sexta-feira, 13 de junho de 2014

Denúncias de assédio moral precisam ser apuradas

Na segunda-feira passada, 9 de junho, esta AFBEPA, na pessoa da Presidenta Kátia Furtado, foi até  a Superintendência de Desenvolvimento de Pessoas-SUDEP, solicitar que aquela Superintendência apure o mais urgente possível algumas denúncias de assédio moral, ocorridas dentro de algumas Unidades de Trabalho do Banpará.
A SUDEP informou que ouvirá todos os funcionários envolvidos nas denúncias, ou seja, tanto vítimas quanto assediadores, e, que após, se for o caso, abrirá o devido Procedimento Administrativo Disciplinar - PAD. 
A AFBEPA tem uma grande preocupação com os inúmeros problemas de relacionamento interpessoal denunciados, principalmente a forma de tratamento dado por certos gestores aos seus subordinados. Segundo ouvimos, é humilhante e muitas das vezes aos berros, a forma como esses gestores se dirigem aos seus subordinados, quando chamam à atenção por qualquer falha, eles gritam e o fazem na frente de outras pessoas.
Entendemos que é preciso ter cuidado com isso, as pessoas que agem da forma acima descrita precisam de urgente tratamento, e o Banpará precisa investir tanto em prevenção como em remediação, descobrir o que está acontecendo na vida desse ou dessa agressora. Vemos que uma equipe multidisciplinar, composta por especialistas como psicólogo, terapeuta, médico do trabalho, psiquiatra etc, é necessária. 

"Medidas punitivas não resolvem o problema. Ao contrário, pioram", afirma Kátia Furtado. O Banpará deve buscar trabalhar os casos já existentes de assédio moral e agir de forma preventiva contra este crime que contribui para o adoecimento no ambiente do trabalho.

A Superintendente pediu também que os bancários denunciem os casos para aquela Superintendência de Pessoal.

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