terça-feira, 30 de dezembro de 2014

A AFBEPA DESEJA UM FELIZ 2015 COM MUITO SUCESSO, AMOR, PAZ E VITÓRIAS


 


“Adeus Ano Velho
Feliz Ano Novo
Que tudo se realize
No Ano que vai Nascer...”


Os fogos anunciam a chegada de um Novo Ano e é hora de agradecer por todas as bênçãos e conquistas deste ano de 2014. O apoio, o empenho, o zelo, a dedicação e a colaboração de todos foi imprescindível para que este ano que se finda fosse generoso, cheio de realizações, conquistas e vitórias compartilhadas pela AFBEPA, que luta por um futuro melhor, mais promissor e inclusivo para toda a nossa categoria.

Assim, a Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA) agradece pela contribuição e integração de todos os Associados, Associadas, Funcionários (as) da AFBEPA, contratados (as), nossos parceiros e, enfim, de todos, que de alguma forma estiveram ao nosso lado ajudando na luta incansável por uma Vida mais Igualitária, Justa e Digna.

É hora de brindar a chegada deste Novo Ano com muitos sorrisos, abraços, amor, companheirismo, saúde, sucesso e felicidade.

A AFBEPA deseja que as luzes do Ano Novo brilhem e tragam muita paz e esperança, pois a vida é uma dádiva e cada instante é uma bênção de Deus.

Que 2015 venha repleto de novas conquistas e que este horizonte, de lutas e desafios, nos traga esperança, realizações, harmonia, amor, saúde, paz e felicidade.

Feliz 2015!!


UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

segunda-feira, 29 de dezembro de 2014

COMUNICADO

A Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA) comunica a todos os seus Associados e Associadas que não haverá expediente na AFBEPA nos dias 31 de dezembro (véspera de Ano Novo) e 1 de janeiro (Confraternização Universal). O funcionamento retorna normalmente dia 2 de janeiro, sexta-feira, a partir das 9h.


A DIREÇÃO DA AFBEPA

sexta-feira, 26 de dezembro de 2014

A AFBEPA ESPERA A REGULARIZAÇÃO DO PONTO ELETRÔNICO

O ano de 2015 está chegando e o Banco do Estado do Pará (Banpará) ainda não regularizou o sistema de marcação do ponto eletrônico, em vigor desde o dia 22 de novembro deste ano. São constantes as reclamações que a nossa Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA) recebe diariamente dos funcionários e funcionárias do Banco sobre as falhas do sistema.

Na capital, nos foi relatado que têm dias que o sistema (um ícone de balão) nem aparece no computador para registrar a marcação. “Para poder registrar o meu ponto, na maioria dos dias, eu tenho que entrar no sistema dos caixas, o REP Virtual, pois cada função tem um sistema diferente. Se faltar energia, aí que não conseguimos mesmo, pois o sistema não regressa junto com o retorno da energia elétrica, ou, quando volta, ele não “lembra” dos registros feitos antes e nem registra depois, ou, até mesmo, registra várias vezes o mesmo ponto em horários diferentes”, ressaltou uma colega da Ag. Nazaré.




À direita, mensagem informando que o ponto da funcionária não foi registrado

Na Ag. Ananindeua, as reclamações constantes são sobre o não registro do ponto, mesmo quando o funcionário marcou no tempo correto, algo raro de acontecer, já que o sistema não funciona como deveria. “Quase todo dia o sistema acusa que não registrei o meu ponto na entrada, mesmo tendo feito. Ou então ele acusa que bati em atraso, mesmo eu estando no Banco antes do horário. É um problema muito grande. Se eu chegar 10 minutos antes do meu horário e começar a trabalhar, o sistema não me deixa registrar esse tempo. Impede a todos nós de marcar o nosso tempo correto de trabalho”, denunciou outra companheira da Ag. Ananindeua.

No interior do estado esta situação não é diferente. Uma colega da Ag. Santarém nos relatou os mesmos problemas apresentados acima e também denunciou que a direção do Banco lá, informou aos funcionários, que a partir de janeiro o sistema irá começar a descontar dos bancários todos os registros atrasados. Que, embora o prazo para regularizar o sistema seja de 90 dias, na Ag. Santarém, eles só deram 30 dias.

Ou seja, o Banco distorceu completamente o que disciplina o acordo, bem como ignora todas as falhas apresentadas nesse sistema problemático que eles querem implantar.

A AFBEPA verifica que tem uma interpretação completamente equivocada do que a Lei determina e do que o Banco quer implantar, ou seja, não são os funcionários que tem que se adequar ao Sistema (principalmente um Sistema que tem se mostrado sem condições de atender ao que deveria ser implantado), mas sim o Sistema do Ponto é que tem que se adequar ao que a Lei determina.


Fornecer um sistema de marcação digno e que registre corretamente e fielmente a jornada de trabalho dos funcionários e funcionárias do Banco é o que a Lei manda. 

É importante encaminhar o Sistema para atender o que prevê o Normativo do Ministério do Trabalho e Emprego:

“O SREP deve registrar fielmente as marcações efetuadas, não sendo permitida qualquer ação que desvirtue os fins legais a que se destina, tais como:

I - restrições de horário à marcação do ponto;

II - marcação automática do ponto, utilizando-se horários predeterminados ou o horário contratual;

III - exigência, por parte do sistema, de autorização prévia para marcação de sobrejornada; e

IV - existência de qualquer dispositivo que permita a alteração dos dados registrados pelo empregado (grifo nosso).

Portanto, o que está sendo feito no Sistema fere o Direito do Trabalhador, e isso a AFBEPA não aceita.

O Sistema de Controle de Jornada NÃO PODE restringir à marcação da jornada e nem utilizar horários pré-determinados, e é o que vem ocorrendo.

Nesses 90 dias concedidos pela Justiça do Trabalho, os funcionários e funcionárias esperam que o Banpará ajuste o Sistema, para que o trabalhador possa controlar a sua jornada, marcando fielmente os seus horários. E, infelizmente, não é isso o que vem acontecendo, até o presente momento. 

A AFBEPA espera que o Direito a Fiel Marcação da Jornada de Trabalho seja garantido! 

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos
Assessora de Imprensa

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

NATAL DE AMOR, PAZ, FRATERNIDADE E VIDA EM CRISTO!


A Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA) deseja a todos os Associados, Associadas, Funcionário(as) da AFBEPA, Contratados(as) e nossos Parceiros, um Natal cheio de Luz, Amor, Saúde, União, Fraternidade, Alegria, Paz, Força e Esperança.

Que neste Natal, todos possamos sentir mais forte o significado das palavras AMOR, FRATERNIDADE e AMIZADE, e que elas sempre venham acompanhadas de muita LUZ para iluminar nossos caminhos e transformar os nossos corações a cada dia.

Que a HARMONIA, a PAZ e a FELICIDADE encontrem morada permanente em nossos corações e em nossas Vidas.

Que brote em nossas almas, para toda vida, o CARINHO por todo ser humano e a em Jesus Cristo, e que o abraço, o beijo e a carícia, façam parte da nossa rotina de carinho por todos os seres vivos.

A AFBEPA deseja que sempre o Nosso Senhor Jesus Cristo nos abençoe com SAÚDE e , não apenas no Natal, mas em todos os dias de nossas vidas.

FELIZ NATAL!!


UNIDOS SOMOS FORTES!



A DIREÇÃO DA AFBEPA

terça-feira, 23 de dezembro de 2014

A AFBEPA REPUDIA QUALQUER TRANSFERÊNCIA COMPULSÓRIA DE FUNCIONÁRIO

A Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA) recebeu a denúncia de que mais um colega, desta vez da Agência de Dom Eliseu, será transferido compulsoriamente para a agência de Canaã dos Carajás. Essa transferência é resultante de um assalto sofrido pelo funcionário, na modalidade sapatinho, em agosto deste ano.

O bancário conta que após o assalto, muito abalado com a situação, procurou a direção do Banco para que eles tomassem providências para garantir mais segurança a ele e sua família. Informou ainda que, se fosse transferido, que o melhor para ele seria a Ag. de Castanhal, pois assim não haveria perda salarial.

Após 4 meses do ocorrido, o Banpará informou, na última semana, que o bancário seria transferido para a Ag. de Canaã dos Carajás.

Além da transferência ocorrer sem o consentimento do funcionário, pois fica inviável para ele levar toda sua família para a nova cidade, a mesma ocorrerá com perdas salariais, já que a Ag. de Canaã tem nível inferior à de Dom Eliseu.

A AFBEPA entende que não cabe ao Banpará transferir compulsoriamente o funcionário que foi vítima de sapatinho, a menos que este tenha solicitado a transferência, mas cabe, sim, buscar medidas de prevenção e proteção aos seus funcionários. Cabe ao Banco tirar a custódia das chaves das mãos dos gerentes e tesoureiros; equipar todas as unidades com equipamentos de vigilância 24h eficientes e de qualidade; instalar PGDM em todas as unidades, além de todos os meios possíveis para garantir a proteção das vítimas e da vida”, ressaltou a Presidenta da Associação, Kátia Furtado.

A AFBEPA questiona, ainda, até quando o Banpará vai punir os funcionários por sofrerem assaltos na modalidade "sapatinho" ao invés de protegê-los contra este tipo de violência? Punição, sim, pois transferir um bancário sem o seu consentimento e com perdas salariais, não é visto por nós como tentativa de proteção ou cuidado, mas como uma forma de punir o funcionário por entregar o dinheiro aos assaltantes, em defesa da integridade de sua família.

Até quando?

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos,
Assessora de Imprensa

COMUNICADO


segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

AFBEPA PARTICIPA DE SEMINÁRIO DE SEGURANÇA BANCÁRIA


A Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA) gostaria inicialmente de registrar aqui a lamentável postura do Diretor do Banpará-DICOP, nada democrática, ao contrário, desrespeitosa com a nossa Associação, na abertura do Seminário de Segurança Bancária/2014, ocorrido na última sexta-feira (19), no Hangar – Centro de Convenções da Amazônia, de não ter aberto espaço para fala da AFBEPA, mesmo a nossa Entidade tendo sido convidada formalmente para o evento, pela Diretoria Administrativa. Para expor as preocupações e dúvidas com a segurança dos colegas bancários do Banpará, a Presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, teve que fazê-las por meio de inscrição, como participante-ouvinte.

Convite Oficial


SEMINÁRIO


O evento, que teve por objetivo apresentar medidas de prevenção no combate aos crimes contra estabelecimentos bancários e funcionários do Banco, contou com as palestras do Delegado de Polícia Civil contra Crimes Tecnológicos Samuelson Igaki; do Delegado da Divisão de Repressão ao Crime Organizado, Ivanildo Santos e do Superintendente de Segurança Empresarial do Banpará, Sr. Sergio Fontoura.

Del. Samuelson Igaki
Durante a primeira palestra, sobre Crimes Tecnológicos, o delegado Samuelson Igaki, expôs os diversos artifícios que as quadrilhas possuem para roubar funcionários e clientes do banco por meio tecnológico. Falou sobre clonagem de cartão e como eles roubam as senhas e orientou aos funcionários do Banco como identificar e denunciar esses crimes.

Del. Ivanildo Santos
Já a segunda palestra, do delegado Ivanildo Santos, que abordou os roubos no “sapatinho”, contra os colegas bancários do Banpará, foi preocupante. Em sua fala, o Delegado demonstrou claramente o seu interesse em prender os criminosos, sem atentar para a situação do bancário, ou seja, pouco importando o risco à família sequestrada e o abalo do bancário e os colegas direta ou indiretamente envolvidos.

A missão desses trabalhadores, para ele, é ajudar a prender. Mas, prender, após o sinistro.

Para buscar fortalecer a sua tese, o Delegado informou que diversas quadrilhas foram presas e orientou como o bancário deve proceder em caso de “sapatinho”. Ressaltou que o bancário não deve ficar com medo de denunciar, em caso de assalto, pois não tem dados de retaliação com morte contra bancários que trocaram informações com a polícia.

No entanto, uma funcionária da agência da Ag. Telégrafo, na época funcionária da Vivenda, informou que após sofrer um assalto no sapatinho e ter ido à delegacia identificar os assaltantes, ela soube que a família do mandante do crime estava perseguindo ela e sua família, inclusive, tendo o banco que removê-la de agência a fim de proteger as suas vidas. A colega questionou também, quais as garantias de proteção à vítima que o Estado oferece, e o Delegado não respondeu à pergunta.

Retomando a palavra, o delegado ressaltou que para evitar esse tipo de assalto, é preciso trabalhar em tríade (Banco – Funcionário - Polícia) e disse que o funcionário tem que tentar manter a calma e não atender as exigências do assaltante. O bancário não deve entregar o dinheiro.

Presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado
Preocupada com as colocações do Delegado, a Presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, tomou a palavra e ressaltou que nem “o banco e nem a polícia podem transferir as responsabilidades de segurança contra o crime de “sapatinho” para o funcionário (Fato que estava sendo exposto na fala do delegado, embora este falasse em tríade). O Banco não pode querer fazer o funcionário de escudo para proteger os seus bens, pois em caso de sapatinho, o bem mais precioso para o bancário não é o dinheiro, mas sim as vidas dos seus familiares que estão em perigo. A polícia e muito menos o Banpará, não podem querer que o bancário seja responsável pela repressão e nem jogar para os outros trabalhadores bancários tal procedimento, pois todos já estarão emocionalmente envolvidos. O que precisamos é que o Banco atue na Prevenção. O bancário assina um contrato de trabalho para laborar na atividade financeira do Banco, e não para enfrentar a bandidagem, até porque o bancário não tem o preparo para isso”.


INVESTIMENTOS EM SEGURANÇA

Sérgio Fontoura, Superintendente de Segurança do Banpará
Na última palestra, sobre segurança empresarial, Sergio Fontoura, apresentou dados do total de investimento na segurança do Banpará este ano, chegando a 934 milhões, aproximadamente, e desses números, mais de 17 milhões foram investidos em itens diferenciados, que são: vigilância armada 24h, custódia de chaves pelas Empresas de Segurança e não mais com os gerentes e tesoureiros.

A custódia de chaves é justamente uma forma de prevenir o sapatinho cometido contra os gerentes e tesoureiros, pois tira a responsabilidade dos funcionários e coloca a quem é devidamente treinado para isso. A AFBEPA vê isso como um avanço, mas ainda não é suficiente, já que outras medidas ainda devem ser viabilizadas.

A AFBEPA tem conhecimento que vários locais de trabalho estão sem câmeras funcionando e PGDMs que ainda não foram instaladas, por isso solicitamos que os colegas entrem em contato com a SUSEM, para sanar os problemas pendentes.

A Vida é o nosso maior Patrimônio! 

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto e fotos: Kamilla Santos, Assessora de Imprensa.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

PANFLETAGEM DO JORNAL “AÇÃO E CORAGEM” FINALIZOU HOJE

Ag. Ananindeua
A Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA) finalizou hoje, 18, o último dia de panfletagem do Informativo “Ação e Coragem” do mês de dezembro/2014. E, logo cedo, no Hangar, a Presidenta da AFBEPA e o Diretor Antonio Bechara, estiveram na abertura do Encontro dos Administradores do Banpará, dando as boas vindas aos colegas administradores. Também a Agência Ananindeua foi visitada pela Afbepa, bem como o PAB TJE-Desembargo.

Encontro dos Administradores do Banpará
A ação vem ocorrendo há duas semanas e foi realizada pela presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, que percorreu quase todas as unidades do Banpará entre Postos de Atendimento Bancário (PABs), Agências, Caixas Avançados (CAVs) e Unidades da Matriz.

PAB TJE-Desembargo
“A distribuição dos jornais é uma Ação importante que objetiva divulgar os trabalhos realizados pela AFBEPA durante este ano de 2014, fazendo uma retrospectiva das ações em prol do funcionalismo do Banpará”, ressalta a presidenta Kátia.

Dentre as principais bandeiras levantadas este ano estão: a luta por melhores salários e a garantia de efetivação de direitos dos trabalhadores e trabalhadoras do Banco; as futuras mobilizações pela imediata revisão e realinhamento dos trabalhadores(as), no Plano de Cargos e Salários (PCS); o combate à implantação irregular do ponto eletrônico, que fere as Portarias nº 1510/2009 e nº 373/2011.

PAB TJE-Desembargo

Ainda, durante a panfletagem, foram divulgadas as metas e ações da AFBEPA para 2015. “Continuaremos na luta pela garantia da defesa dos direitos dos funcionários e funcionárias do Banpará, lutando pelos interesses da categoria. A AFBEPA continuará auxiliando nas ações coletivas; lutando por melhores salários e a devolução do nosso Ticket Extra. Temos ainda que cobrar a regularização do Ponto Eletrônico, que está desvirtuado do que determina as Portarias do MTE; além de estarmos sempre dispostos a trabalhar por todos e todas que nos procuram. A AFBEPA está sempre de braços abertos”, finalizou Antonio Bechara, Diretor da AFBEPA.

Amanhã a AFBEPA estará participando no Hangar, de 8h às 14h, do Seminário de Segurança Bancária/2014. O Banpará informa que o objetivo do evento é apresentar medidas de prevenção no combate aos crimes contra estabelecimentos bancários e funcionários do Banco, em conformidade com o procedimento de segurança bancária vigente e orientações da autoridade policial competente.

A AFBEPA participará para ouvir e, ao mesmo tempo, adequar a Política de Segurança a ser apresentada à realidade dos trabalhadores nos locais de trabalho.


UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

NÃO DÁ PRA ENTENDER O BANPARÁ E A ESCOLHA DOS GERENTES REGIONAIS



Comenta-se nas Unidades de Trabalho do Banpará, qual o motivo que justifica o Banco ter gastado tempo, dinheiro e toda uma estrutura empregada, para proceder a escolha de Gerentes Regionais para determinados Polos de Trabalho, em um concorrido Processo Seletivo, para no final, nomear apenas uma bancáriadentre os aprovados que efetivamente concorreram ao Processo.

Já os demais nomes, prováveis indicados, de acordo com informações repassadas à Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA), não participaram da seleção, resultando, assim, um desrespeito com os demais bancários que se esforçaram nesse Processo Seletivo, demonstrando ausência de lisura, transparência e imparcialidade do Banpará com os demais funcionários e funcionárias que se submeteram à Seleção.

A AFBEPA espera que o Processo Seletivo seja respeitado, pois ele convém para ambos os lados da relação de trabalho, afinal, de um lado o Banco terá à frente das atribuições de Gerente Regional quem melhor foi selecionado e, do outro lado, o bancário se sentirá prestigiado e respeitado pela empresa, como profissional, e buscará dar o melhor de si na função.

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

JUSTIÇA DETERMINA QUE BANPARÁ RETORNE FUNCIONÁRIO PARA SUA AGÊNCIA DE ORIGEM

A Associação dos Funcionários do Banpará - AFBEPA felicita junto com os colegas funcionários do Banpará, a correção na Justiça do Trabalho, de mais uma história de INJustiça vivida por um trabalhador bancário. Os colegas da Agência BR-Ananindeua, a poucos dias que precedem o Natal, comemoram o retorno de um grande profissional ao quadro de pessoal da Unidade de Trabalho.


A HISTÓRIA

Na madrugada do dia 29 de novembro de 2013, um colega do Banpará que substituía a gerente geral da Agência BR-Ananindeua, foi vítima de assalto na modalidade "sapatinho". A família viveu momentos de horror e muita pressão psicológica em sua residência, além do sequestro da esposa e filhos do bancário pelos criminosos.

Diante do ocorrido o bancário solicitou ajuda do Banpará para mudar de residência (não de Agência), mas o Banco negou o pedido, a justificativa era o profundo abalo emocional sofrido na casa em que esse trabalhador residia.

Em resposta a tudo o que o bancário sofreu sob o domínio dos criminosos, por causa da função que estava desempenhando no Banco, o Banpará transferiu compulsoriamente o bancário de Unidade de Serviço, alegando uma suposta preocupação com a segurança da vítima, e com redução salarial do funcionário.

A Justiça do Trabalho foi acionada e, em 23 de setembro deste ano, determinou que o Banpará não reduzisse o salário do bancário, retornasse o bancário para a Ag. BR-Ananindeua e pagasse a título de danos morais o valor de R$ 80.000,00

No entanto, a sentença havia sido omissa em não determinar quando deveria ocorrer o retorno do funcionário para a Ag. BR-Ananindeua. Dessa forma, a Assessoria Jurídica do bancário solicitou que o Juízo da 1ª Vara de Ananindeua se manifestasse sobre a questão.

"Assim, determino que o reclamado proceda à obrigação de fazer quanto ao retorno do autor à Agência de origem (BR 316, Km 8, nº 5), conforme postulado na inicial, no prazo de 48 horas da ciência desta decisão, sob pena de multa diária de R$ 200,00, limitada ao valor de R$ 6.000,00, pelo descumprimento da obrigação de fazer", sentenciou a juíza da 1ª Vara do Trabalho de Ananindeua.

Clique AQUI para ler a sentença na íntegra.




A DIREÇÃO DA AFBEPA


UNIDOS SOMOS FORTES!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

JORNAL AÇÃO E CORAGEM JÁ ESTÁ SENDO DISTRIBUÍDO

O JORNAL AÇÃO E CORAGEM da Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA), edição dezembro de 2014, já está sendo distribuído, desde a tarde de ontem, 9, nas unidades bancárias.

O informativo faz uma retrospectiva a respeito das Ações da AFBEPA durante este ano de 2014, em  prol do funcionalismo do Banpará. A luta por melhores salários e a garantia de efetivação de direitos dos trabalhadores e trabalhadoras do Banco, não podia estar de fora. Bem como as futuras mobilizações pela imediata revisão e realinhamento dos trabalhadores(as), no Plano de Cargos e Salários (PCS).

O ponto eletrônico sendo implantado com inúmeras irregularidades foi um desapontamento para a nossa categoria que tanto lutou pela sua implantação, mas a AFBEPA continua na luta pela regularização do sistema e a marcação correta da jornada de trabalho dos colegas.

Lutamos também por mais e melhor segurança nas unidades bancárias e o fim das transferências compulsórias feitas pelo Banpará como medida "punitiva" aos funcionários vítimas de Sapatinho.  Incansavelmente defendemos os nossos associados em diversas Ações Jurídicas sempre que necessário, vencendo várias delas.

Detectamos ainda diversos problemas nas unidades do interior, em visitas feitas pela Diretoria da AFBEPA. Dentre as principais irregularidades, identificamos situação precária em alguns locais de trabalho, e de um modo geral pouco pessoal para atender a demanda do público.

Por último, mas não menos importante, a AFBEPA deseja a todos os seus Associados e Associadas um Natal cheio de Luz e um Ano Novo cheio de Realizações e Sucesso.

Leia abaixo a versão eletrônica do Jornal:



UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA.

Texto: Kamilla Santos, Assessora de Imprensa.

terça-feira, 9 de dezembro de 2014

SENTENÇA DE 1º GRAU CONFIRMA INCORPORAÇÃO DE COMISSÃO

A Direção do Banpará, em 9 de maio de 2014, retirou da função de secretária, sem motivo que justificasse tal ato, uma funcionária que há mais de 10 anos exercia, com dedicação e empenho, essa função no Banco.

Muito abalada e sem entender o por quê de tal comportamento do Banpará, a funcionária procurou a Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA) e, por meio da nossa Assessoria Jurídica, a Justiça do Trabalho foi acionada, para decidir sobre o fato, que trouxe consequências desagradáveis à vida da funcionária.

O Juízo no primeiro momento concedeu a Tutela Antecipada à funcionária, onde ficou determinado que o Banpará deveria manter a sua gratificação de função.


No último dia 5, após a apreciação do mérito, o juízo da 8ª Vara decidiu pela PROCEDÊNCIA da Reclamação. Leia abaixo a sentença:



























A DIREÇÃO DA AFBEPA

UNIDOS SOMOS FORTES

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

AFBEPA NÃO FUNCIONARÁ NA PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA



Na próxima segunda-feira, 8 de dezembro, a Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA) não funcionará devido ao feriado em homenagem à Nossa Senhora da Imaculada Conceição. Retornaremos nossas atividades normais no dia 9, terça-feira, às 9 horas.

A AFBEPA deseja um excelente feriado a todos os funcionários e funcionárias do Banpará.


A DIREÇÃO DA AFBEPA

UNIDOS SOMOS FORTES!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014

NATAL SOLIDÁRIO SERÁ COMEMORADO NO PRÓXIMO DIA 13

Natal Solidário 2013

No próximo dia 13 de dezembro, sábado, o Projeto Amigos Solidários realiza mais uma edição do Natal Solidário na Comunidade Nova Zelândia, situada no bairro Jaderlândia, em Ananindeua. Este ano, estão previstos atendimento a cerca de 120 famílias, ao qual serão entregues cestas básicas e brinquedos para as crianças.

A entrega dos produtos arrecadados será feita na Paróquia Cristo Peregrino, localizada na Rua União, também no bairro Jaderlândia, onde está programada a realização de uma festa natalina. A distribuição dos brinquedos será feita, mais uma vez, pelo bondoso velhinho, o Papai Noel.

De acordo com Sérgio Monteiro, um dos coordenadores do projeto, “atualmente, contamos com mais de 60 amigos solidários, juntamente com seus familiares, que participam da arrecadação, organização e distribuição dos objetos, formando uma grande corrente do bem, no intuito de tornar o Natal dessas pessoas mais digno a cada ano”.

Quem ainda não fez a sua doação, tem até a próxima sexta-feira, 5 de dezembro, para fazê-la. Para tanto, basta entrar em contato com um dos coordenadores do Projeto Amigos Solidários: Francisco Noronha (91 9 8146-0838); Cláudio Nogueira (91 9 8136-3155); ou Geane Alcântara (91 9 8182-0822).

Amigos Solidários após Ação Social de 2013

O Projeto

O Projeto Amigos Solidários nasceu no ano de 2012, em uma conversa de amigos entre Francisco Noronha e Sérgio Monteiro. A eles, inicialmente, se juntaram mais 20 pessoas, todos funcionários e funcionárias do Banpará, que movidos pelo sentimento de solidariedade e amor ao próximo, criaram um grande Projeto Social, para atender os moradores da Comunidade Nova Zelândia, bairro Jaderlândia, em Ananindeua.

A partir de então, todos os anos, o Projeto vem crescendo, seja em número de arrecadações e famílias atendidas, seja em amigos que lutam para fazer um Natal mais feliz aos moradores da Comunidade.

Desde sua criação, o Projeto Amigos Solidários, já atendeu mais de 700 famílias. Em 2012, foram arrecadados e entregues aos moradores 50 cestas básicas; 250 brinquedos; além de lanche para as famílias que participaram da Ação Social. Já em 2013, foram entregues 100 cestas básicas; 400 brinquedos; 100 panetones; lanche para todos os presentes, além de contar com a presença do Papai Noel e sorteios de alguns eletrodomésticos.

A expectativa para 2014 é que “o número de famílias atendidas durante a Ação Social seja maior que nos anos anteriores. Mas, para isso, precisamos da colaboração de todos e todas”, ressalta Francisco Noronha.

Falta Saneamento e Dignidade aos moradores da Comunidade Nova Zelândia

 

A Comunidade

A Comunidade Nova Zelândia está situada onde antes funcionava o Clube da Celpa, no bairro Jaderlândia, em Ananindeua. É formada por uma área que abrange um conjunto de dez ruas, onde existem aproximadamente mil casas. Nenhuma das ruas tem calçadas ou qualquer outra infraestrutura de saneamento, especialmente rede de tratamento de água e esgoto.

Com as chuvas, os alagamentos no local são comuns. Em uma das ruas há uma tubulação exposta, e com a enxurrada provocada pelo acúmulo de água da chuva, o local torna-se um risco para todos os moradores, que ficam penalizados a doenças e calamidades.

Comunidade Nova Zelândia em completo abandono 

“Os moradores sentem-se completamente esquecidos pelo poder público. As ruas são aterradas pelos próprios moradores e a água limpa é cedida por um único morador que dispõe de poço artesiano”, afirmam os coordenadores do Projeto.

A pobreza acentuada gera outros sérios fatores como a violência, criminalidade e a desnutrição de crianças e adultos, entre outras mazelas sociais.



Texto: Kamilla Santos (Assessora de Imprensa), com informações do Blog Amigos Solidários.
Imagens: Blog Amigos Solidários.



segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

BRINDE DE NATAL 2014


A Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA) já está distribuindo os mimos de natal aos seus associados e associadas. Os brindes são uma demonstração de carinho e gratidão pelo muito que vocês representam para nós. Assim, queremos dedicar a vocês um Natal cheio de luz, paz, emoções e saúde e um Ano Novo cheio de grandes realizações, sucesso e felicidades.

Esses são os votos da Direção da AFBEPA e seus funcionários.

quinta-feira, 27 de novembro de 2014

A CERTIFICAÇÃO NO BANPARÁ

Circula nas dependências do Banpará, o Aviso Circular 377, de 21/11/2014, no qual a SUDEP/GEDEN comunica ao funcionalismo que exerce as funções de Coordenador de Posto de Atendimento Bancário, Gerente Geral, Gerente de Atendimento, Gerente de Negócios, Gerente Private, Superintendente da SUAFI, Analistas Financeiros da SUAFI, Gerentes da GECOF, GEROF e GEDIF, Pilotos de Reserva e Agentes de Call Center, que o Banco agendará 2(dois) exames de Certificação da ANBIMA por funcionário e os custeará para esse caso, ao funcionário que está em termo de função gerencial, pois o próprio texto expressa que “o funcionário terá o prazo de 90 dias para se certificar, a contar da data de assunção na função, sob pena de destituição”.

Em relação aos outros funcionários que já desempenham a função gerencial há mais tempo e estão efetivados na função gerencial e certificados, o Banpará informa que o prazo de validade da certificação é de cinco anos, e que antes de vencido o prazo de vigência da certificação, a SUDEP/GEDEN providenciará com dois meses de antecedência a realização pelo funcionário, do exame de atualização da certificação.

Comunica ainda, que por cada funcionário já ocupante de função gerencial, o Banpará custeará dois agendamentos de exame.

Entretanto, sobre o funcionário que desempenha a função gerencial a mais de 90 dias como trainee, sem ser efetivado e nem certificado, o Aviso é silente.


Pois bem, vejamos algumas questões que necessitam de devidos regramentos no Processo de Certificação e Efetivação:

- Nos Locais de Trabalho do Banpará, há colegas assumindo funções gerenciais acima de 90 dias, que não foram efetivados e nem estão certificados. Se esses funcionários estão assumindo essas funções gerenciais é porque detêm os requisitos exigidos pelo Banco para o desempenho da função. Portanto, se vão fazer a prova de certificação deveriam primeiro estar efetivados na função e, após, certificados, com o custeio de dois agendamentos (tratamento isonômico), para realizarem a prova de certificação;

- O Banpará informa também que se os funcionários que estão a termo na função gerencial, não obtiverem no prazo de 90 dias a certificação, serão destituídos da função. Isso quer dizer que a certificação vale mais que as atribuições inerentes àquelas funções?

- E no caso dos colegas que estão na gerência além desse tempo, qual o fim que o Banpará os reserva, no caso de não conseguirem aprovação na prova de atualização da certificação? Uma vez, que o Aviso Circular é omisso nesse ponto;

- E qual a providência que o Banpará tomará, no caso dos colegas que já estão além dos 90 dias desempenhando a função gerencial? 

A Certificação da ANBIMA, instituída pela Resolução CMN nº 3158, de 17/12/2003, é obrigatória para quem trabalha com a distribuição e mediação de títulos, valores mobiliários e derivativos, o que não é o caso de determinadas funções gerenciais do Banpará.

A AFBEPA entende que as Diretorias de Crédito e Financeira e determinadas funções que se encontram na estrutura dessas Diretorias, devem possuir essa certificação, porque precisam entender do trabalho que realizam e que subsidiam as agências e PABS, mas as gerências desses locais de trabalho não necessitam, pois apenas executam as vendas dos produtos e serviços, com base no que essas Diretorias e suas estruturas disponibilizam como elementos.

Segundo um colega: “não trabalhamos na minha Unidade com desconto de duplicata e muito menos com Notas Promissórias para Pessoas Físicas e Jurídicas, então por que essa determinação?”.

A partir de informações anteriores a essa gestão do Banpará, a AFBEPA teve conhecimento que antes tinha um Aviso Circular que estabelecia o tempo máximo de 90 dias para o funcionário ficar a Termo, ou seja, temporariamente de trainee em uma função, hoje ele fica mais de 90 dias e muitas vezes anos, sem que o Banpará o efetive. 

A AFBEPA quer saber o que houve com esse dispositivo legal, que obrigava o Banpará a efetivar os funcionários com 90 dias na função gerencial, se avaliados aptos?

Por fim, a AFBEPA entende que o Banpará precisa urgentemente disponibilizar para cada função gerencial, antecipadamente, a data de sua primeira prova de certificação e a data para quem vai realizar a prova de atualização da certificação, e mais esclarecimentos sobre a certificação dos que estão trainee a mais de 90 dias.


UNIDOS SOMOS FORTES!!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

terça-feira, 25 de novembro de 2014

Balancete Financeiro do 3º Trimestre de 2014

A Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA) foi fundada em 2 de setembro de 1987. É uma Sociedade Civil de Direito Privado, de Caráter Profissional, sem fins lucrativos. A AFBEPA representa exclusivamente os funcionários do Banpará em questões judiciais e extrajudiciais. Nossas fontes de receitas constituem-se de mensalidades dos associados e taxas de convênios firmados (Ótica Telégrafo, Carne e Sabor, Auto Escola Foca e Livraria J. P. Gonçalves).


Atualmente a AFBEPA possui 638 associados. O desconto da mensalidade é feito em contracheque e corresponde a apenas 1,5% do salário base de cada associado(a). Os valores que entram na AFBEPA não são fixos devido às solicitações de adesões e cancelamentos, demissões e falecimentos de associados.

RECEITAS DO 3º TRIMESTRE/2014


Mensalidades dos associados

JULHO: R$24.416,70
AGOSTO: R$ 24.446,73
SETEMBRO: R$ 24.218,74

TOTAL: R$73.082,17

Taxas Administrativas - 3º trimestre 

JULHO: R$6,89 
AGOSTO: R$12,79 
SETEMBRO: R$3,94 

TOTAL: R$23,62 

RECEITA LÍQUIDA TOTAL DO 3º TRIMESTRE = R$73.105,79. 

*Receita líquida é a soma das mensalidades e taxas administrativas. 

DESPESAS OPERACIONAIS POR RUBRICA


Despesas com Pessoal: R$20.271,11
(Despesas referentes a pagamentos de salários e ordenados, vale transporte, ticket alimentação, plano de saúde e Rescisão contratual dos funcionários). 

Despesas Financeiras: R$54,00
(Despesas financeiras referentes a tarifas bancárias e manutenção de conta).

Despesas Tributárias – (FGTS / INSS / TLPL / IPTU/PIS): R$8.153,57

Despesas Administrativas: R$37.857,93
(Demais despesas abaixo descritas)

TOTAL DAS DESPESAS OPERACIONAIS– R$ 66.336,61

DETALHAMENTO DAS DESPESAS OPERACIONAIS:

Despesas com telefonia fixa: R$1.311,38

Aluguel da sede: R$3.824,49

Celpa: R$1.177,56

Cosanpa: R$42,00

FGTS: R$3.598,03

INSS: R$3.673,04

PIS: R$92,50

IPTU: R$494,76

Impostos e Taxas: R$295,24

Publicações: R$120,00

Plano de Saúde dos funcionários: R$1.419,55

Vale transporte dos funcionários: R$2.035,20

Vale alimentação dos funcionários: R$2.062,62

Despesas com copa, cozinha e material de limpeza: R$600,00

Despesas com viagens (hospedagem e locações de veículos, para ida à Barcarena, Abaetetuba, Marabá, Parauapebas, Canaã dos Carajás, Itupiranga, Goianésia, Breu Branco, Tucuruí, Santa Izabel, Castanhal, Capitão Poço, Capanema e Bragança): R$1.653,14

Despesas com combustível em viagens (para ida à Barcarena, Abaetetuba, Marabá, Parauapebas, Canaã dos Carajás, Itupiranga, Goianésia, Breu Branco, Tucuruí, Santa Izabel, Castanhal, Capitão Poço, Capanema e Bragança) e atividades da AFBEPA em Belém: R$2.563,20

Despesas com alimentação em Viagens (para ida à Barcarena, Abaetetuba, Marabá, Parauapebas, Canaã dos Carajás, Itupiranga, Goianésia, Breu Branco, Tucuruí, Santa Izabel, Castanhal, Capitão Poço, Capanema e Bragança) e alimentação para os funcionários da AFBEPA em trabalho extraordinário: R$3.600,64

Gastos com informática: R$140,00

Despesas com Transporte (funcionário da AFBEPA) e Táxi (Audiências - Diretoria): R$1.179,60

Material de expediente: R$1.494,70

Devolução de desconto indevido para os associados: R$20,80

Despesas bancárias: R$54,00

Correios: R$41,00

Brindes do Dia dos Pais: R$ 1.619,75

Bens de natureza permanente (1 televisão, 1 bebedouro elétrico, 1 sofá, 1 suporte para televisão e 1 suporte para micro-ondas): R$1.927,41

Salários e Ordenados do 3º Trimestre - Funcionários: Rosângela Silva, Márcio Dias, Adevângela Valente e Uanne Gonçalves: R$10.580,25 

Honorários do 3º Trimestre (Advogados: Drª Valéria Fidellis e Dr Marcio Tuma / Contadora: Benedita Soares). Valor total: R$ 11.579,26

Serviços Prestados de Assessoria de Imprensa do 3º Trimestre: R$3.300,00

Serviços prestados da diarista (Dona Marilene): R$640,00

Manutenção e reparo no celular da AFBEPA com troca de película: R$200,00

Manutenção e colocação de gás em 1 aparelho de ar condicionado da AFBEPA: R$200,00

Serviços prestados na limpeza de 1 aparelho de ar condicionado e 2 centrais de ar: R$280,00

Serviços prestados de colocação de 3 suportes para 2 televisores e 1 micro-ondas; colocação de espelho no banheiro e instalação elétrica de 1 televisor na sede da AFBEPA: R$120,00

Serviços prestados de colocação de 2 cortinas (sala de espera e copa) e pequenos reparos na sede da Associação: R$100,00

Serviços prestados na manutenção de computadores da AFBEPA no 3º trimestre/2014: R$123,00

Rescisão Contratual da funcionária Adevângela Valente dos Reis: R$4.173,49

Total da Receita Operacional............... R$73.105,79

Total das Despesas Operacionais........R$66.336,61

Resultado do 3º Trimestre.....................R$6.769,18
  • No Resultado do 3º trimestre computa-se contas a pagar da AFBEPA, referente ao mês de setembro/2014 com vencimento no mês de outubro/2014.

A DIREÇÃO DA AFBEPA

UNIDOS SOMOS FORTES!

segunda-feira, 24 de novembro de 2014

AS IRREGULARIDADES NO PONTO ELETRÔNICO SÃO MANTIDAS

Após as diversas declarações dos funcionários e funcionárias do Banpará na assembleia, realizada no dia 18 de novembro, acerca das muitas irregularidades apresentadas no registro de ponto eletrônico, que não está em conformidade com o que dispõe as Portarias do Ministério do Trabalho e Emprego nº 373 e nº 1510, o Sindicato dos Bancários juntamente com o Banco do Estado do Pará, interpuseram uma petição conjunta à 13ª Vara do trabalho de Belém para que, no prazo de 90 dias, sejam, segundo o Sindicato e a Direção do Banpará, implantadas as melhorias no sistema de Ponto Eletrônico e, também, para internalização do novo processo de controle de frequência dos funcionários.

Esse pedido seria benéfico aos trabalhadores e trabalhadoras do Banpará, se estivesse contido o principal, que é o descumprimento do Banpará em atender o que prevê as Normas do MTE, conforme abaixo destacado da Portaria Nº 1.510/2009:

“O SREP deve registrar fielmente as marcações efetuadas, não sendo permitida qualquer ação que desvirtue os fins legais a que se destina, tais como:

I - restrições de horário à marcação do ponto;
II - marcação automática do ponto, utilizando-se horários predeterminados ou o horário contratual;
III - exigência, por parte do sistema, de autorização prévia para marcação de sobrejornada; e
IV - existência de qualquer dispositivo que permita a alteração dos dados registrados pelo empregado (grifo nosso).

Mais uma vez percebemos que, o que é prioridade para o funcionalismo, não o é para o Sindicato dos Bancários e o Banpará.

Por que o sistema implantado não atende o que a Portaria estabelece??

Por que um funcionário tem que chegar às 8h da manhã para bater o ponto, se o seu horário é às 8h30? E por que tem de bater o ponto às 14h se o seu horário termina às 14h30??

E mais, qual a internalização que o funcionalismo tem de assimilar: um ponto que respeite às normas do MTE ou o ponto que a Direção do Banpará e o Sindicato querem?


ESTAMOS DE OLHOS ABERTOS!!


UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos
Assessora de Imprensa

quarta-feira, 19 de novembro de 2014

PONTO ELETRÔNICO QUE SERÁ IMPLANTADO PELO BANPARÁ ESTÁ IRREGULAR


Art. 2º O SREP deve registrar fielmente as marcações efetuadas, não sendo permitida qualquer ação que desvirtue os fins legais a que se destina, tais como:
I - restrições de horário à marcação do ponto;
II - marcação automática do ponto, utilizando-se horários predeterminados ou o horário contratual;
III - exigência, por parte do sistema, de autorização prévia para marcação de sobrejornada; e
IV - existência de qualquer dispositivo que permita a alteração dos dados registrados pelo empregado (grifo nosso).



Art. 3º Os sistemas alternativos eletrônicos não devem admitir:
I - restrições à marcação do ponto;
II - marcação automática do ponto;
III - exigência de autorização prévia para marcação de sobrejornada; e
IV - a alteração ou eliminação dos dados registrados pelo empregado.
§1º Para fins de fiscalização, os sistemas alternativos eletrônicos deverão:
I - estar disponíveis no local de trabalho;
II - permitir a identificação de empregador e empregado; e
III - possibilitar, através da central de dados, a extração eletrônica e impressa do registro fiel das marcações realizadas pelo empregado.



Os artigos acima citados foram destacados por um funcionário, na assembleia do Ponto Eletrônico, ocorrida na noite de ontem, 18, no Sindicato dos Bancários e que demonstram o procedimento irregular, adotado pela Direção do Banpará, na implantação do Ponto Eletrônico.

O Banpará, na implantação do ponto eletrônico, descumpre de forma gritante o artigo 3º da Portaria 373 e os artigos 2º, 4º 7º, 11º, 19º, 28º e 29º da Portaria 1510, ambas do Ministério do Trabalho e Emprego. Desta forma, a categoria não deve aceitar a efetiva implantação do sistema de ponto eletrônico com todos esses descumprimentos, que fere gravemente os nossos direitos como trabalhadores”, denunciou o funcionário.


A presidenta da Associação dos Funcionários do Banco do Estado do Pará (AFBEPA), Kátia Furtado, que também se fez presente na Assembleia, juntamente com a vice-presidenta Cristina Quadros, informou que a AFBEPA não foi incluída pelo Banpará e pelo Sindicato dos Bancários para participar do processo de Implantação do Ponto Eletrônico e ressaltou que “se o ponto eletrônico for implantado da forma como está, cheio de erros e irregularidades no sistema, inclusive apontando formas discriminatórias de funcionamento para os trabalhadores de jornadas de 6h e de 8h, será efetivado o QUERER da Direção do Banpará, desconsiderando completamente a luta e o respeito pelos nossos direitos”.

A presidenta da AFBEPA também solicitou que a Direção do Banpará preste contas ao funcionalismo e à sociedade acerca da compra das primeiras máquinas de marcação de jornada, atualmente em desuso em algum lugar do Banpará, pois foi gasto dinheiro público para a aquisição delas e para deslocamento de funcionários, no treinamento dos trabalhadores e trabalhadoras no interior do Estado. 

Outra questão importante é o Banpará explicar por que esse Sistema de Controle de Jornada não funciona?? A exemplo do tempo que o funcionário leva para logar e realizar o resgistro.

Que sistema é esse? Com a palavra a Diretoria do Banpará.


Tereza Cristina explanou que o ponto eletrônico está pior que uma folha de presença britânica. “Os erros são tantos que muitos de nós, funcionários, estamos absolutamente chateados com a postura da Direção do Banpará, em querer jogar contra o nosso direito, de ter a nossa jornada respeitada e realmente marcada”.


Após as manifestações do funcionalismo na Assembleia, o Sindicato informou que não assinará o Termo de Acordo com a Direção do Banpará. Disse ainda que o ponto eletrônico vai ser implementado, porque é uma determinação judicial, porém o Banco terá um prazo de até 90 dias para regularizar os ajustes solicitados pela categoria. Caso, dentro deste prazo, não seja feito todos os ajustes, o Sindicato, mais uma vez, não assinará o Termo e o Banpará será penalizado com multa pelo descumprimento das regularidades.

No entanto, por que a entidade sindical, que diz representar a nossa categoria, não observou as berrantes discrepâncias entre a Normatização do ponto eletrônico do Banpará e as Portarias 373 e 1510??? Fato esse que teve que ser destacado por um colega de trabalho?

Fica-nos a questão????

A AFBEPA considera importantíssimo DEFENDER o nosso Direito ao Ponto Eletrônico, da forma como estabelece a Portaria do Ministério do Trabalho e Emprego, e ainda, respeitando os Direitos adquiridos e as devidas Flexibilizações. 


UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto e fotos: Kamilla Santos, Assessora de Imprensa da AFBEPA