sexta-feira, 8 de outubro de 2010

GOVERNADORA MANDA POLÍCIA PARA BARRAR A GREVE DOS BANCÁRIOS DO BANPARÁ

Desde às 6h desta manhã a adesão no setor de tecnologia do Banpará é de 100%. Houve uma movimentação pacífica na frente da SUTEC, na Municipalidade e na Senador Lemos e os funcionários apoiaram totalmente a greve que cresce a cada dia.

Neste momento, a governadora Ana Júlia, bancária, candidata à reeleição mandou a polícia militar e os seguranças do banco para reprimir a greve e a adesão dos bancários da SUTEC. O clima é de tensão e pedimos toda ajuda possível para evitar uma tragédia.

Os bancários estão em database e reivindicam melhorias salariais. O piso do Banpará é um dos mais baixos do mercado. Na última assembléia o banco enviou uma proposta rebaixada, apoiada pelo sindicato, mas perdeu a votação na assembléia e a proposta foi rejeitada. Agora o sindicato ignora a greve no Banpará e o banco e o governo estadual tentam reprimir, usando a força da PM, para abrir a SUTEC na marra.



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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

EM DESESPERO, DIREÇÃO SINDICAL ATACA A AFBEPA, A CATEGORIA E A ASSEMBLÉIA QUE REJEITOU A PROPOSTA DO BANCO

É lamentável que a atual direção do sindicato tenha chegado a esse ponto para defender os interesses do governo e da direção do banco, contra os interesses dos bancários. Hoje, passaram de todos os limites do peleguismo quando atacaram a legítima decisão da assembléia e os próprios funcionários que votaram, rejeitando a proposta do banco.

Em uma postagem lamentável em seu site, insinuam que os bancários e bancárias não raciocinam, não têm independência, não são inteligentes o suficiente para decidirem por suas próprias convicções e compreensões. Afirmam, que tristeza, que a AFBEPA teria manipulado e confundido os bancários e que, por isso, a proposta do banco foi rejeitada na assembléia.

CUIDADO, ALERTA: ANUNCIARAM MAIS UM GOLPE QUE ESTÁ SENDO ARMADO CONTRA A CATEGORIA

É inacreditável aonde chegaram: atacam a AFBEPA, a assembléia e a categoria, só porque a maioria dos bancários não votou com a proposta do governo e do banco, defendida pelo sindicato. E, pior, anunciam um verdadeiro golpe que está sendo armado: afirmam que a proposta rejeitada voltará, em uma outra assembléia, a partir de um abaixo-assinado articulado pelo próprio sindicato, pelo governo e pelo banco. Mas, para uma diretoria capaz até de descumprir o Estatuto do sindicato quando lhe convém, pode-se esperar de tudo. Nem o Levy ousou tanto!

TODAS AS CONTRAPROPOSTAS FORAM ELABORADAS PELOS BANCÁRIOS E CONJUNTO COM A AFBEPA, INCLUSIVE EM ASSEMBLÉIA

A diretoria do sindicato esqueceu que durante e após a assembléia, todas as contrapropostas apresentadas não foram formuladas unicamente pela diretoria da AFBEPA, mas por um grupo de mais de 20 bancários que, reunidos e amparados na AFBEPA, porque sabem que a Associação está ao seu lado de verdade, buscaram, com muita humildade e seriedade, sintetizar uma contraproposta a partir do que foi colocado pelos funcionários na assembléia.

A diretoria do sindicato esqueceu que a proposta de transformação dos 2.500 em tíquete para 2.500 em dinheiro, foi primeiramente feita na assembléia pelo funcionário Doriedson, assim como os 2% sobre o salário, em substituição aos 2% sobre a PLR foi proposta do bancário Fábio. Nenhum dos dois compõe a direção da AFBEPA. Quando os referidos funcionários fizeram ambas as propostas na assembléia, a direção do sindicato as acatou. Da mesma forma, a direção do sindicato acatou e se comprometeu a entregar à direção do banco a contraproposta formulada pela comissão de funcionários tirada após a assembléia e, inclusive, ajudou a reescrever alguns ítens da referida contraproposta.

Todos os que estavam na reunião entre a comissão e o sindicato lembram, por exemplo, que quando a bancária Edileuza apresentou a contraproposta à presidenta do sindicato, a mesma questionou e exigiu que ficasse bem claro que os 2% sobre o salário eram em substituição aos 2% sobre a PLR. Rosalina afirmou que o banco jamais aceitaria os percentuais a mais sobre os dois ítens e que a comissão teria que reescrever essa parte da contraproposta para deixar bem claro que haveria uma substituição, ou seja que o banco daria os 2% sobre o salário, mas não sobre a PLR. Curiosamente, agora, a direção do sindicato diz que quer os percentuais sobre os dois ítens. Será isso um sinal de que o banco poderá oferecer tal proposta? tomara que sim. A AFBEPA apoia totalmente essa possibilidade e torce para que o banco ofereça 2% a mais sobre a remuneração e 2% a mais sobre a PLR.

DESESPERO: AS MÁSCARAS CAÍRAM DE VEZ E FICOU MUITO CLARO DE QUE LADO O SINDICATO ESTÁ

A verdade é que, agora, todas as máscaras caíram e os atuais diretores do sindicato já não têm mais como esconder seu atrelamento ao governo e à direção do banco. Por isso, apelaram. Num ato de total desespero, resolveram atacar a AFBEPA que lutou e conquistou o PCS para os funcionários e que nessa campanha salarial tem se colocado como a única trincheira de luta dos bancários e bancárias do Banpará. Publicaram em seu site um monte de mentiras tão confusas, tão absurdas que, sinceramente, nem merecem uma resposta.

A prática é o único critério da verdade e, na prática, todos os bancários e bancárias do Banpará sabem muito bem a qualidade da ação da AFBEPA, que tem se pautado pela defesa dos interesses, direitos e conquistas dos funcionários. Os bancários e bancárias sabem, da mesma forma, muito bem, quem trai os seus interesses, direitos e conquistas. Está bem claro. Diante de atos, palavras são desnecessárias.

A AFBEPA FAZ UM CHAMADO ESPECIAL NESTE MOMENTO

A HORA É DE UNIÃO E FORÇA NA DEFESA DOS NOSSOS INTERESSES!
A HORA É DE SERENIDADE E FIRMEZA NA DEFESA DOS NOSSOS DIREITOS!

VAMOS SEGUIR ADIANTE!
SE O SINDICATO ESTÁ CONTRA NÓS, VAMOS NOS UNIR MAIS AINDA E SEREMOS MAIS FORTES! NÃO VAMOS ACEITAR PROVOCAÇÕES DESQUALIFICADAS! E VAMOS TORCER SEMPRE PARA QUE, UM DIA, A DIREÇÃO DO SINDICATO VENHA PARA O NOSSO LADO, DEFENDER OS BANCÁRIOS E NÃO OS GOVERNOS E DIREÇÕES DE BANCOS.


NÃO VAMOS PERDER TEMPO COM PICUINHAS! VAMOS LUTAR MAIS PARA CONQUISTAR MAIS! É NOSSA VIDA QUE ESTÁ EM JOGO! ESSA É A NOSSA HORA, É A NOSSA DATABASE, É O NOSSO DIREITO DE LUTAR PARA MELHORAR NOSSAS VIDAS E DE NOSSAS FAMÍLIAS!

TODOS E TODAS FORTALECENDO NOSSA GREVE E QUE NESTES DIAS QUE ANTECEDEM O CÍRIO, A PAZ E A FÉ SEJAM NOSSA MAIOR FORÇA, QUE A UNIÃO E A ESPERANÇA ESTEJAM EM NOSSOS CORAÇÕES. VAMOS ADIANTE! UNIDOS, SOMOS FORTES! SOMOS IMBATÍVEIS! UNIDOS SOMOS MAIS, COLEGAS, CONTINUEMOS CADA VEZ MAIS UNIDOS E MAIS FORTES!




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POR QUE A DIREÇÃO DO SINDICATO NÃO REPUDIA A INTRANSIGÊNCIA DO BANPARÁ, ASSIM COMO FAZ A CONTRAF/CUT COM RELAÇÃO À FENABAN?

POR QUE A DIREÇÃO DO SINDICATO NÃO SE PÕE DO LADO DOS BANCÁRIOS E NÃO AGE COM FIRMEZA DIANTE DA INTRANSIGÊNCIA DA DIREÇÃO DO BANPARÁ?

VEJA ABAIXO COMO A CONTRAF/CUT RESPONDE À INTRANSIGÊNCIA DA FENABAN QUE, ASSIM COMO O BANPARÁ, SE RECUSA A NEGOCIAR DEPOIS QUE OS BANCÁRIOS DISSERAM NÃO À SUA PRIMEIRA PROPOSTA. SINTA A DIFERENÇA. ESTE TEXTO ESTÁ NO SITE DA CONTRAF/CUT.


Em resposta ao Comando, Fenaban faz terrorismo e não apresenta proposta

Em resposta à carta enviada na segunda-feira 4 pelo Comando Nacional dos Bancários, a Fenaban escreveu à Contraf-CUT nesta quinta-feira 7 para repetir inverdades e fazer terrorismo contra as entidades representativas dos trabalhadores. Mas não apresenta nenhuma nova proposta e nem marca nova rodada de negociações. A Contraf-CUT propõe à Fenaban que marque data, local e horário para que os bancos possam apresentar uma proposta global e decente para acabar com a greve que já dura nove dias.

"Além de não trazer nenhuma proposta, a carta da Fenaban é uma provocação às entidades sindicais e faz terrorismo, tentando jogar a população contra os trabalhadores. Essa irresponsabilidade dos bancos só fortalecerá a greve nacional que completa nove dias e segue crescendo em todo país", denuncia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários.


No documento que endereçou ao presidente da Fenaban, Fábio Barbosa, o Comando Nacional denunciou as práticas antissindicais dos bancos para tentar conter a greve - como o uso dos interditos proibitórios e da polícia, as ameaças e intimidações contra trabalhadores, a convocação para o trabalho de madrugada e o transporte de bancários por helicóptero - e reafirmou "a disposição em negociar, para que possamos continuar buscando um acordo que atenda a expectativa dos bancários, conforme a minuta de reivindicações entregue no dia 11 de agosto".


Por que só os bancos não negociam?


Na resposta enviada nesta quinta-feira, a Fenaban silencia sobre essas práticas antissindicais dos bancos, faz uma interpretação mal intencionada do histórico das negociações, com graves acusações aos dirigentes sindicais, e depois "reitera sua disposição de construir, na mesa de negociações, um acordo justo para bancários e bancos".


Para o presidente da Contraf-CUT, além de fazer de terrorismo a carta da Fenaban é "um conjunto de palavras vazias para tentar ludibriar" os trabalhadores. "Entregamos nossa pauta de reivindicações há quase dois meses. Depois de cinco rodadas de negociações eles apresentaram a proposta de 4,29%, que só repõe a inflação do período, mesmo com os lucros recordes de R$ 25 bilhões do primeiro semestre", recorda.


"A proposta única de 4,29%, zero de aumento real e nada mais foi rejeitada pelas assembleias em todo o país, estamos em greve há nove dias e os bancos mantêm uma intransigência absurda. Outros segmentos econômicos, como metalúrgicos, petroleiros e telefônicos, negociaram e fizeram acordos com aumento acima da inflação sem que houvesse greve. Por que os bancos, que são mais lucrativos, não negociam?", questiona Carlos Cordeiro.


"Além disso, em vez de apresentar propostas concretas, os bancos ofendem os representantes dos bancários. Eles não estão agindo com seriedade", acrescenta o presidente da Contraf-CUT. "Com essa postura, os bancos estão apostando no confronto e no prolongamento da greve."


Para o dirigente, os bancos precisam apresentar a prometida proposta global. Os bancários reivindicam reajuste de 11%, valorização dos pisos salariais, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), medidas de proteção da saúde que inclua o combate ao assédio moral e às metas abusivas, garantia de emprego, mais contratações, igualdade de oportunidades, previdência complementar para todos, fim da precarização via correspondentes bancários e mais segurança.



Fonte: Contraf-CUT


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SINDICATO NÃO ENCAMINHOU A CONTRAPROPOSTA DOS FUNCIONÁRIOS AO BANPARÁ

Colegas do Banpará,

Foi muito triste a assembléia organizativa de hoje, 07 de outubro.

Havia faltado energia no bairro por conta de um acidente. Cerca de uma hora depois a energia retornou em todo o bairro e no quarteirão, menos na sede do Sindicato, onde a falta de energia permaneceu.

Ainda estava claro quando a assembléia se iniciou. Em sua grande maioria, a assembléia era composta por funcionários do Banpará. A presidente do sindicato informou que havia solicitado a retomada da mesa de negociação com o Banpará, mas não disse que o sindicato havia entregue o documento com a contraproposta formulada pelos funcionários. A vice-presidenta da AFBEPA, Cristina Quadros, perguntou então, se o documento havia sido entregue e de que forma, se protocolado, ou em mãos à direção do banco.

A presidente do sindicato não respondeu à pergunta, mas disse que vários documentos por e-mail haviam sido encaminhados ao sindicato e que iria
"ver como fazer". Novamente Cristina Quadros perguntou se a contraproposta dos funcionários havia sido entregue, já que o sindicato tinha se comprometido com isso no dia anterior. A presidente do sindicato disse que não tinha entregue o documento. Cristina Quadros, então, perguntou se o banco tinha dado alguma resposta diante do pedido de reabertura das negociações. A presidente do sindicato disse que o banco ainda não tinha dado resposta alguma. Novamente, não foi explicado porque o sindicato não publicou isso em seu site.

Diante desse cenário, no qual o banco está muito endurecido e fechado, seria óbvio que a direção do sindicato encaminhasse uma proposta para fortalecer a greve no Banpará e tensionar para que o banco reabrisse a mesa de negociação. No entanto, a direção do sindicato não tinha nenhuma proposta para reforçar a greve e a mobilização no Banpará, ao contrário, a presidente e os diretores do sindicato começaram a fazer falas intermináveis, sempre repetindo a mesma coisa: que a mobilização de amanhã, dia 8, deveria ser no Banco do Brasil. Era como se estivessem "surdos" diante da categoria, que ali estava solicitando apoio e estrutura para reforçar a mobilização no Banpará.

O que a direção do sindicato não disse, mas sabe, certamente, porque todos sabem no Banpará, é que está organizando um abaixo-assinado para recolocar a proposta do banco, que já está superada porque foi rejeitada em assembléia. O que a direção do sindicato não assumiu ali, na assembléia, mas ficou muito claro, é que decidiu não apoiar a mobilização no Banpará amanhã, 8/10, para dar tempo e garantir êxito à estratégia do governo.

No mínimo, é muito triste ver uma direção sindical que joga do lado do governo e da direção do banco e não do lado dos bancários e bancárias. É triste ver uma direção sindical que faz esse lamentável e declarado papel de
pelego, porque defende e tem mais afinidade política, ideológica e partidária com o governo estadual e a direção do Banpará, do que com os bancários e bancárias.

Há quase duas décadas atrás, os bancários e bancárias lutaram muito para resgatar seu sindicato. Naquela época, o Movimento de Oposição Bancária criticava o finado Levy porque ele fazia acordos com os patrões "por baixo dos panos" e usava de expedientes impublicáveis para fazer valer sua vontade em detrimento dos interesses da categoria. Em muitas situações Levy impediu votações em assembléias usando o Estatuto do Sindicato como argumento. Levy era o pelego de plantão. A oposição era composta por pessoas como a atual governadora que foi politicamente projetada a partir daquele movimento. Os atuais diretores do sindicato repetem as façanhas de Levy, mas com brutais traços de tirania, autoritarismo e manipulações jamais vistos na história deste sindicato. E tudo para proteger a direção do banco do estado porque é indicada pela governadora.

O sentimento dos bancários e bancárias, dezenas de trabalhadores, que têm estado em seu sindicato e têm sofrido todo tipo de humilhações e escárnios dessa direção sindical é de revolta, decepção, frustração e abandono de uma direção sindical que entrega, facilmente, a cabeça dos bancários para a direção do banco.

BANCÁRIOS E BANCÁRIAS, A GREVE CONTINUA E ESTÁ CADA VEZ MAIS FORTALECIDA, PORQUE NOSSA CONSCIÊNCIA CRESCE. MESMO SEM O APOIO DO SINDICATO, NÓS HAVEREMOS DE VENCER! FOI ASSIM NO PCS, QUANDO A DIREÇÃO SINDICAL VOTOU CONTRA A AÇÃO DE CUMPRIMENTO, QUE NOS GARANTIU A IMPLANTAÇÃO DO NOSSO PCS. SERÁ ASSIM AGORA, PORQUE A VERDADE É MAIS, E UNIDOS SOMOS FORTES!


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ASSEMBLÉIA HOJE, 17h NO SINDICATO. VAMOS OUVIR A POSIÇÃO DO BANCO SOBRE A CONTRAPROPOSTA DOS FUNCIONÁRIOS.

Colegas do Banpará,

A hora é de UNIÃO e FORÇA!
A maioria da assembléia dos bancários do Banpará rejeitou a proposta rebaixada do banco e já apresentou uma contraproposta ao sindicato para que seja levada ao banco. O banco ainda está endurecido. Precisamos demonstrar a força da categoria! Essa é a nossa hora, é o nosso momento de melhorar um pouco nosso padrão de vida! Essa é a nossa database. O banco pode e deve sentar e negociar com a categoria, e o sindicato deve defender os interesses dos bancários e bancárias, porque essa é a sua missão estatutária e são os bancários e bancárias que sustentam a entidade.

ENTENDA MELHOR
Um histórico do processo e em que ponto estamos hoje:


29 de setembro - INÍCIO DA GREVE. Até aqui, nenhuma cláusula econômica da Minuta de Reivindicações havia sido conquistada nas negociações entre o banco e o sindicato, pelo menos é o que consta nos relatos do sindicato. Apenas algumas conquistas nas cláusulas sociais foram conseguidas nas quatro rodadas de negociação; apesar disso, o sindicato só divulgava avanços e mais avanços. A categoria se perguntava: tantos avanços em quê?

Apesar das várias reivindicações dos funcionários do Banpará em assembleías autoconvocadas e mesmo em reunião com a direção do sindicato após uma assembléia geral, quando mais de 100 bancários exigiram a participação da AFBEPA nas mesas de negociação da campanha salarial, como sempre havia ocorrido até 2009, o sindicato manteve sua postura de exclusão da AFBEPA da mesa de negociação com o Banpará. Apenas sindicato, fetec/cn e contraf/cut negociam com o banco.

No mesmo dia 29, o BRB, também em mesa local, específica, oferece um ótimo acordo aos seus funcionários e eles saem da greve. Dentre os ítens, aumento de 12% no vencimento padrão, complementos, anuênios e benefícios tais como auxílio creche, tíquete e cesta alimentação; aumento de 20,9% no valor da atividade gratificada de caixa, passando esta para R$ 900,00; este percentual também incide sobre o CPAG; e aumento de 7% no valor das funções gratificadas e do VR. O sindicato não publica no site a notícia do BRB, postada no site da Contraf/CUT desde o dia 29. No dia 1º de outubro a AFBEPA posta aqui no blog a notícia.


5 de outubro - PROPOSTA REBAIXADA DO BANCO É REJEITADA NA ASSEMBLÉIA E FUNCIONÁRIOS APRESENTAM CONTRAPROPOSTA. Após vários dias de greve, a direção do Banpará chama o Sindicato e apresenta uma proposta rebaixada para a saída da greve e conclusão da negociação da pauta econômica. O sindicato convoca uma assembléia geral e orienta os bancários para que aprovem a proposta do banco. A maioria da assembléia, 59 x 53, rejeita a proposta do banco e encaminha uma contraproposta para ser levada pelo sindicato à mesa de negociação com o Banpará.


6 de outubro - FUNCIONÁRIOS APRESENTAM FORMALMENTE A CONTRAPROPOSTA AO SINDICATO, QUE SE COMPROMETE EM LEVÁ-LA AO BANCO. Em uma reunião que teve início às 15h, no auditório do sindicato, a presidenta Rosalina, e as diretoras Érica e Heidiany, receberam a comissão de funcionários composta por Kátia Furtado, presidenta da AFBEPA, Paulo Barroso, Cristina Quadros, Edileuza Silva e Wilson Leão e, após um debate acerca dos ítens, no qual algumas propostas foram ajustadas e melhoradas, se comprometeram, enquanto sindicato, a levar ao banco as propostas da assembléia, representadas no documento da comissão.


HOJE, 7 de outubro - TEM ASSEMBLÉIA ORGANIZATIVA e todos e todas devemos estar lá para ouvir do sindicato se levou o documento ao banco e qual a posição do banco. NÓS ESTAMOS ABERTOS À NEGOCIAÇÃO. O BANCO PRECISA FLEXIBILIZAR E NEGOCIAR COM A CATEGORIA. Nós somos o maior patrimônio do banco. Quem garantiu o lucro de 30 milhões no primeiro semestre? Nós, os bancários e bancárias. Essa é a nossa hora, a nossa database, é o nosso momento de reivindicar democrática e legalmente melhorias reais, avanços reais, na pauta econômica para resgatar nossa qualidade de vida e sair do endividamento que nos assola. PRECISAMOS É DE MAIS SALÁRIO!!! Queremos e merecemos que o banco olhe com mais respeito para nós, funcionários e funcionárias. Precisamos melhorar os salários. Tíquetes, abonos, tudo é sempre bem-vindo, mas é na remunração que nosso bolso sente a diferença, porque o salário é pra vida toda. E é a nossa vida toda que está em jogo nessa campanha salarial. Vamos fortalecer nossa greve e conquistar mais, agora!

Veja, abaixo, a proposta econômica do banco e a contraproposta dos funcionários que será levada pelo sindicato à mesa de negociação com o Banpará.


PROPOSTA DO BANCO, rejeitada na assembléia:

Reajuste dos salários - Seguir o acordo da Fenaban referente ao índice de reajuste dos salários.

PLR - Seguir o mesmo modelo fechado com a Fenaban no ano passado (90% do salário + parcela fixa + adicional de 2% linear na parcela adicional), com acréscimo de mais 2% linear na parcela adicional.

- Adiantamento da PLR no valor de R$ 1.074,00 (Mil e Setenta e Quatro Reais), a ser pago nesta sexta-feira, 8 de outubro de 2010.

Abono em forma de tiquete - 1 tiquete no valor de R$ 1.000,00 (Mil Reais) a ser pago até a próxima sexta-feira, 8 de outubro de 2010, 1 tiquete no valor de R$ 1.000,00 (Mil Reais) a ser pago com a segunda parcela da PLR, 1 tiquete extra natalino no valor de R$ 500,00 (Quinhentos Reais) a ser pago até o dia 20 de dezembro de 2010.

CONTRAPROPOSTA DOS FUNCIONÁRIOS apresentada ao sindicato para que leve ao banco:

1)Retomar e reforçar as cláusulas econômicas da nossa MINUTA DE REIVINDICAÇÕES, que, em sua ampla maioria, ainda não foram negociadas entre o banco e o sindicato, com foco nos itens:

LICENÇA PRÊMIO PARA TODOS E TODAS;

VALORIZAÇÃO DAS COMISSÕES;

INCORPORAÇÃO DAS COMISSÕES APÓS 10 ANOS;

REEMBOLSO DOS 20% DOADOS AO BANCO EM 1998;

AJUDA ALUGUEL PELO TEMPO EM QUE OS GERENTES PERMANECEREM NA LOCALIDADE;

COMPENSAÇÃO FINANCEIRA PELA NÃO IMPLANTAÇÃO DO PONTO ELETRÔNICO.

2)Acerca da proposta oferecida pelo banco, e rejeitada, temos a contrapropor:

2% A MAIS SOBRE O REAJUSTE QUE FOR DADO PELA FENABAN SOBRE TODAS AS VERBAS, EM SUBSTITUIÇÃO AO QUE FOI PROPOSTO PELO BANCO (2% A MAIS SOBRE O QUE A FENABAN DER NA PLR);

R$ 2.500,00 DE TÍQUETE NA FORMA PROPOSTA PELO BANCO;

R$ 1.074 DE ABONO EM DINHEIRO, SEM DESCONTO NA PLR;

REVISÃO DO LANÇAMENTO NO SISTEMA DA LICENÇA PRÊMIO DOS FUNCIONÁRIOS, CONSIDERANDO O DESAJUSTE PROVOCADO PELA DOAÇÃO DOS 20% DOS SALÁRIOS EM 1998;

ABONO DOS DIAS PARADOS.


HOJE TEM ASSEMBLÉIA NO SINDICATO, 17h.
TODOS E TODAS LÁ!

VAMOS OUVIR A POSIÇÃO DO BANCO, APÓS A CONTRAPROPOSTA DOS FUNCIONÁRIOS.




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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

BANCÁRIOS DO BANPARÁ TÊM UMA CONTRAPROPOSTA AO BANCO. É PRECISO RETOMAR A NEGOCIAÇÃO E FORTALECER A GREVE. VAMOS CONQUISTAR MAIS!





Como estava combinado, iniciou-se às 15h a reunião entre a comissão de funcionários do Banpará e a direção do Sindicato dos Bancários para fechar uma proposta de negociação com o banco. Da reunião, participaram pela comissão a AFBEPA, na pessoa de sua presidenta Kátia Furtado, a vice Cristina Quadros, o Secretário Geral Paulo Barrozo e os bancários Wilson Leão e Edileuza Silva; pela direção do Sindicato participaram a presidenta Rosalina e os diretores Cristiano, Cristiane, Heidiane e Érica, entre outros.

Ao final da conversa, a proposta acordada foi a que segue abaixo, e será apresentada ao banco para ser negociada:

1)Retomar e reforçar as cláusulas econômicas da nossa MINUTA DE REIVINDICAÇÕES, que, em sua ampla maioria, ainda não foram negociadas entre o banco e o sindicato, com foco nos itens:

LICENÇA PRÊMIO PARA TODOS E TODAS;

VALORIZAÇÃO DAS COMISSÕES;

INCORPORAÇÃO DAS COMISSÕES APÓS 10 ANOS;

REEMBOLSO DOS 20% DOADOS AO BANCO EM 1998;

AJUDA ALUGUEL PELO TEMPO EM QUE OS GERENTES PERMANECEREM NA LOCALIDADE;

COMPENSAÇÃO FINANCEIRA PELA NÃO IMPLANTAÇÃO DO PONTO ELETRÔNICO.


2)Acerca da proposta oferecida pelo banco, e rejeitada, temos a contrapropor:

2% A MAIS SOBRE O REAJUSTE QUE FOR DADO PELA FENABAN SOBRE TODAS AS VERBAS, EM SUBSTITUIÇÃO AO QUE FOI PROPOSTO PELO BANCO (2% A MAIS SOBRE O QUE A FENABAN DER NA PLR);

R$ 2.500,00 DE TÍQUETE NA FORMA PROPOSTA PELO BANCO;

R$ 1.074 DE ABONO EM DINHEIRO, SEM DESCONTO NA PLR;

REVISÃO DO LANÇAMENTO NO SISTEMA DA LICENÇA PRÊMIO DOS FUNCIONÁRIOS, CONSIDERANDO O DESAJUSTE PROVOCADO PELA DOAÇÃO DOS 20% DOS SALÁRIOS EM 1998;

ABONO DOS DIAS PARADOS.

Leia abaixo o ofício encaminhado ao Sindicato dos Bancários.
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Belém, 06 de outubro de 2010


Sra. Presidente,

De acordo com a decisão da maioria da categoria na assembléia do dia 05 de outubro de 2010, que rejeitou a rebaixada proposta econômica apresentada pela direção do Banpará, por entender que os bancários e bancárias merecem mais do que tíquetes para sair da greve, especialmente merecem a valorização dos salários; a comissão de funcionários representada por Kátia Furtado, Cristina Quadros, Paulo Barrozo, Wilson Leão e Edileuza da Silva vem encaminhar as propostas abaixo, para que sejam defendidas na mesa de negociação com o banco, pela direção do sindicato dos bancários.

1)Retomar e reforçar as cláusulas econômicas da nossa MINUTA DE REIVINDICAÇÕES, que, em sua ampla maioria, ainda não foram negociadas entre o banco e o sindicato, com foco nos itens:

LICENÇA PRÊMIO PARA TODOS E TODAS;

VALORIZAÇÃO DAS COMISSÕES;

INCORPORAÇÃO DAS COMISSÕES APÓS 10 ANOS;

REEMBOLSO DOS 20% DOADOS AO BANCO EM 1998;

AJUDA ALUGUEL PELO TEMPO EM QUE OS GERENTES PERMANECEREM NA LOCALIDADE;

COMPENSAÇÃO FINANCEIRA PELA NÃO IMPLANTAÇÃO DO PONTO ELETRÔNICO.

2)Acerca da proposta oferecida pelo banco, e rejeitada, temos a contrapropor:

2% A MAIS SOBRE O REAJUSTE DE SALÁRIO DA FENABAN, EM SUBSTITUIÇÃO AO QUE FOI PROPOSTO PELO BANCO (2% A MAIS SOBRE O QUE A FENABAN DER NA PLR);

R$ 2.500,00 DE TÍQUETE NA FORMA PROPOSTA PELO BANCO;

R$ 1.074 DE ABONO EM DINHEIRO, SEM DESCONTO NA PLR;

REVISÃO DO LANÇAMENTO NO SISTEMA DA LICENÇA PRÊMIO DOS FUNCIONÁRIOS, CONSIDERANDO O DESAJUSTE PROVOCADO PELA DOAÇÃO DOS 20% DOS SALÁRIOS EM 1998;

ABONO DOS DIAS PARADOS.


Atenciosamente,


Kátia Furtado
Wilson Leão
Edileuza da Silva
Paulo Barrozo
Cristina Quadros

PARA PRESIDENTE DO SEEB – PA/AP
ROSALINA AMORIM









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terça-feira, 5 de outubro de 2010

REJEITADA A PROPOSTA REBAIXADA DO BANCO. BANCÁRIOS DO BANPARÁ AFIRMAM A DIGNIDADE DA CATEGORIA E APRESENTARÃO CONTRAPROPOSTA

Bancários e bancárias do Banpará votam por melhorias e avanços reais na negociação com o banco.
A foto está no site do sindicato.



19h48, do dia 05 de outubro de 2010. Os bancários do Banpará deram a prova de sua dignidade e força de luta. Acabou, há alguns minutos, a assembléia específica dos bancários do Banpará que, por maioria, rejeitaram a proposta rebaixada do banco, apoiada pelo sindicato. A votação foi 59 a 53.

A proposta do banco vinha acompanhada de uma ameaça explícita, que a direção do sindicato transmitiu aos funcionários, com fidelidade: "se não aceitarem esta proposta, o banco endurece e fecha a mesa de negociação."

Os bancários e bancárias avaliaram como muito ruim e rebaixada a primeira proposta do banco. Também avaliaram que a greve, apesar de muito forte, ainda não foi ao seu limite, assim como a capacidade de negociação do banco. É preciso seguir negociando e o banco tem que flexibilizar.

Além da MINUTA DE REIVINDICAÇÕES, com suas cláusulas econômicas que, em sua ampla maioria, ainda não foram negociadas entre o banco e o sindicato, os bancários e bancárias farão uma contraproposta ao banco, considerando o que o banco ofereceu.

Amanhã, dia 06, às 15h, uma comissão de funcionários entregará à presidente do sindicato a contraproposta dos bancários para ser apresentada ao banco.

LICENÇA PRÊMIO PARA TODOS E TODAS;

VALORIZAÇÃO DAS COMISSÕES;

INCORPORAÇÃO DAS COMISSÕES APÓS 10 ANOS;

REEMBOLSO DOS 20% DOADOS AO BANCO EM 1998;

2% A MAIS SOBRE O REAJUSTE DE SALÁRIO DA FENABAN;

R$ 2.500,00 DE ABONO, EM DINHEIRO;

REVISÃO DO LANÇAMENTO NO SISTEMA DA LICENÇA PRÊMIO DOS FUNCIONÁRIOS, CONSIDERANDO O DESAJUSTE PROVOCADO PELA DOAÇÃO DOS 20% DOS SALÁRIOS EM 1998;

ABONO DOS DIAS PARADOS.


AGORA É FORTALECER A GREVE
E RETOMAR NOSSA MINUTA DE REIVINDICAÇÕES
ESPECIALMENTE QUANTO ÀS CLÁUSULAS ECONÔMICAS!

UNIDOS SOMOS FORTES!
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E NO SALÁRIO, NADA??? BANPARÁ PODE APRESENTAR PROPOSTA MELHOR PARA TIRAR FUNCIONÁRIOS DA GREVE.

A PROPOSTA DO BANCO APOIADA PELO SINDICATO É RUIM PARA OS BANCÁRIOS E BANCÁRIAS DO BANPARÁ

A expectativa dos funcionários era de que o banco apresentasse uma proposta realmente negociável, minimamente digna, para pôr fim à greve que cresce e se fortalece. Porém, a proposta apresentada pelo banco ignorou a quase TODAS as reivindicações econômicas da Minuta e, basicamente, se limitou ao oferecimento de tíquetes.


E NO SALÁRIO, NADA??? BANPARÁ PODE APRESENTAR PROPOSTA MELHOR PARA TIRAR FUNCIONÁRIOS DA GREVE. O lucro do banco foi de mais de R$ 30 milhões só no primeiro semestre, o que representou um aumento de mais de 80% em relação ao mesmo período no ano anterior. O BRB tirou seus funcionários da greve no primeiro dia de paralisação porque apresentou 12% de reajuste sobre o vencimento padrão e mais várias outras conquistas importantes para os bancários, como o aumento de 20,9% no valor da gratificação de caixa e mais 7% no valor das funções gratificadas e do VR.

O que nós queremos é mais salário! Aumento real de salário, isso sim, impacta positivamente em nossas vidas e nas vidas de nossos familiares.
Estamos propondo, além do que o banco já propôs:


REAJUSTE DE 11% SOBRE O SALÁRIO.
REAJUSTE DE 20% SOBRE AS COMISSÕES.
PCS: PROMOÇÃO POR MERECIMENTO EM JANEIRO DE 2011.
ABONO DE R$ 2.000,00 (DOIS MIL REAIS).
ABONO DOS DIAS PARADOS DURANTE A GREVE.


As demais propostas oferecidas pelo banco, e apoiados pelo sindicato, estão aceitas, sendo que a PLR já é conquista e não é proposta para tirar da greve, mas sua antecipação é bem-vinda.

NÓS QUEREMOS NEGOCIAR. E O BANCO TAMBÉM QUER. VAMOS ARRANCAR MAIS MELHORIAS PARA NÓS, FUNCIONÁRIOS!
VAMOS FORTALECER A NOSSA GREVE!
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segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A GREVE CONTINUA, E CRESCE!


Na última sexta-feira, em assembléia, a direção do Sindicato informou que o banco suspendeu as negociações. Nada, até agora sobre a pauta econômica. Por isso, a greve precisa crescer ainda mais!

Nós, bancários e bancárias, passamos o ano inteiro trabalhando em função do lucro do banco. Chegou nossa Campanha Salarial, é a nossa hora! Esse é o nosso momento de reivindicar melhorias salariais. Claro que outras conquistas são importantes, mas é no salário, é no bolso que queremos e precisamos sentir a diferença, conquistar mais! Quando se investe em salário se investe na vida. Todos nós, um dia, vamos nos aposentar e não mais teremos as vantagens que temos hoje. Por isso, é o salário que precisa melhorar a cada Campanha Salarial.

Vamos lembrar que o Banpará deu lucro líquido de mais de 30 milhões apenas no primeiro semestre de 2010, o que significa um aumento de mais de 87%, se comparado ao mesmo período no ano passado. Os dados são do próprio Banpará, e você lê, clicando aqui.

Aos colegas que já aderiram à greve, a maioria, continuemos firmes e fortes para que o banco retome as negociações, a AFBEPA seja incluída na mesa e sejam pautadas as questões econômicas. Aos colegas que ainda não aderiram, uma minoria, vamos refletir e ver o que é o melhor para nossas vidas enquanto coletividade. É preciso fortalecer a greve e conquistar mais salário e mais direitos. A hora é agora! Vamos fazer 100% de greve no Banpará!


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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

BANCÁRIOS DO BRB ENCERRAM GREVE NO PRIMEIRO DIA DE PARALISAÇÃO PORQUE O SINDICATO, LÁ, ARRANCOU, EM MESA ESPECÍFICA, CONQUISTAS REAIS PARA A CATEGORIA

Ainda no primeiro dia de paralisação, os bancários do BRB aprovaram o acordo com o banco e saíram da greve, porque o Sindicato dos Bancários de Brasília conseguiu, em mesa específica, negociar e conquistar as melhorias reais para a categoria.

Esta notícia, publicada no dia 30/09 no site da Contraf/CUT, infelizmente não foi publicada pelo Sindicato dos Bancários do Pará e Amapá. Já que se trata de uma negociação em mesa local, específica, tal como o Sindicato também realiza aqui no Pará, com o Banco da Amazônia e o Banpará, é de se supor que seja notícia relevante para a categoria aqui no Pará. Por que não foi publicada no site do Sindicato?

O SINDICATO PRECISA PARAR DE AFIRMAR QUE HÁ AVANÇOS NA NEGOCIAÇÃO COM O BANPARÁ, QUANDO, NA VERDADE NÃO HÁ NENHUM AVANÇO NA PAUTA ECONÔMICA. O SINDICATO PRECISA IR PRA CIMA DO BANCO E FAZER VALER OS INTERESSES REAIS DA CATEGORIA.

O BANCO PRECISA APRESENTAR PROPOSTAS. NEGOCIAR. FLEXIBILIZAR SOBRE OS PONTOS PRINCIPAIS PARA NOSSAS VIDAS. ESSA É A HORA DE CONQUISTARMOS O QUE É JUSTO E MELHOR PARA NÓS, QUE PASSAMOS O ANO INTEIRO TRABALHANDO PELO LUCRO DO BANCO.

REIVINDICAÇÕES PRINCIPAIS NO BANPARÁ:

LICENÇA PRÊMIO PARA TODOS!

REEMBOLSO DOS 20% DOS NOSSOS SALÁRIOS, DOADOS AO BANCO EM 1998, POR ONZE MESES!PCS: EVOLUÇÃO POR MERECIMENTO EM 2011!

REGULARIZAÇÃO E PAGAMENTO DAS PENDÊNCIAS DO SOBREAVISO!

COMPENSAÇÃO FINANCEIRA PELA NÃO IMPLANTAÇÃO DO PONTO ELETRÔNICO!

AJUDA ALUGUEL PARA O TEMPO QUE O BANCÁRIO PERMANECER NA LOCALIDADE!

INDENIZAÇÃO DE TODOS OS BENS MÓVEIS SUBTRAÍDOS E RESSARCIMENTO DE TODOS OS PREJUÍZOS MATERIAIS, ALÉM DE TODA ASSISTÊNCIA AOS BANCÁRIOS E SEUS FAMILIARES VITIMADOS NOS ASSALTOS.

ELEIÇÃO, PELOS FUNCIONÁRIOS, DOS SEUS REPRESENTANTES NOS COMITÊS TRABALHISTA, DISCIPLINAR E CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO!

11% DE REAJUSTE, E NÃO MENOS QUE ISSO, NO BANPARÁ!

URGENTE RESOLUÇÃO DAS PENDÊNCIAS RELATIVAS AO NOVO PLANO DE SAÚDE E AO PLANO CAFBEP/PAS.

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Vejam, abaixo, as melhorias reais conquistadas para os bancários do BRB, independente da negociação com a FENABAN.

Bancários do BRB aprovam acordo específico e encerram greve


Crédito: Seeb Brasília
Seeb Brasília Em assembléia específica realizada no início da noite desta quarta-feira (29), no Setor Bancário Sul, os bancários do Banco Regional de Brasília (BRB) aprovaram a proposta de acordo oferecida pelo banco, que garante reajuste que varia de 7% a 14,9%, conquistada pelo Sindicato e funcionários em mesa de negociação com o banco. O BRB se dispõe a cobrir a diferença do índice de 7% sobre as funções gratificadas e o VR caso o acordo com a Fenaban seja superior.

Com a aprovação da proposta, a greve se encerra no BRB. O dia de greve desta quarta-feira será abonado.

"De fato, esse acordo coletivo é um grande avanço calcado no mérito e na disposição de luta dos funcionários do BRB. O banco reconhece que, para ter um futuro promissor, de expansão, com excelência, é fundamental valorizar o corpo funcional. São os funcionários que fazem do BRB o que ele é hoje e será amanhã", afirma Cida Sousa, diretora do Sindicato.

Veja os pontos principais da proposta aprovada na assembleia:

1. Aumento de 12% no vencimento padrão, complementos, anuênios e benefícios tais como auxílio creche, tíquete e cesta alimentação.

2. Aumento de 20,9% no valor da atividade gratificada de caixa, passando esta para R$ 900,00. Este percentual também incide sobre o CPAG.

3. Aumento de 7% no valor das funções gratificadas e do VR.

4. Formação de Grupo de Trabalho para a Revisão do Plano de Cargos e Salários, com representantes dos empregados, com compromisso de finalização dos trabalhos até dezembro de 2010.

5. Incorporação administrativa de função para os empregados que tiverem 10 anos ou mais de comissionamento, caso estes sejam descomissionados.

6. Garantia de Emprego para todos os funcionários, inclusive aqueles admitidos após o ano 2000, previsto em Regulamento de Pessoal.

7. Formalização dos quinze minutos concedidos para lanche dentro da jornada de trabalho.

8. Extensão do Adcional por Tempo de Serviço - ATS para os empregados admitidos a partir de janeiro de 2000. O ATS começa a contar a partir deste ano.

9. Extensão do benefício de 35 dias de férias para os empregados, a partir de 20 anos de banco, e extensivo aos oriundos das empresas incorporadas.

10. Criação de produto de crédito específico para o financiamento de veículos com taxas especiais e diferenciadas para os empregados do BRB.

Fonte: Contraf/CUT


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