sexta-feira, 30 de outubro de 2015

JUSTIÇA TRABALHISTA ANTECIPA TUTELA E FUNCIONALISMO CONQUISTA VITÓRIA CONTRA O DESCASO DO BANPARÁ


Em um Meio Ambiente de Trabalho Saudável. É assim que os funcionários(as) da Agência Nazaré estão desempenhando os seus trabalhos, desde que a Justiça Trabalhista determinou para o Banpará, no último dia 19, o Embargo da Obra do Prédio da Agência Nazaré, a fim de coibir o desleixo, o descaso e o pouco caso da Direção do Banpará com os bancários(as) daquela unidade, que estavam submetidos a uma rotina de trabalho insalubre, perigosa e barulhenta.

A AFBEPA tentou por diversas vezes solucionar o problema de forma administrativa, buscando a CIPA e a GESAT para que providências fossem tomadas, no entanto, nada foi resolvido e a situação se agravava cada vez mais.
 

“Desde que os funcionários começaram a denunciar a situação caótica que estavam enfrentando no Prédio da Agencia Nazaré, a nossa Associação foi procurar a CIPA e a GESAT e após passado, mais ou menos, um mês sem que o Banpará tomasse nenhuma providência que ajudasse e cuidasse da saúde dos colegas, a única alternativa que restou à AFBEPA foi a de contratar um Engenheiro do Trabalho e Perito Judicial, para avaliar se havia o risco de Dano Irreparável ou de Difícil reparação à Vida dos Trabalhadores. O perito confirmou as nossas suspeitas de presentes e futuros danos à Saúde das pessoas que ali trabalham. Desta forma, no sentido de Proteger a Vida, a AFBEPA demandou uma Ação Civil Pública para o Judiciário Trabalhista, que determinou ao Banpará o Embargo da Obra”, alega Kátia Furtado.

Para a AFBEPA parece que o Banpará ao por em prática uma obra, não atenta para o cuidado com a Vida das pessoas que trabalham no local, como se a Vida desses trabalhadores (as) não valesse nada ou, pior, as PESSOAS são tratadas como COISAS.

A AFBEPA visitou Unidades de Trabalho que estão em situação precárias e Unidades que estão a ponto de ruir. Já pedimos à Direção do Banpará que providencie o remanejamento e a necessária obra de manutenção ou de reconstrução, mas o DESCASO é MAIOR.

Eis a Sentença da Justiça do Trabalho:

“Segundo as imagens anexadas aos autos, bem como o laudo técnico de impacto ambiental, é possível verificar que os trabalhadores estão convivendo diariamente num ambiente insalubre, com ruídos, por vezes, acima dos limites permitidos, o que pode lhes causar diversos problemas na saúde. O perigo que representa a demora da prestação jurisdicional está suficientemente demonstrado pelo potencial risco à integridade física dos trabalhadores. Destarte, defiro o pedido de antecipação de tutela, porque preenchidos os requisitos da legislação adjetiva, determinando ao demandado que suspenda a obra de construção e reforma realizada no edifício localizado na Av. Nazaré, nº 1329, Bairro de Nazaré, nesta cidade, sob pena de pagamento de multa diária de R$1.000,00 em benefício de instituição pública ou privada sem fins lucrativos a ser definida futuramente pelo juízo por irregularidade constatada”.


RELEMBRE O CASO


Desde agosto, os funcionários e funcionárias da Agência Nazaré do Banpará estavam enfrentando uma rotina de trabalho insalubre, barulhenta e perigosa por causa de uma obra de reforma que estava sendo realizada no terceiro andar, que duraria até dezembro deste ano.

A rotina de trabalho estava infernal, com muito pó, barulho e situações que colocavam em risco a vida e saúde dos colegas, como o vazamento de água que escorria para a SUSEM, devido uma abertura feita pelos pedreiros, que poderia causar um curto-circuito e incêndio. Além disso, diversas foram as denúncias de problemas de saúde causados pelos transtornos da obra, como alergias, dores de cabeça, falta de ar e estresse. Detalhe, as máscaras compradas pelos funcionários era INADEQUADA, não protegia os colegas, como também foi verificado que os ar-condicionados estão necessitando serem limpos.

Essa contextualização o Banpará poderia Verificar e Prevenir, MAS NÃO SE IMPORTA.

Cuida Voluntariamente do seu Funcionalismo, Direção do Banpará!

A Luta da AFBEPA é a Luta do Funcionalismo. Parabéns por mais essa vitória!!

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos
Imagens: Arquivo AFBEPA

SUPERLOTAÇÃO GERA TRANSTORNO A CLIENTES E ABALA A SAÚDE DOS FUNCIONÁRIOS DO BANPARÁ


SUPERLOTADAS!!! Essa era a situação encontrada nas Unidades de Trabalho do Banpará durante toda a semana. Com poucos bancários para atender a grande demanda de clientes e usuários, o Banpará ficou com as suas Unidades (Agências e PABS) superlotados.

Não é de hoje que a AFBEPA denuncia essa situação caótica que os trabalhadores e trabalhadoras do Banco enfrentam, todos os meses, à época de pagamento dos servidores públicos e, também, nos períodos de pagamento de empresas privadas. A maior parte do transtorno, atualmente observado, é causada pelo déficit de funcionários nas unidades de trabalho, seja por motivo de férias, adoecimento, transferência, entre outros.


Resultado disso é o funcionalismo excessivamente sobrecarregado, sendo que tem Unidades de Trabalho abrindo às 8h da manhã e, até atender o último cliente, já se aproxima das 18h. Sob constante estresse e pressão devido às imensas filas de clientes que se formam a todo o instante, o dia inteiro, os trabalhadores (as) adoecem.

Além disso, há uma desobediência da Lei, que determina que o trabalhador só deve realizar até duas horas extras por dia, quando o trabalho não puder deixar de ser realizado. 

A AFBEPA percebeu também que o Sistema de Ponto Eletrônico continua trabalhando em desacordo com o SPA, o que é uma burla à Lei, pois às 16h o Sistema de Ponto encerra e o SPA permanece funcionando, sem registrar as horas extras dos funcionários que continuam ali, trabalhando.

Banpará, até quando vamos ter que fazer essa denúncia para essa Direção do Banco e para a sociedade? Se a situação já está insustentável na capital, imagine no interior do estado, que o quadro de pessoal é ainda menor, para dar conta de atender todo o público local. Providências urgentes devem ser tomadas. Chega de desleixo e descaso com quem tanto se doa por esse Banco.

-Queremos Contratações Urgentes!

-Queremos Pagamento de todas as Horas Extras Realizadas!

-Queremos Respeito!


UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos
Fotos: AFBEPA

quinta-feira, 29 de outubro de 2015

CRÉDITO DE PLR PRECISA SER EXPLICADO

A AFBEPA protocolou junto à DIRAD e SUDEP, solicitação de Demonstrativo dos Cálculos da Antecipação da Participação nos Lucros e Resultados-PLR, ao funcionalismo do Banpará, uma vez que, a grande maioria dos trabalhadores (as), ao fazer o seu próprio cálculo não obtém o valor que o Banco creditou em sua conta corrente.

A AFBEPA espera que ao divulgar todo o demonstrativo e explicações acerca de como o funcionalismo deve proceder para chegar ao valor creditado em conta corrente, inclusive: qual o percentual do Lucro que foi distribuído? para quantos funcionários(as)? quantos funcionários(as) receberam proporcionalmente ao tempo de Banco? do percentual de 2,2%, da PLR Adicional, que é dividida linearmente, quantos funcionários (as) tiveram direito e quanto foi o valor que cada um recebeu? entre outras explicações que forem importantes, para que se chegue ao entendimento sobre a fórmula utilizada para o valor correspondente e devido a cada trabalhador (a).

Leia abaixo o Ofício na íntegra:



UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

terça-feira, 27 de outubro de 2015

COM PROPOSTA PIORADA, FUNCIONALISMO DECIDE PELO FIM DA GREVE E SINDICATO COMEMORA


Em clima de comemoração exultante, sorrisos largos, abraços e apertos de mão. Foi assim que o Sindicato dos Bancários, CONTRAF, FETEC e CUT encerraram a Assembleia do funcionalismo do Banpará, na noite de ontem (26), que, por 133 votos a 69 a favor da proposta do Banco e duas abstenções, decidiu pelo fim da greve dos bancários com uma proposta piorada para a categoria. A mesma proposta que já havia sido recusada na semana passada, dia 21/10, só que agora sem o abono dos dias parados, e que deveria ter sido Rejeitada em Mesa pelo Sindicato.

Em que pese a orientação da Presidência do Sindicato pela rejeição da proposta do Banpará, todas as intervenções feitas pelos outros Diretores do Sindicato e aliados, somando a FETEC e CUT, foram de desencorajamento da Luta e pela aceitação dessa proposta diminuta e piorada. Bastava fazer uma leitura do cenário posto na Assembleia, que se podia perceber qual o lado que eles realmente estavam representando e defendendo, vide as comemorações ao final da Assembleia.


“No ver da AFBEPA, por uma questão de ordem, essa proposta nem deveria ter sido levada para a Assembleia, visto já ter sido recusada pelo funcionalismo antes e na sua reapresentação, quando veio piorada. O sindicato deveria tê-la recusado em Mesa, caso eles realmente estivessem preocupados e visando o bem-estar e as vitórias para a nossa categoria”, ressaltou Joventina Marques.


“O que percebemos nessa Campanha Salarial, foi um assédio crescente, um Terrorismo gigante e, por fim, a Indução a Erro do funcionalismo por alguns representantes da categoria e o próprio Banpará, ao afirmarem para os bancários (as) que o Banco retiraria a proposta apresentada e, com isso, o funcionalismo perderia a PLR Social, a 13ª Cesta Básica e várias outras conquistas, o que não é verdade, sendo que essas conquistas estão garantidas no ACT 2014/2015, ainda em vigência”, esclareceu Kátia Furtado.

De acordo com a Assessoria Jurídica da AFBEPA, “as cláusulas permanecem válidas e somente são revogadas com a pactuação de nova Norma Coletiva.
Veja o teor da Súmula 277 do TST: Súmula nº 277 do TST - CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO OU ACORDO COLETIVO DE TRABALHO. EFICÁCIA. ULTRATIVIDADE (redação alterada na sessão do Tribunal Pleno realizada em 14.09.2012) - Res. 185/2012, DEJT divulgado em 25, 26 e 27.09.2012. As cláusulas normativas dos acordos coletivos ou convenções coletivas integram os contratos individuais de trabalho e somente poderão ser modificadas ou suprimidas mediante negociação coletiva de trabalho.
Nesse sentido, entendemos que qualquer negociação no dissídio iniciaria no PATAMAR já estabelecido no ACT anterior e no que já havia se comprometido o Banco este ano. Disso para melhor”, ou seja, mesmo que a nossa Luta fosse para dissídio, nada seria perdido, e, com a pressão da Greve, o funcionalismo podia até mesmo ter conseguido que o Banpará se comprometesse com o nosso Reenquadramento na Tabela do PCS.

O Sindicato, a FETEC, a CONTRAF e a CUT, em nenhum momento desta Campanha esclareceram a Categoria, no sentido de repor a verdade das falas que induziam a erro os bancários, as denúncias recebidas pela AFBEPA davam conta de que as Diretoras do Sindicato afirmavam que com a Recusa da Primeira Proposta apresentada pelo Banpará, o funcionalismo perderia a PLR SOCIAL e a DÉCIMA TERCEIRA CESTA CHEIA. O que NÃO OCORRERIA, só se o Sindicato aceitasse, em nova negociação coletiva de trabalho.

Na reunião, e não Negociação, ocorrida na tarde de ontem, no 5º andar da Matriz Banpará, a AFBEPA propôs e a REPRESENTANTE DO BANCO SE NEGOU a negociar o Valor de uma Remuneração em PLR Complementar, conforme a Caixa Econômica ofereceu em sua proposta aos bancários daquela Instituição; 16% de Reajuste no Ticket Alimentação, uma vez que Belém é uma das capitais onde a cesta básica é das mais caras, além do que o Banco deduz no Imposto de Renda o que gasta com alimentação aos seus empregados; Plano de Saúde apara os descendentes até 30 anos; Prazo para o Reenquadramento do Funcionalismo no PCS; Prazo para atendimento de Plano de Saúde aos Ascendentes; Autonomia e Independência para GESAT atuar junto aos Funcionários (o Banco disse que já pratica). 

A proposta que foi aprovada na AGE de ontem segue a Fenaban no Reajuste Salarial de 10%, Reajuste de 14% no Ticket Alimentação; PLR; Auxílio Creche Babá e compensação dos dias parados; PLR Social de 4%; Anuênio de 10% (aumentou R$5,00); Licença Prêmio de 40 para 45 dias, ao final de 5 anos; Auxílio Academia em 10% (aumentou R$10,00). Além disso, a Promoção de janeiro de 2016, que já estava prevista.

O QUE DEIXAMOS DE CONQUISTAR:

A nossa Valorização, mais salário no bolso, o nosso REENQUADRAMENTO. Para o Presente e para o nosso Futuro enquanto bancários e bancárias do Banpará. Esse era e continuará sendo o GRANDE COMPROMISSO de nossas Vidas, o nosso Reenquadramento da Tabela de Níveis Salariais do PCS. Essa era a grande Luta desta Greve, e iria trazer Qualidade de Vida e Aposentadoria Digna para todos nós, trabalhadores iniciantes e com mais tempo de Banco, entre várias outras reivindicações que podíamos ter conquistado.


“A Assembleia é um espaço decisório absoluto, não podemos contestar, mas a sensação é amarga. Quais conquistas realmente obtivemos? O que foi melhorado para a nossa Vida? O que o Banpará nos deu? Nada! Pois tudo isso que está aí, nós já tínhamos”, observou Cristina Quadros.

Ag. Nazaré
As agências lotadas de aposentados logo de manhã cedo, como a Ag. Nazaré, que abriu a Unidade de Trabalho às 8h da manhã, demonstrou que a nossa pressão deveria ser mais forte hoje, mas, infelizmente, ainda temos Entidades com pouco ou nada de Espírito de Classe Trabalhadora.

A Sensação que ficou dessa Greve é que lutamos muito e morremos na beira, pois quem deveria nos fortalecer somente nos enfraqueceu diante da Direção do Banco, em suas falas e ações medrosas, fracas e mesquinhas.

UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos
Assessoria de Imprensa
Imagens: Diretoria da AFBEPA

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

BANPARÁ DESRESPEITA FUNCIONALISMO, QUE DEVE CONTINUAR EM GREVE!


Colegas, agora a pouco terminou a Mesa de Negociação pedida pelo Sindicato, para que o Banpará reapresentasse a proposta recusada pela categoria. O Banco apresentou a mesma proposta sem o Abono das Horas. O que trata com mais rigor o funcionalismo.

A AFBEPA viu nesta Campanha Salarial que o Sindicato, FETEC, CONTRAF e CUT são os nossos algozes, Enfraquecem e Fragilizam a Nossa Luta.

O abaixo-assinado nos reduziu a pó na visão da Direção do Banpará. Nada poderia ter sido tão ruim e contrário à DECISÃO COLETIVA do que INDUZIR O FUNCIONALISMO A ERRO COM A PROPOSITURA DO ABAIXO-ASSINADO

Agora, se caminhar para um Dissídio Coletivo a culpa é do Sindicato, que aceitou a primeira proposta do Banco, sem lhe informar que ela era INSUFICIENTE. O PRAZO para o NOSSO REENQUADRAMENTO no PCS é a bandeira FUNDAMENTAL desta Campanha, por isso, a importância de consigná-lo no Acordo.

Na mesa de hoje, a AFBEPA solicitou que o Banco firmasse prazo para esse REENQUADRAMENTO e também reajustasse o TICKET ALIMENTAÇÃO em 16%, tendo em vista que o Pará é campeão de preços altos; MANUTENÇÃO DO PLANO DE SAÚDE PARA OS DESCENDENTES, ATÉ 30 ANOS; PLR COMPLEMENTAR NO VALOR DE UMA REMUNERAÇÃO (conforme CAIXA ECONÔMICA propõe); AUTONOMIA E INDEPENDÊNCIA PARA GESAT ATUAR; PLANO DE SAÚDE PARA OS ASCENDENTES.

A DIRAD NÃO CONCORDOU.

Portanto, no entendimento da AFBEPA, essa proposta recusada pelo funcionalismo em Assembleia, deveria ter sido RECUSADA na mesa de hoje.

No passado, o Sindicato pediu a intervenção do Judiciário para nos ajudar na Mesa.

Neste ano, a AFBEPA pediu para o Sindicato chamar o Ministério Público do Trabalho, a fim de nos ajudar a vencer a Intransigência da Diretoria do Banco, mas o Sindicato não quis. 

Agora, depois de mexidas do Sindicato que prejudicaram a DECISÃO COLETIVA DE GREVE, pois para o Banco somos fracos, após a propositura do abaixo-assinado, temos uma PROPOSTA PIORADA.

A AFBEPA ENTENDE QUE A GREVE DEVE CONTINUAR!!

UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

sexta-feira, 23 de outubro de 2015

FUNCIONALISMO QUER NEGOCIAÇÃO E COMPROMISSO DO BANPARÁ COM O REENQUADRAMENTO NO PCS


Desde o dia 6 de outubro, a categoria bancária de todo o país está em greve, completando, hoje (23), 18 dias de paralisação. Em Assembleia específica dos bancários (as) do Banpará, realizada no último dia 21/10, o funcionalismo RECUSOU a primeira proposta apresentada pelo Banco e manteve a Greve, por entender que essa proposta ainda não contempla os interesses fundamentais da categoria.


Na proposta oferecida pela Direção do Banpará, e recusada pelo funcionalismo bancário, ainda faltaram itens essenciais para as Vidas dos trabalhadores e trabalhadoras do Banco, que ainda precisam ser negociados. Essa primeira proposta incluía apenas o aumento de R$10,00, no Auxílio Academia; Aumento de R$5,00 no Anuênio e 1 dia de acréscimo na Licença Prêmio, de resto, seguiria a Fenaban. Faltaram itens essenciais, como o Reenquadramento do Funcionalismo na Tabela do PCS; melhor Reajuste do Anuênio etc. O Reenquadramento nos Níveis da Tabela do PCS é a principal Luta dos Bancários e Bancárias do Banpará.

Na manhã de hoje, a Fenaban ofereceu um Reajuste de 10% aos bancários, cujo aumento real será de apenas 0,12% da inflação, PLR com a regra básica e 14% para os vales refeição e alimentação. No entanto, os bancários e bancárias do Banpará devem ter muita atenção com essa proposta, pois, ainda falta negociar itens específicos do Banpará que são essenciais para às nossas Vidas.

“Já que a primeira proposta do Banpará foi recusada pelo funcionalismo, estamos aguardando o Sindicato dos Bancários chamar a Direção do Banpará para reabrir as negociações. O funcionalismo espera que a Direção apresente propostas melhoradas”, disse Joventina Marques.

Para Cristina Quadros, “somente após reaberta as negociações com o Banpará, devemos votar em Assembleia Específica do funcionalismo do Banco, se aprovamos ou não a proposta apresentada. Ansiamos que o Banco entenda que nós só sairemos da greve quando ele se comprometer de fato com o nosso Reenquadramento no PCS”.

Ressalta, Kátia Furtado, que “nós, bancários e bancárias, precisamos analisar o cenário e as propostas com muita Cautela e muita Prudência. Não podemos sair da greve sem antes conseguirmos um compromisso real da Direção do Banpará com as nossas Vidas e com o Reenquadramento no PCS. A Fenaban já saiu com a sua proposta, agora é aguardar uma posição da Direção do Banco e do Sindicato, em relação a retomada da nossa negociação com o Banco. Como não há nada posto, a greve continua!”.

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto e imagens: Kamilla Santos
Assessora de Imprensa

CADÊ O PRESIDENTE???

CADÊ O PRESIDENTE???

Ele sumiu. Será que entrou em greve?

Alguém sabe onde foi parar o Presidente???

Será que tem algo mais importante do que resolver a greve do funcionalismo?

Ou será que ele também aderiu à greve?

Quem tiver informações, por favor, nos repasse. O funcionalismo do Banpará está aguardando!! 

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

quinta-feira, 22 de outubro de 2015

BANPARÁ AMEAÇA E FUNCIONALISMO QUER RESPEITO

Colegas, após uma assembleia em que as nossas almas e corações falaram no levantar das nossas mãos, hoje, o nosso dia começa com o sentimento de que temos uma árdua Luta pela frente, para podermos Garantir o que precisamos para Viver.

Já está claro para todos nós, funcionários e funcionárias do Banpará, que essa Diretoria negligencia e atenta contra as nossas necessidades de Vida, e isso quando estamos no momento de lhes solicitar o que necessitamos, pois quando queremos que eles se manifestem e demonstrem o seu respeito e valorização por todas as mais de mil Vidas que esperam respostas positivas, as manifestações são desleixo, descaso, descompromisso, desrespeito e desvalorização.

Ninguém AGUENTA mais esse Tratamento, e nem a ditadura, assédio e truculência na Relação de Trabalho, que temos vivenciado.

Agora a pouco mais uma demonstração da truculência e Ditadura dessa Direção do Banpará foi demonstrada.


Leia abaixo:

Pois bem, vamos aos esclarecimentos!

Primeiro: O Acordo Coletivo 2014/2015, vigente desde o dia 1º de setembro de 2014 a 31 de agosto de 2015, está ULTRATIVO, ou seja, está válido, e não pode ser SUPRIMIDO e NEM MODIFICADO por EXCLUSIVA VONTADE DO EMPREGADOR.

Abaixo a Súmula 277 do Egrégio Tribunal Superior do Trabalho, que DEVE ser seguida por Juízes Singulares e Tribunais.

Súmula nº 277 do TST
CONVENÇÃO COLETIVA DE TRABALHO OU ACORDO COLETIVO DE TRABALHO. EFICÁCIA. ULTRATIVIDADE (redação alterada na sessão do Tribunal Pleno realizada em 14.09.2012) - Res. 185/2012, DEJT divulgado em 25, 26 e 27.09.2012
As cláusulas normativas dos acordos coletivos ou convenções coletivas integram os contratos individuais de trabalho e somente poderão ser modificadas ou suprimidas mediante negociação coletiva de trabalho.

Segundo: na proposta rejeitada ontem pela grande maioria do funcionalismo, regras constantes da Convenção da FENABAN 2015/2016 também foram propostas, mas, até agora a proposta da FENABAN ainda não foi aceita pelos bancários de todo o país, por isso entendemos que temos de continuar em greve. No Comunicado da Diretoria n° 006/2015, contém novamente essa manifestação de que seguirá a FENABAN.

Portanto, o que os bancários e bancárias do Banpará têm até hoje garantido: as Conquistas do Acordo Coletivo 2014/2015 e o compromisso do Banpará seguir a FENABAN.

Em relação às conquistas do Acordo 2014/2015, ele está vigente, pois nenhum novo Acordo foi assinado, e como dito acima, nada pode ser modificado ou suprimido sem que haja uma Negociação Coletiva, Súmula 277 do TST.

Se toca, Direção do Banpará, nós vivemos num Estado Democrático e de Direito! Pare com essas Ameaças que não levam a nada. Traga Propostas que nos retirem da Greve. A Sociedade e os seus trabalhadores e trabalhadoras esperam isso.

Para todo o pessoal que constrói e luta por manter e propiciar lucros e resultados positivos ao Banpará cabe ao Banco, neste momento, nos tratar de forma Humana e Respeitosa, nos estimulando com bons salários a Lutar cada vez mais pelo Fortalecimento do Banpará.

UNIDOS SOMOS FORTES!!!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

FUNCIONALISMO RESPONDE À ALTURA AO DESINTERESSE DA DIREÇÃO DO BANPARÁ: QUEREMOS REENQUADRAMENTO NO PCS, JÁ!

132 votos contra a falta de propostas reais do Banpará
Contra a posição da Direção do Banpará, Sindicato dos Bancários, CONTRAF e CUT, o Funcionalismo do Banpará, na noite de ontem, 21 de outubro, deu a sua resposta à falta de propostas do Banpará, que atendam minimamente às nossas necessidades de Vida, e decide que a GREVE CONTINUA por tempo Indeterminado!!

Durante a Assembleia, que iniciou às 17h, na sede do Sindicato dos Bancários, o clima era de ansiedade e revolta, pois, no entender da grande maioria, o Banpará queria acabar com a greve sem se comprometer verdadeiramente em Reenquadrar os seus bancários e bancárias na Tabela do PCS, por tempo de serviço, e, além disso, queria utilizar o dinheiro do Plano PAS/CAFBEP para finalizar o movimento, o funcionalismo Gritou, Vaiou e Votou Contra a Proposta apresentada!

As vaias foram muitas, principalmente quando a orientação do Sindicato dos Bancários, da CONTRAF e da CUT era para que aceitássemos essa proposta indecorosa da Direção do Banco. Proposta essa que não chegava nem próximo do que a categoria almeja verdadeiramente, que é o Reenquadramento do Funcionalismo no PCS, já que o que continha na proposta apresentada eram as conquistadas do ano passado e seguir a Fenaban. Diante de muitos gritos de “REJEITA! REJEITA!”, o funcionalismo já demonstrava como seria o final daquela reunião.


“O Banpará tem uma Tabela composta por 35 níveis de Faixas Salariais, no entanto, ainda não sabemos de nenhum funcionário que já tenha conseguido galgar até o fim dela. O que sabemos é que a maior parte do funcionalismo está posicionado fora da sua realidade de tempo de serviço, pois há funcionários com 47 anos no nível 9, assim como funcionários com 33 anos no mesmo nível 9, ou ainda, colegas com 10 anos no nível 3 da tabela e assim por diante. Com o Reenquadramento do Funcionalismo na Tabela do PCS, essa realidade seria outra, pois funcionários com 47 anos de atividade no Banco, estariam no nível 35; colegas com 35 anos de serviço no Banco, deveriam estar, pelo menos, no nível 32; com 10 anos de tempo de serviço, já poderiam estar no nível 6 ou 7. Era essa a Resposta que nós, bancários e bancárias do Banpará, esperávamos dessa Direção. Era esse o compromisso que nós solicitamos, que a Direção do Banpará se importe também com as nossas Vidas e não apenas com o Lucro e Resultado do Banco. Esse Ajuste nas Faixas Salariais demonstraria isso. Por isso, a nossa Resposta não podia ser outra, a Greve continua!”, ressaltou Kátia Furtado.

Assim, por 132 a 61 votos e duas abstenções, foi rejeitada a proposta apresentada pela Direção do Banco e defendida pelo Sindicato, CONTRAF e CUT, por entendermos que a nossa Qualidade de Vida e o nosso Futuro valem muito mais que somente R$10 reais no Auxílio Academia e R$ 5,00 de aumento no Anuênio do funcionalismo, pois de resto, seguirá a Fenaban.

Banpará, QUEREMOS E MERECEMOS RESPEITO!! E enquanto não obtivermos propostas Reais e compromissos verdadeiros com às nossas Vidas, a nossa greve continua, por tempo indeterminado!!!

UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA



Texto e fotos: Kamilla Santos
Assessora de Imprensa

quarta-feira, 21 de outubro de 2015

BANPARÁ ENROLA E NÃO RESOLVE O REENQUADRAMENTO DO FUNCIONALISMO NO PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS


O Banpará, na Mesa de hoje, 21 de outubro, mais uma vez se esquivou de dar uma resposta positiva para o Principal Interesse do Funcionalismo, nesta Campanha Salarial: O REENQUADRAMENTO NO PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS.


Na Mesa de hoje, a Presidenta da AFBEPA ainda tentou negociar esse interesse propondo uma redação que amarrasse a efetivação do Reenquadramento posteriormente.

Eis a redação: 

“O Banpará efetivará Mesa Permanente com as entidades representativas do funcionalismo do Banco e a DIRAD, no prazo de 180 dias, a fim de reenquadrar os seus funcionários, por tempo de serviço, no Plano de Cargos e Salários. Esse reenquadramento terá previsão no regulamento do Plano de Cargos e Salários e deverá ser executado a partir de janeiro de 2018, conforme cronograma a ser estabelecido nessa mesa”.

Entretanto, o Banco se esquivou e, com a pretensão de enrolar os trabalhadores propôs a seguinte redação “o Banco assegura a manutenção do grupo paritário do PCS, com mesa específica para discutir, acompanhar e sugerir melhorias, critérios, bem como propor calendário de atividades, com vistas à implantação de um Plano de Cargos e Salários Sustentável, que contemple a carreira e salários compatíveis aos empregados, com bases nos resultados do Banco.

Ora, para quem não quer efetivar nada, essa é uma excelente redação.

Para a AFBEPA, quando o Banco expressa que o GT do PCS vai "discutir, acompanhar e sugerir melhorias", isso não garante NADA para o funcionalismo. Além disso, o Banpará, em sua redação, fala em "implantação de um PCS sustentável", ou seja, o Plano tem que ser viável, tem que se sustentar, senão, em outras palavras, o Banco se descompromete de Promoções. E com base "nos resultados do Banco", quer dizer a mesma coisa já manifestada.

Portanto, com essa redação que o Banpará quer nos tirar da greve, não está garantido nada em relação ao nosso Reenquadramento. Vamos continuar com 10, 20, 30 ou 40 anos nos níveis, 6, 7, 8, 9, 10.

BASTA!!! BASTA DE DESCASO! BASTA DE DESRESPEITO! BASTA DE DESLEIXO! BASTA DE DESVALORIZAÇÃO!!!!!!

As propostas que estão nos tirando da greve, estão garantindo o que já se negociou ano passado e a Fenaban, e a surpresa desse ano é a cara de pau do Banco de ter negociado o dinheiro do PAS/CAFBEP para tirar o funcionalismo da greve.

Desta forma, a AFBEPA vai defender a continuidade da GREVE e a LUTA por Melhorias Salariais Reais!

DA AMEAÇA À PRESIDENTA DA AFBEPA

Após o Banco entregar a sua proposta ao Ente Sindical, a Presidenta da AFBEPA foi tirar Xerox na sala ao lado e, ao retornar, deu de cara com a DIRAD. Ainda com o objetivo de sensibilizá-la para a importância da Liberação dos Dirigentes da AFBEPA para Formação Política, uma vez que a Diretoria da AFBEPA não é contemplada com a Frequência Livre, como ocorre com a Diretoria do Sindicato e Delegados Sindicais, que têm esse Direito de participar 12 vezes ao ano, em dias úteis, de Cursos de Formação Sindical, sendo que a DIRAD já havia dito em Mesa ser IMPOSSÍVEL essa liberação para a AFBEPA, a Diretora a avisou que o Presidente havia requerido o seu retorno ao Banco, no que a Presidenta da AFBEPA falou que acataria o que o Presidente do Banpará mandasse, pois quem paga os seus salários é o Banco.

A ameaça se deu porque a Presidenta da AFBEPA cumpre com o seu papel de Defesa da Classe Trabalhadora e isso INCOMODA!

Para a AFBEPA, a ameaça do Banco é um ataque à nossa Associação.

UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

terça-feira, 20 de outubro de 2015

SEGUNDO DIA DE MESA NO BANPARÁ TERMINA EM IMPASSE QUANTO AO PCS


A Mesa de hoje (20/10), que iniciou às 9h30 e durou até há pouco, às 19h30, terminou com divergências quanto à negociação do Plano de Cargos e Salários-PCS. Assim, a Mesa retomará amanhã (21/10), provavelmente, às 9h, para nova Negociação.

Até amanhã, a AFBEPA divulgará, detalhadamente, o que ocorreu nas Mesas e qual posicionamento da nossa Associação diante das propostas apresentadas pelo Banco.

UNIDOS SOMOS FORTES!

A DIREÇÃO DA AFBEPA

sexta-feira, 16 de outubro de 2015

FUNCIONALISMO QUER PROPOSTAS ECONÔMICAS DA DIREÇÃO DO BANPARÁ NA PRÓXIMA MESA

AFBEPA presente no 11º dia de Greve do Funcionalismo Bancário
O Funcionalismo do Banpará está na expectativa de que a Direção do Banco apresente boas propostas para as nossas Cláusulas Econômicas na Mesa que ocorrerá na próxima segunda-feira, 19/10, às 16h, na Matriz do Banpará. 


“Todas as bancárias e bancários querem que a Direção do Banco vá para essa Mesa disposta de Fato a Negociar com a categoria as suas Principais Reivindicações Econômicas. Não queremos mais aquela enrolação das últimas Mesas, de só ler a Minuta dos Trabalhadores (as), sem de fato propor nada. O momento é de greve e de discutir salário! Queremos discutir e negociar as nossas cláusulas econômicas. Chega de enrolar o funcionalismo e a sociedade!”, ressaltou Kátia Furtado.

Sendo assim, colegas, vamos mostrar a nossa União, Força e Resistência ao Banco indo todos para a frente da Matriz do Banpará, na próxima segunda-feira (19), às 15h, antes da Mesa de Negociação, vestidos com camisas PRETAS ou VERMELHAS.

Queremos Salários Dignos, Respeito e Valorização!

UNIDOS SOMOS FORTES!


VEJA ABAIXO O MAPA DAS UNIDADES QUE JÁ ADERIRAM À GREVE:
  1. MATRIZ BANPARÁ - Pte. Vargas: 99% de adesão à GREVE. Esse número demonstra a insatisfação do funcionalismo com a Direção do Banco.
  2. ABAETETUBA 
  3. ACARÁ 
  4. ALTAMIRA 
  5. ALENQUER
  6. ALMEIRIM 
  7. BAIÃO 
  8. BARCARENA 
  9. BARCARENA CENTRO 
  10. BRAGANÇA 
  11. BREU BRANCO 
  12. BREVES 
  13. CAMETÁ 
  14. CANAÃ DOS CARAJÁS 
  15. CAPANEMA 
  16. CAPITÃO POÇO 
  17. CASTANHAL 
  18. CONCEIÇÃO DO ARAGUAIA 
  19. CONCÓRDIA DO PARÁ 
  20. CURUÇÁ 
  21. DOM ELISEU
  22. IGARAPÉ-AÇÚ
  23. IGARAPÉ-MIRI 
  24. IPIXUNA 
  25. ITAITUBA 
  26. ITUPIRANGA 
  27. JACUNDÁ 
  28. JURUTI 
  29. MARABÁ 
  30. MARABÁ CIDADE NOVA
  31. MARACANÃ
  32. MARAPANIM 
  33. MARITUBA 
  34. MOJU 
  35. MOJUÍ DOS CAMPOS
  36. MOSQUEIRO 
  37. ORIXIMINÁ
  38. ÓBIDOS
  39. PARAGOMINAS 
  40. PARAUAPEBAS 
  41. REDENÇÃO 
  42. RONDON DO PARÁ 
  43. SANTA ISABEL 
  44. SANTA MARIA 
  45. SANTA BÁRBARA
  46. SANTANA DO ARAGUAIA
  47. SANTARÉM
  48. SÃO CAETANO DE ODIVELAS 
  49. TUCURUÍ
  50. VIGIA
  51. VISEU
  52. XINGUARA 
  53. TAILÂNDIA 
AGÊNCIAS PARCIALMENTE EM GREVE: 
  1. BOM JESUS DO TOCANTINS 
  2. BONITO 
  3. PARAUAPEBAS 
  4. RIO MARIA 
  5. SÃO MIGUEL DO GUAMÁ 
  6. BENEVIDES
AGÊNCIAS QUE AINDA NÃO ADERIRAM À GREVE: 
  1. AFUÁ
  2. MUANÁ
  3. SÃO GERALDO DO ARAGUAIA
  4. SÃO JOÃO DE PIRABAS
AGÊNCIAS QUE AINDA NÃO TIVEMOS RESPOSTAS: 
  1. ANAJÁS
  2. FARO
  3. SANTA LUZIA

A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto e foto: Kamilla Santos
Assessora de Imprensa

quinta-feira, 15 de outubro de 2015

BANPARÁ, FUNCIONALISMO QUER A NEGOCIAÇÃO DAS REIVINDICAÇÕES ECONÔMICAS, JÁ!


Colegas, chegamos hoje, 15/10, ao décimo dia de greve do Funcionalismo bancário, e cada vez mais, nós, trabalhadores(as) do Banpará, estamos Unidos, Fortalecendo e Resistindo na nossa Luta, afinal ela é uma forma dos trabalhadores demonstrarem a sua insatisfação com a forma como a Direção do Banco do Estado tem nos tratado, até parece que os bancários e bancárias do Banpará não tem motivos de estar em greve.

TEMOS VÁRIOS MOTIVOS PARA CONTINUARMOS COM A NOSSA GREVE, E UM DELES É A NECESSIDADE DE SERMOS REENQUADRADOS NO PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS!!

A AFBEPA soube, ainda há pouco, às 15h, que o Banpará agendou, ontem, uma Mesa de Negociações com o Sindicato dos Bancários, para hoje, às 11h. No entanto, nada nos foi dito pela Presidência do Sindicato, que esteve conosco, na manhã de ontem, na frente da Matriz. A Mesa foi adiada para segunda-feira, 19/10, a pedido do Sindicato dos Bancários.


De acordo com o Ofício nº 093/2015 – GAB/PRESI, as cláusulas a serem debatidas nessa Mesa são somente as SOCIAIS, ou seja, o Banpará demora 9 dias de greve pra marcar uma Mesa e quando marca, ainda não se propõe a responder às nossas cláusulas mais importantes, que são as ECONÔMICAS

Queremos discutir e negociar o Ajuste do Funcionalismo na Tabela de Níveis do PCS; queremos negociar o Ajuste de 16% nos nossos salários; queremos a Devolução do nosso Ticket Extra; queremos a nossa PLR Social e LINEAR; queremos o Reajuste do nosso Anuêncio em 5% da Remuneração, entre várias outras cláusulas que são essenciais para a nossa Qualidade de Vida, dentro e fora da empresa.

"Essa Mesa não dialoga com a maioria dos trabalhadores em greve, pois as cláusulas sociais podem ser debatidas durante o ano todo. Agora o funcionalismo encontra-se em Greve, portanto, não é cláusula social que vai nos tirar da Greve", entende Kátia Furtado.

E arremata, "a Direção do Banpará está brincando com as nossas vidas, se tem dinheiro para gastar contra o nosso Movimento, gastando com instalações de câmeras, só na Rua 28 de setembro foram instaladas duas câmeras, além da contratação de um cinegrafista para filmar os trabalhadores que estão no piquete, mas quando é pra debater os nossos salários, as nossas comissões, o nosso PCS, ela nega".

"CHEGA Banpará!!!!! Queremos e Merecemos Respeito e Valorização! Queremos Salários Dignos e Reconhecimento da dedicação que demonstramos a essa empresa!!", ressaltou, Cristina Quadros, nossa Vice-Presidenta.

É preciso e necessário o Banpará EXPLICAR o por que desse seu comportamento???? Por que os funcionários e funcionárias estão sendo vítimas desse descaso, desse desrespeito, dessa desconsideração, dessa desvalorização.

Todos sabem que o Banco tem lucro e tem dinheiro. É uma Empresa formada pelo capital do Governo e dos Acionistas, portanto, é uma sociedade de economia mista, assim, não precisamos de aprovação dos Deputados na Assembleia Legislativa para negociarmos com o Banpará os nossos Interesses Coletivos, pois somos regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho, e são os próprios trabalhadores que dão o lucro para o Banpará e que pagam a sua folha de pagamento.

Para Joventina Marques, "se os bancários estão pedindo 16% de Reajuste salarial, por que a Direção do Banpará não oferece 12 ou 13%? Se a FENABAN der mais, reajusta, caso dê menos, mantém a proposta. Queremos que a Direção do Banco nos responda quanto eles podem nos oferecer de Reajuste e quais as nossas cláusulas que ele pode atender. Não queremos mais essa enrolação nas Mesas. Queremos uma Mesa que Negocie de Fato com o Funcionalismo".

Esse é o momento de Unirmos Forças e Mostrar para a Direção do Banpará que os funcionários e funcionárias do Banco só sairão da nossa greve quando o Banco negociar de fato as nossas Pautas Econômicas. Precisamos ser valorizados enquanto trabalhadores e Respeitados enquanto seres Humanos. Precisamos de Salários Melhores e Condições adequadas de Trabalho. Não queremos mais que os nossos salários sejam os menores do Mercado dos Bancos Públicos. Queremos Valorização! Queremos Respeito! Merecemos uma Vida Digna!!

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos
Assessora de Imprensa
Imagem disponível na internet

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

NO BANPARÁ, GESTÃO TEMERÁRIA PREJUDICA O BANCO E A SOCIEDADE


É sabido por toda a Sociedade e pelos Banqueiros e Direções de Bancos Públicos que setembro é o mês da data base da Categoria Bancária. No Banpará, a Minuta de Reivindicações foi entregue desde o dia 20 de agosto

Pois bem, ao Banpará cabia responder ao seu Funcionalismo o que iria atender, o que não poderia e o que poderia ser atendido oportunamente.

De acordo com um calendário estipulado entre Sindicato e Banpará ficou marcada a primeira Mesa de Negociação para o dia 8 de setembro, entretanto por um problema insignificante a DIRAD cancelou a Mesa alegando que havia uma pessoa a mais na composição das Entidades e que isso não estava regrado na Portaria 140/2015 Imposta, desde o ano passado, pelo Presidente do Banpará, por isso, porque o Sindicato descumpriu com o número determinado pelo Banco, a nossa punição seria TER A MESA DE NEGOCIAÇÃO CANCELADA.

Daí em diante ocorreram mais duas Mesas, mas NÃO de NEGOCIAÇÃO, apenas se lia a Minuta para que o Banpará nos informasse que não atenderia o que era reivindicado pelo funcionalismo. Na penúltima Mesa, o Banco informou que daria R$-10,00(DEZ REAIS) no Abono Academia. 

Ora Diretoria do Banpará, dez reais no Abono academia soa como um ACINTE à Categoria dos Bancários do Banpará, que ainda não estava em greve.


Após as reiteradas INDISPOSIÇÕES da Direção do Banpará em NEGOCIAR DE FATO as reivindicações do seu funcionalismo, os trabalhadores (as), em assembleia, no dia 1º de outubro, decidiram entrar em Greve a partir do dia 6 de outubro. O Banpará ainda poderia NEGOCIAR a pauta dos seus trabalhadores(as) nesse lapso de tempo, entre a realização da assembleia e a entrada efetiva na greve, mas NÃO QUIS.

E, após 9 dias de greve, o que se verifica não é uma Diretoria de Banco empenhada em negociar a pauta do seu funcionalismo, em prestigiar e valorizar a dedicação que a grande maioria dos funcionários (as) tem pelo Banco. O que se vê é a Diretoria do Banpará empenhada em produzir provas para utilizar contra a greve dos trabalhadores (as), que apenas querem que na sua data base, momento em que podemos nos UNIR e solicitar o necessário para vivermos, o Banco tenha propostas de Melhorias Salariais e de Condições de Trabalho.


Desde quinta-feira, o Banco tenta intimidar o pessoal, assediando, inclusive, quem tem aderido a nossa Luta. Hoje, na Belém Centro, mais uma Câmera foi instalada na entrada da Rua 28 de Setembro, com o fito de capturar imagens do Movimento.

Além da Câmera, a Direção do Banpará, também, contratou um cinegrafista para filmar o Movimento dos seus Trabalhadores.

Qual o entendimento e lição que temos de tirar de tudo isso?? Que o Banpará, em relação aos seus funcionários(as), só tem dinheiro para gastar contra os NOSSOS LEGÍTIMOS INTERESSES DE CLASSE, pois num momento que a ele cabe responder às nossas pretensões, ele simplesmente NÃO O FAZ, ele nos IGNORA, e atenta contra os nossos interesses, através do uso de seu Poder Diretivo

Os vários contratos celebrados, os vários apoios dados, as várias construções de prédios para instalação de novas Unidades de Trabalho etc etc. São Milhões de Reais gastos com os diversos interesses da empresa, que passa por consultorias, apoio a times de futebol, contribuições para festas, marketing, dentre outros.


E o que cabe ao Funcionalismo do Banpará?? O que está demonstrado pela Direção do Banpará se parece com DESCASO, DESINTERESSE, DESCONSIDERAÇÃO, DESRESPEITO, DESVALORIZAÇÃO.

O Funcionalismo do Banpará já amargou quase 20 (vinte) anos sem Progressão no Plano de Cargos e Salários-PCS; 12 (doze) anos sem Reajuste Salarial; e 11 (onze) meses doando 20% (vinte por cento) da sua remuneração para o Banpará. Como consequência desse contexto, o Banpará tem o menor salário e comissão, em comparação aos Bancos Públicos, e o funcionalismo do Banco vive com uma defasagem salarial muito grande. É importante que saibam disso os radialistas que propalam inverdades contra a nossa Categoria sem NADA SABEREM das nossas Vidas no Trabalho Bancário e, ainda, toda a sociedade.

A Direção do Banpará PREFERE PERDER MILHÕES EM NEGÓCIOS para o Banco, o que também beneficia toda a sociedade, uma vez que o Banco repassa dividendos para o Governo, do que NEGOCIAR AS REIVINDICAÇÕES do seus Trabalhadores e Trabalhadoras, no momento em que temos o Direito de Reivindicar o que precisamos, para recompor minimamente os nossos Salários.

O Funcionalismo do Banpará Precisa de Salários Compatíveis com o Tempo de Banco. É inaceitável que uma pessoa que se dedica por quase 50 anos ao Banpará ainda ganhe o equivalente ao que deveria ganhar quem tem 12 anos no Banco. Por isso Queremos o REENQUADRAMENTO NO PLANO DE CARGOS E SALÁRIOS-PCS. Isso é DIGNO! 

Queremos o Reajuste de 16%. Isso é Digno!

Queremos o nosso Ticket Extra que foi sequestrado. Isso é Digno!

Queremos o Reajuste do nosso Anuênio, em 5% da remuneração. Isso é Digno!

Queremos a distribuição dos Lucros e Resultados de forma Linear, pois isso é construído com o esforço coletivo. Isso é Digno!

UNIDOS SOMOS FORTES!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Fotos: Kamilla Santos

terça-feira, 13 de outubro de 2015

DIREÇÃO DO BANPARÁ CONTINUA IGNORANDO AS REIVINDICAÇÕES DO SEU FUNCIONALISMO E GREVE CONTINUA!


O funcionalismo do Banpará chegou ao 8º dia de Greve e a Direção do Banco, até agora, não chamou a categoria para negociar as suas Reivindicações, isso está ocorrendo desde a 1ª Rodada, em que não houve de fato Negociação.

Relembremos que a nossa Minuta de Reivindicações está em poder da Direção do Banpará desde o dia 20 de agosto, a primeira mesa foi cancelada por motivo insignificante e nas demais mesas a única proposta feita pelo Banpará foi a de aumentar em R$-10,00(dez reais) o abono academia.


"Esse histórico demonstra que há um completo Descaso do Banpará com as nossas Vidas, essa Direção ignora, despreza e desrespeita o que lhe pedimos como melhoria e valorização e, no momento que temos para pedir, na nossa Data Base, o Banpará nos renega", diz Kátia Furtado.

Para Joventina Marques, "estamos há muito tempo Desvalorizados com a Falta de Progressão no Plano de Cargos e Salários, há pessoas com 5 anos de trabalho no Banpará no nível 1, como se estivesse entrando no Banco; com 10 de anos no nível 2 ou 3; com 25 no nível 8; com 35, no mesmo nível 8; com 43 no nível 9 e com 47, no mesmo nível 9, ou seja, as pessoas estão sendo tratadas fora da sua realidade de Tempo de Serviço, já que o nosso PCS tem 35 Faixas Salariais. Agora queremos negociar com o Banco um Novo Reenquadramento".

Cris Quadros observa que "além dos salários rebaixados, pois, comparado aos Bancos Públicos, o Banpará pratica o menor salário do mercado, o Banco também Desvaloriza as comissões, que são as menores em relação a todos os outros Bancos.

O Banco está acumulando prejuízos, como também a População Paraense que não está sendo atendida, e a responsável por esse cenário é a atual Direção do Banpará, que, com a sua postura Antidemocrática, Autoritária, Assediadora e Intransigente, não aceita negociar as Reivindicações do funcionalismo bancário durante a Data Base. É a Direção do Banco que, desde o dia 8/9, quando cancelou, autoritariamente, a primeira Mesa de Negociação, vem dando constantemente às costas ao seu funcionalismo.

A nossa Luta é por Dignidade, Respeito e Valorização!

Enquanto os nossos patrões alcançam Lucros Milionários a cada semestre, nós, funcionários e funcionárias do Banpará, não conseguimos mais pagar o mínimo necessário para sobrevivermos, e, mesmo assim, temos dadas reiteradas demonstrações de apoio e dedicação ao Banpará: ao reduzirmos os nossos salários em 20% por 11 meses; ao ficarmos com Reajuste Zero por toda a década de 90 e com o Plano de Cargos e Salários Congelado de 1994 até 2010. Esses fatores contribuíram decisivamente para rebaixar os nossos salários e o nosso poder aquisitivo, por isso, neste momento, precisamos nos UNIR para que os nossos interesses sejam vistos e negociados

Para a nossa Presidenta, Kátia Furtado, “a Direção do Banpará tem o Poder para Negociar com a categoria e dar Respostas aos nossos interesses, no entanto, enquanto eles continuarem com má-vontade, demonstrada desde o início das Mesas, em não negociar às nossas Reivindicações, seguiremos em Greve. A cada dia que se passa sem negociação, nós, bancários e bancárias, continuaremos dando a nossa resposta com Luta e Resistência”.

A UTILIZAÇÃO DO PODER PARA INTIMIDAR O BANCÁRIO EM GREVE, NA MATRIZ BANPARÁ

Cada vez mais bancários e bancárias do Banpará vêm aderindo à greve da categoria, fortalecendo a Luta contra essa postura de Descaso e Intransigência da Direção do Banpará. No entanto, junto com o crescimento da adesão à greve, cresceu também o número de Assédios da Direção do Banco contra o funcionalismo do Banpará em greve.

O que temos presenciado é que alguns colegas da Matriz, que assumem Chefia, se prestam a criar situações de constrangimento aos colegas que aderiram à nossa greve e às vezes estão parados e conversando nos piquetes, quando esse colega na função de Chefe, para criar fato contrário ao movimentos dos trabalhadores(as), ordena que ele entre para trabalhar; há, também, aquele colega que está trabalhando e desce com câmera fotográfica ou celular, a fim de criar confusão e assim obter algum tipo de prova para ser usado contra o Movimento; e, em alguns casos já denunciados, obrigam o seu subordinado (a) a trabalhar de casa; ou, ainda, ficam ligando para que o/a colega volte ao trabalho. Essa é uma prática antissindical e é caracterizada como ASSÉDIO e INTIMIDAÇÃO.

A AFBEPA Repudia esse tipo de postura da Direção do Banco e dos colegas em Funções de chefia que se prestam a agir contra o nosso Movimento, até porque num processo desses, nós somos o lado mais fragilizado!! Juntos estamos Lutando por Melhorias Salariais Necessárias! Não aceitamos que o nosso Direito de Greve seja tolhido e aviltado por quem quer que seja, pois a nossa greve é justa e é uma Forma que escolhemos, em assembleia, de Lutar contra o Descaso e a falta de tratamento das nossas reivindicações!

Razões, nós temos de sobra para aderir à greve, e a principal é a Direção do Banco NÃO QUERER NEGOCIAR ÀS NOSSAS REIVINDICAÇÕES, na NOSSA DATA BASE. Se alguns não querem aderir à greve, porque estão achando tudo bom e estão satisfeitos com o salário que ganham e com as condições de trabalho que lhes são impostas, tudo bem, mas, que então, não atrapalhe e não crie Fato para ser usado contra Nosso Movimento e os NOSSOS INTERESSES.

Isso indigna o Movimento, todos os colegas que estão em greve, e principalmente, quem está, todos os dias, nos piquetes, dialogando com a categoria sobre a importância da nossa Luta. Chega de Assediar, Constranger e Intimidar os nossos colegas grevistas. A Luta é por todos nós!!

O QUE QUEREMOS?

Mais do que nunca, o funcionalismo bancário quer Respostas da Direção do Banco para as nossas principais reivindicações, dentre as quais estão: o Ajuste do funcionalismo na Tabela do PCS; Reajuste Salarial de 16%; Devolução do Ticket Extra, no valor de R$5,000,00; Reajuste do Anuênio em 5% da Remuneração; Incorporação de 10% da Comissão; PLR Linear e PLR Social; Devolução do Saldo Remanescente do Plano PAS/CAFBEP; Ajuda Aluguel pelo Tempo que Perdurar a Transferência por Interesse do Banco; a Liberação de 4 Diretores para a AFBEPA; Plano de Saúde para ascendentes e descendentes maiores de 18 anos; Criação de Instância Recursal no Comitê Disciplinar; Processo Seletivo para as Funções Comissionadas; Jornada de Trabalho Reduzida para Funções Comissionadas, Gratificadas e de Confiança, entre outros.

UNIDOS SOMOS FORTES!!


A DIREÇÃO DA AFBEPA

Texto: Kamilla Santos
Assessora de Imprensa