quinta-feira, 26 de fevereiro de 2026

⚠️ ESCLARECIMENTO IMPORTANTE SOBRE NOTÍCIA FALSA ACERCA DE CONSIGNADO PARA APOSENTADOS



Tem circulado em diversos municípios do Estado uma arte publicitária informando sobre suposta liberação de empréstimo consignado para aposentados e pensionistas do Estado do Pará, vinculando a informação ao Banpará.

A AFBEPA entrou imediatamente em contato com a Diretoria Comercial do Banpará, que esclareceu que a referida oferta de concessão veiculada não é de autoria do Banpará, portanto ela é falsa.

Diante disso, a Afbepa reforça aos nossos associados(as) e ao funcionalismo em geral, que esclareçam aos clientes do Banco que essa informação é falsa e, em caso de qualquer dúvida ou de informações adicionais, a Afbepa orienta que o funcionário (a) entre em contato com a Suneg.

A nossa Associação segue atenta e comprometida em levar informação segura e responsável a todos (as).

UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Cuidado que Aquece a alma: Agência Augusto Montenegro acolhe aposentados (as) no pagamento do IGEPPS


Na manhã de hoje, 25, a Agência Augusto Montenegro promoveu um momento especial de acolhimento aos aposentados(as) que compareceram para o pagamento das suas aposentadorias do IGEPPS. 

Além do atendimento atencioso e gentil de sempre, os clientes foram recebidos com um gesto simples, mas cheio de significado: mingau de milho preparado com carinho, para tornar a espera pelo atendimento mais leve e agradável.

A iniciativa demonstra sensibilidade e respeito com aqueles que tanto contribuíram ao longo da vida. Pequenas atitudes como essa fazem toda a diferença, fortalecem vínculos e fazem com que nossos idosos(as) se sintam valorizados, lembrados e especiais.

A Afbepa parabeniza toda a equipe da Agência Augusto Montenegro por esse gesto tão humano, que vai além do atendimento bancário e reforça a importância do cuidado, da empatia e da fidelização dos nossos clientes. É assim que se constrói confiança: com proximidade, atenção e coração.

UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

AFBEPA ESCLARECE SOBRE O DOCUMENTO TERMO DE CIÊNCIA E COMPROMISSO DE OBSERVÂNCIA DOS NORMATIVOS INTERNOS



A nossa AFBEPA vem a público esclarecer aos funcionários (as), que o documento intitulado “Termo de Ciência e Compromisso de Observância dos Normativos Internos” não se trata de iniciativa oficial do Banpará, conforme informações recentemente obtidas.

O Banpará informou à Afbepa que o referido termo foi de iniciativa individual de funcionário, não sendo um ato formal da Diretoria do Banpará, que tem a competência de ditar o que quer dos seus trabalhadores (as).

Diante disso, a AFBEPA reforça que a criação, edição e formalização de normativos internos são atribuições do poder regulamentar da empresa, competindo exclusivamente ao Banco e à sua Diretoria. Não cabe a empregados (as), de forma individual, instituir, formular ou encaminhar documentos dessa natureza.

Reiteramos, portanto, a orientação para que nenhum empregado (a) adote esse tipo de medida por conta própria, especialmente quando envolva declarações amplas de ciência e compromisso sobre normativos internos.

A Afbepa segue atenta, firme e à disposição para orientar cada associado (a), sempre prezando pela defesa dos nossos direitos e interesses.


UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA

No Compasso do Tapajós, AFBEPA Expande Presença e Reafirma Protagonismo no Oeste




“Meu querido rio, meu Tapajós…”. É impossível pisar em Santarém sem sentir o eco das canções de Wilson Fonseca, o Maestro Isoca, que transformou o Oeste do Pará em partitura viva. A música que nasce das águas do Tapajós não é apenas melodia: é identidade, resistência e pertencimento. E foi nesse chão simbólico, onde cultura e coragem caminham juntas, que a AFBEPA fincou, de vez, a sua bandeira no Baixo Amazonas.

Desde domingo à tarde, a Associação está oficialmente presente na região. Não como visitante, mas como protagonista de um novo capítulo da organização dos funcionários e funcionárias do Banpará nos outros Municípios do Estado.

Dividida em duas frentes de atuação, a nossa AFBEPA percorreu municípios históricos, dialogando com colegas, apresentando resultados concretos e consolidando novas filiações.

De um lado, Denison Martins e Flávio Tavernard avançaram por:
 • Monte Alegre (3 novos filiados)
 • Prainha (3 novos filiados)
 • Almeirim (2 novos filiados)

De outro, Kátia Furtado e a advogada da AFBEPA, Ana Carolina Albuquerque, do escritório Tuma e Torres, estiveram em:
 • Alenquer (3 novos filiados)
 • Curuá (3 novos filiados)

Não se trata apenas de números. São 14 novos associados que representam algo maior: confiança política, reconhecimento institucional e, sobretudo, a percepção clara de quem tem assumido, na prática, a linha de frente da defesa dos direitos da categoria.

Em cada agência visitada, o debate central foi a campanha salarial e as conquistas históricas alcançadas nos últimos anos. Em 2022 e 2024, enquanto o cenário nacional impunha contenção e perdas, o acordo fechado no Banpará superou índices nacionais e consolidou avanços concretos. Em 2024, por exemplo, o reajuste total de 8,85% ultrapassou com folga o índice da Fenaban (4,64%), e no 2° ano, 2025, de 8,83% contra 5,68% da Contrafcut e Sindicatos, reafirmando, assim, a nossa capacidade de negociação local e a força política construída com método e estratégia.

Esse protagonismo não é trivial. Associações, historicamente, cumprem papel social, cultural e assistencial. Não é comum que assumam centralidade nas pautas estruturantes da categoria. Mas a nossa AFBEPA rompeu esse padrão. Com inteligência política, consistência técnica e mobilização real, passou a ocupar um espaço que, em muitos contextos, seria atribuído, exclusivamente, ao ente sindical, e o faz com elegância institucional e legitimidade conquistada no campo, com apoio da categoria!

Hoje, quando se fala em defesa concreta dos trabalhadores (as) do Banpará, o nome que ecoa não é retórico: é AFBEPA.

A atuação de Kátia Furtado, nesse contexto, se destaca pela capacidade de articulação e diálogo nas bases, fortalecendo pontes e ampliando a presença institucional da Associação. Sem personalismos, mas com liderança estratégica, contribui para consolidar um ciclo de expansão e fortalecimento. Katia escuta, apresenta dados, organiza narrativas, constrói políticas, como a do Abono Deslocamento, reafirma conquistas e aponta horizontes.


Um dos pontos altos das visita, também, têm sido a presença da doutora Ana Carolina Albuquerque, do Escritório Tuma e Torres. Com clareza e segurança jurídica, ela apresentou esclarecimentos sobre as ações coletivas conduzidas pela AFBEPA, detalhando o andamento dos processos, os impactos financeiros e a importância da atuação organizada. Sua participação reforça um diferencial importante: a nossa Associação não atua apenas no discurso político, mas sustenta sua luta com base técnica e respaldo jurídico consistente.

A presença da AFBEPA no Baixo Amazonas não é apenas expansão territorial. É um gesto simbólico e político: a interiorização da força. É a afirmação de que a luta não se concentra na capital, ela se distribui pelas margens dos rios, pelas cidades, pelas agências que sustentam a economia regional.

Como nas composições de Isoca, há ritmo e há propósito. A nossa AFBEPA avança com método, mas também com força coletiva. Com dados, mas, também, com pertencimento. Com estratégia, mas sem perder o vínculo humano que transforma filiados em militância consciente.

No Oeste, onde o Tapajós encontra o Amazonas, a história ensina que grandes encontros produzem grandes movimentos. A chegada da AFBEPA ao Baixo Amazonas não é um ponto final, é um prelúdio.

E se a política é a arte de organizar forças, a nossa Associação demonstra que sabe reger muito bem a sua própria orquestra.

Quem luta pela vida, pelos direitos e pela dignidade dos empregados (as) do Banpará hoje tem nome, tem método e tem história.

A AFBEPA não apenas acompanha o tempo. Ela o conduz. E transforma em conquistas históricas.

Confira as fotos: 

Ag. Alenquer 


Ag. Almeirim

Ag. Curuá 

Ag. Prainha

Ag. Monte Alegre


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A DIREÇÃO DA AFBEPA

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

NOTA DE FALECIMENTO RITA DE CÁSSIA CUNHA


Com o coração profundamente entristecido, a AFBEPA soube na noite de ontem, 22, do falecimento de nossa querida associada Rita de Cássia, que trabalhava na SUROS.

Rita estava internada após passar por uma cirurgia no pâncreas. Infelizmente, apresentou uma piora súbita, com suspeita de infecção, precisou ser entubada, porém não apresentou melhoras.

Rita era uma pessoa doce, amável, generosa e uma funcionária excepcional. Sua postura profissional, seu compromisso com o trabalho e, sobretudo, sua forma delicada e acolhedora de tratar as pessoas marcaram todos que tiveram o privilégio de conviver com ela.

Neste momento de dor, a Afbepa se solidariza com os seus familiares, amigos e colegas de trabalho, pedindo a Deus que conforte cada coração e conceda força para atravessar essa perda tão difícil.

A nossa Associação se une em oração e manifesta sua mais sincera gratidão pela vida e pelo legado que Rita deixa entre nós.

O velório está ocorrendo na Max Domini, da José Bonifácio, 1550. O sepultamento será às 14:50h.

Saudades eternas!

 A DIREÇÃO DA AFBEPA

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Reunião com os nossos Associados (as) aposentados na AFBEPA 💙❤️




Momento de escuta, alinhamento, perguntas, respostas e esclarecimentos com os nossos Associados (as) aposentados!

Outras reuniões serão realizadas em outras datas.

UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA


AFBEPA ORIENTA QUE FUNCIONALISMO NÃO ASSINE O DOCUMENTO TERMO DE CIÊNCIA E COMPROMISSO DE OBSERVÂNCIA DOS NORMATIVOS INTERNOS


Alguns empregados (as) do Banpará têm procurado a nossa Associação para solicitar orientação quanto a assinatura do termo de ciência e compromisso de observância dos normativos internos.

A AFBEPA orienta aos seus associados (as) que não assinem, pois esse documento o funcionário (a) dá ciência ampla e irrestrita de leitura dos normativos do Banpará, incluindo os futuros.

A Afbepa solicitará uma reunião com a Diretoria Administrativa do Banco, a fim de obter esclarecimentos formais sobre o referido documento e, também, sugerir que o termo seja específico. 

A Afbepa segue atenta, firme e à disposição para orientar cada empregado (a), sempre prezando pela defesa dos nossos direitos e por informação responsável.



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A DIREÇÃO DA AFBEPA

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Quarta-feira de Cinzas: para quem?



Nos últimos dias, o Banpará patrocinou carnavais em municípios paraenses como Capanema, Cametá, Peixe-Boi e Curuçá. Em algumas dessas cidades, assumiu o posto de patrocinador oficial. A marca esteve nos palcos, nos abadás, nas peças publicitárias. Houve visibilidade. Houve investimento e houve trabalho.

Enquanto isso, nos bastidores, gerentes foram mobilizados para acompanhar a exposição da marca e garantir o cumprimento das contrapartidas. Jornadas estendidas, deslocamentos entre municípios, pressão por resultados. E, como resposta do Banco, o corte do auxílio gasolina.

A conta é objetiva. Exige-se presença institucional e rigor na fiscalização e monitoramento. Retira-se, porém, o suporte mínimo para que o trabalho aconteça. Em um cenário de combustíveis em alta e longas distâncias no interior, cortar o auxílio não é ajuste técnico: é transferir custo ao empregado(a).

Há um dado ainda mais grave. Em ao menos um dos municípios onde o Banco figura como patrocinador oficial do carnaval, a Prefeitura retirou a folha de pagamento do Banpará e a transferiu para o Bradesco. O paradoxo é evidente: investe-se para estampar a marca enquanto se perde uma das operações mais estratégicas de qualquer instituição financeira, a folha de pagamento.

Folha é captação, é relacionamento, é crédito, é mais clientes, é presença concreta. 

 Sem parceria comercial articulada, patrocínio vira despesa de imagem. Banco público não pode atuar movido por algo momentâneo. Precisa de coerência institucional e responsabilidade financeira.

E há um ponto que precisa ser melhor avaliado.

 O Governo do Estado é o acionista majoritário do Banpará. Mas ser acionista não significa submeter a instituição a todas as vontades do governante de plantão. Banco público não é extensão de agenda política. É instrumento de desenvolvimento do Estado, de acesso e de inclusão a quem muito precisa. Assim, é fundamental ter responsabilidade técnica, autonomia administrativa e compromisso com sua sustentabilidade.

Que isso fique claro também para a campanha salarial.

Não aceitaremos discurso de contenção quando há recursos para patrocínios vultosos. Não faremos pedidos rebaixados. Não nos curvaremos. Se há dinheiro para o carnaval, há dinheiro para garantir reajuste digno, valorização real e manutenção de condições de trabalho.

O funcionalismo sustenta a capilaridade do Banco, atende no interior, cumpre metas, carrega resultado nas costas. Não é razoável exigir excelência e oferecer redução.

Esta quarta-feira de cinzas é, sim, tempo de reflexão. Mas também é tempo de posicionamento. Banco forte se constrói com estratégia, coerência e respeito a quem o mantém de pé todos os dias.


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A DIREÇÃO DA AFBEPA

AFBEPA confraterniza a convocação de aprovados no concurso do Banpará



A AFBEPA recebeu com satisfação a publicação da vice-governadora do Estado, Hana Ghassan, que anunciou a convocação, em março, de 31 aprovados no concurso do Banpará para o cargo de técnico bancário, com reforço do atendimento, segundo a vice-governadora, em 24 municípios do Pará.

A nossa Associação se confraterniza com os aprovados que serão convocados e reconhece a importância da medida. Embora o número ainda não atenda plenamente à real necessidade de pessoal do Banco, a convocação representa um primeiro passo positivo para a recomposição do quadro funcional deficitário.

A AFBEPA destaca que sempre atuou de forma ativa na divulgação e cobrança sobre o déficit de pessoal em várias agências do Banpará, pautando o tema junto à gestão do Banco. Reforça ainda que está realizando uma pesquisa própria para identificar, com dados concretos, quantos trabalhadores (as) faltam nas unidades dos municípios paraenses.

A nossa Associação segue firme no compromisso de defender os empregados (as) e contribuir para o fortalecimento do Banpará enquanto Banco público.

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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026

A RETA FINAL: UNIÃO NÃO É APENAS UMA PALAVRA. É A NOSSA POSIÇÃO.



Encerramos esta semana de visitas com a mesma convicção com que começamos: a AFBEPA vai onde o funcionalismo está. 

Nesta sexta-feira, 13, estivemos em Santo Antônio do Tauá e Colares. Último dia da agenda. Mesma disposição. Mesmo compromisso. E mais um novo filiado que compreende algo essencial: É necessário saber qual o perfil da Entidade que não se abaixa para banqueiros, Direção de Banco e fortalece a nossa Luta.

As pautas foram as mesmas que percorrem todas as agências: PLR, convocação do concurso, campanha salarial, condições de trabalho. Mas o sentimento que cresce é outro.

É consciência.

Há sempre quem tente espalhar a narrativa de que “o Banco não vai bem”, de que “não é o momento”, de que “é preciso cautela”. Esse discurso surge estrategicamente em todo ano de negociação. Não é novo. É uma ferramenta antiga de contenção da nossa Resistência.

Mas quem está nas agências sabe: o Banpará expandiu, ampliou presença, manteve atuação onde Bancos privados recuaram. Banco que cresce não é Banco frágil. Banco que permanece onde outros fecham portas é Banco estratégico.

E o Banpará precisa valorizar quem o sustenta.

A campanha salarial de 2026 é quando se define se haverá avanço ou se aceitaremos estagnação.

E aqui não cabe recuo e nem baixar de cabeças.

União não é discurso bonito.
É estratégia de força coletiva.

Quando o funcionalismo está unido, o poder de negociação muda.
Quando o funcionalismo participa, o tom da mesa muda.
Quando o funcionalismo se organiza, ninguém ignora.

Sem ladainha.
Sem bizu.
Sem medo induzido.

Queremos valorização.

E valorização exige postura de CORAGEM, INDEPENDÊNCIA, LUTA E UNIÃO!!!

A AFBEPA não trabalha com improviso. Trabalha com método, com dados, com articulação. Trabalha com independência. E isso tem feito a diferença. A condução firme, técnica e equilibrada da presidenta Kátia Furtado tem sido reconhecida nas agências como sinônimo de seriedade e preparo. Liderança não se impõe no grito. Se constrói na coerência, na presença e na coragem de negociar sem se curvar.

E é esse padrão que o funcionalismo do Banpará tem hoje: representação que não terceiriza responsabilidade, que não se esconde e que não negocia por baixo.

Nesta semana ouvimos muito.
Mas também sentimos muito.

Sentimos um funcionalismo mais atento.
Mais consciente do seu papel.
Mais disposto a não aceitar qualquer narrativa pronta.

É isso que muda o jogo.

A reta final dessa agenda não foi um encerramento. É a nossa largada.

Campanha salarial se vence antes da mesa.
Se vence na base organizada.
Se vence na união real.

União.
União.
União.

Sem recuo.

Estejam com a AFBEPA.
Participem.
Se informem.
Se posicionem.

Porque quando o funcionalismo do Banpará decide avançar, ele avança.

E nós vamos!!

Agência Santo Antônio do Tauá 

Agência Colares


UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA