sexta-feira, 30 de setembro de 2016

BANPARÁ AJUIZA INTERDITO CONTRA AFBEPA. GREVE TEM DE SER ABRAÇADA PELO FUNCIONALISMO E FICAR MAIS FIRME EM RESPOSTA AO DESCASO

O Banco do Estado do Pará ajuizou interdito proibitório, com pedido liminar, contra a AFBEPA no início da tarde de hoje como forma de desestabilizar a nossa greve e agir contra as nossas justas reivindicações. Com o interdito, o piquete não pode se posicionar na entrada das unidades do Banpará.

A nossa greve continua e tem de ser abraçada por todos que ainda estão trabalhando, isso nos ajudará a pressionar a Direção do Banco. 

A AFBEPA ressalta que, para a greve finalizar, é preciso que o Sindicato chame assembleia e nela seja aprovada, pela categoria, a proposta do Banco. 

A AFBEPA alerta que a greve continua normalmente, apenas ficou proibido impedir o acesso das pessoas às dependências do Banco, sob pena de multa diária. O Advogado da AFBEPA já está tomando as providências para cassar esse interdito. 


UNIDOS SOMOS FORTES! 

A DIREÇÃO DA AFBEPA 

Assessoria de Imprensa 































































































PIQUETES SE FORTALECEM NA PRESIDENTE VARGAS

Após 25 dias de greve, sem nenhuma resposta por parte da Direção do Banpará, hoje (30) o autoatendimento da Agência Matriz Presidente Vargas foi paralisado como forma de protesto contra o desrespeito e opressão que a Diretoria do Banco tenta impor. “Não adiantava mais fazer uma greve onde tudo continua funcionando e a Diretoria do Banco não se sente pressionada”, diz a presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado.



O sistema do autoatendimento, o home bank (que é a realização de operações financeiras via internet de onde o usuário estiver) e os pontos de atendimento diversificados dificultam e agem contra a greve da categoria, fazendo com que a greve perdure por muito tempo e impossibilite que os trabalhadores saiam com conquistas ou com minguados R$ 10, como foi no abono academia do ano passado.

O Banco ainda utilizou o dinheiro do PAS/CAFBEP de forma indevida pois eram valores que não tiveram prestação de contas para os participantes. “Alguma atitude precisava ser tomada pelo Sindicato, que não o fez. A forma de atuação da AFBEPA está correta, pois num momento como este, toda a pressão é válida para que possamos alcançar conquistas nas negociações”, frisou a presidenta.

Infelizmente, mais uma vez, a AFBEPA teve que segurar sozinha o movimento contra a Direção do Banpará, sem o apoio da entidade que tem mais força legal para caminhar junto com a nossa Associação. A Direção do Banpará brinca e desrespeita os funcionários no momento da sua data-base. “Hoje faz 25 dias que não dão as horas para nós!”, disse a presidenta.

A AFBEPA lembra ao Banpará que é com o esforço de seu funcionalismo, o qual só vem sendo desrespeitado, que a empresa lucrou, só no primeiro semestre deste ano, o dobro do que foi obtido no mesmo período do ano passado.

Vamos continuar na luta. Se a Direção do Banco queria Mesa de Negociação, não é o fato de o autoatendimento da Agência Belém Centro estar fechado – enquanto todos os das demais agências estão abertos – que causa a inviabilidade da Mesa, visto que vários autoatendimentos de outros Bancos, como Caixa Econômica e Banco do Brasil, também estão fechados.

Abaixo o desrespeito!
Abaixo o descaso!
Abaixo a exploração!
Abaixo o assédio!
Abaixo a opressão!


UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Assessoria de Imprensa

TUMULTO MARCA INÍCIO DO 25º DIA DE GREVE NO BANPARÁ

Na manhã de hoje, pouco antes das 9 horas, a Diretoria do Banpará, juntamente com alguns assessores, tentou entrar a força na Agência Matriz Presidente Vargas, empurrando os colegas do comitê de convencimento, assediando os colegas que estavam do outro lado da rua e causando muita confusão e empurra-empurra, demonstrando total desrespeito ao movimento que luta há 25 dias por reajuste salarial que reponha a inflação mais ganho real, promoções por antiguidade e merecimento no PCS, segurança preventiva contra o “sapatinho”, entre outros. A intransigência dos Banqueiros em não negociar e nem dialogar faz com que a greve continue.



Desde as 5 horas de hoje, o comitê de convencimento está na frente da Agência Matriz conversando com os colegas para que façam adesão à nossa greve. O autoatendimento foi fechado. De acordo com a presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, a pressão da polícia, da Direção do Banco e de outras pessoas foi muito forte contra a nossa Associação. “Mas resistimos! O objetivo dessa maior pressão é buscar a Mesa de Negociação e a efetividade dela”, disse a Presidenta.


UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Assessoria de Imprensa
Fotos: Assessoria de Imprensa do Sindicato dos Bancários.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

24º DIA DE LUTA: BANQUEIROS QUEREM NOS MANTER NO ARROCHO

Em repúdio ao retrocesso apresentado em Mesa de Negociação ontem, pela Fenaban, a AFBEPA reforçou o movimento hoje (29), intensificando o comitê de convencimento desde o início da manhã para que os colegas façam adesão à nossa greve.


Os Bancos propõem 7% de reajuste nos salários e abono de R$ 3,5 mil. Ocorre que, para 2017, os Bancos já sinalizam a celebração de acordo onde o que for pactuado tenha validade de dois anos, mais reposição pela inflação para o ano que vem e 0,5% de ganho real. Essa proposta, além de acabar com o movimento de greve da categoria, causa grandes perdas aos salários dos trabalhadores, pois, da inflação deste ano, de 9,62%, os banqueiros só repõem 7% e, ano que vem, só darão a inflação mais 0,5% de ganho real, ou seja, ficaremos com prejuízo de 2,12%, além de prejudicar as outras pautas que a cada ano temos de reivindicar.

“É inegociável um reajuste de 7%. Os Banqueiros querem nos deixar num arrocho salarial maior do que já vivemos. Já tivemos muitas perdas salariais no passado. Não aceitamos o que os Banqueiros querem fazer com a gente, causando mais prejuízos para as nossas vidas”, diz a presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado. 

“Esperamos que a Direção do Banpará tenha responsabilidade com a vida dos seus funcionários e não nos crie uma situação de miséria como o que foi, em outros tempos, colocado aos colegas aposentados, que hoje vivem sem dinheiro até para pagar o seu plano de saúde”, ressalta a presidenta.


UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Assessoria de Imprensa

ASSEMBLEIA EXTRAORDINÁRIA


Na terça-feira, 27, ocorreu uma Assembleia Extraordinária a fim de deliberar acerca de diversos assuntos. Entre eles, autorizar o ajuizamento de novas ações judiciais, bem como prestar esclarecimentos sobre a Ação do Vale Alimentação e a Desaposentação.


Sobre o Vale Alimentação, noticiamos recentemente com muita satisfação a vitória da ação judicial movida pela AFBEPA. Desta vez, a questão era reconhecer a natureza salarial do auxílio alimentação recebido pelos funcionários que ingressaram no Banpará antes de 1988.

O que isso quer dizer?

Reconhecer a natureza salarial significa dizer que o valor recebido a título de auxílio alimentação integra a remuneração e tem reflexos sobre outras parcelas, tais como: férias + 1/3; 13º Salário; Repouso Semanal Remunerado – RSR; adicional por tempo de serviço, FGTS e horas extras.

Por que mudou?

Em 1988, o Banco aderiu ao Programa de Alimentação do Trabalhador – PAT (Lei nº 6.321/76). Nesse Programa o vale-alimentação fornecido pela empresa não tem natureza salarial, ou seja, não incorpora à remuneração. Por este motivo, não teria mais reflexos sobre as demais parcelas que integram o salário. 

Todavia, não houve uma consulta aos funcionários da época se estes teriam interesse em migrar para o programa. Foi uma decisão unilateral do Banco, que trouxe prejuízos financeiros aos trabalhadores.

Quem tem direito?

Funcionários do banco que sejam associados da AFBEPA e que tenham sido admitidos até dezembro de 1987.

Aposentados ativos e inativos terão direito? 

Sim! Desde que sejam associados da AFBEPA e tenham sido desligados a partir de outubro de 2011.

Qual período será utilizado para cálculo?

Últimos cinco anos a partir do ajuizamento, ou seja, a ação foi proposta em setembro de 2013, portanto, o direito será calculado de setembro de 2008 até o dia em que a parcela for incorporada no contracheque.

O benefício vai continuar?

Sim! A ação demanda o pagamento das repercussões do auxílio-alimentação em parcelas vencidas e vincendas, ou seja, parcelas futuras. Desta forma, o auxílio alimentação voltará a ter natureza salarial.

É necessário ser associado da AFBEPA?

Sim! As entidades associativas se limitam a promover demandas apenas em favor de seus associados, pois atuam como representante processual dos empregados que são associados, conforme determina a legislação vigente.

A AFBEPA recebe algo para atuar no processo?

A AFBEPA não faz jus a nenhum valor nas ações coletivas e individuais demandadas na Justiça do Trabalho (Súmula nº 219 do TST), conforme já informamos em outra postagem. Atuamos apenas para defender os interesses dos nossos associados.

Em que estágio a ação se encontra?

Após a vitória em 2º grau, a ação se encontra em fase de execução provisória. Desta forma, o Banco já precisa garantir os valores devidos aos funcionários que ingressarem com a execução, para que se efetive o pagamento após o trânsito em julgado da ação.

Até quando pode ser ajuizada a execução individual?

Até 1 ano após o trânsito em julgado da ação, ou seja, da decisão final que não caiba mais recurso.


DESAPOSENTAÇÃO

Está marcada para o próximo dia 26 de outubro a retomada do julgamento sobre a desaposentação no Supremo Tribunal Federal. A votação interessa a milhões de segurados que se aposentaram, mas continuaram trabalhando e contribuindo com a Previdência Social. Com a possibilidade de desaposentação, o trabalhador poderia aumentar seu benefício com base nas contribuições posteriores à aposentadoria. 


No mais, estamos felizes com a participação dos associados em mais uma Assembleia, onde procuramos discutir assuntos de interesse da categoria e esclarecer pontos necessários, pois nossa Assessoria Jurídica não é aventureira! 

Nossas ações visam reparar prejuízos sofridos pelos empregados do Banco, sejam eles de caráter financeiro, moral, ajustes de horário e função, entre outros. Trabalhamos com transparência e muita responsabilidade, por isso, alertamos para que tenham cuidados com as informações falsas que têm circulado ultimamente.

Fiquem atentos a qualquer documentação que exija assinatura, para que depois não sejam intimidados a esperar por resultados futuros sem garantia alguma de êxito.


UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Com redação da Assessora Jurídica Shirley Araújo


MESA DE NEGOCIAÇÃO TERMINOU COM RETROCESSO E GREVE AVANÇA FIRME

Após mais de 3 horas, a nona Mesa de Negociação da Campanha Salarial 2016/2017 realizada ontem (28) entre a Contraf, representante dos trabalhadores, e a Fenaban, terminou com retrocesso em São Paulo. A Fenaban manteve a proposta de reajuste de 7% e R$ 3,5 mil de abono. Para 2017, a proposta é de reposição da inflação pelo INPC mais 0,5% de aumento real, com as outras parcelas da remuneração sendo corrigidas pelos mesmos índices. Ou seja, a Fenaban quer nos impor um retrocesso, um arrocho salarial, uma desvalorização sem precedentes, uma vez que não nos será dado o reajuste compatível com a inflação. Com a proposta, os Banqueiros querem destruir a nossa luta e nos enfraquecer.

A Contraf rejeitou a proposta em Mesa, e a Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec) vai reunir com a Fenaban amanhã, dia 30, ainda em horário a definir. É importante ressaltar que qualquer proposta em Mesa deverá ser aceita pelos trabalhadores em assembleia, pois nenhuma entidade tem o poder de firmar acordo sem antes ouvir seus trabalhadores. Até agora, nenhuma de nossas reivindicações foi atendida.

Neste momento, nossa orientação é que a greve continue forte em todo o Estado como protesto ao desrespeito e desvalorização com que os Banqueiros e as Direções dos Bancos Públicos vêm tratando as nossas reivindicações. Somente com a nossa mobilização e força vamos conquistar um acordo que atenda nossas demandas. A Mesa marcou o 23º dia de greve nacional dos Bancários.

Greve deve continuar firme e forte

A greve entra hoje no 24º dia e continuará por tempo indeterminado e ainda mais forte em repúdio a essa tentativa da Fenaban de querer atacar os trabalhadores, além de desrespeitar a população brasileira, que são clientes e usuários dos Bancos. Fiquem alertas e acompanhem o nosso site e redes sociais.


UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Assessoria de Imprensa da AFBEPA com informações da Contraf-CUT e Contec.




quarta-feira, 28 de setembro de 2016

NEGOCIAÇÃO COM FENABAN REINICIA NESTE MOMENTO

A Mesa de Negociação entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban, suspensa na noite de ontem, acaba de ser reiniciada em São Paulo. A rodada marca o 23º dia de greve nacional da categoria. Ontem, a Fenaban voltou à mesa a pedido da Contraf, representante dos trabalhadores, com uma proposta de novo modelo de acordo, com validade de dois anos (2016 e 2017). A AFBEPA entende que tal proposta é uma forma de encerrar com as negociações anuais e acabar com a unidade da categoria em prol de seus interesses em uma campanha salarial, e isso é inegociável. Queremos propostas dignas que contemplem a valorização da vida, além de segurança preventiva em relação ao sapatinho e promoções no PCS. Assim que tivermos novidades sobre a rodada, transmitiremos em nosso site e nas nossas redes sociais.



UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Assessoria de Imprensa da AFBEPA com informações da Contraf-CUT



terça-feira, 27 de setembro de 2016

REUNIÃO ENTRE CONTRAF E FENABAN SERÁ RETOMADA NESTA QUARTA, 28

Após mais de 4 horas, acaba de ser suspensa a Mesa de Negociação da Campanha Salarial 2016/2017 realizada entre o Comando Nacional dos Bancários e a Fenaban, em São Paulo. A reunião será retomada amanhã às 15h. A Mesa marca o 22º dia de greve dos Bancários e aconteceu em atendimento ao pedido feito pelo Comando Nacional da categoria.


UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Assessoria de Imprensa

A PEDIDO DA CONTRAF, REUNIÃO COM A FENABAN ACONTECE NESTE MOMENTO


Uma nova rodada de negociações está sendo realizada na tarde de hoje com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), em São Paulo. A reunião iniciou às 15 horas e acontece em atendimento ao pedido feito pelo Comando Nacional dos Bancários, que representa os trabalhadores em Mesa. Ainda não sabemos o que os Banqueiros vão propor nesta nova rodada, visto que a Mesa foi uma solicitação dos trabalhadores.

Na sexta-feira passada, 23, o Comando enviou um ofício a Fenaban solicitando a volta das negociações da Campanha Nacional. A direção dos Bancos e os Banqueiros parecem não perceber o tamanho da intransigência deles e o tamanho dos problemas que estão causando para a sociedade por não negociar com os trabalhadores a pauta de reivindicações.

Ag. Matriz Presidente Vargas
E o prejuízo é grande! A sala do autoatendimento da Agência Matriz Presidente Vargas ficou lotada durante toda a manhã de hoje, e na Agência Viseu não foi diferente. Há pouco dinheiro nas máquinas, há grande insegurança, que ronda as pessoas que estão sacando valores nos terminais, pois o correto seria o atendimento de todos dentro das unidades, onde poderiam pagar suas contas com mais segurança e conforto, além de realizar tranquilamente serviços como depósitos e transferências. “Eu fui assaltado com arma na minha cabeça, o ladrão levou meu cartão Banpará. Isso aconteceu antes da greve, então eu cancelei o cartão e pedi um novo, mas agora não posso receber porque não tem Caixa para entregar o cartão. E eu não tenho mais dinheiro, como fico?”, disse o usuário Francisco dos Santos, Engenheiro.
 
Ag. Viseu

É preciso bom senso do Governador e dos Banqueiros, pois o caos com a falta de sensatez é grande. Por que essa intransigência, Governador? Por que o senhor não chama os trabalhadores para a Mesa?


É importante que a sociedade fique atenta para os balanços financeiros dos Bancos. Os lucros são altíssimos! Bancário ganha pouco, mas os Banqueiros ganham muito. Nesta terça-feira, 27, os bancários chegam ao 22º dia de greve sem previsão de término. Queremos valorização!

Assembleia Extraordinária – Lembramos que hoje também acontecerá Assembleia Geral Extraordinária Deliberativa para discussão e aprovação da Ação Coletiva referente ao gozo do intervalo de 10 minutos a cada 50 minutos trabalhados; e esclarecimentos sobre Ação Coletiva do Vale Alimentação. A primeira convocação será às 17h30 e a segunda, às 18h. O encontro acontece no auditório do Edifício Síntese Plaza, na Av. Senador Lemos, 791.


UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Assessoria de Imprensa da AFBEPA com informações da Contraf-CUT.

segunda-feira, 26 de setembro de 2016

GREVE COMPLETA 21 DIAS SEM CHAMADA PARA NOVA MESA DE NEGOCIAÇÃO


A greve dos trabalhadores do Banpará completa 21 dias nesta segunda-feira, 26, sem que nova proposta tenha sido colocada em Mesa de Negociação por parte dos banqueiros, e nenhuma proposta por parte da Direção do Banpará, que continuam mudos em relação às reivindicações da categoria por reajuste salarial de 14,77% (inflação de 9,77% e ganho real de 5%), Plano de Cargos e Salários (PCS) e melhores condições de trabalho. Por isso, os funcionários se reuniram em frente à Matriz Presidente Vargas para a realização de um ato em protesto ao silêncio e ao descaso com que o Banpará e o Governo do Estado vêm tratando a pauta de reivindicações do funcionalismo.

Luto pelo descaso com o Funcionalismo

Ag. Matriz Presidente Vargas

AG. SÃO MIGUEL – Funcionários do Banpará de São Miguel do Guamá retornaram hoje ao trabalho após terem decidido paralisar as atividades em reunião com a AFBEPA, no último dia 20 de setembro, aderindo à greve dos bancários e bancárias. A AFBEPA entende que tal iniciativa significa um grande retrocesso neste momento de greve que nós, trabalhadores, estamos vivendo coletivamente, com a Direção do Banpará endurecida e o Governador mantendo o silêncio, não se posicionando acerca das nossas reivindicações.

Visita de conscientização à Ag. São Miguel
É preciso manter o espírito de solidariedade e coleguismo neste momento, e somar conosco nesta luta por reajuste salarial e melhores condições de trabalho. É preciso conscientização para abraçar a nossa causa. Não podemos derrotar a nossa luta, por isso nossa união é essencial neste momento fundamental para todos nós.


UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Giselle Mousinho
Assessoria de Imprensa