sermos as primeiras e principais vítimas da (in)segurança bancária, ainda temos que calar diante das perdas de nossos bens quando há a impossibilidade de comprovação.Há casos em que os bandidos nos roubaram alianças de casamento, jóias antigas de família das quais não mais temos as notas fiscais. O mesmo para notebooks, celulares ou quaisquer outros bens móveis com mais de cinco anos de uso pela família. Da mesma forma, valores em dinheiro que possam estar na residência do funcionário no momento da abordagem violenta das quadrilhas. Nestes casos, considerando que fomos violentados, com nossas famílias, no âmbito do exercício da profissão de bancário, não seria fundamental discutir esse tema e chegar a um acordo melhor para os que são as maiores vítimas dessa violência? Enquanto se discute o tema, não deveria bastar o Boletim de Ocorrência como documento para as devidas indenizações?

Ainda na página 8 do ACT, a Cláusula 25ª que trata do CONSELHO DISCIPLINAR apresenta um absurdo e inédito Parágrafo 4º, que diz que o Sindicato indicará os membros para compor o Comitê Disciplinar, e PASME: ASSEGURANDO-SE QUE APENAS "1/3 DOS REPRESENTANTES DOS EMPREGADOS SEJA ELEITO". Não aceitamos mais que IMPONHAM nossos representantes nos espaços de representação dos funcionários. Queremos eleger diretamente todos os nossos representantes nos Comitês Disciplinar, Trabalhista e de Segurança! Desde 1999, quando os comitês foram criados naquele Acordo Coletivo, elegemos nossos representantes. Isso é sindicalismo ou ditadura?!

Na Cláusula 26ª, simplesmente ignoraram nossa decisão e NÃO COLOCARAM NO ACT A ELEIÇÃO PARA REPRESENTANTES DOS FUNCIONÁRIOS NO COMITÊ TRABALHISTA. Aliás, aqui, como em outras diversas ocasiões, a presidente do Sindicato se desmoraliza quando falta com sua palavra dada em público. Na assembléia, a presidente do Sindicato afirmou que o Sindicato realizaria, na vigência deste Acordo, as eleições para todos os Comitês. Por quê não querem permitir que exerçamos o direito de votar livremente em nossos representantes?


Na Cláusula 27ª, que trata da SEGURANÇA BANCÁRIA, o que a direção do Sindicato alardeou foi que uma das maiores conquistas desse ACT seria a contratação de uma empresa de segurança por parte do banco para guardar as chaves dos cofres substituindo, assim, a atual guarda das chaves pelos gerentes que acabam sendo as maiores vítimas de assaltos precedidos de seqüestros. No entanto, isso não está colocado no ACT. O que se vê é um texto genérico, uma declaração de intenções na qual o banco realizará "estudo de viabilidade técnica visando a alteração do modelo de abertura e fechamento das unidades do interior". É um estudo. Sem prazo, sem nada.

No Páragrafo Único da Cláusula 28ª, a atual direção do Sindicato dos Bancários, sem jamais ter discutido com a categoria, se apropria, indevidamente, de uma decisão que só cabe aos associados do PLANO CAFBEP/PAS: a forma de deliberação da destinação dos recursos remanescentes com a extinção do referido plano. Quem decidiu que os empregados poderão propor ações de cunho assistencial, por intermédio do Sindicato? NÓS queremos decidir em assembléia qual a destinação do patrimônio remanescente porque o dinheiro do fundo que foi criado em regime de co-participação é nosso! Embora o Sindicato tenha o direito legal de tratar as questões relativas ao contrato de trabalho dos trabalhadores bancários, não pode se utilizar desse direito para nos prejudicar, entregando à direção do banco o poder total de decisão, como fica claro na transcrição seguinte: “Os empregados, por intermédio do Sindicato, poderão propor ações de cunho assistencial para destinação dos recursos remanescentes do PAS/CAFBEP, as quais serão submetidas à análise e deliberação da Diretoria Colegiada e Conselho de Administração do Banco”.

A Cláusula 29ª, que trata do Plano de Saúde não resolve as principais pendências, já apontadas pela AFBEPA, encontradas no Termo de Adesão: CUSTEIO, que está incidindo sobre verbas variáveis como horas extras e sobreaviso, e nós queremos que incida apenas sobre salário, anuênio e gratificação; e RENÚNCIA TOTAL ao plano CAFBEP/PAS antes de uma demonstração detalhada do patrimônio remanescente e decisão dos associados sobre a destinação desse patrimônio.

NÓS NÃO AGÜENTAMOS MAIS OS ABUSOS QUE ESSA ATUAL DIREÇÃO SINDICAL TEM FEITO CONTRA NÓS, USANDO DE MÁ FÉ DIANTE DA DETERMINAÇÃO LEGAL DE NOS REPRESENTAR, MAS ATUANDO CONTRA NOSSOS INTERESSES, CONTRA OS NOSSOS DIREITOS E CONTRA NOSSAS DECISÕES.


Belém(PA), 25 de novembro de 2010.



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