A insegurança continua rondando e
atingindo os bancários e bancárias do Estado do Pará. Nesta sexta-feira, 29/11,
mais um assalto foi registrado no Banpará, desta vez na agência da BR-316, no
quilômetro 8, em Ananindeua.
A modalidade de assalto conhecida como “sapatinho” vitimou o colega gerente da agência e companheiro de lutas coletivas. Os bandidos adentraram sua casa de madrugada e mantiveram sequestrados em cárcere privado os seus dois filhos, para terem acesso ao dinheiro do Banco.
Estima-se que foi levado cerca de R$ 300 mil em dinheiro, mas a auditoria ainda está trabalhando nesse levantamento. No entanto, a vida dos bancários e seus familiares não tem preço, e todos os dias eles estão expostos a uma rotina de insegurança, não importa se é na capital ou no interior. O investimento em segurança pública, especialmente focada nos serviços bancários, não vem acontecendo em nenhuma região do Pará.
A AFBEPA registra com profundo pesar e atitude de protesto pela insegurança e falta de investimentos nas agências do Banpará, tanto para quem está trabalhando e usando o serviço dentro das agências, quanto para as famílias dos companheiros que ocupam cargos estratégicos como as gerências e tesourarias. “Queremos respeito, valorização e investimentos no que é fundamental: A VIDA HUMANA”, afirma a presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, imediatamente após ser informada da ocorrência no Banpará da BR-316.
O mais grave, ainda segundo Kátia Furtado, é a atitude do Banpará, tentando esconder da sociedade o assalto ocorrido na agência. “O Banpará tenta esconder da sociedade o que vivenciamos como trabalhadores bancários, já que no seu comunicado à população, em lugar de falar a verdade, afixou um aviso de que a agência encontra-se fechada por ‘falta de comunicação’, o que é uma inverdade. Queremos investimentos urgentes em segurança, o ser humano não pode continuar exposto desse jeito”, protesta Kátia Furtado, que também manifestou sua posição enquanto cidadã em sua página pessoal na rede Facebook.
A modalidade de assalto conhecida como “sapatinho” vitimou o colega gerente da agência e companheiro de lutas coletivas. Os bandidos adentraram sua casa de madrugada e mantiveram sequestrados em cárcere privado os seus dois filhos, para terem acesso ao dinheiro do Banco.
Estima-se que foi levado cerca de R$ 300 mil em dinheiro, mas a auditoria ainda está trabalhando nesse levantamento. No entanto, a vida dos bancários e seus familiares não tem preço, e todos os dias eles estão expostos a uma rotina de insegurança, não importa se é na capital ou no interior. O investimento em segurança pública, especialmente focada nos serviços bancários, não vem acontecendo em nenhuma região do Pará.
A AFBEPA registra com profundo pesar e atitude de protesto pela insegurança e falta de investimentos nas agências do Banpará, tanto para quem está trabalhando e usando o serviço dentro das agências, quanto para as famílias dos companheiros que ocupam cargos estratégicos como as gerências e tesourarias. “Queremos respeito, valorização e investimentos no que é fundamental: A VIDA HUMANA”, afirma a presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, imediatamente após ser informada da ocorrência no Banpará da BR-316.
O mais grave, ainda segundo Kátia Furtado, é a atitude do Banpará, tentando esconder da sociedade o assalto ocorrido na agência. “O Banpará tenta esconder da sociedade o que vivenciamos como trabalhadores bancários, já que no seu comunicado à população, em lugar de falar a verdade, afixou um aviso de que a agência encontra-se fechada por ‘falta de comunicação’, o que é uma inverdade. Queremos investimentos urgentes em segurança, o ser humano não pode continuar exposto desse jeito”, protesta Kátia Furtado, que também manifestou sua posição enquanto cidadã em sua página pessoal na rede Facebook.


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