quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

HOJE, 28, ASSEMBLÉIA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DA AFBEPA. TODOS E TODAS LÁ!

Hoje, a partir das 18h, todos e todas na Assembléia Geral de Prestação de Contas / ano 2013, da AFBEPA. 

Como todos os anos ocorre, em obediência aos prazos e determinações estatutárias, a Diretoria da AFBEPA convida a todos os associados e associadas a comparecerem à Sede para que participem da Assembléia de Prestação de Contas, já amplamente convocada em edital, conforme reza o Estatuto.

É importante a participação de todos os associados e associadas. Aguardamos a todos e todas a partir das 18h.

SEMPRE FIRMES NA LUTA,

UNIDOS SOMOS FORTES!








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terça-feira, 26 de fevereiro de 2013

ASSEMBLÉIA ESVAZIADA E DOCUMENTO ANÔNIMO, PEDINDO O DESRESPEITO AO ESTATUTO

Infelizmente, a assembléia ocorrida nesta terça-feira no auditório do Sindicato foi bastante esvaziada. Parabenizamos a todos e todas que compareceram, especialmente a nossa colega Jordana, que veio de Capanema, especialmente para a Assembléia. 

Lamentamos que o Sindicato tenha escolhido um dia de pagamento dos servidores públicos e que, ao mesmo tempo, esteja tão desacreditado na categoria, a ponto de os bancários e bancárias do Banpará se recusarem a comparecer no dia em que o Sindicato convocou. Se quisesse mesmo a participação dos bancários, teria convocado para o dia que os bancários marcaram: a quinta-feira passada, 21.

Patente a insatisfação da categoria; foram feitas críticas à inoperância do Sindicato, diante dos desrespeitos e descumprimentos de acordos por parte do Banco. Os bancários e bancárias não aguentam mais! E o Sindicato, nossa entidade que tem o poder legal e estatutário, nada faz.

A Assembléia não votou nada. A presidente do Sindicato aprovou as seguintes propostas feitas pela AFBEPA: realizar uma hora de paralisação nas unidades do Banco e usar a fitinha preta em sinal de protesto e repúdio pelo que o Banco tem feito contra os funcionários, o que o Sindicato terá que encaminhar.

No mais, foram dados apenas informes das ações jurídicas. Além disso, nada mais.

O ANÔNIMO DEVERIA TER ASSINADO O DOCUMENTO. 
Ao final da Assembléia, correu um documento sem assinatura alguma, entregue por um funcionário da Ag. Senador Lemos, pretenso candidato nas próximas eleições da AFBEPA e, pelo que foi possível perceber, apoiado pelo Sindicato, tecendo críticas incabíveis à diretoria e Presidência da AFBEPA, e também à Comissão Eleitoral.

Então, vamos esclarecer a quem escreveu, mas não assinou o documento:

1) O Estatuto da AFBEPA, elaborado e integralmente mantido desde sua fundação, há 25 anos atrás, em seu Artigo 49, estabelece: 

"A Diretoria da AFBEPA designará, com um prazo de trinta (30) dias de antecedência à data fixada para as eleições, a Comissão Eleitoral composta de um Presidente e mais quatro (04) membros, não podendo fazer parte da mesma os componentes da Diretoria e membros das chapas concorrentes." 

Sendo assim, a Diretoria da AFBEPA cumpriu o Estatuto, que está disponível aqui no Blog, na coluna ao lado. É só ler o artigo citado.

2) Talvez a pessoa não leia o Blog, mas informamos novamente que há uma Assembléia geral, convocada na forma do Estatuto da AFBEPA, marcada para o dia 28/02/2013, em primeira convocação às 18h, e segunda convocação às 18h30. Compareça.

3) A Comissão Eleitoral determinou, em total respeito ao Art. 48 do Estatuto da AFBEPA, em Edital publicado no dia 08/02, o seguinte:


"VIII – DA CAMPANHA ELEITORAL

Art. 9º. A campanha eleitoral será aberta no ato de homologação da chapa e se encerrará, obrigatoriamente, 24 horas antes do dia da eleição.

Art. 10º. A campanha eleitoral será feita pelas chapas de forma ética, cordata, em respeito ao Estatuto da AFBEPA e à harmônica relação de convivência social e política entre os funcionários (as) do Banpará.
§ 1º. Qualquer conduta que ataque pessoal e/ou moralmente os membros das chapas, fica sujeita às penalidades previstas no Estatuto da AFBEPA, sem prejuízo de demanda judicial."


4) Finalmente, o anônimo solicita que a Diretoria da AFBEPA desrespeite o Estatuto e os prazos estabelecidos para a efetivação do processo eleitoral. Não podemos desrespeitar nosso Estatuto. Pedimos que todos os associados e associadas, candidatos ou não, consultem nosso documento maior, elaborado e votado democraticamente quando da fundação da nossa Associação. Com todo o respeito, é o mínimo que se espera de quem deseja se candidatar a um cargo na AFBEPA. 

O mesmo dizemos à direção sindical que tentou manobrar ao final da Assembléia, querendo condicionar a data da próxima assembléia ao descumprimento do Estatuto da AFBEPA. Que o Sindicato assuma sua responsabilidade, porque esta AFBEPA assume a sua, apenas com uma pessoa liberada, a Presidenta da AFBEPA, que todos os dias está nas unidades do Banco conversando com os bancários, presente no dia-a-dia e denunciando os abusos e desrespeitos. De agora em diante, será ação direta, mesmo que a AFBEPA tenha que fazê-lo sozinha, com a força da categoria.


SEMPRE FIRMES NA LUTA,

UNIDOS SOMOS FORTES!






ATUALIZAÇÃO EM 28/02/2013 - RESPOSTA FORMAL DA DIRETORIA DA AFBEPA

Diante da divulgação de uma carta no site do Sindicato que, na assembléia dos bancários estava sem assinatura, mas agora já ganhou assinatura, percebe-se claramente que há uma tentativa de tumultuar o processo eleitoral e difamar a história de luta da AFBEPA, mas, como a atual gestão se pauta pela ética e pelo respeito aos seus associados, esclarecemos as inverdades divulgadas, mostrando, através do próprio Estatuto, que não há qualquer irregularidade nos atos da Diretoria.

O Estatuto da Associação dos Funcionários do BANPARÁ está disponível em sua sede, bastando um simples telefonema para requerer uma cópia do documento. Além disso, o instrumento está disponível na internet, através do link http://estatutoafbepa.blogspot.com.br/ . Este link está disponível, e em destaque, na coluna ao lado aqui no Blog.

O Estatuto já existe há 25 anos e a discussão acerca da norma interna da Associação só foi levantada agora, numa tentativa frustrada de atacar a atual gestão. Vejamos os seguintes pontos:

1)    Sobre a Comissão Eleitoral, o Estatuto dispõe:
“Art. 49 – A Diretoria da AFBEPA designará, com um prazo de 30 dias de antecedência à data fixada para as eleições, a Comissão Eleitoral, composta de um Presidente e mais 04 membros, não podendo fazer parte da mesma componentes da Diretoria e membros das chapas concorrentes.” (grifos nossos)

A NORMA É EXPRESSA NO SENTIDO DE QUE A NOMEAÇÃO DA COMISSÃO ELEITORAL É ATRIBUIÇÃO DA DIRETORIA, não havendo em nenhum momento desrespeito aos associados. Não há orientação ou determinação de convocação de assembleia para compor a Comissão Eleitoral. O Estatuto manda que a DIRETORIA designe a Comissão Eleitoral.

O ato que nomeou a Comissão foi amplamente divulgado no blog da AFBEPA, no mural da sede da entidade e enviado ao setor competente do BANPARÁ para a publicação nas dependências do Banco, dentro do prazo estatutário.

2)    Sobre a Campanha Eleitoral, transcrevem-se os seguintes artigos:
“Art. 46 – As chapas concorrentes aos cargos da Diretoria e do Conselho Fiscal serão registradas na Comissão Eleitoral de que trata o artigo 50 deste estatuto até às 18:00 (dezoito) horas do 10º (décimo) dia anterior à data marcada para a realização do pleito.
Art. 48 – A Campanha Eleitoral deverá ser encerrada vinte e quatro (24) horas antes do dia marcado para a realização das eleições.” (grifos nossos)

O PERÍODO DE CAMPANHA NÃO SE TRATA DE DECISÃO ARBITRÁRIA DA COMISSÃO ELEITORAL OU DE QUEM QUER QUE SEJA, MAS, APENAS EM RESPEITO AOS PRAZOS EXISTENTES NO ESTATUTO DA NOSSA ASSOCIAÇÃO. Assim sendo, o Edital está em perfeita consonância com o Estatuto.

3)    Em nenhum momento houve modificação do Estatuto.

Diante do exposto, que fique claro que a Presidenta da AFBEPA jamais se comprometeu a convocar assembléia para nomear comissão eleitoral alguma, como, de má fé, informa o site do Sindicato, até porque não há mais prazo estatutário para nova designação de Comissão Eleitoral.

O processo eleitoral corre em segurança, tranqüilidade e rigoroso respeito ao que determina o Estatuto da AFBEPA.

A DIRETORIA DA AFBEPA.





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GT/PCS - REUNIÃO REVELA DESCASO DO BANCO

Hoje, 26, no horário de 10h às 12h, houve reunião do GT/PCS, e o Banco não apresentou nenhuma avaliação acerca das contribuições entregues pelas representantes eleitas dos funcionários, nem pauta para a reunião.

Lembrando - Ao final do ano passado, a representante eleita Kátia Furtado entregou, por escrito, suas contribuições tratando do tema do GT/PCS: a elaboração de critérios para a Promoção por Merecimento e para a Promoção por Antiguidade.

Dentre outras proposições, Kátia firmou posição defendendo, dentro do GT/PCS, a promoção por antiguidade para todos, em janeiro de 2013. Leia abaixo, o trecho do documento da representante eleita dos funcionários:


"A PROMOÇÃO POR ANTIGUIDADE DEVERÁ SER EM JANEIRO DE 2013: defendo que a Direção do Banpará precisa se desincumbir em janeiro/2013, da promoção por antiguidade firmadano ACT 2011/2012, em que foi previsto o abaixo:

“CLÁUSULA 25ª – PROGRESSÃO EXCEPCIONAL – O BANPARÁ concederá, excepcionalmente, promoção por merecimento em janeiro/2012 a todos os empregados enquadrados em janeiro/2010, concedendo 01(um) nível na tabela salarial(...)

PARÁGRAFO PRIMEIRO – O Banco adotará o critério temporal de02 (dois) anos para a progressão por merecimento e de 03 (três) anos por antiguidadejá sendo contado como primeira promoção por merecimento, para os empregados indicados no caput da presente cláusula, a que será concedida em janeiro de 2012.” (Grifos meus.)."



Clicando aqui você acessa a íntegra da postagem na qual registramos as contribuições de Kátia Furtado ao GT/PCS.

O DESCASO DO BANCO COM NOSSO PCS
Há um flagrante descaso do Banco em relação ao andamento dos trabalhos dentro do GT/PCS. O Banco nada informa, não se posiciona, nada avalia, nada apresenta sobre os debates internos, e ficou de contratar a consultoria para iniciarmos o trabalho que trata dos critérios para a evolução funcional no PCS, mas já estamos praticamente em março, e nenhuma consultoria foi trazida, conforme planejado no GT/PCS e determinado no art. 18 do Regulamento do PCS.

Conforme previsão da Contraf/Cut, por conta da Copa das Confederações, os Encontros dos bancários de Bancos privados e do Banpará deverão ocorrer em maio de 2013, o que sobrecarrega o calendário e diminui o tempo para as reuniões e a produção do GT/PCS.

Em janeiro deveria ter ocorrido a Promoção por Antiguidade para todos, exatamente porque não houve formulação de critérios e em outro momento, quando da Promoção por Merecimento em janeiro de 2012, o Banco promoveu a todos.

Em janeiro de 2014, deverá ocorrer a próxima Promoção por Merecimento e, como o calendário deste ano estará muito apertado, a produção do GT/PCS precisa ser ágil para, em curto período, dar conta da tarefa a que se propôs. Mas, para isso, o Banco tem que passar a cumprir com as suas responsabilidades e garantir os instrumentos, as informações e a contratação da consultoria que o GT/PCS precisa para trabalhar.

Participaram da reunião de hoje do GT/PCS, as representantes eleitas Kátia Furtado e Vera Paoloni. Ao final da reunião a outra representante apareceu. A próxima reunião do GT/PCS está prevista para ocorrer em 15 de março.

PELA GARANTIA DE EFETIVAÇÃO DO NOSSO PCS!

PELA PROMOÇÃO POR ANTIGUIDADE PARA TODOS, RETROATIVA A JANEIRO DE 2013!

PELO PAGAMENTO DO NOSSO TÍQUETE EXTRA!

PELO CUMPRIMENTO DE ACORDOS, LEIS E REGULAMENTO DE PESSOAL DO BANCO!

POR RESPEITO À VIDA E VALORIZAÇÃO VERDADEIRA!



SEMPRE FIRMES NA LUTA, 

UNIDOS SOMOS FORTES!








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ASSEMBLÉIA HOJE, NO SINDICATO, 18h. TODOS E TODAS LÁ! VAMOS ORGANIZAR NOSSA LUTA!

Pressionados pelos bancários, que chegaram a passar um abaixo-assinado no Banco exigindo a convocação de uma Assembléia, que a direção sindical se negava a convocar, os diretores do Sindicato não tiveram mais saída. 

A Assembléia autoconvocada pelos bancários era para quinta-feira passada, 21, mas, sempre reagindo em função do medo, a direção do Sindicato, na véspera, convocou, para hoje, 26, o que chamaram de plenária, tentando diminuir o poder da categoria de decidir suas lutas. 

Os bancários e bancárias resolveram, então, adiar a assembléia autoconvocada para hoje, na mesma data e mesmo local da plenária. Portanto, hoje, todos e todas estaremos lá no Sindicato, mobilizados e organizados para debatermos e aprovarmos um calendário de lutas à altura das nossas demandas e dos desrespeitos que a direção do Banpará tem imposto contra nós. Basta de brincarem com nossas vidas! Basta de sequestros dos nossos direitos! Basta de desrespeitos do Banco e de negligências do Sindicato!

Hoje, as 18h, todos e todas lá, na nossa Assembléia de Bancários do Banpará!


SEMPRE FIRMES NA LUTA,

UNIDOS SOMOS FORTES!






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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

MENTIRA TEM PERNAS CURTAS, SINDICATO! TODOS À ASSEMBLÉIA NESTA TERÇA, 18h.

A direção do Sindicato dos Bancários que votou contra a Ação de Cumprimento do PCS em 2009; que enganou os funcionários dizendo que teria 3,8% a mais no reajuste salarial em 2010, e nada veio; que aceitou as metas no PCS em 2010; que trancou os portões para tentar impedir os funcionários de realizar uma legítima e legal assembléia em 2011; que votou pelo reajuste de 10,2% quando o Banco disse em ata do Consad que tinha provisionado 13% de reajuste para nós, e que aceitou abrir mão de negociar nossas cláusulas econômicas, em 2012, além de tantas outras traições contra os bancários e bancárias, mais uma vez utiliza o site do Sindicato para mentir à categoria e atacar esta AFBEPA.

Sempre o golpe baixo, sempre a leviandade.

Então, vamos repor mais uma vez e sempre a verdade dos fatos. De todos os fatos e foto, inclusive.

Em primeiro lugar, a AFBEPA não apoia PDV, não apoia metas, não intervem ou deixa de intervir diretamente em políticas de gestão da empresa. Mas esta AFBEPA, criada pelos funcionários para defender seus interesses, direitos e conquistas, jamais deixará de manifestar posição diante de tudo o que diga respeito às vidas dos bancários e bancárias. Esta AFBEPA jamais calará, como faz o Sindicato que para tudo o que o Banco quer, só sabe baixar a cabeça.

É muito fácil dizer: sou contra e pronto. Virar a página como se nada estivesse acontecendo, como faz a direção sindical. Eles são contra as metas, publicam isso, e esquecem o assunto. Enquanto isso, o Banco empurra as metas nas costas dos funcionários, recheadas de sobrecargas, horas extras não pagas e adoecimentos e o Sindicato? Já disse que é contra. Mas faz o que? Nada porque é contra. Cômodo, não? Que penem os bancários.

A AFBEPA é contra, sim, mas ao contrário da direção sindical que vive ausente das unidades de trabalho, sabe que há colegas próximos à aposentadoria, ou aposentados, que desejam sair do Banco, que não suportam o ritmo cada vez mais alucinado de trabalho, que estão adoecidos e que merecem uma proposta melhor, claro!

Aliás, para tudo o que o Banco apresentar, sempre iremos querer o melhor para os bancários. Sempre! Lutar pelo melhor para a categoria é nossa função, é nosso dever, nossa obrigação e, para isso, queremos dialogar com a direção do Banco e com as entidades, mas são eles que se negam ao diálogo com essas posturas radicais, irracionais: somos contra.

A AFBEPA DIALOGA, COM RESPONSABILIDADE, MATURIDADE E TRANSPARÊNCIA.
A AFBEPA é contra, mas mesmo assim conversa, até porque é esse o papel de quem tem a RESPONSABILIDADE de representar os interesses de uma coletividade, e sempre, sempre, com transparência, abrindo o jogo, postando e mostrando tudo, tudo o que o Banco e o Sindicato, juntos, escondem da categoria. A Presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, todos os dias está nas unidades do Banco, abrindo o jogo e dialogando com os personagens centrais: os bancários e bancárias.

Quem trai, engana, mente e descumpre acordos não é esta AFBEPA, e os bancários e bancárias sabem muito bem disso.

Quanto à foto em que Kátia está ao lado do então candidato Jatene, em 2010, toda a categoria também sabe que ela foi registrada em um momento de entrega da CARTA-COMPROMISSO EM DEFESA DO BANPARÁ, nas eleições estaduais em 2010. Naquele momento, havia cinco candidatos na disputa e todos assinaram a CARTA-COMPROMISSO, menos a então candidata petista à reeleição Ana Júlia, que não se comprometeu com a defesa do Banpará, até porque meses antes, em uma festa preparada para ela, dentro do Sindicato, ela havia assumido que poderia incorporar o Banpará a um Banco público, com grande possibilidade de ser o Banco do Brasil, o Banco em que ela é funcionária.


Nas fotos, a direção da AFBEPA com os então candidatos ao governo em 2010: Fernando Carneiro - PSOL; Cleber Rabelo - PSTU; Domingos Juvenil - PMDB; e Simão Jatene - PSDB. Apenas a então candidata à reeleição Ana Júlia - PT, NÃO RECEBEU E NEM ASSINOU A CARTA EM DEFESA DO BANPARÁ.

Clique nos links e veja as postagens da época, aqui no Blog da AFBEPA:

AFBEPA ENCAMINHOU CARTA-COMPROMISSO A TODOS OS CANDIDATOS

GOVERNADORA ADMITIU A POSSIBILIDADE DE INCORPORAR O BANPARÁ

Kátia Furtado jamais apoiou o então candidato Jatene na eleição 2010. O voto é secreto, mas para limpar toda a sujeira espalhada por esse grupo partidário que se impôs no nosso Sindicato que brinca de dirigir nossa entidade maior, a Presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado revela seu voto em primeiro turno: Fernando Carneiro, do PSOL; e em segundo turno: nulo, porque, infelizmente, a população paraense não tinha uma opção melhor entre Jatene e Ana Júlia. Independente de sua opção pessoal, Kátia Furtado procurou a todos os candidatos e a todos pediu pela defesa do Banpará, pediu com ênfase e firmeza, sempre ressaltando necessidade de consideração diante das vidas dos bancários e bancárias, e de fortalecimento do patrimônio público estadual que é o Banpará.

Agora, expliquem, diretores sindicais, como são tão ágeis para atacar essa Associação, e são tão lentos para defender os bancários diante da violação de direitos e enrolação que comete hoje a direção do Banco e o governo estadual contra os direitos da categoria. Expliquem como são mais lentos ainda para informar a categoria de uma ação judicial sob a responsabilidade do próprio Sindicato.

Estão com medo das eleições só na AFBEPA, em março, ou também no Sindicato, que será em abril? Por isso nos atacam tanto e sem motivos reais, inventando mentiras para a categoria?

Sigamos adiante, bancários e bancárias, nossa luta é maior e mais necessária! Não há tempo a perder com quem não merece!


DIA 26, TERÇA, TODOS E TODAS À ASSEMBLÉIA (que eles, por medo, querem chamar de plenária)!
18h, no Sindicato.


FIRMES NA LUTA,

UNIDOS SOMOS FORTES!







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PDV REBAIXADO - AFBEPA ORIENTA A NÃO ADESÃO. O BANCO TEM QUE MELHORAR MUITO A PROPOSTA!

Na última sexta-feira, 23, a direção do Banpará lançou um Plano de Demissão Voluntária, a nosso ver, insuficiente no sentido a que deveria se propor: o de estimular a demissão de funcionários próximos da aposentadoria, ou já aposentados, ainda na ativa.

Avaliamos a proposta, que requer um regulamento para esclarecer alguns pontos obscuros. A proposta sintética oferecida pelo Banco traz, a nosso ver, alguns problemas:

DENTRE O PÚBLICO ALVO A QUE SE DESTINA, ESTÃO OS FUNCIONÁRIOS QUE TÊM VINTE OU MAIS ANOS DE BANPARÁ.  O pessoal com esse tempo de trabalho está, atualmente, nos primeiros níveis da tabela, portanto, é totalmente despropositado o estímulo do Banco para que esses trabalhadores saiam da empresa, com apenas a indenização correspondente a 50% do salário-base, por ano ou fração igual ou superior a seis meses efetivamente trabalhados no Banco, primeiro porque o salário base, geralmente, é muito pequeno, para quem se dedicou por anos na empresa, vamos analisar um caso concreto:
 
Exemplo: Salário Base de um bancário com 23 anos de Banco de nível 6: R$1.938,68. 50% desse salário= R$969,34 x 23= R$22.294,82. Com mais os valores relativos aos 40% dos depósitos efetuados pelo Banco no FGTS, esse montante sobe, mas nunca a ponto de representar uma maturidade segura, que é o mínimo que um trabalhador merece após décadas de serviço.


E esse trabalhador ainda tem que se preparar para a mordida do Imposto de Renda sobre o total de valores a que fizer jus.
 

Piora muito a proposta o fato de que o Banco oferece apenas um ano de cobertura do tíquete extra e dos planos de saúde e odontológico. 

O que essa pessoa vai fazer com esse pouco valor, e ainda tendo que custear integralmente o plano de saúde e a alimentação após um ano? Por quanto tempo conseguirá sobreviver desempregado e, uma vez desempregado, buscando e pagando por novos concursos, ou sabe-se lá Deus como viverá com sua família!
 
Se a empresa quisesse, realmente, como afirma no comunicado, valorizar e propiciar qualidade de vida aos funcionários, que agora não "servem" mais aos seus propósitos, teria que formatar algo condizente com as reais necessidades do trabalhador, fora do mercado de trabalho, ou seja, desempregado. Não é justo e razoável, depois de vários anos trabalhados, a Direção do Banpará apresentar um Plano de Demissão Voluntária, sem que realmente efetive a valorização para quem quer deixar a empresa.
 
Essas pessoas, que colocaram sua juventude à disposição do Banpará, não merecem esse tratamento rebaixado que o Banco ofereceu no Comunicado 001/2013, e que, a nosso ver, não atende em nada as reais necessidades dos empregados. Abaixo, as demais supostas vantagens:


-Pagamento de todas as verbas rescisórias;
-Dispensa do cumprimento do aviso prévio sem descontos;
-Depósito de 40% sobre o valor total de depósitos efetuados pelo Banco no FGTS;
-100% do valor do ticket alimentação, correspondente a 12 meses;
-Pagamento, integral, do Plano de Saúde e do Plano Odontológico, para os funcionários optantes e de seus dependentes inscritos até a data da rescisão, pelo período de 12 meses.
 
Para a AFBEPA, este rebaixado Plano deve ser RECHAÇADO pelo funcionalismo do Banpará. O Banco precisa melhorar, e muito, sua proposta, se quer algum retorno do funcionalismo.


Desde já, pedimos a inclusão desse PDV rebaixado na pauta da Assembléia de amanhã, 26, no Sindicato dos Bancários.

Aguardaremos nova proposta do Banco, mas até lá, orientamos aos funcionários a não adesão a esse PDV.

TODOS E TODAS À ASSEMBLÉIA!!! SERÁ AMANHÃ, 26, NO SINDICATO, AS 18h!!!



FIRMES NA LUTA,

UNIDOS SOMOS FORTES!




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sábado, 23 de fevereiro de 2013

O SINDICATO É IRRESPONSÁVEL E DESONESTO QUANDO MENTE AOS BANCÁRIOS

Ao Sindicato, que publicou um texto irresponsável, desonesto e mentiroso, mais uma vez atacando esta Associação e sua Presidenta, Kátia Furtado, temos apenas a   dizer que:

1º) Não sejam irresponsáveis. Vocês poderiam, em tempo hábil, ter informado a categoria sobre a sentença judicial da ação do tíquete extra, assim como, também, que o jurídico do Sindicato iria recorrer e, para isso, não precisavam atacar a AFBEPA. Apenas deveriam cumprir bem o seu papel, porque assim como toda a diretoria desta Associação, todos os bancários e bancárias do Banpará sequer sabiam que a sentença havia sido publicada no dia 07 de fevereiro, quanto mais se o Sindicato sabia da publicação da sentença e se iria recorrer. 

O detalhe é que a ação citada é do Sindicato, e não da AFBEPA. É o Sindicato que tem a responsabilidade, o dever, a obrigação moral e legal de informar a categoria. Mas não o fez em tempo hábil. Nos dias de hoje, com a internet, e com as assessorias, ainda que não houvesse um único diretor na sede do Sindicato (até porque nessas caravanas viajam grandes grupos, imaginem o custo dessas tantas viagens eleitoreiras), ainda assim, ler uma sentença no site do TRT, e postar uma matéria no site do Sindicato independe da cidade em que se está. Bastaria apenas ter um computador ligado à internet e tudo se resolveria, se houvesse o zelo, o cuidado e o respeito para com os interesses e direitos da categoria. Para isso é que recebem dinheiro público, para isso é que são liberados do trabalho.

A Presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, como advogada que é, entendeu que faltaram duas informações fundamentais na petição do tíquete extra: 


1) que o tíquete extra é uma sobra da nossa PLR, e que o Banco criou um direito para os funcionários a partir de 2008, quando começou a distribuir essa sobra em forma de abono ou de tíquete. Essas informações robusteceriam a tese do Costume; e 

2) que nosso ACT havia sido ratificado (pela pressão da greve), o que a Juíza não sabia, tanto que, ao final da Sentença, ela afirma que não havia Acordo vigente. 

Essas são avaliações técnicas que jamais caluniaram quem quer que seja. Avaliações que, inclusive, foram colocadas, de forma honesta e direta, por Kátia Furtado, à própria advogada citada pelo Sindicato, após a publicação da sentença no Blog da AFBEPA.

2º) Não mintam. Vocês decidiram ajuizar a ação do tíquete extra para poupar a direção do Banco de um confronto direto mediante ação política dos bancários e bancárias. Uma vez ajuizada a ação, a um terceiro ente coube a decisão sobre nosso direito, antes de termos esgotado todos os recursos da luta política com paralisações, e até uma greve, se necessário fosse. Isso porque vocês tem medo da pressão da categoria e medo da pressão do Banco.

A esperança de vocês é que a ação judicial jogasse uma água fria na fervura que se encontra hoje o caldeirão de injustiças e sequestros de direitos que ocorre no Banco, tanto que se recusaram a convocar uma assembléia, a tal ponto, que os próprios bancários tiveram que autoconvocar essa assembléia. 

Vocês, diretores sindicais, com o poder sindical que possuem, nada fazem, a não ser atos relâmpagos para as fotos; e reuniões nas quais baixam as cabeças para a direção do Banco. Exemplos? Vamos citar um exemplo bastante representativo, resgatando, exatamente, a história da assinatura do ACT 2012/2013 e da entrega do nosso tíquete extra. 

No dia em que foi assinado o ACT, Kátia Furtado soube em cima da hora do evento. Foi para a Matriz e encontrou uma diretora do Sindicato, funcionária do Banpará, no corredor, desolada. Perguntou a ela o porquê de estar fora da sala e escutou da diretora sindical que o Banco não havia permitido sua presença no ato de assinatura do Acordo. Imediatamente Kátia manifestou sua indignação diante desse desrespeito e perguntou à diretora: "e tua presidenta do Sindicato, concordou?" Desmoralizada, a diretora sindical silenciou.

Kátia entrou na sala. Estavam presentes o presidente do Banpará, a diretora administrativa e outros membros por parte do Banco; e, pelas entidades, a presidente e uma diretora do Sindicato, e a representante da Fetec. Imediatamente, Kátia protestou pela diretora sindical sozinha no corredor. Todos calaram, inclusive a presidente do Sindicato. Baixaram a cabeça. Aceitaram, como sempre, a imposição do Banco. 

Kátia, então, percebeu que já estavam assinando o Acordo. Pediu licença e perguntou sobre as pendências que teriam que ser resolvidas antes da assinatura do Acordo. (Relembrando - as pendências que ficaram pautadas com a diretora administrativa em uma reunião anterior aquela da assinatura do ACT eram: o pagamento do Tíquete Extra, a liberação da vice-presidente da AFBEPA, a liberação dos diretores da AFBEPA para atividades de formação sindical, a implantação do Ponto Eletrônico, entre outras).

Diante da pergunta de Kátia Furtado, o presidente do Banco disse que não iria debater mais nada e que estava ali apenas para assinar o ACT. Novamente o Sindicato calou. Se manteve calado, aceitando a não discussão, sequer tensionou o presidente do Banco sobre nosso tíquete extra e as demais pendências. Baixaram as cabeças aquelas que se diziam representantes dos funcionários, ali, naquela sala, na assinatura do ACT. Diante disso, e percebendo o que estava ocorrendo contra os funcionários, Kátia declarou que, em sinal de protesto, não assinaria o Acordo, e retirou-se da sala. O ACT 2012/2013 não traz a assinatura da Presidenta da AFBEPA, como testemunha.


A última página do ACT, sem a assinatura de Kátia Furtado que não assinou e não assinará, em sinal de protesto. O diretor da Contraf, que não estava em Belém, assinou o ACT após o envio por sedex.

Clique aqui para ler o ACT e ver as assinaturas na última página. 

Esse é apenas mais um exemplo, dentre tantos que, infelizmente, revelam a fraqueza dessa atual direção sindical.

3º) Não sejam desonestos. TODAS AS ENTIDADES DEFENDERAM O ACORDO NA ÚLTIMA ASSEMBLÉIA DA GREVE. Esta AFBEPA o fez com a alma cortada, mas por responsabilidade na defesa das vidas dos bancários e bancárias do Banpará. E a presidente do Sindicato e a representante da Fetec sabem muito bem disso.

1) Fomos informadas que a direção do Banco estava com uma ação judicial pronta, naquela noite, esperando o resultado da Assembléia, para ajuizar dissídio coletivo na manhã seguinte;

2) Tínhamos em pauta, com a Dirad, as pendências e um indicativo, do Banco, de que o tíquete extra seria rediscutido;

3) Avaliávamos e continuamos avaliando que nosso Acordo é bom, com boas conquistas econômicas como o maior reajuste do Brasil, que, nos demais Bancos, foi de 7,5%, e no Banpará foi de 8,5% mais 2% em todos os níveis da tabela, ou seja, tivemos um reajuste de 10,5%, além dos 4% na parcela adicional da PLR, a conversão da licença-prêmio em dinheiro, o abono dos dias parados, entre outras conquistas nas cláusulas ECONÔMICAS (que já estavam entregues ao Banco pelo Sindicato).

No texto em que, desonestamente, os diretores do Sindicato recortaram e copiaram do nosso Blog, ficou muito claro aos bancários e bancárias que defendemos nosso ACT, porque não queríamos ficar apenas com as cláusulas econômicas da Fenaban, o que o Sindicato havia aceitado.

Sabíamos que havíamos chegado ao limite de nossa greve, até porque, naquele mesmo dia, havia se encerrado a greve relâmpago da Contraf, e, no dia seguinte, o Banco ajuizaria o dissídio, e tendo a Fenaban e a Contraf negociado a Convenção, a Justiça do Trabalho encerraria nossa greve e teríamos apenas a Convenção da Fenaban, à qual o Banpará é signatário. Perderíamos nosso ACT e nossos prejuízos seriam imensos!

Na assembléia de aprovação do Acordo, Sindicato, Fetec e AFBEPA, as três entidades, defenderam a aprovação do Acordo. Por ampla maioria OS BANCÁRIOS E BANCÁRIAS APROVARAM O ACORDO. 

Os culpados da perda do tíquete extra, vamos lembrar ao Sindicato: são a direção do Banco e o governo Jatene.

Em defesa dos direitos, interesses e conquistas dos bancários e bancárias, e empurrando o Sindicato em favor de nossas causas, o que nos toma bastante energia e tempo, sempre lutamos e lutaremos, com ousadia, independência e coragem, com verdade e fé, e com honradez e honestidade. Sigamos adiante que nossas demandas reais são muito grandes, pesadas e nossa luta é imensa! Não temos mais tempo a perder!



FIRMES NA LUTA,

UNIDOS SOMOS FORTES!





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EDITAL DE CONVOCAÇÃO DA ASSEMBLÉIA DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DA AFBEPA


EDITAL DE CONVOCAÇÃO DE ASSEMBLEIA GERAL ORDINÁRIA PARA PRESTAÇÃO DE CONTAS DO EXERCÍCIO DE 2012.

A ASSOCIAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS DO BANPARÁ - AFBEPA, inscrita no CNPJ/MF sob o nº 15.321.144/0001-17, convoca a todos os associados para a Assembleia Geral Ordinária que será realizada no dia 28 de fevereiro de 2013, conforme art. 11, I do Estatuto desta Entidade, em primeira convocação às 18h e em segunda convocação às 18:30h, na sede da AFBEPA à Travessa Antônio Baena, nº 103- altos, Bairro de Fátima, Belém/PA, para discussão e aprovação da seguinte ordem do dia:





1 – Prestação de Contas do Exercício de 2012.





Belém, 22 de fevereiro de 2013





DIRETORIA DA AFBEPA


GESTÃO FIRME NA LUTA














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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

TODOS À ASSEMBLÉIA, DIA 26, TERÇA, 18h, NO SINDICATO!

Durante a manhã a diretoria da AFBEPA conversou com vários bancários que organizaram e mobilizaram o abaixo-assinado que foi enviado, às dezenas, desde sexta-feira, 15, ao Sindicato, e a maioria concordou com a proposta de adiamento da Assembléia autoconvocada de hoje para terça, 26, as 18h no Sindicato.

A Presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, ressaltou que o maior prejuízo, além da perda de dinheiro no bolso, com o sequestro do nosso tíquete extra e o descumprimento de acordos, a não promoção por antiguidade, dentre outros, é a desregulamentação que o Banpará está realizando, sob o silêncio cúmplice do Sindicato, no processo de trabalho e nas vidas dos bancários e bancárias. "Desregulamentar é pior que flexibilizar, porque a flexibilização já é muito ruim, mas algumas conquistas da CLT se mantém. O que Banco está fazendo é uma desregulamentação, ou seja, está excluindo inteiramente direitos anteriormente firmados para os trabalhadores. Isso não podemos aceitar, jamais! Não podemos ficar calados diante de tantos ataques!" Afirmou Kátia Furtado.

A AFBEPA pede mobilização. Essa é a hora. conversem com os colegas de suas unidades de trabalho e vamos todos à ASSEMBLÉIA DO DIA 26, TERÇA-FEIRA, AS 18h, no Sindicato.

FIRMES NA LUTA,

UNIDOS SOMOS FORTES!








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VITÓRIA DOS BANCÁRIOS: HAVERÁ ASSEMBLÉIA DIA 26, TERÇA-FEIRA. TODOS E TODAS LÁ!


A atual direção do Sindicato dos Bancários teve que se dobrar a pressão da categoria. Mas, mesmo assim, fez questão de desrespeitar a vontade dos bancários que desejam uma ASSEMBLÉIA e não uma PLENÁRIA, e para hoje, quinta-feira, 21, e não para terça-feira, 26.

Talvez imaginando uma delirante queda de braço com esta AFBEPA, a direção do Sindicato desconsidera um clamor dos bancários, porque quem redigiu, mobilizou e enviou as dezenas de abaixo-assinados, na forma do Estatuto sindical, solicitando a assembleia para 21, as 18h, foram os bancários e bancárias. A AFBEPA deu, como sempre, todo o apoio, já que a atual direção sindical, não o faz.

Pois bem, diante do óbvio desejo e direito dos bancários, e após imensa pressão da categoria, mais uma vez vencemos a primeira barreira: está convocada uma plenária para o dia 26/02, terça-feira, as 18h, no auditório do Sindicato. Na pauta, segundo publicação no site do Sindicato, o repasse de informações sobre as ações jurídicas, sobre a reunião com a direção do Banpará e a organização das lutas do funcionalismo.

PLENÁRIA TAMBÉM DECIDE. NÓS, BANCÁRIOS E BANCÁRIAS VAMOS DECIDIR  E DELIBERAR!
Quanto à formalidade e ao legalismo, o fato de ser uma plenária, não muda o caráter decisório da reunião. Vejamos, etimologicamente, segundo os maiores dicionários de português, o significado de cada uma das palavras:

Assembleia - reunião de pessoas convocadas para certo fim; pessoas assim reunidas; assistência; reunião dos membros de um grupo ou organismo, regularmente convocados para deliberar sobre assuntos particulares ou de interesse público; membros desse organismo; parlamento; conselho; sociedade; clube.

Plenária - feminino de plenário. Plenário: pleno; inteiro; assembleia, reunião ou sessão em que participam todos os membros de um corpo ou jurisdição; assembleia geral; totalidade dos membros ou sócios de um grupo.

Logo, uma plenária também é uma assembleia. Não adiantou o Sindicato modificar o nome da reunião, o poder de decisão é dos bancários reunidos. Assim é, e assim será.


ISSO JÁ ACONTECEU EM 2009
Essa situação nos lembrou o ano de 2009, quando a direção do Sindicato se negava a convocar uma assembleia para debatermos e decidirmos sobre a luta do PCS, e os funcionários e a AFBEPA convocaram uma Grande Reunião no Postão, para dali a uma semana. Passados dois dias dessa decisão democrática, e todos já mobilizando para a Grande Reunião no Postão, a direção sindical convocou uma assembleia para a véspera do dia que seria a Grande Reunião. Naquele momento, a direção da AFBEPA  e os funcionários avaliaram e decidiram desmarcar a Grande Reunião e mobilizar para a Assembléia, na qual a AFBEPA propôs e votamos, e vencemos, a Ação de Cumprimento do PCS. A direção do Sindicato defendeu contra e votou contra; está em ata. Graças aquela Ação de Cumprimento, conseguimos uma Tutela Antecipada, com retroatividade, e hoje temos o PCS implantado no Banpará.

Agora não é diferente. Para vencermos as lutas com a direção do Banco, nosso foco central, precisamos, primeiro, vencer as lutas com o Sindicato, que sempre se coloca como um muro de contenção, protegendo a direção do Banco. Senão, porque não convocaram antes uma assembleia? Porque convocaram, agora, uma Plenária, pretendendo, talvez, retirar o poder de decisão da categoria? Porque ajuízam as ações antes de debater com os bancários e definir as estratégias de luta conjuntamente, dessa forma, dando a um terceiro ente, um juiz, o único poder de decisão sobre nossas legítimas causas? Antes de ajuizar as ações, podemos lutar com as nossas armas. Mas é exatamente isso o que a direção sindical busca evitar: o confronto com a direção do Banco que está passando por cima de todos os nossos direitos, descumprindo acordos, sequestrando o que é nosso! Ou seja, todo o poder e estrutura sindical ficam inertes, ausentes, protegendo a direção do Banpará, enquanto nós, que somos os bancários que sustentamos nossa entidade de classe, estamos, literalmente, no fogo.

Os bancários e bancárias que convocaram a Assembléia para hoje, 21, 18h, é quem tem o poder de decidir. Esta AFBEPA, como não tem o menor interesse em quedas de braço com a direção sindical, considera uma GRANDE VITÓRIA da luta e mobilização dos bancários e bancárias, o fato de o Sindicato ter convocado essa Plenária, que é uma Assembléia.

Esta AFBEPA sugere aos bancários e bancárias que adiemos a Assembléia autoconvocada para hoje, justamente para o dia 26, dia da Plenária convocada pelo Sindicato quando poderemos nos reunir, debater e DECIDIR o que for melhor e mais estratégico para nossas lutas, para nossas vidas.

Vamos conversar com todas as unidades do Banco e avaliar qual a disposição dos funcionários que convocaram a assembleia. No final da manhã postaremos a decisão da categoria aqui no Blog.

SEMPRE FIRMES NA LUTA,

UNIDOS SOMOS FORTES!






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quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

AMANHÃ, TODOS E TODAS À ASSEMBLÉIA, NO SINDICATO!


Registramos, de antemão, nossos parabéns aos colegas do interior que estão se mobilizando para virem à Belém participar da Assembléia que será massiva. Na região da Estrada, de vários municípios, bancários e bancárias virão para debatermos nossas estratégias de luta! Agora é a hora! Chega de brincarem com nossas vidas!

Aos colegas de Belém, vamos honrar essa disposição de luta dos nossos colegas do interior e comparecer em peso no Sindicato! Os problemas são de todos, e as soluções tem que ser encontradas por todos nós, juntos!

FIRMES NA LUTA,

UNIDOS SOMOS FORTES!




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DESCOMISSIONAMENTOS - BANPARÁ IMPÕE REGRA ULTRAPASSADA SEM DAR A DEVIDA PUBLICIDADE AOS BANCÁRIOS


O Comissionamento e o descomissionamento de trabalhadores, via de regra, é do poder da empresa. No Banpará, as entidades têm reivindicado que tanto para comissionar, quanto para descomissionar, a Direção do Banco observe critérios que precisam ser criados com transparência e justeza, sempre respeitando a concorrência baseada na igualdade de oportunidades a todos. 

Até hoje, por exemplo, não houve processo seletivo para a definição das funções na agência empresarial. Todos os bancários esperavam a concorrência interna, que não veio.

Outro grande problema que o Banpará criou, recentemente, para a vida de seus funcionários que perderam a comissão por algum motivo, foi a retirada da percepção da comissão por 90 dias após o descomissionamento, o que possibilitava um tempo mínimo para que o trabalhador readequasse sua vida à nova e reduzida realidade orçamentária.

Como sabemos, há muitos anos, a Direção do Banpará, corretamente, mantinha a postura de pagar a comissão por 90 dias, em todos os casos de descomissionamento, mesmo para quem cometia qualquer falha procedimental.

Segundo o que foi apurado pela AFBEPA, a Direção do Banco decidiu mudar a correta conduta anteriormente estabelecida, baseada em um documento de 1996, de autoria do ex-presidente Frederico Monteiro que, naquele tempo, determinou que nos casos de extinção e reestruturação os funcionários descomissionados teriam direito à percepção da comissão por 90 dias, todavia, os funcionários que cometessem qualquer falha procedimental, não fariam jus à essa percepção da comissão pelo período citado.

A Presidenta da AFBEPA conversou com a DIRAD e solicitou que fossem REVOGADAS as portarias que retiraram o direito à percepção, por 90 dias, da comissão dos recentes descomissionamentos, considerando que em nenhum momento foi divulgado, na empresa, a modificação de uma política antes benéfica, que atendia às necessidade reais da condição do ser humano, principalmente de quem passará a sofrer a mudança brusca da perda da comissão que, muitas vezes, é até maior do que o salário.

Retirar dinheiro do bolso de um trabalhador, principalmente no caso do Banpará, que já sofreu na década de 90 a política do reajuste zero; da ausência de promoção, por causa do PCS congelado desde 1994, e da redução salarial por quase um ano, é, na prática, lhe subtrair um mínimo de qualidade de vida.

Ademais, a atual aplicação dessa norma de 1996 da forma, como foi feita, fere de morte o princípio da publicidade, pois nenhum funcionário do Banco teve prévio conhecimento dessa regra ultrapassada que tratou os casos de descomissionamentos de maneira tão desumana. Para que tivesse validade a norma esquecida, e não mais em uso há tantos anos, seria necessário que se desse ciência ao corpo funcional de sua existência, o que até o presente momento, não foi feito.

Esperamos que a Direção do Banpará volte atrás e melhore a sua política de pessoal com os funcionários, valorizando-os, ao invés de tratá-los apenas como números, como se fossem máquinas de metas e lucros.

A VIDA VALE MAIS!

UNIDOS SOMOS FORTES!





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