"A pesquisa, finalizada em 2012, aponta que o ambiente de trabalho dos enfermeiros se caracteriza pela necessidade de rapidez, normalmente exercida sob pressão e ainda agilidade na tomada de decisões que muitas vezes requer raciocínio rápido.
O ritmo acelerado, a falta de gestão, humilhações, perseguições, agressões verbais e em muitas vezes até físicas, levam o profissional ao isolamento e ao sofrimento mental e físico, que por sua vez se desdobram em sintomas e distúrbios característicos da violência laboral."
Interessante perceber que, também no caso dos enfermeiros, as doenças e causas de óbitos não aparecem, em um primeiro momento, diretamente relacionadas aos ambientes e condições de trabalho, no entanto, quando as questões são recolocadas sob a ótica das pressões sofridas, é imediata a correlação entre o trabalho, as doenças e a maioria das causas de óbitos.
Clicando aqui, você é direcionado para o relatório da pesquisa, em PDF. Vale a pena ler, refletir e, sobretudo, cuidar da própria saúde! Jamais abir mão de direitos, não se submeter ao assédio moral, não baixar a cabeça para injustiças, nunca permitir-se ser abusado. Saúde é prioridade, porque sem ela, vivemos pela metade e o que realmente importa: nossa vida, o amor de nossa família, acaba ficando em segundo plano. O certo é: trabalhar para melhor viver e não viver para trabalhar.
Procurem o Sesmt, a ajuda das terapias holísticas é fundamental para uma melhor qualidade de vida, e denunciem, sempre, quaisquer tentativas de abuso dos direitos do trabalhador/a.
NA LUTA É QUE SE AVANÇA!
UNIDOS SOMOS FORTES!
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