Encerramos esta semana de visitas com a mesma convicção com que começamos: a AFBEPA vai onde o funcionalismo está.
Nesta sexta-feira, 13, estivemos em Santo Antônio do Tauá e Colares. Último dia da agenda. Mesma disposição. Mesmo compromisso. E mais um novo filiado que compreende algo essencial: É necessário saber qual o perfil da Entidade que não se abaixa para banqueiros, Direção de Banco e fortalece a nossa Luta.
As pautas foram as mesmas que percorrem todas as agências: PLR, convocação do concurso, campanha salarial, condições de trabalho. Mas o sentimento que cresce é outro.
É consciência.
Há sempre quem tente espalhar a narrativa de que “o Banco não vai bem”, de que “não é o momento”, de que “é preciso cautela”. Esse discurso surge estrategicamente em todo ano de negociação. Não é novo. É uma ferramenta antiga de contenção da nossa Resistência.
Mas quem está nas agências sabe: o Banpará expandiu, ampliou presença, manteve atuação onde Bancos privados recuaram. Banco que cresce não é Banco frágil. Banco que permanece onde outros fecham portas é Banco estratégico.
E o Banpará precisa valorizar quem o sustenta.
A campanha salarial de 2026 é quando se define se haverá avanço ou se aceitaremos estagnação.
E aqui não cabe recuo e nem baixar de cabeças.
União não é discurso bonito.
É estratégia de força coletiva.
Quando o funcionalismo está unido, o poder de negociação muda.
Quando o funcionalismo participa, o tom da mesa muda.
Quando o funcionalismo se organiza, ninguém ignora.
Sem ladainha.
Sem bizu.
Sem medo induzido.
Queremos valorização.
E valorização exige postura de CORAGEM, INDEPENDÊNCIA, LUTA E UNIÃO!!!
A AFBEPA não trabalha com improviso. Trabalha com método, com dados, com articulação. Trabalha com independência. E isso tem feito a diferença. A condução firme, técnica e equilibrada da presidenta Kátia Furtado tem sido reconhecida nas agências como sinônimo de seriedade e preparo. Liderança não se impõe no grito. Se constrói na coerência, na presença e na coragem de negociar sem se curvar.
E é esse padrão que o funcionalismo do Banpará tem hoje: representação que não terceiriza responsabilidade, que não se esconde e que não negocia por baixo.
Nesta semana ouvimos muito.
Mas também sentimos muito.
Sentimos um funcionalismo mais atento.
Mais consciente do seu papel.
Mais disposto a não aceitar qualquer narrativa pronta.
É isso que muda o jogo.
A reta final dessa agenda não foi um encerramento. É a nossa largada.
Campanha salarial se vence antes da mesa.
Se vence na base organizada.
Se vence na união real.
União.
União.
União.
Sem recuo.
Estejam com a AFBEPA.
Participem.
Se informem.
Se posicionem.
Porque quando o funcionalismo do Banpará decide avançar, ele avança.
E nós vamos!!
Agência Santo Antônio do Tauá
Agência Colares
UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA
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