Contrariando a fala supostamente preocupada do Secretário de Governo, Sérgio Leão, que demonstrou grande aflição quanto ao alto nível de endividamento do funcionalismo público estadual, em recente audiência com a AFBEPA, o governo estadual está abrindo o empréstimo consignado para os funcionários públicos em mais um banco, desta vez a Caixa Econômica Federal.
Essa política de esvaziamento do Banpará começou, infelizmente, ano passado quando a então governadora abriu os empréstimos consignados para o BMG, Votorantin, Cruzeiro do Sul, Bonsucesso, Cemear e Daycoval, conforme denunciamos aqui no Nosso Blog, em 22 de outubro de 2010.
Agora, o governo Jatene sinaliza, claramente, o aprofundamento dessa política de esvaziamento do Banco estadual, do patrimônio público do povo do Pará.
O que os funcionários públicos precisam é de mais salário, valorização, melhores condições de trabalho e não de mais endividamento!
Nenhum governo, por mais legítimo que seja, tem a autoridade moral para sufocar e destruir, extinguir, incorporar ou vender um patrimônio público, sem antes consultar a sociedade. Fizeram isso com a Celpa e hoje a população amarga as altas taxas e a queda brutal na qualidade do serviço. Em se tratando do Banpará, são quase cinquenta anos de verbas públicas investidas no Banco que pode, e deve, dizer a que veio, cumprir a sua missão primordial de ser um pilar da política de desenvolvimento com inclusão social no Estado.
A AFBEPA já está se mobilizando no sentido de debater junto ao governo estadual, aos parlamentares, aos municípios, à sociedade civil organizada, às entidades representativas dos trabalhadores, os caminhos de defesa do Banpará, que não é patrimônio de partidos ou governos, mas do Povo do Pará, e por isso merece respeito!
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Essa política de esvaziamento do Banpará começou, infelizmente, ano passado quando a então governadora abriu os empréstimos consignados para o BMG, Votorantin, Cruzeiro do Sul, Bonsucesso, Cemear e Daycoval, conforme denunciamos aqui no Nosso Blog, em 22 de outubro de 2010.
Agora, o governo Jatene sinaliza, claramente, o aprofundamento dessa política de esvaziamento do Banco estadual, do patrimônio público do povo do Pará.
O que os funcionários públicos precisam é de mais salário, valorização, melhores condições de trabalho e não de mais endividamento!
Nenhum governo, por mais legítimo que seja, tem a autoridade moral para sufocar e destruir, extinguir, incorporar ou vender um patrimônio público, sem antes consultar a sociedade. Fizeram isso com a Celpa e hoje a população amarga as altas taxas e a queda brutal na qualidade do serviço. Em se tratando do Banpará, são quase cinquenta anos de verbas públicas investidas no Banco que pode, e deve, dizer a que veio, cumprir a sua missão primordial de ser um pilar da política de desenvolvimento com inclusão social no Estado.
A AFBEPA já está se mobilizando no sentido de debater junto ao governo estadual, aos parlamentares, aos municípios, à sociedade civil organizada, às entidades representativas dos trabalhadores, os caminhos de defesa do Banpará, que não é patrimônio de partidos ou governos, mas do Povo do Pará, e por isso merece respeito!
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Comentários
Enfim hoje quando vejo um certo movimento em frente a uma agencia percebi que o banco acordou para a competição com taxas mais proximas a realidade do mercado.
Vale considerar também que o STJ proíbiu qualquer tipo de exclusividade a bancos para emprestimo consignado. Então acredito que a critica é em cima da política e estratégia de ação do banpara.
serviço de empréstimo consignado da Caixa Econômica Federal para servidores estaduais do Pará nem bem abriu e já foi suspenso, por solicitação do governador Simão Jatene (PSDB).
Ontem (30), a direção da Caixa recebeu stop do governo paraense.
Atraídos por juros com taxa de apenas 1,82%/mês, contra exorbitantes 5% cobrados no Banpará, servidores estaduais correram para as agências da Caixa para fechar negócio.
O efeito, digamos assim, manada assustou o governo Jatene II, que resolveu por pé no freio para reavaliar o cenário.
Na Caixa, o servidor estadual que contrair empréstimo tipo consignado de R$ 5 mil paga R$ 196,94 em 36 meses, ou R$ 143,93 em 60 meses ou ainda R$ 117,20 em R$ 117,20.
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Atualizado, às 11h44
Alcançado há pouco pelo blog, a diretoria do Banpará, via assessoria de imprensa, declarou que não ordenou a “suspensão” do serviço com a Caixa. O blog apurou que realmente isso não chegou a ser feito. Mas os juros cobrados pelo banco estatal paraense para empréstimos consignados acordaram hoje (1º) reajustados. Para baixo. Chegaram a patamares bem inferiores ao cobrado pela Caixa. Essa foi a solução encontrada pelo governo Jatene II para estancar o efeito manada descrito acima.
A ANA JULIA NAO E GRANDE COISA MAS PELO MENOS ELA VALORIZOU O BANCO DO POVO, EU PREFIRO 10 VEZES UMA ANA JULIA DO QUE UMA VEZ UM BARBA DE BODE COMO ESTE QUE AÍ ESTÁ, MAS GRAÇAS A DEUS QUE MINHAS MAOS ESTAO LIMPAS DA ELEIÇAO DELE. E GRAÇAS A DEUS QUE NAO TRABALHO MAIS NO BANPARA SENAO AMANHA MESMO ELES PRATICARIAM QUALQUER RETALIAÇAO CONTRA MINHA PESSOA.
JOSE ELIAS DE SOUZA
XINGUARA - PA