sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

A RETA FINAL: UNIÃO NÃO É APENAS UMA PALAVRA. É A NOSSA POSIÇÃO.



Encerramos esta semana de visitas com a mesma convicção com que começamos: a AFBEPA vai onde o funcionalismo está. 

Nesta sexta-feira, 13, estivemos em Santo Antônio do Tauá e Colares. Último dia da agenda. Mesma disposição. Mesmo compromisso. E mais um novo filiado que compreende algo essencial: É necessário saber qual o perfil da Entidade que não se abaixa para banqueiros, Direção de Banco e fortalece a nossa Luta.

As pautas foram as mesmas que percorrem todas as agências: PLR, convocação do concurso, campanha salarial, condições de trabalho. Mas o sentimento que cresce é outro.

É consciência.

Há sempre quem tente espalhar a narrativa de que “o Banco não vai bem”, de que “não é o momento”, de que “é preciso cautela”. Esse discurso surge estrategicamente em todo ano de negociação. Não é novo. É uma ferramenta antiga de contenção da nossa Resistência.

Mas quem está nas agências sabe: o Banpará expandiu, ampliou presença, manteve atuação onde Bancos privados recuaram. Banco que cresce não é Banco frágil. Banco que permanece onde outros fecham portas é Banco estratégico.

E o Banpará precisa valorizar quem o sustenta.

A campanha salarial de 2026 é quando se define se haverá avanço ou se aceitaremos estagnação.

E aqui não cabe recuo e nem baixar de cabeças.

União não é discurso bonito.
É estratégia de força coletiva.

Quando o funcionalismo está unido, o poder de negociação muda.
Quando o funcionalismo participa, o tom da mesa muda.
Quando o funcionalismo se organiza, ninguém ignora.

Sem ladainha.
Sem bizu.
Sem medo induzido.

Queremos valorização.

E valorização exige postura de CORAGEM, INDEPENDÊNCIA, LUTA E UNIÃO!!!

A AFBEPA não trabalha com improviso. Trabalha com método, com dados, com articulação. Trabalha com independência. E isso tem feito a diferença. A condução firme, técnica e equilibrada da presidenta Kátia Furtado tem sido reconhecida nas agências como sinônimo de seriedade e preparo. Liderança não se impõe no grito. Se constrói na coerência, na presença e na coragem de negociar sem se curvar.

E é esse padrão que o funcionalismo do Banpará tem hoje: representação que não terceiriza responsabilidade, que não se esconde e que não negocia por baixo.

Nesta semana ouvimos muito.
Mas também sentimos muito.

Sentimos um funcionalismo mais atento.
Mais consciente do seu papel.
Mais disposto a não aceitar qualquer narrativa pronta.

É isso que muda o jogo.

A reta final dessa agenda não foi um encerramento. É a nossa largada.

Campanha salarial se vence antes da mesa.
Se vence na base organizada.
Se vence na união real.

União.
União.
União.

Sem recuo.

Estejam com a AFBEPA.
Participem.
Se informem.
Se posicionem.

Porque quando o funcionalismo do Banpará decide avançar, ele avança.

E nós vamos!!

Agência Santo Antônio do Tauá 

Agência Colares


UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

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