quarta-feira, 17 de julho de 2019

BANDIDOS INVADEM CASA DE BANCÁRIO DO BANPARÁ



Três bandidos invadiram na madrugada desta quarta-feira (17) a casa de um técnico bancário, cujo nome será mantido em sigilo, que reside no município de Parauapebas, mas trabalha na agência do Banpará no município de Curionópolis, a 682 km de Belém, no Sudeste do Estado. De acordo com relatos, o funcionário informou que a quadrilha manteve toda a família e ele sob a mira de revólveres na madrugada, das 2h às 6h da manhã, fazendo ameaças e indagando se o técnico era gerente administrativo do Banco, com a clara intenção de usá-lo para abrir o cofre da agência e cometer o assalto.

Ainda segundo os relatos, o técnico negou que ocupasse o cargo de gerente, o que motivou os assaltantes a saírem da casa, mas o ameaçaram de morte caso fosse à polícia. “Falaram pra eu não ir na delegacia porque senão iriam me matar. Eu e minha família estamos com muito medo”, contou a vítima, que já foi orientado pela GESAT a procurar o atendimento médico, justamente por estar sem as mínimas condições psicológicas para trabalhar.

O bancário do Banpará foi alvo de uma tentativa de crime do sapatinho, modalidade de assalto, que prioriza a violência psicológica praticada por assaltantes. Nesse tipo de violência, os bandidos mantêm os parentes do bancário e ele em cárcere privado durante a noite e pela manhã sequestra a família, deixando-a em local ignorado e força o bancário ir à agência e abrir o cofre e entregar o dinheiro para os bandidos.

Em que pese toda a violência sofrida, o técnico bancário teve um atendimento parcial pela GESAT, pois a direção do Banpará não cumpriu na íntegra a Cláusula 24 do Acordo Coletivo de Trabalho (2018-2020), referente à Segurança Bancária, que garante no Parágrafo Terceiro que o Banco disponibilizará advogado e profissional da área de Segurança e Medicina do Trabalho, presencialmente. 

O advogado deveria ter acompanhado o técnico bancário durante o depoimento à polícia, o que não aconteceu. Já com relação ao assistente social, que desde cedo está orientando o bancário, a AFBEPA entende que a direção do Banpará deveria enviar o profissional para prestar atendimento in loco ao funcionário vítima de violência.  “É necessário que a direção do Banco libere o advogado e o assistente social para irem se deslocar até ao município diante da gravidade do caso”, afirma a presidente em exercício da entidade, Cristina Quadros.

“O técnico bancário está profundamente abalado com a tentativa de crime de sapatinho, pois os bandidos fizeram ameaças de morte a toda a sua família e a ele. E diante dessa situação, a Associação dos Funcionários do Banpará solicita à direção do Banco que realize a transferência imediata e urgente do funcionário e de toda a sua família para outro município a fim de que seja garantida a sua integridade psicológica e física, cumprindo assim o parágrafo sexto da 24ª cláusula do ACT, uma vez que o bancário não tem mais condições de permanecer no local, nem onde presta serviço, nem onde mora”, afirma a presidenta em exercício da AFBEPA, Cristina Quadros.  

UNIDOS SOMOS FORTES
A DIREÇÃO
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

segunda-feira, 15 de julho de 2019

AFBEPA dispõe de três escritórios advocatícios para os associados



Para melhor servir aos associados e associadas, que necessitam de atendimento jurídico, a AFBEPA dispõe de três assessorias jurídicas:

1 – Escritório TUMA & TORRES, coordenado pelo advogado Marcio Tuma, que conduz a área trabalhista e também atua nos processos disciplinares dos associados.

2 – Escritório VALÉRIA FIDELLIS, que advoga em favor dos associados em questões trabalhistas, processos disciplinares e em reclamações sobre violações do Código de Defesa do Consumidor junto ao Procon, sem custo para os filiados da AFBEPA. Nas demais áreas de direito, o escritório atende de acordo com tabela da Ordem dos Advogados do Brasil.

3 – Advogado Vitor Amaral, que atua na defesa escrita dos processos disciplinares, sem custo para os associados. Nas demais matérias do Direito segue tabela da OAB
Com essa medida, a AFBEPA busca ampliar o atendimento para as defesas em processos disciplinares, que cada vez mais estão sendo exigidas. Esperamos que as melhorias sejam alcançadas e que haja êxito nos interesses e direitos dos associados.  


UNIDOS SOMOS MAIS FORTES

A DIREÇÃO

ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO




quinta-feira, 11 de julho de 2019

AFBEPA disponibiliza atendimento jurídico aos associados

A partir deste mês, o advogado Vitor Amaral atenderá aos funcionários associados à AFBEPA, todas as quintas-feiras, das 15h às 18h. Os atendimentos serão preferencialmente na sede da entidade, mas dependendo da urgência ou disponibilidade do associado, poderá ser em outro dia e horário no escritório do advogado, localizado à Rua Jerônimo Pimentel 716 Edifício David Batista, Apartamento 101, Sala 02, quase na esquina com a Travessa Dom Pedro I, ao lado da antiga Big Ben.
O advogado Vitor Amaral fará a defesa escrita dos associados frente ao Banpará em Processos Administrativos Disciplinares, mas também estará disponível para contratação particular em causas cíveis e criminais. Ele também informará os associados, por meio de artigos a serem publicados nas redes sociais da entidade, sobre temas pertinentes à categoria, como a Reforma da Previdência, Reforma Trabalhista e esclarecimentos sobre os normativos expedidos pelo Banpará, apresentando interpretações baseadas na legislação trabalhista e na Constituição Federal.
Para agendar o atendimento, o associado deve entrar em contato com a entidade pelo telefone 3212 1479

Morre o ex-diretor da AFBEPA Ricardo Correa



Ex-diretor da AFBEPA, Ricardo Correa. 

Faleceu nesta quarta-feira (10), aos 63 anos, o advogado e ex-membro da diretoria da Associação dos Funcionários do Banpará, Ricardo Correa. Integrante da diretoria da AFBEPA na década de 90, Ricardo Correa foi funcionário do Banpará e participou do chamado Movimento de Oposição Bancária – MOB. A AFBEPA presta condolências e solidariedade à família e amigos de Ricardo Correa.

terça-feira, 9 de julho de 2019

Governador reconhece importância do Banpará para o Estado e veta projeto que abriria empréstimo consignado com outros bancos e cooperativas de crédito.



Veto do Governador Hélder Barbalho ao projeto de lei do consignado com outros bancos e cooperativas
O Governador Hélder Barbalho vetou integralmente o projeto de lei de autoria do deputado estadual Ozório Juvenil, aprovado pela Assembleia Legislativa, que previa empréstimo consignado para servidores públicos, aposentados e pensionistas com outros bancos privados e cooperativas de crédito. No despacho, o governador alega que, apesar de sua relevância, o projeto contraria o interesse público.
  Presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, ao lado do então candidato ao Governo do           Estado, Hélder Barbalho, quando assinou o Termo de Compromisso de valorização do Banpará
O governador atendeu ao Ofício No ofício 014/2019, a AFBEPA fez uma exposição de motivos para que o projeto fosse vetado, porque entende que o Banpará ficaria enfraquecido com a extensão do empréstimo para outras instituições financeiras. “Principalmente por ser um Banco que tem trabalhado para ser o Banco do Povo Paraense, porque os dividendos obtidos pelo Banpará são investidos em patrocínios culturais, esportivos, projetos sociais, entidades filantrópicas e no empreendedorismo com a liberação de microcrédito. Essa importância cidadã do Banpará para o nosso Estado, ressaltada pela AFBEPA, sensibilizou o Poder Executivo que vetou o projeto para fortalecer ainda mais o Banpará”, avalia a presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado.
Ofício enviado pela AFBEPA solicitando veto ao projeto de lei

         O produto Banpará Comunidade, que oferece financiamento com recursos próprios a microempreendedores do estado, tem aplicado mais de R$ 8 milhões em mais de 7 mil pessoas, somente em 2018, e isso gerou mais de 2 mil postos diretos de trabalho nesse cenário de desemprego. E os investimentos do Banco vão além do apoio ao micro e pequeno empreendedor. De acordo com o Relatório Sustentabilidade 2018, no que tange à política da instituição de apoiar a inclusão social, o Banpará fez doações para instituições filantrópicas, como a Casa do Menino Jesus III, que acolhe crianças e adolescentes de baixa renda, vindos do interior do estado para tratamento de saúde, e ao Espaço Nova Vida, que atua no tratamento a dependentes químicos.
   Hélder Barbalho assinando Termo de Compromisso em defesa do Banpará

Vale salientar que o Relatório Sustentabilidade de 2018 informa que a política de patrocínios culturais, esportivos, sociais e artísticos do Banpará investiu cerca de R$ 4 milhões, nos seguintes eventos e projetos:
           1 - BANPARAZÃO 2018 para incentivar o esporte paraense;
           2 – Feira Pan Amazônica do Livro para promover a leitura;
           3 – Festival Sonido para difundir o mercado musical paraense;
           4 – XXXI Festival Internacional de Música do Pará para promover a diversidade cultural;
            5 – Festribal de Juruti para valorizar a cultura indígena;
            6 – Circuito Criativo – evento que celebra os 400 anos de fundação de Belém e o título internacional de Cidade Criativa concedido pela Unesco;
            7 – Festival do Ópera do Theatro da Paz para promover a música erudita;
            8 – Projeto Laços valorizar a interação entre Belém e Portugal
            9 – Curso sobre Mudanças na Lei de Licitações e Contratos para capacitar profissionais da área jurídica.
           10 – V Festival Comidinha de Praia para fortalecer o turismo no Estado
           11 – 77ª Enconge no sentido de contribuir para o aperfeiçoamento de práticas do Judiciário no Estado
           12 – Festival do Çairé para promover a nossa cultura, em Santarém
           13 – III Corrida do TJE para promover o esporte
           14 – IX Feira de Ciência e Tecnologia para promover ações educativas, científicas e culturais para crianças e jovens estudantes, entre outras ações.
A AFBEPA frisou no ofício ao governador que o mais importante e imprescindível de toda e qualquer política para o Banpará, a partir do que ganha com sua carteira comercial, é expandir a sua rede de atendimento, com agências e Postos de Atendimento Bancário, PABs, em todos os Municípios, com o intuito de garantir a toda população o acesso aos serviços e produtos bancários. O Banpará atua sozinho como único Banco em diversos municípios, como Porto de Moz, Bonito e em sete municípios marajoaras, Almeirim, Baixo Amazonas e em Palestina do Pará, Sudeste do Estado.
Agora o veto do governador será apreciado e votado pelo plenário da ALEPA. “E a Associação dos Funcionários do Banpará espera que os parlamentares se sensibilizem para a importância do Banpará no desenvolvimento do nosso Estado e mantenham o veto”, acredita a presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado.

UNIDOS SOMOS MAIS FORTES
A DIREÇÃO
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO 

segunda-feira, 8 de julho de 2019

AFBEPA PARTICIPA DA CONFERÊNCIA BANCÁRIA


AFBEPA presente na abertura da 14ª Conferência Bancária 

Nos dias 6 e 7, a Associação dos Funcionários do Banpará participou ativamente da 14ª Conferência Bancária do Pará, realizada na sede do sindicato da categoria. A presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, compôs a mesa de abertura do evento, quando na ocasião expressou ser oportuna a realização do evento justamente nessa fase acirrada de luta contra a retirada de direitos com a Reforma Trabalhista e agora  com  a Reforma da Previdência. 
       Presidenta da AFBEPA, kátia Furtado, na abertura Conferência Bancária

"Estamos passando por um desafio gigantesco no Brasil que é a luta contra a Reforma da Previdência, um desafio que nos estimula a não baixar a cabeça para esse governo que está querendo destruir com os trabalhadores. E encontros como este nos incentivam ainda mais a buscar estratégias eficientes para enfrentar os desmandos desse governo que governa somente para a elite", destacou Kátia Furtado.

No sábado, a Conferência Bancária elegeu 10 delegados, sendo seis da Chapa 1 (“Resistência, Unidade e Luta”) e quatro da Chapa 2 (“Oposição, Sindicato é pra Lutar), além de um delegado nato que é o presidente do Sindicato, para representarem a categoria na 21ª Conferência Nacional dos Bancários, a ser realizada nos dias 3 e 4 de agosto, em São Paulo.


Também no segundo dia do evento, foram realizados os encontros estaduais dos principais bancos estatais: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Banco da Amazônia e Banpará. No encontro específico do Banpará, a pauta discutiu a necessidade de estabelecer critérios para nomeações; a realização de processos seletivos e critérios mínimos para evitar indicações políticas; processo de avaliação de desempenho e que tudo passe por uma discussão mais ampla pelo Plano de Cargos e Carreira; falhas no Ponto Eletrônico; há problemas na circular 130 de 11/06/2019 que não contempla jornada suplementar.

Entre outros temas discutidos a necessidade de contratar mais funcionários, haja vista a superlotação de agências. Sobre essa questão, a presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, informou ter a entidade protocolado ofício à Direção Administrativa do Banpará cobrando estrutura de pessoal adequada na Agência Centro da Presidente Vargas. “Registramos um caso na semana passada quando descobrimos que somente uma moça fazia o atendimento ao público e muitos gerentes estão acumulando funções por conta da carência de pessoal”, relatou Kátia Furtado.  

Outros temas abordados foram o projeto de lei aprovado pela ALEPA que prevê empréstimo consignado de servidores públicos em outros bancos e cooperativas; a preocupação quanto aos custos dos contratos e aluguéis díspares, como o relatado sobre os prédios das Agências Itaituba Cidade Alta - aluguel custa 7 mil reais, agência Itaituba Cidade Baixa - aluguel custa 23 mil reais.

Item bastante discutido no encontro também foi a existência de dupla função no Banpará em algumas agências, onde funcionários assumem ao mesmo tempo a Coordenação de Retaguarda, cuja jornada é de 8h, e a Tesouraria cuja jornada é de 6h.

Ficou deliberado no encontro que sobre o tema Assédio Moral, que infelizmente está ocorrendo nas agências do Banpará, as vitimas precisam de tratamento psíquico emocional, e o assediador precisa, além da punição, ser afastado também para tratamento psíquico emocional, para compreender os limites legais do poder.

Mas a principal deliberação foi, sem dúvida, a aprovação da proposta pela AFBEPA sobre a criação de um Comitê formado por representantes da entidade, sindicato e demais funcionários sobre o Plano de Cargos e Salários. “Hoje se vê que há dois regulamentos. Um construído pelo GT paritário e o outro, construído pela Falconi com as determinações do Banco. Os funcionários não aceitam o PCS feito pela Falconi, pois está sendo desrespeitado um direito conquistado em ACT. Lutamos muito pelo PCS para corrigir injustiças, pois há colegas com mais de 30 anos de Banco que ainda estão nos primeiros níveis da tabela. Não vamos abrir mão dessa conquista, esse Direito”, conclui a presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado.

UNIDOS SOMOS MAIS FORTES
A DIREÇÃO
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

POLÍCIA AINDA NÃO TEM PISTAS DA QUADRILHA QUE ASSALTOU BANPARÁ DE BONITO

Com a explosão, agência ficou destruída sem a menor condição de trabalho para os funcionários e                                                                        atendimento aos clientes

A Polícia Civil realizou na manhã desta segunda-feira, 8, perícia no prédio da Agência Banpará do município de Bonito, a 150 km de Belém, alvo de violento assalto na madrugada deste domingo. A polícia já teve acesso às imagens das câmeras de segurança para identificar a quadrilha que explodiu e arrombou dois cofres da agência. Os caixas eletrônicos não foram arrombados pelos assaltantes.

Segundo a Gerência Geral da unidade, o trabalho hoje e amanhã é de levantar o valor roubado dos dois cofres e o prejuízo com a destruição do prédio. Com sete funcionários, a agência Banpará de Bonito havia retomado o funcionamento há exatos dois meses, após ter sido reconstruída por conta da explosão no dia 8 de março deste ano, quando foi assaltada. A polícia trabalha com a hipótese de que os dois assaltos foram cometidos pela mesma quadrilha. 

O atendimento ao público está suspenso, incluindo pagamento de aposentados, pensionistas e funcionários públicos até à reconstrução física da agência. Nesse caso os clientes poderão procurar as agências mais próximas, como as dos municípios de Capanema e Santa Maria.

Quanto aos funcionários da agência de Bonito, a Gerência Geral informa que ainda não foi definido se eles serão remanejados para outras unidades. A Associação dos Funcionários do Banpará - AFBEPA -, cobra posicionamento da Direção do Banpará sobre o destino dos bancários e bancárias da agência, “haja vista que a explosão do prédio deixou o ambiente insalubre e sem a menor condição de trabalho. Até porque o Banco não possui uma política voltada para atender aos funcionários num caso como esse, porque se tivesse já teria providenciado como remanejar os bancários e bancários para outras unidades”, conclui a presidenta da entidade, Kátia Furtado.


UNIDOS SOMOS MAIS FORTE
A DIREÇÃO
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO


sexta-feira, 5 de julho de 2019

AFBEPA oficia Banpará sobre falta de pessoal e queda de forro em agências


A Associação dos Funcionários do Banpará protocolou ofício à Diretoria Administrativa do Banco relatando e cobrando providências sobre duas situações registradas esta semana. A primeira se refere à falta de funcionários no setor de atendimento da Agência Banpará Belém Centro, localizada na Avenida Presidente Vargas. A segunda referente à queda do forro da Agência de Ananindeua, que por pouco não atinge um funcionário.




Forro de sala da Agência Banpará de Ananindeua que desabou na última terça-feira

Funcionário remove forro que desabou na Agência Ananindeua

Agência Matriz Presidente Vargas está com falta de pessoal suficiente para atender ao público

A carência de funcionários na agência compromete o atendimento


UNIDOS SOMOS MAIS FORTES
A DIREÇÃO
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO


quarta-feira, 3 de julho de 2019

ACORDO COLETIVO 2018/2020 ESTABELECE REGRAS PARA REAJUSTE SALARIAL E PAGAMENTO DE OUTROS DIREITOS



De acordo com o Parágrafo Segundo da Cláusula 5ª do Acordo Coletivo de Trabalho 2018/2020, o Banpará reajustará os salários praticados em 31 de agosto de 2019 nos pisos das tabelas e níveis do Plano de Cargos e Salários (fundamental, médio e superior), bem como nas demais verbas fixas de natureza salarial (salário e gratificação de função) pelo INPC/IBGE, referente ao período de setembro de 2018 a agosto de 2019, acrescido de aumento real de 1%.


Outro rendimento para os bancários e bancários do Banpará a ser pago no segundo semestre é a Participação nos Lucros ou Resultados. No Parágrafo Quinto da Cláusula 14ª sobre a PLR, o ACT também prevê que os nossos colegas receberão a primeira parcela do PRL/Exercício 2019 até o dia 20 de setembro. Já a segunda parcela da PLL deverá ser paga até o dia 3 de março de 2020.

Décima Terceira Cesta cheia, de acordo com o Parágrafo Primeiro da Cláusula 8ª do ACT,  será concedida até o dia 30 de novembro de 2019 aos empregados que, na data da concessão, estiverem no efetivo exercício de suas atividades no Banco. A cláusula 2ª estende também o beneficio à empregada que se encontra em gozo de licença maternidade/adoção, na data da concessão.  

A Cláusula 20ª dispõe sobre o Plano de Cargos e Salários-PCS, e nela está prevista a promoção por Merecimento, ocorrida em 1ª de janeiro de 2019, assim como a promoção por Antiguidade que deve ocorrer em 1ª de janeiro de 2020.


Vale salientar que as conquistas obtidas pelos bancários e bancárias do Banpará no Acordo Coletivo de Trabalho 2018/2020 vão continuar em vigor mesmo após expirar o prazo do ACT em 31 de agosto de 2020. Pela Cláusula 54ª do ACT, referente à Vigência, os benefícios serão mantidos até à assinatura do próximo acordo. Ou seja, “Nós funcionários do Banpará somos os únicos a usufruir dessa vantagem. Mesmo que legalmente expire o termo final do ACT, as nossas conquistas serão mantidas. Essa é a regra mais importante desta Norma", frisa a presidenta da Associação dos Funcionários do Banpará, Kátia Furtado. 

UNIDOS SOMOS MAIS FORTES
A DIREÇÃO
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO





sexta-feira, 28 de junho de 2019

AFBEPA recebe denúncias de que o Banpará não estaria pagando horas extras




Segundo o Parágrafo Quinto da Cláusula 50ª do Acordo Coletivo de Trabalho 2018/2020, do total de horas extraordinárias trabalhadas no mês pelo bancário ou bancária do Banpará, a instituição deve pagar 40% e 60% são compensadas por meio do Banco de Horas. O Banco do Estado também tem um prazo de seis meses ou 180 dias para compensar essas horas e, caso não compense, o Banco deve pagar as horas. E essa compensação das horas pode ser sugerida tanto pelo funcionário como pela direção do Banco.


Mas, conforme relatos de funcionários, o Banpará não está pagando as horas extras. Faz o bancário compensar todas pelo Banco de Horas, o que não está previsto no Acordo Coletivo de Trabalho. “Essa conduta do Banpará é ilegal porque descumpre o que foi acordado sobre as horas extras trabalhadas. E o ACT é a lei que regula a nossa relação de trabalho. Solicitamos que o Banco reveja essa conduta e normalize o pagamento das horas extras trabalhadas pelos nossos colegas”, recomenda a presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado.

UNIDOS SOMOS MAIS FORTES
A DIREÇÃO
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO



quinta-feira, 27 de junho de 2019

Associação dos Funcionários do Banpará questiona decisão do Banco sobre adesão à Greve Geral


Presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, na Greve Geral 

A AFBEPA lamenta a decisão do Banpará de dar tratamento diferenciado para os bancários e bancárias, que aderiram à Greve Geral do último dia 14 de Junho. Nas agências onde houve piquete, na Matriz Nazaré e Matriz Presidente Vargas, a direção abonou a falta, mas nas demais agências e postos houve compensação com banco de horas. “O Banco deveria dar abono de falta para todos os funcionários que aderiram à paralisação e não compensar com um banco de horas, o que é prejudicial aos nossos colegas”, ressalta a presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado. 
Bancários e bancárias do Banpará em greve

A presidenta da entidade frisa também que a paralisação do dia 14 teve, como principal objetivo, protestar contra a proposta governamental de Reforma da Previdência, que não beneficia nem os funcionários, nem os diretores do Banco, que também vão se aposentar. “E tem mais. O Banpará cumpre as suas obrigações sociais com a Previdência, com o INSS. Ao passo que muitas instituições bancárias privadas não recolhem contribuição previdenciária dos seus funcionários”, destaca.



Segundo dados divulgados pelo Sindicato dos Bancários de São Paulo, só o Banco Itaú teve no ano de 2018 um lucro aproximado de R$21 bilhões, mas deve à Previdência mais de R$111,8 milhões. E o Bradesco, um dos principais incentivadores da Reforma da Previdência, encerrou 2018 com lucro de cerca de R$15 bilhões, mas deve o montante de R$575 milhões ao INSS.



Ainda com relação à Greve Geral, o Sindicato da categoria ingressou com ação na Justiça do Trabalho para que todos os trabalhadores sejam beneficiados pelo abono da falta do dia 14 de Junho.

UNIDOS SOMOS MAIS FORTES
A DIREÇÃO
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO

segunda-feira, 24 de junho de 2019

AFBEPA oficia Governo do Estado em defesa do Banpará

A Associação dos Funcionários do Banpará tem entre suas missões estatutárias a defesa do Banco do Estado do Pará, enquanto Banco Público, e o seu compromisso em relação ao fortalecimento, crescimento e dedicação do Banco ao povo do Pará. E o Banpará vem cumprindo esse papel. E em ofício 014/2019, protocolado hoje (24) a AFBEPA expõe a importância do Banco ao Governo do Estado. A AFBEPA solicita ao Governador Hélder Barbalho que seja o guardião do Banco e que o defenda enquanto instrumento de desenvolvimento do Estado. No final do ofício, a AFBEPA pede ao governador que vete o projeto de lei encaminhado pela Alepa.  








UNIDOS SOMOS MAIS FORTES
A DIREÇÃO
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO



quarta-feira, 19 de junho de 2019

AFBEPA distribui Boletim Especial sobre Plano de Cargos e Salários

Presidenta da AFBEPA, Katia Furtado, com bancários de Santa Bárbara

A presidenta da Associação dos Funcionários do Banpará, Kátia Furtado, foi nesta quarta-feira (18) apurar in loco demandas dos nossos colegas das agências do Banpará nos municípios de Benevides, Santo Antônio do Tauá e Santa Bárbara. Ela ouviu perguntas sobre dúvidas dos funcionários e deu respostas sobre assuntos inerentes aos interesses da categoria. Na unidade de Santa Bárbara, os bancários foram muito participativos e questionaram sobre diversos pontos do Plano de Cargos e Salários.

Presidenta Katia Furtado com bancárias de Benevides


A presidente Katia Furtado aproveitou o encontro com nossos colegas e distribuiu o Boletim Especial sobre o Plano de Cargos e Salários, implantado em 2010, e informou sobre a campanha salarial, já fechada pelo Acordo Coletivo de Trabalho do biênio 2018/2020. O primeiro município a ser visitado foi Benevides, a 32 km de Belém. A agência Banpará de Benevides conta com dez funcionários e funciona na Avenida Joaquim Pereira de Queiroz, bairro Presidente Médici. 

Presidenta da AFBEPA com nossos colegas em Santo Antônio do Tauá

De Benevides, Katia Furtado foi ao município de Santo Antônio do Tauá, a 61 km de Belém, também verificar reclamações dos colegas bancários e também distribuiu nosso informativo, na agência do Banpará no município, que conta com sete funcionários. E finalmente a presidenta da AFBEPA, Katia Furtado, esteve na agência do município de Santa Bárbara, que fica a 48 km da capital paraense, que conta com oito bancários e bancárias. “Trouxemos o Boletim Especial sobre o Plano de Cargos e Salários, que é uma conquista da categoria para que eles possam tirar suas dúvidas sobre vários aspectos como a progressão por Merecimento e Antiguidade, além de outras questões. A unidade de Santa Bárbara, por exemplo, foi muito participativa e a interação foi produtiva. Nosso objetivo é levar o máximo de informação para nossos colegas”, salientou.

UNIDOS SOMOS MAIS FORTES
A DIREÇÃO
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO




segunda-feira, 17 de junho de 2019

AFBEPA inicia distribuição de Boletim Especial sobre Plano de Cargos e Salários



Presidenta da AFBEPA, Katia Furtado, na panfletagem do Boletim Especial 

A presidenta da entidade, Katia Furtado, começou hoje a panfletagem do informativo “AÇÃO E CORAGEM”, que traz esclarecimentos para os nossos colegas bancários e bancárias do Banpará sobre o Plano de Cargos e Salários, implantado a partir de 2010. Com o apoio do funcionário Márcio Dias, a distribuição será feita em todas as 14 agências e postos do Banpará, na Região Metropolitana de Belém.




Boletim Especial distribuído a partir de hoje pela AFBEPA nas agências e postos do Banpará

O boletim informa sobre a progressão do funcionalismo por antiguidade até janeiro de 2020, principalmente, porque a AFBEPA constatou distorções, como o descompasso entre o tempo de serviço e a tabela de níveis salariais. “Há situações de funcionário com mais de cinquenta anos de carreira e que está no nível salarial 11, quando já deveria estar no último nível, o 35, recebendo vencimento compatível com o seu tempo de dedicação ao Banpará”, esclarece a presidenta Katia Furtado.





O Boletim Especial informa as principais cláusulas e parágrafos do ACT, que discorrem sobre os critérios de merecimento e antiguidade. Vale salientar que o Acordo Coletivo de Trabalho para o biênio 2018/2020 prevê as progressões por Merecimento e Antiguidade, 2 e 3 anos, com o marco inicial da contagem a partir de 1° de janeiro de 2017. 


O boletim informa como funciona a estrutura do PCS, explica o que é Progressão Funcional e reitera que a Progressão por Merecimento ainda está estabelecida somente sob a ótica da instituição, quando deveria ter sido submetida à avaliação para posterior apresentação de proposições da categoria. “É fundamental que os nossos colegas leiam nosso boletim para se apropriarem de informações pertinentes e necessárias sobre os principais pontos do PCS, porque a luta pela valorização da nossa categoria é uma bandeira nossa e o PCS representa essa valorização, que com a participação dos nossos colegas, pode ser mais maturado e aperfeiçoado”, arremata a presidenta da AFBEPA, Katia Furtado.




UNIDOS SOMOS MAIS FORTES
A DIREÇÃO
ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO