| Presidenta Kátia Furtado e os associados (as) da Ag. Cametá |
A semana começou na estrada.
Na segunda-feira, 13, ainda cedo, a AFBEPA já percorria o Baixo Tocantins, chegando a Mocajuba e Baião. Nesta terça-feira, 14, foi a vez de Cametá e Oeiras do Pará.
Territórios onde o tempo tem outro compasso.
O rio atravessa tudo. Ele dita o ritmo, organiza a vida, marca presença sem pressa e sem recuo. Em Cametá, ele se abre largo, profundo, carregando histórias, trabalho e permanência.
Em Oeiras do Pará, ele se aproxima, contorna, sustenta. Há firmeza nas margens, há constância no cotidiano, há gente que segue mesmo quando o caminho exige mais.
De perto, a realidade ganha outro peso.
Ela não cabe em planilha. Não se traduz em justificativa pronta. Não se resolve com argumento técnico.
O que se vê são rotinas exigentes, contextos diferentes entre si e decisões que chegam prontas, muitas vezes distantes de quem vive tudo isso todos os dias.
Por isso, presença importa. Escutar importa. Reconhecer o próprio lugar dentro desse cenário importa.
Existe uma dimensão coletiva que não pode ser ignorada. Cada trabalhador e trabalhadora faz parte de uma mesma estrutura, atravessada pelas mesmas decisões, pelos mesmos limites e pelas mesmas consequências.
Quando essa consciência se firma, o silêncio deixa de ser confortável.
A forma de enxergar muda.
A forma de se posicionar também.
Seguimos em movimento.
Como o rio, que continua, que conecta, que atravessa e que transforma.
Confira as fotos:
Ag. Cametá
Ag. Baião
Ag. Mocajuba
UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO DA AFBEPA