quinta-feira, 26 de setembro de 2013

CATEGORIA ESPERA PROPOSTAS ECONÔMICAS DO BANPARÁ

Agência Palácio parada

A nossa greve é legítima e continua forte. Não cansamos de repetir. Agora, já são quase 60 cidades que aderiram a nossa luta. Não fazemos piquetes. A adesão é espontânea. Formamos equipes para compor as comissões de esclarecimento. Nesta quinta-feira, 26, completamos uma semana de greve e não desistiremos enquanto o Banpará não discutir as cláusulas econômicas.  

Terapia Holística e Reajuste do Abono Academia não atendem as nossas principais necessidades.  Imagina então o Programa de Distribuição de Resultados (PDR), que remunera o funcionalismo a partir do atingimento de 90% das metas propostas pelo Banco.  

Só voltaremos se o Banpará apresentar propostas econômicas 

O que queremos é o retorno do nosso TICKET EXTRA, no valor de R$ 5 mil reais, para cada um e a Promoção por antiguidade para todos, retroativa a janeiro de 2013, e promoção por merecimento em janeiro de 2014.

“Se a greve continua é por culpa única e exclusiva do Banco. A Direção do Banpará precisa dar uma resposta sobre as cláusulas econômicas para que a categoria possa avaliar e decidir sobre os rumos da greve. Não podemos ficar reféns dessa enrolação e omissão que hoje impera”, ressalta a Presidenta da AFBEPA Kátia Furtado.

O funcionalismo não tem motivos para retornar ao trabalho, só devendo fazê-lo após apresentação de proposta econômica pela Direção do Banco; avaliação em assembléia do sindicato dos bancários e decisão pela aceitação ou não da proposta.

“Temos que continuar na greve firmes e fortes”, afirma Antônio Bechara. “A vida tem pressa de ser tratada, ser cuidada por quem deve fazer isso”, enfatizou a vice presidenta da AFBEPA Cristina Quadros.

O Banpará, desde o dia 25 de setembro, está realizando o pagamento do funcionalismo público do Estado, nesta sexta-feira, 27 de setembro, acontecerá o pagamento dos servidores do Tribunal de Justiça do Estado. Quem tem ido às unidades de atendimento do Banpará, as tem encontrado vazias. E isso é culpa do Banco que não negocia os nossos interesses econômicos na campanha. 

A AFBEPA pede: Banpará venha negociar. Apresente as propostas que a categoria necessita. Deixem de causar tantos prejuízos à sociedade. 

A primeira mesa de negociação, após a greve, que seria feita nesta quinta-feira, 26, entre as entidades sindicais, a AFBEPA e o  Banpará, foi cancelada porque a presidente do Sindicato dos Bancários do Pará, Rosalina Amorim, teve que viajar para uma reunião com o Comando Nacional, para avaliar a greve. Ainda não temos um posicionamento sobre a data da mesa.  

A direção da AFBEPA entende que a mesa de negociação deveria ter ocorrido hoje. Portanto, o sindicato deveria ter indicado alguém com competência, vice presidente, secretário geral, para  representá-lo.  



PELO RETORNO DO TICKET EXTRA, NO VALOR DE R$ 5 MIL REAIS, PARA CADA UM!

PELA PROMOÇÃO POR ANTIGUIDADE PARA TODOS, RETROATIVA A JANEIRO DE 2013, E PROMOÇÃO POR MERECIMENTO EM JANEIRO DE 2014!

POR REAJUSTE DIGNO, ACIMA DA FENABAN, JÁ QUE TEMOS O MENOR SALÁRIO ENTRE OS BANCOS PÚBLICOS!

POR SAÚDE, SEGURANÇA, PONTO ELETRÔNICO, PAGAMENTO DE TODAS AS HORAS EXTRAS, RESPEITO, DIGNIDADE E VALORIZAÇÃO EFETIVA!

UNIDOS SOMOS FORTES!

2 comentários:

Anônimo disse...

Pai d'égua será o pagamento da SEDUC, rsrsrsrsrsrs. Ontem havia uma agência em que aposentados e pensionistas se aglutinavam nos caixas eletrônicos, e a reclamação era geral. Só chamavam o Banpará com aquelas palavras impublicáveis. Vamos ficar firmes. Tomara o sindicato não feche nada por lá, aceitando as migalhas sem nenhuma negociação após 5 meses, como foi em 2012. Lá na Nacional eles babam muito ovo pela patronal.

Anônimo disse...

Corre boato, vindo direto do Gabinete das Diretorias, de que a Diretoria Colegiada não fará nenhuma proposta concreta porque o objetivo é levar ao dissídio na Justiça do Trabalho, tentando arrancar os benefícios acumulados durante anos por todo o funcionalismo. É uma vergonha tudo isso, fora as falcatruas que essa Diretoria está fazendo por debaixo dos panos. Ao olhar de perto posso afirmar, com certeza, que dificilmente eles aceitarão dar benefícios aos funcionários, é preferível escravizar-nos a todos para enriquecer principalmente a corja chefiada pelo Governador.