BANPARÁ VAI PARAR NO DIA 20: sexta mesa termina sem proposta econômica e mantém indefinições




A sexta mesa de negociação da Campanha Salarial 2026 terminou nesta segunda-feira (17) sem que o Banpará apresentasse respostas às principais reivindicações econômicas dos empregados e empregadas
A reunião começou com o fechamento das redações de artigos que ainda estavam pendentes. Em seguida, o Banco apresentou um estudo comparativo sobre os valores das comissões, alegando que  o Banpará estaria entre as instituições financeiras que melhor remuneram suas funções.

Duas pautas importantes, entretanto, ficaram fora do levantamento: a quebra de caixa e as comissões do Call Center. Para esses pontos, o Banco pediu um prazo de 180 dias para apresentar uma posição.

PCS: Banco questiona decisão construída no GT

A AFBEPA também cobrou o cumprimento do que foi aprovado no Grupo de Trabalho do PCS: promoção por antiguidade a cada dois anos e promoção por merecimento a cada três anos, essa foi a principal inversão feita pelo GT/PCS, isso, inclusive, propicia mais promoções ao bancário(a),  vez que se aprovou a retirada do índice de eficiência dessa promoção. 

Na mesa a nossa Associação reafirmou que a contagem para a promoção por antiguidade foi analisada e feito diversos cenários de promoções por antiguidade, para quem iria ser dispensado e quem faltava um certo tempo pra ser, mas, sempre o Banco considerando o início em 1º de janeiro de 2025. As projeções consideraram o tempo de Banco e a idade dos empregados e empregadas, inclusive para calcular quantas promoções cada pessoa ainda poderia receber.

6ª Mesa de Negociação com o Banpará


Portanto, para a AFBEPA, o Banpará deve garantir a promoção por antiguidade em 2027.

Mesmo diante dessas informações, o Banco informou que ainda verificará os registros do GT antes de confirmar o marco inicial da contagem, deixando novamente o tema sem uma definição.

Banpará não apresenta proposta econômica

Ao ser cobrado sobre a proposta econômica global, incluindo as garantias para o primeiro e o segundo ano do acordo, o Banpará informou que ainda não apresentaria uma resposta.

O Banco afirmou que continuará avaliando o tema para levar a proposta a uma próxima mesa. Assim, mais uma rodada terminou sem definição sobre o PCS e, principalmente, sem resposta concreta às reivindicações econômicas da categoria.

Os empregados e empregadas do Banpará já esperaram demais.

Diante da falta de avanços econômicos, a resposta será dada com organização e força coletiva: dia 20, o Banpará vai parar!

Sem valorização econômica, não há acordo!


UNIDOS SOMOS FORTES

A DIREÇÃO DA AFBEPA



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