quarta-feira, 3 de junho de 2015

BANPARÁ É RECORDISTA DE ASSALTOS NO ESTADO

Em entrevista ao programa Brasil Urgente da TV RBA, realizada no dia 21 de maio, a nossa Presidenta, Kátia Furtado, fala da preocupante situação de insegurança, a qual o Banpará está submetido, devido o grande número de assaltos que afetam o Banco, além das consequências que afetam a vida dos trabalhadores bancários, após essa situação de violência.

Somente neste primeiro semestre de 2015, o Banpará já foi alvo de 3 Sapatinhos ocorridos na Agência Br-Ananindeua, no PAB SEDUC, e no Banpará de Rio Maria; 2 tentativas frustradas de Sapatinho no Sul e Sudeste do Estado e 1 assalto com cárcere de clientes e funcionários no PAB Primavera. Em 2014, foram contabilizados 9 assaltos, dos quais 7 foram na modalidade Sapatinho.

Não podemos permitir que mais Vidas sejam expostas a toda essa violência. É preciso que o Banpará tome providências Urgentes para tentar impedir essa prática, que tanto assola a Vida dos nossos colegas bancários(as).

Assista abaixo a entrevista da AFBEPA ao programa Brasil Urgente da TV RBA:




UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos
Assessora de Imprensa

sexta-feira, 29 de maio de 2015

MAIS UMA ESTRELA NASCEU NO CÉU


É com pesar que a Associação dos Funcionários do Banpará – AFBEPA soube do falecimento do Sr. Arnaldo Lopes Furtado, pai na nossa querida Kátia Furtado, Presidenta desta Associação. Arnaldo estava internado há vários dias e sofria com problemas no coração e infelizmente não resistiu. Faleceu na noite de ontem (28), por volta das 23h55. Ele está sendo velado na Capela Recanto Verde, localizada na Av. Tavares Bastos, nº 392, entre Pedro Álvares Cabral e Almirante Barroso. O enterro será amanhã, 30/5, no Cemitério Santa Izabel, às 10h da manhã.

A AFBEPA se enternece com a dor dos entes queridos. Sabemos que a dor da perda é imensurável e nada que se possa dizer é capaz de amenizar o sofrimento. Mas é preciso transformar o luto numa luta pela vida e pela felicidade, e transformar a dor em saudade e serenidade, pois a vida é o bem mais valioso que temos, e mesmo diante da morte precisamos nos manter firmes em honra e memória dos que se foram.

O Bondoso Deus chamou o seu filho de volta para os seus braços e agora Arnaldo Furtado faz morada ao lado do nosso Senhor.

Arnaldo foi um homem, pai e avô muito amado e respeitado por toda a sua família e amigos. Portanto, tenham fé que essa dor vai diminuir; que esse sofrimento agudo vai ser amenizado e mantenham o coração aquecido. Carreguem sempre consigo, com muito amor e carinho, as boas recordações, pois elas lhes darão forças para voltar a sorrir. Olhem para o céu e tenham a certeza de que há uma nova estrela brilhando e iluminando cada um dos seus passos.

A AFBEPA deseja que Deus ilumine a vida e conforte o coração de todos os familiares e amigos, concedendo Força e Paz de Espírito.

Informamos ainda que a nossa Presidenta, Kátia Furtado, irá tirar Licença Luto por 8 dias.


A DIREÇÃO DA AFBEPA

segunda-feira, 25 de maio de 2015

CADÊ O REGULAMENTO DE PESSOAL?

É a pergunta que não quer calar feita pelos funcionários do Banpará à SUDEP, pois, desde a entrada de novos funcionários, ninguém mais teve acesso ao Regulamento de Pessoal, em vigência, no Banco.

Os funcionários encaminham e-mails ao Banco querendo conhecer o Regulamento, mas não obtêm respostas sobre onde acessá-lo.

A última notícia informal que esta AFBEPA tomou conhecimento dava conta que o Banpará estava providenciando alterações no seu Regulamento de Pessoal. 

Para a AFBEPA o Banco pode alterar o seu Regulamento, mas o vigente é o que ainda não foi alterado, uma vez que ao ser admitido na empresa, o funcionário está vinculado ao Regulamento existente na época de sua admissão.

Como saber se o que estão alterando no atual Regulamento será benéfico ou conterá normas que tratem de forma mais rigorosa certo dever, ou se novos deveres serão criados, ou se suprimirão benefícios etc etc?

É importante que o funcionalismo saiba o que contém no Regulamento de Pessoal na data de sua contratação, para ter conhecimento de seus direitos e obrigações, assim como os do Banco.

Sobre o Tema assim dispõe Súmula do Tribunal Superior do Trabalho:

Súmula nº 51 do TST
NORMA REGULAMENTAR. VANTAGENS E OPÇÃO PELO NOVO REGULAMENTO. ART. 468 DA CLT (incorporada a Orientação Jurisprudencial nº 163 da SBDI-1) - Res. 129/2005, DJ 20, 22 e 25.04.2005
I - As cláusulas regulamentares, que revoguem ou alterem vantagens deferidas anteriormente, só atingirão os trabalhadores admitidos após a revogação ou alteração do regulamento. (ex-Súmula nº 51 - RA 41/1973, DJ 14.06.1973)
II - Havendo a coexistência de dois regulamentos da empresa, a opção do empregado por um deles tem efeito jurídico de renúncia às regras do sistema do outro. (ex-OJ nº 163 da SBDI-1 - inserida em 26.03.1999)”.

A AFBEPA espera que o Banco divulgue urgentemente aos funcionários e funcionárias o seu Regulamento de Pessoal.

ISSO É LEI E PRECISA SER CUMPRIDO!

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

sexta-feira, 22 de maio de 2015

AFBEPA PEDE QUE SINDICATO CONVOQUE ASSEMBLEIA PARA DELIBERAR SOBRE O SALDO REMANESCENTE DO PLANO PAS/CAFBEP

A AFBEPA protocolou ontem, 20 de maio, o Ofício 019/2015 solicitando ao Sindicato dos Bancários que convoque uma Assembleia Geral, para que o funcionalismo do Banpará, participante do Plano de Saúde, delibere sobre qual a destinação do Saldo Remanescente do extinto Plano PAS/CAFBEP, que, até dezembro de 2014, teve seu montante avaliado em mais de 7,2 milhões de reais.

De acordo com o Regulamento do PAS/CAFBEP, que foi extinto em junho de 2009, Art. 39, o saldo remanescente do Plano será transferido para os patrocinadores (BANPARÁ, CAFBEP E OS AUTOPATROCINADOS), proporcionalmente a participação de cada um, e aplicado em prestações assistenciais. No caso dos funcionários e funcionárias do Banpará, os recursos retornam em prestações assistenciais, e defendemos que esse saldo sirva para custear as mensalidades do atual Plano de Saúde Unimed.

No entanto, os parágrafos da Cláusula 39ª do ACT 2014/2015 estão em completo desacordo com o que diz o Artigo 39 do Regulamento do PAS, pois estabelece a criação de um Fundo Garantidor/risco, que nunca foi citado na regulamentação do extinto Plano e, principalmente, nunca foi debatido com a categoria e, por conseguinte, aprovado, portanto, não deveria constar em nosso Acordo Coletivo de Trabalho.

A AFBEPA espera que a destinação do saldo remanescente do extinto Plano PAS/CAFBEP seja transferido para quem de direito, o Banpará, para aplicar no pagamento das mensalidades dos Participantes do extinto Plano PAS no novo Plano de Saúde Unimed; à CAFBEP e aos autopatrocinados, que custeavam com suas parcas economias o valor integral do Plano PAS. ISSO É JUSTO! ISSO É LEGAL!

QUE SEJA CONVOCADA A ASSEMBLEIA PARA DELIBERAÇÃO DESSA QUESTÃO!

Leia abaixo o Ofício na íntegra ou acesse o arquivo em pdf AQUI.





UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos
Assessoria de Imprensa

AFBEPA VAI À CAPANEMA PRESTAR SOLIDARIEDADE AOS COLEGAS VÍTIMAS DO ASSALTO

A Associação dos Funcionários do Banpará-AFBEPA esteve ontem, 21 de maio, na Ag. Capanema do Banpará, para dar o seu apoio aos colegas vítimas do assalto ocorrido no último dia 20, no PAB Primavera, e saber maiores informações sobre o que de fato ocorreu, bem como solicitar e verificar se os Direitos das vítimas foram cumpridos pelo Banco.

PAB Primavera

Foi relatado à AFBEPA que 4 homens disfarçados de policiais civis entraram no PAB Primavera, arrancaram toda a fiação elétrica e telefônica, renderam todos os três funcionários e clientes que ali estavam. Alguns clientes, que chegaram ao PAB após o início do assalto, foram surpreendidos com a violência dos bandidos e também tiveram seu dinheiro e bens materiais tomados.

O assalto durou cerca de uma hora e, de acordo com informações, os criminosos já sabiam como o Posto Bancário funcionava e quem eram os funcionários e seus familiares, pois no momento em que o Coordenador do PAB recebeu a ordem dos assaltantes para abrir o cofre, que para abrir demora cerca de 45 minutos, um dos assaltantes o ameaçou dizendo para “ele não tentar fazer nenhuma gracinha de errar a senha, pois eles (os criminosos) sabiam que ele tinha dois filhos e que um estava na escola e o menor estava sozinho em casa com a babá”. Ao fim do assalto, os criminosos levaram o dinheiro do Banco e dos clientes que ali estavam, e a CPU de monitoramento, o CFTV, para não serem identificados por meio das câmeras filmadoras.

Situação que o PAB Primavera ficou após o assalto
O PAB Primavera está interditado e sem previsão de retorno às atividades.

Segundo a Assistente Social do Banco, os funcionários foram atendidos por um médico emergencial e foram emitidos os Comunicados de Acidente de Trabalho (CATS) aos funcionários, vítimas dessa agressão, de 4 dias para o Caixa e 6 dias para o Coordenador e o Atendente do PAB, e a GESAT está fazendo o acompanhamento desses funcionários para verificar se vai haver necessidade de um tempo maior de afastamento. Informou, ainda, que eles iniciarão o tratamento psicológico já na próxima semana, após o término do período de licença, por escolha dos próprios funcionários, que preferiram passar esses dias afastados na companhia de seus familiares.

A AFBEPA, no entanto, entende que esse número de dias de licença é muito pouco para que essas vidas tornem a se recompor da violência sofrida e do estresse que fica, pois é praxe o Banpará conceder 15 dias de licença para os funcionários que são vítimas de assalto, seja dentro do Banco ou em sua casa, quando ocorre o "sapatinho".

Segundo Kátia Furtado, "é importante lembrar que o Coordenador do PAB Primavera, já sofreu, junto com sua família, dentro da sua casa, a violência de um assalto, na modalidade "sapatinho", por isso o Banco deve ter mais cuidado e zelo com essa vida. Deixar a escolha de quantos dias precisa ser afastado do trabalho, nas mãos de quem passou pela violência, não é a melhor forma de ajudar o seu funcionário, nesse momento, a AFBEPA entende que cabe ao médico do trabalho avaliar essa situação e com sua experiência recomendar qual o melhor tratamento".

Na agência o gerente geral, que acompanhou as vítimas após o assalto, falou à AFBEPA que se for necessário um maior tempo de recuperação dos colegas, ele solicitará à SUDEP a adição de funcionários, até perdurar a necessidade.

É preciso que o Banpará garanta a todos os seus funcionários do PAB Primavera, vitimados nesse crime, o devido tratamento médico e psicológico, para garantir que essas Vidas tenham o mínimo de paz possível para se recuperar desse grande abalo que sofreram.

Investir em Segurança é Fundamental! Essa é a grande cobrança que os funcionários e funcionárias fazem à Direção do Banpará. Precisamos de Proteção à Vida, de funcionários e clientes, para que esta situação não volte mais a acontecer. A Vida e a Paz de espírito do ser humano precisam ser valorizadas e respeitadas.


PONTO ELETRÔNICO

Ainda durante a visita da AFBEPA à Capanema, os funcionários e funcionárias aproveitaram para denunciar os problemas que estão enfrentando com o Sistema de Ponto Eletrônico, que continua não atendendo os fins para o qual foi criado.

De acordo com os relatos, o Sistema continua não marcando o horário correto de entrada e saída dos funcionários, liberando o Ponto para marcação apenas um ou dois minutos após o horário correto, ou seja, o funcionário, por dia, passa a dever de 4 a 8 minutos ao Banco, mesmo que, quem esteja atrasando, seja o Sistema. Além das vezes que os trabalhadores(as) têm que reiniciar a máquina em que trabalha, de 2 a 4 vezes, pois o balãozinho (REP Virtual) não aparece na tela de início, e quando ele resolve aparecer, já acusa atraso no horário dos funcionários(as), mesmo que esses já estejam a disposição do Banco no tempo correto. Quando questionado sobre o Link que o Banco também disponibiliza para essa função, o chamado Servidor, eles informaram que não têm acesso a ele e a única forma que possuem de registrar sua jornada de trabalho é o REP Virtual.

Gravíssima é a situação, até hoje não regularizada, do bancário continuar logado no SPA, mesmo que o Sistema de Ponto tenha registrado o fim da jornada britânica. Absurda Burla! Pois o bancário e bancária continuam trabalhando, mas sem o real registro de sua jornada, ou seja, por isso que o Banco diz que o pessoal não faz hora extra e quem faz está recebendo, mas, pelo visto, apenas o tanto que fica registrado na época de pagamento dos servidores públicos estaduais.

“Esse Ponto Eletrônico é trabalhoso e muito burocrático. Dá muito trabalho para as Gerências e para os Coordenadores. Se ele funcionasse como deveria, marcando a nossa real jornada, não tinha por que, nós, funcionários, termos todo esse trabalho diariamente. Pois, como ele atrasa sempre, todos os dias nós temos que fazer justificativas para o Banco, explicando a mesma coisa: estávamos aqui, mas o Ponto não funcionou no horário correto”, desabafou uma das funcionárias.

A AFBEPA quer saber até quando nós, funcionários e funcionárias, estaremos sujeitos a esse Sistema de Ponto Eletrônico que não funciona corretamente? Até hoje estamos aguardando a resposta do Banco e do Sindicato dos Bancários, para nos informar que Sistema é esse que foi implantado? Que não atende os nossos anseios para a garantia do nosso Direito ao real e efetivo registro da nossa jornada de trabalho.

RESPEITO!

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos
Assessoria de Imprensa

quarta-feira, 20 de maio de 2015

CRIMINOSOS DISFARÇADOS DE POLICIAIS FAZEM VÍTIMAS NO PAB PRIMAVERA DO BANPARÁ

Mais um assalto ocorreu na manhã de hoje, 20, vitimando funcionários e clientes do Banpará, que se encontravam no Posto de Atendimento Primavera, vinculado à Ag. Capanema. O fato aconteceu quando algumas pessoas, trajando uniforme de policial, entraram no PAB e renderam os guardas, o coordenador da unidade, o caixa, o atendente e os clientes, que ali estavam, e levaram o dinheiro do Banco. A quantia ainda não foi divulgada.

Os criminosos arrancaram toda a fiação elétrica e telefônica do PAB, impossibilitando que eles fossem identificados pelas câmeras filmadoras e que qualquer comunicação externa fosse feita pelos funcionários do Banco. Enquanto os assaltantes agiam, ninguém entrou ou saiu do PAB.

Todas as vítimas encontram-se bem. Só o que resta é o medo, que essa violência causou a essas vidas.

A AFBEPA, até o momento, não conseguiu mais informações sobre o ocorrido. Mas, nos foi informado que o PAB Primavera foi fechado e, também, não abrirá amanhã. Quanto aos Comunicados de Acidente de Trabalho (CATS), não souberam nos informar se já foram emitidos.

A AFBEPA espera que o Banpará tome as devidas providências e reforce a segurança dos colegas bancários. É preciso mais investimentos em Segurança e mais medidas de Proteção aos clientes e funcionários. A Vida vale muito mais!

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos
Assessoria de Imprensa

terça-feira, 19 de maio de 2015

MAIS UMA VITÓRIA CONTRA O DESRESPEITO

A AFBEPA soube, com muita satisfação, que a Justiça do Trabalho da 8ª Região acatou o pedido demandado por um funcionário do Banpará, companheiro de Luta e Diretor desta AFBEPA, para que o Banco pague todas as suas horas extras trabalhadas, bem como os intervalos intrajornadas e seus respectivos reflexos, nos direitos trabalhistas. O pedido resulta do período que o colega desempenhava atividades como Coordenador do PAB da Polícia Civil, vinculado à Ag. Nazaré, de junho de 2009 até abril de 2013, quando o mesmo foi destituído, arbitrariamente, da Função de Coordenador, no seu período de férias e em época de Campanha Eleitoral para a Eleição da atual gestão da AFBEPA-2013/2016.

Naquela época, o funcionário panfletava nos andares da Matriz juntamente com a Presidenta da AFBEPA, quando alguém lhe informou da sua destituição. Imediatamente, a Presidenta da AFBEPA ligou para a DIRAD informando que o funcionário encontrava-se de férias e que, portanto, o seu contrato de trabalho estava interrompido, ou seja, essa destituição era completamente ilegal. A Portaria foi revogada enquanto perdurou as férias do funcionário, mas no seu retorno, a destituição foi efetivada, sem que o motivo dessa destituição, até o presente momento, fosse esclarecido.

Durante o período em que atuou como Coordenador do PAB, o colega iniciava as suas atividades de 8h às 18h30, de segunda a sexta-feira, com intervalo de 15 a 30 minutos para descanso e alimentação, sendo que em dias de pico a jornada aumentava em mais uma hora, no mínimo. No entanto, o que a folha de ponto registrava era o horário determinado no contrato de trabalho, de 9h às 15h (horário de funcionamento do PAB), e em período de pico, a Direção do Banco autorizava o pagamento de 2 horas extras, mesmo que a sua jornada ultrapassasse mais que duas horas, ou seja, o que o Banco mandava registrar contrariava completamente a realidade vivida pelo funcionário.

Assim, de acordo com o exposto, a Juíza do Trabalho julgou parcialmente procedente os pedidos formulados pelo funcionário do Banpará e condenou o Banco a pagar, com juros e correção monetária, no prazo de 15 dias, a contar do trânsito em julgado, as diferenças de horas extras laboradas após a oitava hora diária e o pedido de pagamento dos intervalos intrajornada, e seus reflexos em 13º salário, férias + 1/3, RSR e FGTS (este último a ser depositado em conta vinculada), referentes ao período laborado pelo funcionário como Coordenador de Posto de Serviço, deduzidos os valores já pagos em contracheques e excluídos os períodos de férias, ausências, e licenças do serviço. Caso o Banpará não cumpra a determinação, será acrescida multa de 10% nos valores determinados e serão iniciados, imediatamente, todos os procedimentos executórios.

Outra vitória do nosso colega foi o indeferimento do pedido de litigância de má-fé, requerido pelo Banco, como tentativa de repressão ao nosso colega que lutava por seus Direitos, ao que a Juíza declarou: “indefiro o pedido de aplicação da penalidade, por não vislumbrar má-fé na conduta do autor, que apenas atuou em defesa de interesse que entendia devido”.

A AFBEPA parabeniza o colega por esta importante Vitória, pois, com Fé, outras Vitórias virão!

E, sempre, com muita Luta e Determinação, todos temos que construir o nosso futuro a partir das nossas presentes ações.

Leia a sentença na íntegra AQUI.

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos
Assessoria de Imprensa

segunda-feira, 18 de maio de 2015

POR QUE É IMPORTANTE A GREVE DOS PROFESSORES ESTADUAIS?


Após 55 dias de deflagração da greve dos Trabalhadores da Educação do Estado do Pará, por melhores condições de salários e infraestrutura nas escolas, o Governo resiste e busca, através da grande mídia, empurrar para os Professores a culpa pela sua intransigência e má-vontade em querer negociar as necessárias e justas reivindicações desses trabalhadores, que são fundamentais para as nossas vidas e o para um melhor futuro do nosso país.

As principais pautas dos nossos educadores são: o pagamento retroativo do Piso Nacional; instituição do PCCR unificado; reforma nas escolas; concurso público para novos agentes da educação, a fim de retirar a sobrecarga excessiva dos trabalhadores e, consequente, diminuição do grande número de alunos para cada professor, entre outras. Pautas essas completamente coerentes, importantes e emergenciais, visto que a situação da educação paraense hoje é completamente precária e caótica.

Não é de hoje que sabemos do desleixo dos nossos governantes, atuais e anteriores, com a educação pública, a exemplo de notícias veiculadas na mídia de prédios, onde funcionam as escolas, caindo, literalmente, sobre a cabeça de alunos e professores, violando o princípio da Dignidade Humana; os salários recebidos pelos educadores abaixo do piso nacional estabelecido pela Lei Federal nº 11.738/2008, em desrespeito completo a Lei e a Qualidade de Vida desses educadores; o grande número de alunos comportados nas salas de aula sobrecarrega o baixo número de professores, para atender a atual demanda, e acaba por gerar um déficit na educação das nossas crianças e adolescentes.

Contudo, ao invés do Governo Estadual negociar com a categoria para atender às pautas requeridas, ele fica protelando e negligenciando suas responsabilidades, e quem sofre com isso somos nós, a Sociedade, nossos filhos e filhas e todos os professores e professoras.

A Luta dos nossos educadores é para que os nossos filhos e filhas possam ter uma educação de qualidade. Para que os nossos estudantes possam encontrar um ambiente escolar acolhedor e que zele pela sua vida e conhecimento, com escolas reformadas ou novas, mais professores, melhor ensino. Para que os nossos professores e professoras sejam valorizados, como trabalhadores e educadores, profissionais tão importantes na construção da nossa Sociedade.

A greve dos professores e professoras é Justa e Importante. Portanto, é preciso que saibamos quem é o verdadeiro culpado pelo descaso com a educação estadual: o Governo do Pará e seu Secretário de Educação, que não atendem as justas reivindicações dessa categoria.

Os professores querem retornar às salas de aulas, que é o que eles gostam de fazer: ajudar a formar cidadãos e os nossos futuros profissionais, mas é importante garantir que a Educação na Escola e todos os seus alicerces sejam vistos como Prioridade.

Parabéns a todos os professores e professoras que estão participando do movimento grevista e mantendo Forte a Luta da categoria!

"Há todo um velho mundo ainda por destruir e todo um novo mundo a construir. Mas nós conseguiremos..." (Rosa Luxemburgo)

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos
Assessora de Imprensa

sexta-feira, 15 de maio de 2015

VIOLÊNCIA DO SAPATINHO CONTRA OS FUNCIONÁRIOS DO BANPARÁ REPERCUTE NA CÂMARA FEDERAL

A crescente onda de assaltos no Sapatinho que vem ocorrendo no Pará, onde as principais vítimas são os bancários(as) do Banpará, foi tema de um pronunciamento feito ontem, 14 de maio, pelo Deputado Federal Edmilson Rodrigues, durante sessão, na Câmara dos Deputados, em Brasília.

O Sapatinho é uma modalidade de assalto que ocorre na residência do bancário(a), onde os assaltantes invadem o lar desse trabalhador(a), sequestram a sua família e o obrigam a se dirigir à unidade bancária e entregar o dinheiro do Banco aos criminosos, para libertar seus familiares. A característica marcante desse crime é a pressão psicológica.

Somente neste ano de 2015, já ocorreram três assaltos no Sapatinho no Banpará (Br-Ananindeua, PAB SEDUC e Rio Maria) e duas tentativas frustradas de sequestro no Sul e no Sudeste do Pará, em que os bancários perceberam as situações e conseguiram escapar.

Se não bastasse toda a violência física e psicológica que estes funcionários, vítimas de sapatinho, sofrem, o Banpará ainda tem tomado medidas unilaterais que pioram a situação desse trabalhador, como a Transferência Compulsória desse colega, o que não resolve o problema, visto que o assalto ocorre na casa do funcionário(a) e não na unidade de trabalho, ou seja, muda-se o local de trabalho, mas não se protege a residência do bancário(a), que é o local visado e mapeado pela quadrilha de assaltantes.

Assim, além do Banco reforçar a segurança nas unidades bancárias, a exemplo de segurança 24 horas, câmeras filmadoras, PGDM e outros, é preciso que o Banpará também invista na Segurança e Proteção do lar de seus funcionários e funcionárias, local onde os assaltantes praticam todas as ações criminosas.

A Vida é o nosso bem mais precioso e precisa ser Resguardada, Cuidada, Protegida e Valorizada!

Assista abaixo o pronunciamento do Deputado Federal Edmilson Rodrigues:


“Golpe do sapatinho”
"Faço um apelo à direção do Banco do Estado do Pará. Ocorreram ao longo dos anos vários assaltos chamados "Sapatinho". Sequestra-se a família e obriga-se o bancário a retirar valores. E o bancário é que acaba sendo punido", denunciou o deputado Edmilson Rodrigues, nesta quinta (14).O “golpe do sapatinho”, ação criminosa em que os ladrões fazem um funcionário e sua família como reféns, enquanto assaltam a agência, tem sido praticado com frequência no Pará.
Posted by :: Edmilson Rodrigues on Quinta, 14 de maio de 2015


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A DIREÇÃO DA AFBEPA




Texto: Kamilla Santos
Assessora de imprensa

quinta-feira, 14 de maio de 2015

AFBEPA SOLICITA AO BANPARÁ QUE PAGUE A TODOS OS SEUS FUNCIONÁRIOS O DIREITO À HORA EXTRA

A Associação dos Funcionários do Banpará-AFBEPA protocolou, na manhã de hoje, 14 de abril, na Diretoria Administrativa do Banpará, o Ofício 018/2015, em que pleiteia que todas as horas extraordinárias, realizadas pelo funcionalismo do Banco, sejam devidamente pagas, visto que o descumprimento deste Direito é motivo de constante cobrança desta AFBEPA ao Banpará.

De acordo com informações recebidas e idas, desta Associação, aos locais de trabalho, verificamos que o Banco não vem cumprindo com a sua obrigação de pagar as Horas Extras, a todos os funcionários(as) que ultrapassam a sua jornada, seja Caixa, Atendente, Gerentes, Tesoureiro, entre outras funções.


O que constatamos é que o Banco permite pagar 2 horas extras para os caixas, na época de pagamento, e 2 horas extras para os tesoureiros e, com raras exceções, 4 horas extras a mais para os tesoureiros. E não é isso que a legislação trabalhista prevê.


Assim, no Ofício, a AFBEPA também solicita que, daqui por diante, todas as horas extras realizadas, pelos funcionários e funcionárias do Banpará, sejam efetivamente registradas e remuneradas, de acordo como determina a Lei.


AFBEPA espera que o Banco cumpra e pague o Direito, dos funcionários e funcionárias, às horas que ultrapassam a sua jornada de trabalho.

Leia abaixo o Ofício 018/2015 na íntegra ou clique AQUI para ler o arquivo em pdf.



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A DIREÇÃO DA AFBEPA