terça-feira, 31 de janeiro de 2012

FRAUDES NA ALEPA E DENÚNCIA DO MP - HÁ QUE SER FEITA A NECESSÁRIA DIFERENÇA ENTRE OS CORRUPTOS E O BANCÁRIO

Sobre a denúncia do MP acerca das fraudes e desvios na ALEPA, conforme matéria divulgada desde ontem no Jornal O Liberal e publicada no Diário do Pará de hoje, a posição da AFBEPA:

É fundamental que tudo seja rigorosamente apurado, que os verdadeiros culpados sejam punidos e que o dinheiro desviado retorne aos cofres públicos, sendo assim, o MP está cumprindo seu papel e está de parabéns! A AFBEPA está buscando conhecer o teor da denúncia apresentada contra o bancário do Banpará, mas, de antemão, reafirma o que tem sido colocado em todos os momentos, desde que os escândalos começaram a ser divulgados:

1) Quem tem que devolver o dinheiro aos cofres públicos não é o Banpará, porque aí o dinheiro público seria duplamente desfalcado. Quem têm que devolver o dinheiro aos cofres públicos são os corruptos que se beneficiaram, os que desviaram os recursos.

2) É preciso fazer uma diferença entre os corruptos poderosos, que deram as ordens, e o bancário do Banpará, que recebeu e cumpriu as ordens, pelos motivos já fartamente expostos: assédio moral e comando de todos os poderes a ele superiores, quando o bancário coordenava o posto, e tudo o que fez ou deixou de fazer teve a anuência das direções de ambas as casas, à época, conforme o próprio bancário deixou claro à imprensa e ao MP. 

Esse nosso colega não pode ser queimado na fogueira por ter obedecido ordens superiores, ainda que ordens não escritas. Com um detalhe importante: o fogo sob seus pés arderá e subirá bem mais rapidamente do que sob os pés de ouro podre dos poderosos. Aí, estaremos alimentando uma injustiça, quando o que queremos é uma verdadeira justiça. 

Que paguem os culpados, os corruptos e não o bancário. E que paguem com o dinheiro usurpado do povo, e não com o dinheiro do Banpará!

Assim que obtivermos o teor da denúncia reuniremos nossa assessoria jurídica e política, e nossa direção plena para tomarmos as decisões acerca do fato, de todo modo, coerentes com a posição acima exposta.




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ELEIÇÕES DIRETAS NO BANPARÁ

Dia 3 de fevereiro, próxima sexta-feira, haverá eleições diretas no Banpará. Vamos escolher, por meio do voto, nossos representantes para os três comitês internos do Banco, cujos membros ainda são indicados. Poderemos votar em até três candidatos por cada comitê.


As eleições diretas no Banpará são, por si, uma importante conquista da nossa luta! Até o ano passado, havia a indicação/imposição dos nossos representantes. A partir da nossa "Campanha pelas Diretas Já", onde exigimos democracia, houve grandes mudanças no cenário, por isso, em nosso atual ACT, já estão garantidas as eleições diretas para escolha dos nossos representantes em todos os comitês internos do Banpará.


A força da nossa mobilização, do nosso movimento, da nossa união desde 2007, passando pela "Campanha pelo PCS", pela nossa presença massiva nas lutas e pela nossa linda participação nesse último Encontro Estadual do Banpará, onde decidimos, democraticamente, virar o jogo e dar as cartas, já rende bons frutos: 1) temos nosso PCS implantado e houve a primeira promoção; 2) temos o melhor acordo coletivo do Brasil; e isso se deve, em nossa avaliação, a dois fatores principais: nossa poderosa greve que começou parando mais de 90% das agências já no primeiro dia e seguiu aumentando a adesão; e a inversão da lógica de negociação quando, ao contrário do que é feito nacionalmente onde as negociações começa pelas cláusulas sociais, aqui na mesa do Banpará, pela primeira vez, invertemos a pauta e começamos as negociações pelas cláusulas econômicas, o que foi decisivo para que a categoria e a direção do Banco sentissem a força e a pressão necessárias para o bom desfecho do movimento.






Neste ano que ainda se inicia temos muitos desafios semelhantes e até mais pesados: a defesa do Banpará é o primeiro deles. O Banpará está sob ataque direto. Defender o Banpará é uma tarefa fundamental não só para a manutenção dos nossos empregos, mas para a luta pela soberania do Estado, do patrimônio público paraense. O Banpará, e tudo o que é público, é do povo! Mas afirmamos que a defesa do Banpará tem tanta importância quanto a defesa da valorização dos funcionários, bancários e bancárias do Banpará, quanto a defesa das melhorias e correções de rumo do próprio Banco. Quando apontamos os problemas que precisam ser corrigidos, estamos defendendo o Banpará, quando brigamos por valorização dos funcionários, estamos defendendo o Banpará, porque o atendimento, a tecnologia, os produtos, a imagem do Banco, tudo é o Banpará.


Para escolhermos nossos representantes nas eleições da próxima sexta-feira, 3, devemos ter em mente essa história de lutas, superações e os desafios colocados. Devemos ter como critério fundamental para nossa escolha, a verdadeira e profunda adesão à essas nossas lutas, acima dos interesses pessoais que, muitas vezes, levam os nossos colegas a compactuarem com a vontade do Banco para ficarem bem com a direção. Isso é trair os interesses da categoria em benefício próprio. Façamos uma avaliação minuciosa de todos os candidatos e candidatas e escolhamos aqueles que tem estado na luta de peito aberto, sem medo de enfrentar os poderosos de plantão! Porque, sempre repetimos aqui, a direção do Banco já possui seus representantes que por ela são indicados nos comitês. Nós, precisamos dos nossos representantes, com independência e coragem para lutar, de verdade, por nós, por nossos direitos, interesses e conquistas, por justiça efetiva nos comitês internos do Banpará.


Que a democracia e a luta legítima sejam sempre vencedoras!

UNIDOS SOMOS FORTES!










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quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

NO ESPAÇO ABERTO - "PRECIFICAÇÃO" DO BANPARÁ


"Precificação" do Banpará está na casa dos R$ 600 milhões




Em tempos de renovadas especulações de que o Banpará será vendido ao Banco do Brasil, analistas do ramo, que inclusive conhecem bem - muito bem - os números do banco, consideram que a instituição oferece cenário confortável ao seu controlador.

Consideram que o Banpará é rentável, com valor de mercado e com uma carteira que interessa ao sistema financeiro.

A avaliação do Banpará, caso venha a ser vendido, terá sua avaliação mensurada considerando a pujança de sua carteira de crédito, atualmente com mais de 800 milhões em créditos com baixíssimo risco, credenciando-o a ostentar um fluxo de caixa positivo no curto e longo prazo.
Mas há uma luz amarela, senão vermelha, no fim do túnel: trata-se de uma carteira com exclusividade em cima da folha de pagamento do governo do Estado. Com as novas regras de portabilidade bancária já em vigor, o banco pode sofre perdas em função disso.

Se considerado o modelo de avaliação baseado no balanço patrimonial do Banpará, mais precisamente o modelo do valor contábil, analistas apontam uma precificação para o banco na faixa dos R$ 300 milhões. Já considerando a carteira de crédito, o valor pode ser bem superior.

Se vier a ser considerada a hipótese da venda ou da federalização do Banpará, analistas recomendam que o Estado recorra a uma consultoria especializada em precificação de empresas. Com o peso da carteira de crédito, o preço ficaria entre R$ 400 milhões e R$ 600 milhões, mas somente uma avaliação criteriosa é que poderá apontar o valor mais aproximado da realidade.

Caso o governo venha realmente a negociar o banco no mercado, analistas apontem que um alternativa seria negociar o banco comercial e abrir uma agência de desenvolvimento, a exemplo do que já fez o governo de São Paulo, a partir da federalização da Nossa Caixa. Assim, o governo paraense criaria a agência de desenvolvimento do Estado do Pará, que nasceria com o que é hoje a Superintendência de Desenvolvimento Econômico e Social (Sudes) , que administra recursos dos diversos fundos e programas do governo do Estado.

Analistas acrescentam ainda que este é o momento para o governo agir no sentido de eliminar a grande ameaça que ronda o Banpará.

Dentre as opções, consideram que a federalização seria a mais palatável do ponto de vista político tanto interno (funcionalismo do Banco) como dos sindicatos e de associações relacionadas."


Fonte: Blog Espaço Aberto






COMENTÁRIO DA AFBEPA: O melhor para o Pará, para os funcionários e para o Banpará é que permaneça um banco público e estadual e seja cada vez mais valorizado! Por que abrir mão de um banco lucrativo para o Estado?


Clique aqui para ler a posição completa da AFBEPA, já postada em nosso blog, sobre esse assunto.








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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

ELEIÇÕES AOS COMITÊS - HOMOLOGADAS AS CANDIDATURAS


Homologadas as inscrições para as Eleições do GT PCS, Comitê de Relações Trabalhistas e Comissão de Segurança do Banpará.

A realização das eleições diretas para representantes dos funcionários é fruto de uma grande luta, uma campanha por diretas já, por democracia no âmbito do movimento sindical no Banpará, realizada pelos funcionários e pela AFBEPA.

Devemos valorizar o processo eleitoral como uma conquista importante para nosso amadurecimento político, para nosso crescimento em participação, pois todas as questões tratadas nos comitês são do nosso mais absoluto interesse!

Logo mais se abre o período das campanhas eleitorais e esperamos que estas aconteçam em alto nível, com propostas e verdades.

Que a categoria faça as melhores escolhas, sempre tendo em vista os compromissos de cada candidato com as nossas lutas históricas.

Confira, abaixo, os inscritos para o GT PCS, Comitê de Relações Trabalhistas e Comissão de Segurança do Banpará:


GT/ PCS

Kátia Luiza Silva Furtado (AFBEPA)
Edmilson Gomes Raiol (Sucob/Geace)
Érica Fabíola Monteiro Henrique (Seeb)
Luiz Sérgio Montelo Tavares (Ag. Icoaraci)
Odinea Lopes Gonçalves (Seeb)
Vera Lúcia dos Remédios Paoloni (Seeb)


COMITÊ DE RELAÇÕES TRABALHISTAS
Sheila de Souza Corrêa de Melo (Ag. BR Ananindeua)
Érica Fabíola Monteiro Henrique (Seeb)
Heidiany Katrine S. Moreno (Seeb)
Laurentino Pinto de Souza (Ag. Belém Centro)
Luiz Sérgio Montelo Tavares (Ag. Icoaraci)
Maria Salete Gomes de Souza (Suloc/Genaq)
Odinea Lopes Gonçalves (Seeb)


COMISSÃO DE SEGURANÇA
Luiz Carlos Amaral de Moura (Ag. Ananindeua)
Fernando Manoel Neves Loureiro (Sulog/Gemab)
Raimundo Nonato Costa Silva (Ag. Senador Lemos)
Edmilson Gomes Raiol (Sucob/Geace)
Heidiany Katrine S. Moreno (Seeb)
Laurentino Pinto de Souza (Ag. Belém Centro)
Luiz Sérgio Montelo Tavares (Ag. Icoaraci)
Maria Salete Gomes de Souza (Suloc/Genaq)
Vera Lúcia dos Remédios Paoloni (Seeb)
Wilson Júnior Leitão Rodrigues (Surec/Gerel)




Fonte: Seeb/Pa.





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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

(IN)SEGURANÇA - A ILEGALIDADE E O DIREITO DE RECUSA

"Colegas do banpará, até o momento o banco não enviou ninguém à Tailândia (...) ISSO É UM ABSURDO!"


O desabafo acima postado é um trecho de comentário recebido e publicado na caixinha do post que faz referência à repercussão do sequestro em Tailândia no blog do Hiroshi Bogéa.


Decidimos trazê-lo à ribalta para tratar de um tema amargo: a (in)segurança do ponto de vista do funcionário e do ponto de vista do Banco, que deveriam ser apenas um único ponto de vista, mas, pelo visto, não são.


O que ocorre hoje, no Banpará, é que os funcionários estão absurdamente expostos à própria sorte ou ao próprio azar e quando se trata de lidar com dinheiro, com muito dinheiro, com dinheiro de um Banco, isso torna-se uma tragédia anunciada.


As quadrilhas mapeiam as vidas dos funcionários. Sabem onde moram, seus horários, os da família, passam muito tempo pesquisando as vidas de suas vítimas enquanto a segurança pública e a área de segurança do Banco nada fazem para prevenir os assaltos e proteger os funcionários públicos bancários do Banpará. Ao contrário, os funcionários continuam sendo os responsáveis pelas chaves das agências e cofres, o que leva a que a modalidade "sapatinho" seja a mais utilizada pelas quadrilhas quando o alvo é o Banpará.


Nessa modalidade, o funcionário é rendido sem poder nenhum de resistência porque sua vida e a vida de sua família é que estão sob risco direto e poder das quadrilhas. Normalmente, o funcionário e seus familiares são sequestrados e mantidos reféns até que se consuma o assalto. Os traumas são imensos e profundos e as sequelas no emocional são pra vida toda, além das doenças e transtornos que se desdobram a partir de eventos como esses. Até hoje não houve ainda óbitos derivados dessa modalidade "sapatinho" mas é bom não continuar contando apenas com a sorte, quando se trata de proteger e garantir a vida.


No mais recente caso, em Tailândia, o tratamento dispensado pelo Banco foi aquém daqueles dispensados em outros casos. O Banco nem chegou a enviar uma equipe das áreas de segurança e saúde para dar a devida assistência aos colegas, tão abalados pelo ocorrido. Os funcionários ficaram relegados ao próprio desespero sem a mão firme da empresa para os amparar. De fato, como pontuou o desabafo postado em comentário, trata-se de um absurdo! Principalmente, considerando que o Banco tem o costume de enviar ao menos uma pessoa da área de saúde para atender as vítimas e seus familiares. Mais absurdo é o motivo pelo qual o Banco não o fez: contenção de despesas. Economia de palitos em uma área tão estratégica?! em uma situação tão delicada?!


O certo é que o dono do negócio é o Banco, que está repassando aos seus funcionários responsabilidades que são suas, enquanto direção da empresa, e não dos bancários enquanto empregados. Segurança, chaves, sobreaviso, isso são meios de manutenção do negócio e quem tem que prover esses meios é o dono do negócio e não seus empregados. Os bancários precisam lidar com a atividade o negócio em si, seja na matriz ou nas agências, e não fizeram concurso público para cuidar da segurança das unidades e cofres. Mais ainda: é dever do empregador proteger a vida de seus empregados no trabalho, portanto, colocar sob riscos essas vidas, é, além de tudo, ilegal.


Não é correto responsabilizar os bancários por aspectos da segurança do Banco, por isso expô-los à ação das quadrilhas e depois sequer estar presente no local do sequestro para amparar as vitimas diretas ou indiretas, uma vez que todos os funcionários da unidade, em uma situação como essa, sofrem o abalo de forma mais ou menos intensa, mas sofrem.


Voltamos a levantar aqui a tese do Direito de Recusa apresentada pelo saudoso Dr. Castagna Maia e pela Dra. Mary Cohen, quando se trata da prerrogativa do empregado em recusar determinada tarefa demandada pelo empregador em função dos riscos a que pode estar exposto. Aplica-se perfeitamente ao caso dos bancários do Banpará no que tange à guarda das chaves de unidades e cofres, ao sobreaviso e ao transporte de valores.


Os bancários e bancárias do Banpará, como todos os seres humanos, devem, em primeiro lugar proteger e defender suas vidas e as vidas de seus familiares e, por isso, podem e devem recusar tarefa que não lhes caiba ou que coloque em risco seu bem mais precioso. Para isso, nossa assessora jurídica, Dra. Valéria Fidélis está preparando um termo, uma declaração na qual o bancário poderá se recusar a cumprir determinadas tarefas que o coloquem sob risco. Após a recusa à chefia imediata e o preenchimento dessa declaração, o bancário a encaminhará à AFBEPA que cobrará do Banco a proteção ao colega. Se no futuro esse bancário sofrer assédio moral ou qualquer punição por ter se recusado a cumprir uma tarefa que lhe colocaria sob risco, a AFBEPA terá como defendê-lo, até na Justiça do Trabalho, se preciso for. Logo mais postaremos aqui no blog um link para o acesso a esse termo, ou declaração de Direito de Recusa.


Abaixo, você lê a íntegra da Cláusula 12ª do nosso ACT 2011/2012 que trata dos procedimentos a serem adotados pelo Banco em casos de assaltos ou sequestros.  No caso de Tailândia, os bancários vitimados foram levados a prestar depoimento na delegacia local, sem a presença de advogados do Banco e sem, antes, terem sido amparados e cuidados por uma equipe médica e psicológica. É, de fato, um absurdo terem sido ouvidos pela polícia, abalados e traumatizados como estavam, sem a devida atenção do Banco. É preciso que se cobre essas providências em todas as esferas para que a presente situação seja reparada e para que não mais torne a ocorrer.







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segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

PROMOÇÃO NO PCS E COMISSÃO DOS TESOUREIROS

Fruto da nossa luta, da nossa capacidade de organização e mobilização, da nossa força e união, conquistamos nossa primeira promoção no PCS, agora em janeiro de 2012. Parabéns a todos nós, bancários e bancárias do Banpará!


Finalmente, após mais de quinze anos de salários congelados, tivemos nosso PCS implantado em janeiro de 2010, por força da Tutela Antecipada conquistada na Ação Judicial decidida pelos funcionários e pela AFBEPA em assembléia. 


Após todo um caminho de lutas, hoje temos nossa primeira promoção por merecimento, excepcionalmente para todos, uma vez que os critérios para a promoção deverão ser rediscutidos no GT PCS, mas o Banco precisa manter o calendário, conforme decisão da Justiça e cláusula no Acordo Coletivo de Trabalho.


Com essa promoção, confirmamos o poder da nossa luta e percebemos que vale a pena, sim, acreditar na nossa força cada vez mais consciente, nos nossos direitos e deveres, e na nossa disposição em defender o Banco do Estado do Pará e nossas vidas, nosso trabalho e nossos direitos!


Ressaltamos trecho do nosso ACT 2011/2012 que define os critérios para promoção por merecimento, que será estendida a todos, exceto para quem entrou e permaneceu de licença-saúde após os quinze primeiros dias:


Clique na imagem para ampliar e ler melhor.




Lembremos que em janeiro de 2013 haverá nova promoção, essa por antiguidade, conforme ACT 2011/2012, da mesma forma estendida a todos, ressalvando os que saíram de licença-saúde e permaneceram após os quinze primeiros dias. O Banco, inclusive, já deve providenciar a nova redação para a cláusula do PCS, substituindo o que era 2 e 4 anos, por 2 e 3 anos, nos interstícios para as promoções por merecimento e antiguidade, respectivamente.




E O REAJUSTE NA COMISSÃO DOS TESOUREIROS, CADÊ?


Como é de amplo conhecimento, após ter descumprido o que acordou na mesa de negociação com as entidades quanto ao reajuste das comissões dos tesoureiros, quanto ao reajuste das demais comissões e quanto ao reajuste de todos os demais salários constantes da tabela, a direção do Banpará se comprometeu com o reajuste das comissões dos tesoureiros para agora: janeiro de 2012.


Ocorre que esse reajuste não veio.
Vários colegas procuraram a AFBEPA, e a Presidenta Kátia Furtado entrou em contato com a Sudep para obter os devidos esclarecimentos.


A Sudep informou que ocorreu uma falha de sistema, mas que o reajuste será garantido e as diferenças serão pagas ainda essa semana.


Continuemos em alerta para garantir mais esse direito.


Em tempo: aguardamos, ainda, a primeira audiência sobre nossa Ação Judicial Trabalhista, que será dia 13 de fevereiro de 2012, as 10h30, na 9ª Vara do Trabalho, na Praça Brasil, na qual reclamamos os reajustes das comissões de tesoureiros, retroativo a outubro de 2011; das demais comissões, retroativo a novembro de 2011 e o reajuste de 12% concedido pela Fenaban para toda a tabela do PCS. Para consulta, o número do processo: 0000001-91.2012.5.08.0009 acompanhe.


Fé, força e luta, sempre!

UNIDOS SOMOS FORTES!










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sexta-feira, 20 de janeiro de 2012

(IN)SEGURANÇA - REPERCUSSÃO NO BLOG DO HIROSHI BOGÉA


A AFBEPA agradece ao publicitário e blogueiro Hiroshi Bogéa, um dos mais respeitados do Pará, e devidamente linkado em nossa coluna de favoritos, ao lado, pela repercussão da nossa postagem. 

Muito obrigado em nome dos bancários e bancárias do Banpará.

20
JAN
Categoria: Sem categoria / sexta-feira, janeiro 20, 2012, 12:30

No mural do Face dos servidores do banco do Estado do Pará, apelo à segurança dos bancários:

“É preciso da um basta a essa situação de medo e violência que sofrem permanentemente os bancários e bancárias! Está mais que evidente que bancário é profissão de risco e isso exige um tratamento à altura: investimento em proteção às vidas, estratégia e tecnologia em prevenção, fortalecimento, autonomia e articulação na área de segurança, repasse imediato da responsabilidade quanto às chaves das unidades e cofres a outros agentes que não os bancários, é o mínimo necessário para enfrentar e superar o atual estágio de (in)segurança em que estamos mergulhados.
O Banco deve enviar as equipes de segurança e saúde à Tailândia para abrir a CAT e cuidar dos dois colegas envolvidos, assim como também dos demais colegas da agência, todos emocionalmente bastante abalados. O correto é a agência não abrir hoje.”







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DEFESA DO BANPARÁ NO BLOG DA MARINOR

Publicado no blog da nossa guerreira ficha limpa Marinor Brito, presidenta estadual do PSOL e ex-Senadora da República, com muita alegria, repercutimos aqui, no nosso blog. Leia, avalie e comente.


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"VAMOS PROTEGER E VALORIZAR O QUE É NOSSO! VAMOS DEFENDER O BANPARÁ!

A defesa do Banpará, enquanto banco público e estadual, é uma tarefa de todo cidadão de bem, de todo paraense e de todo brasileiro que honra seu povo, seu território, sua história e tem esperanças no futuro. O patrimônio do povo merece e precisa ser mantido e valorizado. Ali, há investimento do dinheiro do povo e isso não tem preço! É soberania construída ao longo de 50 anos, e não está à venda!

O Banco do Estado do Pará é uma sociedade de economia mista que tem no governo estadual seu maior acionista. Criado pela Lei 1819 de 30 de novembro de 1959, em 1961 teve sua carta-patente aprovada pela então SUMOC – Superintendência da Moeda e Crédito. Em 26 de outubro daquele ano, o BEP iniciou suas atividades possuindo apenas 17 funcionários. Hoje são mais de 1.300 bancários e bancárias distribuídos em 57 municípios, na capital e interior do Estado, onde, em alguns casos, é o único Banco na cidade. Contando com os Postos, são 195 pontos de atendimento e além de sua rede própria, disponibiliza mais de 32 mil pontos espalhados no Brasil em parceria com o Banco24horas e a Rede Compartilhada.

Dentre seus produtos, destaca-se o BANPARÁ COMUNIDADE, um programa de microcrédito, “iniciativa própria de fomento ao pequeno empreendedor formal, informal e de baixa renda, permitindo fácil e rápido acesso ao crédito (...) desde o seu início em 2001 até setembro/2011 já atingiu 105 municípios aplicando R$ 144.439 mil beneficiando 33 mil pessoas físicas, gerando ou mantendo mais de 78 mil postos de trabalho, sendo aplicados até o final do terceiro trimestre de 2011, R$ 144.439 mil.”*

Hoje o Banpará administra e/ou é parceiro em alguns Programas de Fomento do Governo Estadual, que, “até o final do terceiro trimestre de 2011 apresentavam o seguinte quadro, conforme publicado na página do Banco:

BANCO DO PRODUTOR: mantém aplicados R$ 14.179 mil em 13 projetos localizados em 11 municípios paraenses gerando ou mantendo 180 postos de trabalho diretos;

FDE PRIVADO: mantém aplicados R$ 41.564 mil em todo o Estado do Pará, estimulando o desenvolvimento econômico e social;

FDE – INCENTIVOS FINANCEIROS: beneficia 04 empresas que já obtiveram R$ 10.447 mil na forma de financiamento, as quais mantêm mais de 770 empregos diretos;

CREDPARÁ: mantém aplicados R$ 51.623 mil gerando e/ou mantendo mais de 59.477 postos de trabalho em mais de 73 municípios paraenses;

FUNDO DE AVAL: concedeu aval a 1.906 pessoas físicas que participaram do Programa;

BOLSA TRABALHO, aos que optaram por obter crédito através do CREDPARÁ para iniciar um microempreendimento;

PARÁ RURAL: mantém aplicados R$ 7.131 mil em 28 municípios beneficiando 31 Associações e Cooperativas formadas por 2.593 famílias de produtores rurais carentes;

POLÍTICA DE INCENTIVOS: beneficia atualmente 108 empresas que promovem o desenvolvimento econômico e social do Estado gerando mais de 14 mil empregos diretos.*”

O Banpará administra, ainda, dez fundos municipais de desenvolvimento nos municípios de Belém, Ananindeua, Santarém, Moju, Óbidos, Paragominas, Santa Bárbara, Xinguara, Portel e Vigia, cujo valor aplicado até o final do terceiro trimestre de 2011 é R$ 2.077 mil, auxiliando mais de 4.000 pessoas físicas e jurídicas na implantação e manutenção de seus empreendimentos.*

A AFBEPA, fundada em momento de grande luta pela manutenção do Banpará na década de 80, tendo à frente o nosso querido filósofo, teatrólogo, escritor e poeta Nazareno Tourinho e muitos outros lutadores funcionários e, hoje, comandada por Kátia Furtado e Cristina Quadros, linhas de frente na defesa do Banco - postou recentemente em seu blog, matéria remetendo ao site oficial do governo, a Agência Pará de Notícias, onde o presidente do Banpará, Augusto Costa, afirma que “o banco passa pela melhor fase de sua história, com expectativa de apresentar, no balanço de dezembro de 2011, lucro recorde, acima de 120 milhões, quase o dobro do apresentado no exercício anterior. A previsão é pagar dividendos ao governo do Estado também considerados recorde, em torno de R$ 60 milhões. O Banpará está capitalizado e pretende abrir no mínimo mais 28 unidades no interior do Estado. O banco, lembra Augusto Costa, não usa recursos do orçamento fiscal do Estado.”**

O Banpará é um banco que cresce, se moderniza e dá lucro ao Estado, ao povo do Pará, lucro que pode e deve ser revertido em melhorias no atendimento à população, em serviços e obras para os que mais necessitam! A quem interessa, então, vender o Banpará? Ao povo do Pará é que não é. Ao povo que elege governador, deputados, prefeitos e vereadores e que sustenta, com os recursos públicos, toda essa máquina executiva, legislativa e judiciária, a esse povo interessa o fortalecimento do nosso Banco estadual, a valorização do nosso patrimônio e a redefinição de políticas estaduais que coloquem o Banpará e o próprio governo do Estado no caminho da inclusão social, da dignidade e do respeito ao seu povo!

A luta pelo Banpará é histórica. Nosso Banco é um sobrevivente defendido por seus funcionários que, em 1998 chegaram a emprestar 20% de seus salários, por onze meses, para capitalizar o Banco que vinha sofrendo várias intervenções desde a fase final da ditadura militar, na década de 80, penando por desvios de recursos públicos, que tem como principal suspeito exatamente um dos maiores inimigos do Pará, agora reconduzido ao cargo de Senador da República por uma injusta decisão judicial.

Pela nobre luta de seus funcionários que foram às ruas colher assinaturas, o Banpará sobreviveu também à privataria tucana à época do nefasto Relatório Booz-Allen, que serviu de pretexto para a venda de quase todos os bancos estaduais no Brasil, hoje restando apenas cinco.

Desde então, os bancários e o povo do Pará carregam essa bandeira permanente, porque há sempre um governador ou governadora ameaçando privatizar, incorporar ou federalizar o nosso Banco Estadual. A mais recente notinha na imprensa, estabelecendo até os valores da suposta negociata entre o governo do Estado e o Banco do Brasil, dão uma mostra de que essa luta é mais urgente que nunca, e que devemos, novamente, arregaçar as mangas e sair em defesa do Banpará, antes que o governador de plantão o entregue ao capital privado ou mesmo a um Banco federal, o que de todo modo seria um ataque de morte à soberania do Estado do Pará.

O governo do Estado deve investir no Banpará, deve proteger o Banpará, porque o Banpará é patrimônio nosso, do povo. Fosse o governo federal virar as costas para o Banco do Brasil ou para a Caixa Econômica e como ficariam esses bancos? É melhor para o Pará que o nosso Banco continue estadual, crescendo, se fortalecendo e gerando lucro a ser reinvestido na melhoria da qualidade de vida da população, especialmente, a população mais carente.

Conclamo a todos os lutadores desse Estado, a todos os sindicalistas de luta, a todos os funcionários públicos, a todos os parlamentares, ao judiciário, às organizações não governamentais, enfim a todos os brasileiros e brasileiras de bem: nos unamos na defesa da manutenção e fortalecimento do Banpará enquanto Banco público e estadual. Levantemos as bandeiras, vamos às ruas, briguemos incansavelmente para defender o Banpará e todo o patrimônio público. Isso é o melhor para o Pará e para nós, que somos um povo de fé, um povo de luta! Vamos defender para proteger e valorizar o que é nosso!


Marinor Brito é Presidenta Estadual do PSOL/PA e Ex Senadora da República."






Fonte: Blog da Marinor Brito.






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(IN)SEGURANÇA BANCÁRIA - "SAPATINHO" EM TAILÂNDIA

A Presidenta da AFBEPA postou em seu mural, no facebook, duas notícias acerca da tentativa, não consumada, de assalto ao Banpará de Tailândia, onde dois bancários foram vitimados. Houve invasão a domicílio, sequestro e as recorrentes ameaças. Leia, abaixo os posts no mural de Kátia Furtado, o primeiro à 00h57 e o segundo à 1h10 da madrugada desta sexta, ainda bastante impactada pelas notícias. 

"Soube por volta de 23h, de hoje, 19/1, que um colega bancário do Banpará, funcionário do Posto de Atendimento de Tailândia, havia sido vítima de mais um sapatinho. Os bandidos não levaram a sua esposa e filha, de 18 dias, porque as duas estavam na casa de sua sogra, no entanto, o levaram, nem sei por qual motivo, uma vez que o assalto ao Banco já não tinha como dar certo. Estou muito preocupada por ele, rezando muito para que ele esteja bem, assim como todos os outros colegas de Tailândia que estão com muito medo e preocupados. Tô aguardando uma notícia que diga que ele está bem, o pessoal do PAB está todo junto, rezando pelo companheiro de trabalho. É preciso urgência do Banco em criar mecanismos que retirem do trabalhador a responsabilidade pela guarda das chaves, os bancários não podem mais assumir o risco como se fosse seu o empreendimento e, ainda, amargar o prejuízo de ter a sua paz e tranquilidade perdida, dentre outras coisas."

"Neste instante, acabei de receber um telefonema de Tailândia que me deixou aliviada, o colega bancário, vítima do assalto no sapatinho, foi deixado pelos bandidos à 75 km de distância de Tailândia, sentido Belém, graças a Deus são e salvo. Meu Deus, obrigada! Os trabalhadores bancários precisam de segurança, assim como está, não dá! Vamos nos UNIR e lutar pelo direito de nos recusarmos a aceitar incumbências que coloquem as nossas vidas em risco, pois os únicos a sofrer somos nós, nossos familiares e as pessoas que nos amam."

DIREITO DE RECUSA DO EMPREGADO.
Como muito bem ressalta a Presidenta da AFBEPA, os bancários não podem mais continuar assumindo os riscos do negócio. O direito de recusa, levantado no ambiente bancário pelo saudoso advogado Dr. Castagna Maia, é uma ferramenta de segurança que assegura ao trabalhador a interrupção de uma atividade de trabalho por considerar que ela envolve grave e iminente risco para sua segurança, saúde e/ou de outras pessoas. 

Ou seja, o empregado que, não se sentindo seguro em iniciar ou continuar uma tarefa por julgar haver risco grave e iminente de acidente, comunica ao seu supervisor ou a chefia imediata para que haja a interrupção temporária da tarefa até que se elimine ou minimize os riscos no ambiente de trabalho.

Se for observado que é necessária medida corretiva/preventiva, esta deverá ser providenciada pela direção do Banpará antes de se iniciar ou recomeçar a tarefa. Não havendo concordância, o empregado deve interromper o trabalho e comunicar ao gerente de área para que sejam tomadas as medidas cabíveis.

É preciso da um basta a essa situação de medo e violência que sofrem permanentemente os bancários e bancárias! Está mais que evidente que bancário é profissão de risco e isso exige um tratamento à altura: investimento em proteção às vidas, estratégia e tecnologia em prevenção, fortalecimento, autonomia e articulação na área de segurança, repasse imediato da responsabilidade quanto às chaves das unidades e cofres a outros agentes que não os bancários, é o mínimo necessário para enfrentar e superar o atual estágio de (in)segurança em que estamos mergulhados.

O Banco deve enviar as equipes de segurança e saúde à Tailândia para abrir a CAT e cuidar dos dois colegas envolvidos, assim como também dos demais colegas da agência, todos emocionalmente bastante abalados. O correto é a agência não abrir hoje.

A AFBEPA está envidando todos os esforços para se deslocar ao município. Até fim do dia, traremos mais notícias.






ATUALIZAÇÕES 17h30:


A agência permaneceu fechada o dia inteiro. Os funcionários vitimados foram retirados do local. O Banco abrirá a CAT para os dois funcionários, que terão todo o atendimento médico necessário, segundo a área de segurança e saúde do Banpará.


A AFBEPA continua cobrando as devidas providências para o resgate da integridade dos funcionários e, sobretudo, para a proteção das vidas! Chaves de unidades e cofres e sobreaviso não podem continuar sendo responsabilidade dos bancários. O Banco, como o dono do negócio, é quem tem que assumir os riscos.





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quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

JÁ TEMOS UM JUIZ. AGORA QUEREMOS JUSTIÇA!



Nossa Reclamação Trabalhista, com pedido de liminar, foi distribuida para 9ª Vara do Trabalho. Nela, os trabalhadores do Banpará esperam que a Justiça corrija o ataque sofrido à boa fé objetiva que deveria nortear, do início ao fim, a negociação estabelecida entre empregados e empregador. 
 
Ocorre que o Banco fez os trabalhadores saírem de uma greve grande e forte, propondo em mesa, dentre outras coisas, que reajustaria em 9% os salários e, se, caso o da FENABAN fosse mais benéfico, esse se efetivaria. Como o Banpará tem um Plano de Cargos e Salários o reajuste de 12%, mais benéfico, portanto, deveria ser aplicado em toda a tabela do PCS, mas o entendimento do Banco foi o de rebaixar os salários acompanhando o menor indíce da FENABAN, mantendo apenas o reajuste de 12% nos pisos iniciais, causando um desajuste em nossa tabela. Diante disso queremos que a JUSTIÇA corrija essa injustiça!
 
O Banco também negociou em mesa que reajustaria as comissões dos tesoureiros para os valores de R$ 1.532,00 a R$ 2.451,00, de acordo com o nível de cada agência, mas não cumpriu.
 
Negociou ainda, o Banco, que revisaria e reajustaria até novembro de 2011 todas as comissões, o que também não fez.
 
Agora esperamos que a Justiça do trabalho entenda que houve uma clara e descabida ofensa ao princípio da boa fé objetiva e determine que o Banco cumpra o que pactuou em mesa de negociação e fez os trabalhadores votarem em Assembléia que decidiu a saída da greve.
 
Para acompanhar o processo entre no site da Justiça do Trabalho e clique na numeração antiga o seguinte nº do processo: 0000001-91-2012.5.08.0009. 
 
Agora é torcer e ter fé que seremos vitoriosos!


Não aceitaremos o calote!

Nenhum direito a menos!
 
UNIDOS SOMOS FORTES! 



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terça-feira, 17 de janeiro de 2012

"BANPARÁ NÃO SERÁ PRIVATIZADO" AFIRMA O PRESIDENTE.

Nota divulgada hoje, 17, no boletim on line do Banpará, o Radar.



Importantíssima a pronta resposta da direção do Banpará e o espaço garantido na coluna RD do Diário que, ontem, havia publicado uma nota estranhíssima, divulgando até valores em uma suposta negociação entre o governo do Estado e o Banco do Brasil para a venda do Banpará. Uma das maiores calúnias cometidas na nota, apontava o Banco como um "estorvo".

Felizmente, a direção do Banpará se manifestou tempestivamente e respondeu à altura o ataque ao patrimônio público.

Agora é urgente que o governo do Estado faça o mesmo. É imprescindível que o governador afirme o compromisso assumido de manter e fortalecer o Banpará, seja através de um comunicado oficial como através de atos concretos de valorização do Banco para a superação dos dilema atuais que vive o Banpará, mas que não o tem impedido de crescer, e para que o Banco se torne um verdadeiro pilar de uma política de desenvolvimento com inclusão social, ofertando à população mais carente cada vez mais serviços e produtos que incluam e desenvolvam quem mais precisa no Estado do Pará.




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segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

O BANPARÁ É UM BANCO FORTE, É DO POVO E DEVE SER VALORIZADO!


Deu na Agência Pará de Notícias

Banpará espera lucro de R$ 120 milhões em 2011

O  presidente do Banco do Estado do Pará (Banpará), Augusto Costa, afirma que o banco passa pela melhor fase de sua história, com expectativa de apresentar, no balanço de dezembro 2011, lucro recorde, acima de 120 milhões, quase o dobro do apresentado no exercício anterior. A previsão é pagar dividendos ao governo do Estado também considerados recorde, em torno de R$ 60 milhões. O Banpará está capitalizado e pretende abrir no mínimo mais 28 unidades no interior do Estado. O banco, lembra Augusto Costa, não usa recursos do orçamento fiscal do Estado.


Fonte: APN.




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