sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

DEMISSÕES NOS BANCOS É RESULTADO DE FUSÕES, APONTA ESTUDO DA CONTRAF E DIEESE

Bancos fecham 2.076 postos de trabalho entre janeiro e setembro de 2009


Crédito: Contraf-CUT
Contraf-CUT Apesar de não terem sido atingidos pela crise e de manterem o ritmo de crescimento de seus lucros, os bancos que operam no Brasil fecharam 2.076 postos de trabalho entre janeiro e setembro de 2009, segundo estudo elaborado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O fechamento dessas vagas ocorreu nos bancos privados, sobretudo em razão das fusões, compensadas em parte pelas admissões nas instituições financeiras públicas.

O estudo, que toma por base dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, mostra ainda que os bancos estão usando a rotatividade para reduzir a média salarial dos trabalhadores e que mantêm a discriminação em relação às mulheres, que estão sendo contratadas com salários inferiores aos dos homens.

As empresas financeiras desligaram 22.803 bancários e contrataram 20.727 nos primeiros nove meses do ano. É uma inversão do que ocorreu no mesmo período do ano passado, quando houve um aumento de 14.366 novas vagas no mesmo período (44.614 contratações e 30.248 afastamentos).

"Os bancos estão na contramão do movimento que a economia brasileira está seguindo. Enquanto os demais setores econômicos criaram 932 mil novos postos de trabalho de janeiro a setembro com a retomada do crescimento, os bancos, que não sofreram nenhum impacto com a crise, estão fazendo o contrário", critica Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT. "Isso é ainda mais injustificável quando sabemos que o sistema financeiro continua tendo a maior rentabilidade de toda a economia e os cinco maiores bancos apresentaram lucro líquido de R$ 22,1 bilhões nos primeiros nove meses do ano."

Demissões se concentram nos maiores salários
Além da redução do emprego, está havendo também uma diminuição na remuneração média dos trabalhadores do sistema financeiro. Os desligados de janeiro a setembro de 2009 recebiam remuneração média de R$ 3.494,25. Já os contratados têm remuneração média de R$ 2.051,80, o que representa uma diferença de 41,28% - quase a metade.

Isso porque os desligamentos foram concentrados nos escalões hierárquicos superiores e as admissões ocorrem principalmente nos cargos iniciais da carreira. Esse movimento intensificou a tendência observada no mesmo período do ano passado, quando a diferença entre os salários médios dos bancários contratados e desligados foi de 39,19%.

Demitidos com alta escolaridade
Com relação à escolaridade, o levantamento revela uma contradição com o discurso amplamente difundido pelas empresas sobre a necessidade e a urgência da crescente escolarização como fator de empregabilidade: a grande maioria dos desligados (59,42%) tem educação superior completa.

"Ou seja, as empresas financeiras estão reduzindo custos com fechamento de postos de trabalho e ainda com a alta rotatividade da mão-de-obra, demitindo bancários com salários mais altos e contratando funcionários com remuneração inferior", questiona Carlos Cordeiro. "Outra contradição é que os bancos exigem qualificação cada vez maior e forçam os bancários a custearem seu próprio aprimoramento acadêmico, mas a pesquisa mostra que as demissões estão atingindo principalmente os trabalhadores com maior escolaridade."

Discriminadas, mulheres já entram recebendo menos
Na desagregação por gênero, o levantamento da Contraf-CUT/Dieese mostra que a tendência de os afastamentos se concentrarem nos salários mais altos ocorre tanto com os bancários como com as bancárias. Mas reafirma outras pesquisas de que as mulheres continuam tendo remuneração inferior aos homens no sistema financeiro nacional: 30,21% de diferença entre os admitidos e 32,95% entre os desligados.

"Os dados deixam claro que os bancos continuam praticando a discriminação contra as mulheres, uma vez que elas já são contratadas com salários inferiores aos dos homens, o que contradiz o discurso de responsabilidade social das instituições financeiras", critica Deise Recoaro, secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT.


Fonte: Contraf-CUT, com edição de AFBEPA.



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PARA REFLETIR, EM TEMPOS DE COPENHAGUE

APOCALIPSE AGORA

Escrito por Frei Beto.

Em 12 de dezembro de 2009.


O fim do mundo sempre me pareceu algo muito longínquo. Até um contra-senso. Deus haveria de destruir sua Criação? Hoje me convenço de que Deus nem precisa mais pensar em novo dilúvio. O próprio ser humano começou a provocá-lo, através da degradação da natureza.

Os bens da Terra tornaram-se posse privada de empresas e oligopólios. A causa de 4 bilhões de seres humanos viverem abaixo da linha da pobreza, e 1,2 bilhão padecerem fome, é uma só: toda essa gente foi impedida de acesso à terra, à água, à semente, às novas técnicas de cultivo e aos sistemas de comercialização de produtos.

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O capitalismo, como sistema, não tem solução para a crise ecológica. Sabe que medidas de efeito haverão de redundar inevitavelmente na redução dos lucros, do crescimento do PIB, da acumulação de riquezas.

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Exemplo disso é a recente crise financeira. Diante da ameaça de quebra dos bancos, como reagiram os governos das nações ricas? Abasteceram de recursos as famílias inadimplentes, possibilitando-as de conservar suas casas? Nada disso. Canalizaram fortunas – um total de US$ 18 trilhões - para os bancos responsáveis pela crise. Eduardo Galeano chegou a pensar em lançar a campanha "Adote um banqueiro", tal o desespero no setor.

O planeta em que vivemos já atingiu os seus limites físicos. Por enquanto não há como buscar recursos fora dele. O jeito é preservar o que ainda não foi totalmente destruído pela ganância humana, como as fontes de água potável, e tentar recuperar o que for possível através da despoluição de rios e mares e do reflorestamento de áreas desmatadas.

Ecologia vem do grego "oikos", significa casa, e "logos", conhecimento. Portanto, é a ciência que estuda as condições da natureza e as relações entre tudo que existe - pois tudo que existe co-existe, pré-existe e subsiste. A ecologia trata, pois, das conexões entre os organismos vivos, como plantas e animais (incluindo homens e mulheres), e o seu meio ambiente.

Essa visão de interdependência entre todos os seres da natureza foi perdida pelo capitalismo. Nisso ajudou uma interpretação equivocada da Bíblia - a idéia de que Deus criou tudo e, por fim, entregou aos seres humanos para que "dominassem" a Terra. Esse domínio virou sinônimo de espoliação, estupro, exploração. Os rios foram poluídos; os mares, contaminados; o ar que respiramos, envenenado.

Agora, corremos contra o relógio do tempo. O Apocalipse desponta no horizonte e só há uma maneira de evitá-lo: passar do paradigma de lucratividade para o da sustentabilidade.

Leia mais no Correio da Cidadania


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quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

DIRETORIA DA AFBEPA QUESTIONA O SINDICATO SOBRE O TEOR DO ACORDO DO PCS

A AFBEPA continuará presente no Grupo de Trabalho Paritário do PCS. Foi o que afirmou o presidente do Sindicato dos Bancários nesta noite.


Estranhando o fato de que a AFBEPA não foi convidada para a primeira reunião de retomada do Grupo de Trabalho Paritário do PCS que seria hoje (segundo informação publicada no boletim do sindicato), mas não ocorreu; a Presidenta da AFBEPA Kátia Furtado, acompanhada de Francisco Noronha, Cristina Quadros, Cristina Lagos, Amaral, Paulo Barrozo e Carlos Antônio, se dirigiu à sede do sindicato com o objetivo de, olho no olho, tirar algumas dúvidas pendentes acerca da questão. Encontraram Betinho e algumas diretoras do sindicato na sala de espera, já saindo do sindicato, e o questionaram diretamente sobre:


1) SE A AFBEPA CONTINUA NO GRUPO DE TRABALHO PARITÁRIO DO PCS - o presidente do sindicato confirmou que sim, a AFBEPA continua compondo o Grupo de Trabalho Paritário do PCS.


2) QUAL O TEOR DO ACORDO ASSINADO entre o sindicato e o banco sobre nosso PCS, e a necessidade de o sindicato dar publicidade do acordo aos bancários e bancárias que precisam conhecer o documento para que possam aderir. Pediram também a realização de uma assembléia para conhecer e decidir sobre o acordo - o presidente do sindicato afirmou que vai dar conhecimento aos bancários e bancárias e se comprometeu a convocar uma assembléia em breve, para decidir se aprova ou não o acordo.

A AFBEPA lembra que a data limite estabelecida pelo banco para a adesão ao PCS é 7 de janeiro de 2010, logo, torna-se urgente que o sindicato efetive os compromissos acima assumidos o mais breve possível, para que os bancários e bancárias possam fazer a adesão com plena consciência de seu ato.


UNIDOS SOMOS FORTES!



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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

INDEPENDÊNCIA E CORAGEM! O BOLETIM DE FIM DE ANO DA AFBEPA.





O boletim de fim de ano da AFBEPA já está circulando nas agências e matriz do Banpará e segue ainda esta semana para o interior do estado. O boletim traz temas como a DEFESA DO BANPARÁ, PCS, BALANÇO POLÍTICO DA GESTÃO e uma bela mensagem de natal. Confiram. Foi feito com um carinho todo especial para todos os bancários e bancárias do Banpará.


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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

MUITO POSITIVA A REUNIÃO ENTRE AFBEPA E SEGUP

Muito positiva a reunião entre a AFBEPA e a Secretaria de Segurança Pública, com a participação do setor de segurança do Banpará, ocorrida na manhã desta terça-feira, dia 15.

A Presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, expôs o cenário de in-segurança que ronda e assalta a rotina dos bancários e bancárias do Banpará, especialmente no período de pagamento dos servidores públicos do estado. Também reforçou a comprensão de que os bancários e bancárias são as principais e primeiras vítimas das quadrilhas e assaltantes, e não cúmplices, como foram considerados em determinados casos. A concordância foi geral.


SEGURANÇA CIDADÃ PARA BANCÁRIOS, BANCÁRIAS E CLIENTES
Reconhecido o consenso, várias alternativas foram sugeridas em torno do Programa Segurança Cidadã que terá os bancários como principais parceiros, além de envolver atores diversos nos municípios e uma maior integração entre bancários e agentes locais da segurança pública. Muitas das alternativas exigirão atitude da direção do Banpará que, certamente, estará disposta a agir para defender a integridade física e moral dos seus empregados e o patrimônio do banco.

As solicitações feitas pela AFBEPA foram acatadas pela Secretaria de Segurança Pública que, oportunamente, informou já existir um planejamento especial com aumento do efetivo no período do pagamento dos servidores públicos do estado.

A AFBEPA acredita que os caminhos da segurança estão no planejamento da Segurança Pública, contando com a ação cidadã, solidária e parceira do conjunto da sociedade organizada e do Banpará, e estará se somando aos esforços já postos no sentido de mobilizar a categoria para ajudar a superar o quadro de in-segurança.


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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

NOSSA SOLIDARIEDADE À SIMONE - AG. TELÉGRAFO


Externamos nossa solidariedade à colega Simone, gerente da Ag. Telégrafo, que perdeu seu pai hoje pela manhã. Enviamos-lhe um grande e carinhoso abraço nesta hora difícil, na certeza de que seu pai está sendo amparado nas mãos do Pai Maior.
Paz, Resignação e Luz, à Simone e seus familiares. Que Deus esteja sempre em nossos corações. Amém.



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quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

AFBEPA E SEGUP EM REUNIÃO NA PRÓXIMA TERÇA

No dia 27 de novembro, sexta-feira em que o PAB Maracanã foi assaltado, e a filha e a empregada de uma colega coordenadora do PAB ALEPA foram sequestradas, a AFBEPA encaminhou ofício ao Secretário de Segurança Pública do Estado solicitando providências para resolução da brutal violência que cerca e assalta a vida dos bancários e bancárias do Banpará. A ocorrência de assaltos, marcados por intensa violência, tem gerado um clima de terror nas agências e PABs, sobretudo em dias de pagamento do funcionalismo público estadual. Medo, pânico, sequestros de bancários e familiares, e até assassinato, tragicamente, estão para se tornar rotina na profissão de risco que é ser bancário.

SEGUP RESPONDE AO OFÍCIO DA AFBEPA
Hoje, quinta-feira, 10 de dezembro, a Secretaria de Segurança Pública retornou ao ofício da AFBEPA convidando a Presidenta Kátia Furtado para uma reunião na próxima terça-feira, dia 16, às 9h na SEGUP. Kátia Furtado, de pronto, agradeceu ao convite e confirmou presença, na perspectiva de ajudar a construir segurança no trabalho dos bancários e bancárias.

Na reunião, Kátia reiterará as propostas feitas pela AFBEPA no ofício: aumento do efetivo policial, dia e noite, no entorno das agências em períodos de pagamento dos servidores públicos estaduais e a convocação de uma reunião ampla com a presença da direção e setor de segurança do Banpará, Sindicato dos Bancários, Comissão de Direitos Humanos da OAB e da ALEPA.

A AFBEPA está aberta às sugestões dos colegas do Banpará acerca do tema in-segurança bancária, para serem encaminhadas na reunião com a SEGUP.




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COM A PALAVRA, O SINDICATO DOS BANCÁRIOS

CADÊ AS ELEIÇÕES PARA REPRESENTANTES DOS FUNCIONÁRIOS NO COMITÊ TRABALHISTA?

Logo após o término da greve, a AFBEPA encaminhou ofício ao Sindicato dos Bancários solicitando informações acerca das eleições para os representantes dos funcionários no Comitê Trabalhista, no Comitê Disciplinar e no Conselho de Administração do Banpará. O ofício nunca foi respondido.

O Sindicato agora convocou as eleições para membro representante dos funcionários no Conselho de Administração do Banpará, no entanto, estranhamos a ausência de convocação das eleições para representantes dos funcionários no Comitê Trabalhista, que deveria ter ocorrido 30 dias após a assinatura do ACT 2009/2010, ou seja, ao final de novembro passado, já que a assinatura do ACT foi em 30 de outubro.

Na última segunda-feira, dia 07/12, a AFBEPA enviou novo ofício ao presidente do Sindicato dos Bancários, solicitando informações acerca da não ocorrência das eleições para os representantes dos funcionários no Comitê Trabalhista. Até o presente momento, o estranho silêncio permanece.

Independente de qualquer divergência na forma como encaminhar as questões relativas aos direitos e conquistas do funcionalismo, perguntamos abertamente: por quais motivos o Sindicato ainda não convocou as eleições para os representantes do Comitê Trabalhista?

Com a palavra, o Sindicato dos Bancários.


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quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

VOTAR COM CONSCIÊNCIA É O MELHOR PARA TODOS

VAMOS ELEGER NOSSO REPRESENTANTE NO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO DO BANPARÁ

O Sindicato dos Bancários convocou as eleições para membro REPRESENTANTE DOS FUNCIONÁRIOS no Conselho de Administração do Banpará. Segundo informações do edital, publicado no site do Sindicato, as inscrições já estão abertas desde o dia 07/12 e podem ser feitas na sede do Sindicato até o dia 18 de dezembro de 2009. A votação se dará entre os dias 18 e 22 de janeiro de 2010.


A COMPETÊNCIA DO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO, SEGUNDO A LEI 6404/76.

"

Art. 142 - Compete ao conselho de administração:
I - fixar a orientação geral dos negócios da companhia;
II - eleger e destituir os diretores da companhia e fixar-lhes as atribuições, observado o que a respeito dispuser o estatuto;
III - fiscalizar a gestão dos diretores, examinar, a qualquer tempo, os livros e papéis da companhia, solicitar informações sobre contratos celebrados ou em via de celebração, e quaisquer outros atos;
IV - convocar a assembléia geral quando julgar conveniente, ou no caso do Art. 132;
V - manifestar-se sobre o relatório da administração e as contas da diretoria;
VI - manifestar-se previamente sobre atos ou contratos, quando o estatuto assim o exigir;
VII - deliberar, quando autorizado pelo estatuto, sobre a emissão de ações ou de bônus de subscrição;
VIII - autorizar, se o estatuto não dispuser em contrário, a alienação de bens do ativo permanente, a constituição de ônus reais e a prestação de garantias a obrigações de terceiros;
IX - escolher e destituir os auditores independentes, se houver.
Parágrafo único - Serão arquivadas no registro do comércio e publicadas as atas das reuniões do conselho de administração que contiverem deliberação destinada a produzir efeitos perante terceiros

"

VOTAR COM A CONSCIÊNCIA É ESCOLHER O MELHOR PARA NÓS, BANCÁRIOS E BANCÁRIAS

Como vimos acima, é muito grande o poder do Conselho de Administração para os rumos da empresa. Por isso é decisivo que nosso representante seja um/a colega sintonizado com nossos direitos, interesses e defesa das nossas conquistas enquanto empregados e com a defesa do Banpará enquanto banco público estadual.

Pedimos, aos bancários e bancárias do Banpará, que observem as posturas de cada candidato para que votem com CONSCIÊNCIA. Infelizmente, ainda há alguns colegas que querem ocupar cargos e funções para defenderem apenas seus próprios interesses ou de seu pequeno grupo, esquecendo a maioria. Esses não merecem nosso voto.

Precisamos de colegas que nos defendam e nos representem verdadeiramente. Todos enfrentamos problemas de diversas ordens no âmbito do trabalho. Há certos momentos em que, para defender o direito de um bancário, às vezes injustamente acusado, é preciso ter firmeza e até se manifestar contrariamente à orientação da direção do banco. Isto é normal nas relações contratuais de trabalho regidas, dentre outros, pelos princípios da alteridade e da subordinação, mas nas quais os trabalhadores conquistaram, em décadas e décadas de árduas lutas, o direito de serem representados em espaços de decisão nas empresas. Mas se nossos representantes não defenderem nossos interesses, quem será por nós?


Por isso, votemos em nossos legítimos representantes!

Vamos dizer NÃO para o medo, as pressões e os desmandos!

Vamos dizer SIM À DIGNIDADE, À DEMOCRACIA E À VERDADE!



GRAVES DESAFIOS: MUDANÇAS À VISTA?

O ano de 2010 será um ano bastante desafiador para os bancários do Banpará. São muitas as indefinições: o Banpará se mantém ou será incorporado? Quais serão as medidas de fortalecimento do Banpará? Quais serão as medidas de defesa e proteção ao funcionalismo diante de qualquer cenário?

Vejam, colegas, se direção do banco, direção do sindicato e governo do estado, que são um só grupo político, estiverem em todos os espaços, inclusive os nossos, quem defenderá o funcionalismo? Eles são governo e o governo vai decidir de acordo com os interesses do governo.

E nossos interesses? Quem nos defenderá? Em nossos espaços, precisamos de nossos representantes lutando por nossos direitos que devem ser garantidos, e um deles é nosso maior fator de proteção hoje: nosso PCS, fruto na nossa luta.



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AMANHÃ É DIA DE ELEIÇÃO NA ASBEP


Amanhã, dia 10 de dezembro, os associados da ASBEP poderão votar nas eleições para a diretoria que comandará o clube no próximo triênio 2010/2012.

Haverá uma urna fixa no Sindicato dos Bancários, uma urna fixa na Associação dos Aposentados e também urnas fixas no interior, inclusive em Mosqueiro. Ao mesmo tempo correrá em todas as agências e matriz, uma urna volante. Há 3 chapas concorrendo:



Chapa 1: RENOVAR - Composta pelos atuais diretores, esta chapa traz como candidato à reeleição, no cargo de Presidente, o aposentado Moacir Rodrigues Dias e como vice o aposentado Francisco Moura. Entre suas principais propostas destacam-se a conclusão do parque aquático infantil, a conclusão do campo de futebol soçaite, a construção do pórtico na entrada do clube, e a construção de um salão mais moderno e mais bonito, com restaurante climatizado.


Chapa 2: TRANSPARÊNCIA E COERÊNCIA - Esta chapa traz como candidato a Presidente o Agente de Área da SUCOB, Edmilson Gomes Raiol e como vice o aposentado Manoel Augusto Marques Lima. Entre suas propostas, a chapa pretende reformar o estatuto para ampliar os direitos dos sócios-proprietários, potencializar a transparêcia financeira do clube, abrir o clube nas sextas-feiras a noite com música ao vivo, retomar os bailes carnavalescos e a quadra junina e implantar o programa de ouvidoria, visando a melhoria do atendimento ao associado.


Chapa 3: ALTERNATIVA - Composta por bancários da ativa e aposentados, esta chapa têm como candidato a Presidente o GESIN da Ag. BR Ananindeua Paulo Barrozo e como vice a Agente de Área da SUCRE/GEMIF no Programa Banpará Comunidade, Cristina Quadros. A Chapa Alternativa traz como principais propostas a implantação das escolinhas de futebol, volley e natação com condução própria para os filhos de associados, o retorno da ASBEP ao Campeonato Paraense divisão de base sub12 e sub15, a construção de uma arena com iluminação noturna, a garantia do desconto de 20%, mais a liberação dos 10% dos garçons na conta do associado e mais segurança para o clube, com a permissão de entrada apenas para os associados e seus convidados.
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QUE VENÇA O MELHOR!
A ASBEP é um patrimônio dos bancários e bancárias do Banpará. Estamos torcendo para que a participação de todos os associados e associadas seja massiva nesta eleição e que represente o apoio que todos devemos dar ao nosso clube.
Que vença o melhor para nós, bancários e bancárias do Banpará, associados da nossa querida ASBEP, e que as eleições ocorram em clima de serenidade, seriedade e respeito fraterno e democrático.
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