sexta-feira, 30 de dezembro de 2011

FELIZ 2012!!!

O Sol nascendo e o trigo: imagens que simbolizam Vida, Prosperidade, Abundância, Luz... junto com Amor e Paz, Respeito e Dignidade, Ética, Clareza e Firmeza de Propósitos, é o que desejamos para todos nós, bancários e bancárias do Banpará e nossos familiares, e todos os paraenses, em 2012. Muito obrigado, por tudo, 2011, muito obrigado por tudo, Deus, Pai de infinito Amor e Bondade! E que venha 2012, com tudo de bom em nossas vidas e nos trazendo mais força, coragem e união!


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RECEITA DE ANO NOVO

Para você ganhar belíssimo Ano Novo

cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo
até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens?
passa telegramas?)

Não precisa

fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumadas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo

que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo, eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.



Carlos Drummond de Andrade 






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O BOLETIM DA AFBEPA

O último boletim de 2011 da AFBEPA, traz um breve balanço de 2011, assinado pela Presidenta Kátia Furtado, uma reflexão sobre a necessidade de priorizar a luta do PCS como uma das mais importantes para os bancários e bancárias doBanpará, um toque sobre as eleições diretas para representantes dos funcionários no Comitê Trabalhista, Conselho de Segurança e GT PCS e uma breve avaliação da Campanha Salarial 2011, ressaltando que a força da luta, da organização, da mobilização são elementos decisivos para as conquistas.

Como não poderia deixar de ser, o boletim traz também um trecho de um belo poema de ano novo, já postado aqui no blog. Clique nas imagens e amplie as páginas para ler melhor.












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terça-feira, 27 de dezembro de 2011

CAOS DA FALTA DE ÁGUA NA AG. SENADOR LEMOS

Desde o dia 26/12, em pleno pagamento de salários do funcionalismo público do Estado, os funcionários da agência Senador Lemos estão vivendo o caos da falta de água para lavar as mãos, utilizar o banheiro, realizar a limpeza do local de trabalho etc.
 
Hoje, logo cedo, os funcionários queriam cruzar os braços, pois sem a mínima higiene não havia condições de arregaçar as mangas e trabalhar. Tinham razão, pois a higiene no trabalho é um direito absolutamente indisponível, que não pode ser flexibilizado, como a Lei Maior do País e os nossos Tribunais do Trabalho têm garantido.
 
A Presidenta da AFBEPA foi à agência buscar saber e cobrar providências sobre os motivos que levaram a essa situação. Lá, a gerência geral e o Superintendente da SULOG nos informaram que, por questão de contingência, o Banco, somente
na data de hoje 27/12/2011, tinha conseguido comprar uma nova bomba para fazer funcionar as Unidades de Trabalho que se localizam dentro do prédio da Senador Lemos, e também os prédios da SUTEC, SUAFI, SAC e CALL-CENTER.
 
A AFBEPA solicitou ao Banco que todas as providências fossem tomadas para sanar o problema ainda hoje, pois, caso contrário os funcionários parariam as suas atividades, por falta de condições de trabalho amanhã, 28/12/2011. O superintendente da SULOG reafirmou, em telefonema à AFBEPA, que até às 12h de hoje, o problema seria sanado.
 
Agora a pouco, tivemos notícias de que foi normalizada a situação.
 
É válido que se retire alguma lição desse caos vivido pelos funcionários da agência Senador Lemos, que por sinal deram uma demonstração de respeito aos servidores públicos que estão recebendo os seus salários, dando continuidade ao trabalho, pois é preciso que, como medida de prevenção, se tenha sempre bombas reservas, para fazer frente a situações como essa. 


É inadmissível que a direção do Banpará permita que em sua maior e mais lucrativa agência, os funcionários e clientes padeçam por falta de água! O mesmo vale para todas unidades de trabalho. É melhor prevenir que remediar! Mais cuidado com o local de trabalho e as vidas dos trabalhadores!
 
 
UNIDOS SOMOS FORTES!






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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

QUANDO O TRABALHO FAZ SOFRER


Kátia Furtado esteve pessoalmente em Moju, quando, recentemente, o PAB foi assaltado e, em contato direto com a colega vitimada e seus familiares, produziu esse relato impactante que mostra a realidade da (in)segurança a que estão submetidos os trabalhadores bancários e bancárias. As fotos mostram as marcas físicas deixadas pelos bandidos nos braços da filha e do filho da bancária. As marcas da alma não podem ser fotografadas. Leia, reflita, comente. E vamos agir.




QUANDO O TRABALHO FAZ SOFRER

Os bancários nas últimas décadas têm vivido uma verdadeira via-crucis para poderem realizar o que deveria dignificar o ser humano, o trabalho, pois ao invés de sua força de trabalho ser aproveitada para a finalidade contratual, os bancos, abusando do seu poder, tem exposto seus trabalhadores a riscos e responsabilidades que devem ser assumidos por quem emprega.


Dotar o ambiente do trabalho com mecanismos que garatam segurança, saúde e higiene aos trabalhadores, é um imperativo determinado na Lei Máxima do Brasil, a Constituição Federal de 1988.


Mas, atualmente e recorrentemente, as vidas dos trabalhadores bancários são mapeadas e suas casas invadidas por quadrilhas por motivos de assaltos a Banco, numa flagrante invasão de privacidade, isto porque o empregador tem transferido ao seu empregado a responsabilidade e o risco pela guarda das chaves dos locais de trabalho e dos cofres.

Num assalto a Banco, na modalidade sapatinho, o bancário geralmente é mantido sob cárcere e tem a sua família, e algumas vezes demais parentes, seqüestrados, enquanto o gerente, tesoureiro ou coordenador do PAB é obrigado pelos bandidos a realizar a figura típica descrita na Lei Penal.


Há alguns meses, os bandidos também têm dado preferência a seqüestrar e manter em cárcere os bancários que realizam o sobreaviso, com o mesmo desiderato: assaltar o dinheiro do Banco.


Acompanhar e registrar a dor e o sofrimento no olhar de cada bancário e bancária que passa por um momento desses é, no mínimo, desolador. Neste último assalto ocorrido em Mojú, foram vítimas a bancária que estava no sobreaviso e toda a sua família, esposo, filha, filho e um amigo do filho. 


Ouvir dessa trabalhadora, que acordou às cinco e meia da manhã com dois homens armados dentro da sua casa, dentre um total de vinte homens fortemente armados, incumbidos de assaltar o seu local de trabalho e que, por isso, iriam levar de seu convívio e manter seqüestradas as pessoas mais amadas por ela, como forma de conseguirem o sucesso da empreitada ilícita, foi angustiante, como sempre é, quando ouvimos relato desse tipo de um colega bancário.


A bancária foi forçada a ir buscar o dinheiro no Banco, junto com alguns bandidos, enquanto outros seguiam com sua família para local incerto e ignorado.


Para a bancária, desde a hora em que foi acordada em sua casa por pessoas estranhas, sob a mira de pistolas, até a consumação do assalto, os momentos de agonia, dor e sofrimento se eternizaram em sua mente, pois a sua família se mantinha sob poder dos bandidos. E como a polícia estava caçando a quadrilha, o risco iminente de tiroteio entre bandidos e polícia era uma possibilidade real.


Por fim o alívio: a sua família havia sido libertada. Ao ver a sua filha e filho com os pulsos machucados e os pés e mãos doloridos, a bancária sentiu a enorme dor e impotência da mãe, por não ter conseguido evitar o sofrimento do filho e da filha.


Imediatamente, ignorando todo o trauma vivenciado pela bancária, apareceu a polícia querendo ouvir os depoimentos de todos, sem se importar com o abalo daquela família, que foi acordada por volta das 5h da manhã sob a mira de armas. Também não importavam as lesões, a dor e os machucados nos pés devido à grande caminhada, pois eles haviam sido deixados num ramal, longe da estrada principal. O olhar vazio e triste da trabalhadora parecia não existir para os policiais diante dos procedimentos adotados, quando não se considera o ser humano, que nesse momento precisa muito de uma palavra carinhosa, de um abraço amigo, de um alento para suportar as dores físicas e as da alma.


Com profunda dor e lamento, a bancária afirmava não conseguir aceitar a situação, uma vez que o Banco não empregava a sua família, mas ela apenas, e que sua casa era seu local privativo de aconchego, da família e de seus convidados etc. Era perceptível nessa bancária o sofrimento da mente, demonstrado nos choros e nos olhares distantes.


As providências efetivadas pelo Banco ainda estão aquém da proteção necessária para manter a integridade física e psíquica da vida de seus trabalhadores e trabalhadoras, que jamais poderiam ser submetidos a esse tipo de sofrimento, constrangimento e humilhação. Há danos efetivos contra a saúde e a vida ameaçada dos bancários e bancárias.


Cabe ao empregador bancário observar a Lei e aos seus fiscais, Superintendência Regional do Trabalho e Emprego e Ministério Público do Trabalho, fazer cumpri-la.


Em que pese o grande número de jurisprudências desfavoráveis aos banqueiros, que os condenam com base na tese correta de que quem se aproveita da atividade econômica deve suportar o seu risco, ainda é pouco o número de trabalhadores bancários que demandam na Justiça do Trabalho a indenização pelo dano material e moral suportado, o que é uma pena, pois os Bancos ficam à vontade para permanecer no erro, sem o dever de adequar os mecanismos e estruturas necessárias a obstar a (in)segurança.


É preciso dar um basta a essa situação e, efetivamente, garantir a segurança e a proteção às vidas dos bancários e bancárias. Para isso, é urgente a contratação de empresas de segurança que se responsabilizem pelas chaves das agências, postos e cofres, assim como deve ser extinta responsabilidade do sobreaviso, que não é do bancário.


Temos direito à vida e a um trabalho decente e seguro!  E vamos lutar por isso, com todas as nossas forças e esperanças! Unidos, somos fortes!

Kátia Furtado
Presidenta da AFBEPA.




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sexta-feira, 23 de dezembro de 2011

PARABÉNS! SORTEIO DE NATAL DA AFBEPA.

Neste Natal, a AFBEPA sorteou, para os funcionários e funcionárias, alguns kits de fragâncias d'O Boticário, além de uma sanduicheira. Decidimos realizar o sorteio por regiões, conforme já havíamos divulgado, como uma forma de contemplar, com mais justiça, a todo o funcionalismo.


O sorteio foi realizado pelo funcionário da agência Telégrafo, associado da AFBEPA, Domingos de Oliveira Viana, com a ajuda da funcionária da AFBEPA, Ângela Valente, na presença da Presidenta Kátia Furtado. Vale lembrar que todo o processo foi aberto a quem quisesse participar, como também outros funcionários foram convidados para estar no evento, mas, não puderam vir. Eis abaixo os nomes dos sortudos e sortudas:


REGIÃO METROPOLITANA  
Matrícula 1487 - GILBERTO PEIXOTO CAVALCANTE, funcionário da SUTEC, ganhou um Kit masculino X-Treme; 
Matrícula 1176 - SUELY PERES DE CARVALHO, funcionária da agência Nazaré, ganhou uma sanduicheira;  

REGIÃO NORTE
Matrícula 3075 - CELIVAN CORREA DE MACEDO, funcionário da agência Abaetetuba, ganhou um Kit masculino DominiI Sport;

REGIÃO NORDESTE
Matrícula 2781 - MARIA NEUZA VIANA DA SILVA PERES, funcionária da agência Maracanã, ganhou um Kit feminino Acqua Fresca;

REGIÃO CENTRO-OESTE
Matrícula 2937 - MARIA DO SOCORRO ALMEIDA VIANA, funcionária da agência Oriximiná, ganhou um Kit feminino Carpe Diem;

REGIÃO SUDESTE
Matrícula 3093 - ELILMA VIEIRA LEMOS, funcionária da agência Itupiranga, ganhou um Kit feminino Floratta in Blue;

REGIÃO SUL
Matrícula 2828 - JOCINEY DE SOUSA BRASIL, funcionário da agência Conceição do Araguaia, ganhou um Kit masculino Styletto.





Parabéns a todos e todas 
e um lindo Natal de Amor e Paz!

  UNIDOS SOMOS FORTES!






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FELIZ NATAL DE AMOR, UNIÃO E PAZ!


Natal, aniversário de Jesus


"Vinte cinco de dezembro
É uma data especial
Vamos unir pra celebrar
Mais um feliz Natal.
As festas comemorativas
Celebramos com amor
Sem esquecer que Jesus
É o nosso salvador.
Devemos sempre lembrar
Cristo é o aniversariante
Sua presença entre nós
É alegria constante.
Nesta data tão feliz!
Pedimos paz, saúde e união
Para que toda humanidade
Tenha amor no coração.
Na oração da meia noite
A fé é fundamental
Pedimos para todo o planeta
Felicidades, alegria e um
maravilhoso Natal."



A AFBEPA deseja a todos os funcionários e funcionárias do Banpará, a seus familiares e a toda a sociedade paraense, um Natal de Amor e Fé,onde a esperança, a saúde e a alegria profunda sejam os nossos maiores presentes!

Que possamos unir nossos corações num só pensamento de Paz e que todos os que amamos, e até aqueles que se dizem nossos inimigos, sejam envolvidos pelos fluídos amorosos e divinos do nascimento do nosso Mestre Maior, Jesus, comemorado em todas as ceias. E que possamos dar a Ele, ao aniversariante, o presente maior por ele ensinado: uma singela oração, e o amor, na prática, que é a Caridade.


Um Feliz Natal, de União e Paz!

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

SORTEIO DE NATAL PARA OS ASSOCIADOS



Nesta sexta, 23 de dezembro, às 18h, na sede da AFBEPA, será realizado o sorteio de Natal para os associados, pelas regiões do Estado: metropolitana, norte, nordeste, centro-oeste, sudeste e sul do Pará. Pelo fato de a região metropolitana ser a mais populosa entre todas, dois brindes serão sorteados para essa região.
Para fazer a auditoria do sorteio foram convidados alguns funcionários do Banpará e, claro, qualquer associado pode comparecer e conferir o sorteio.

Os 7 brindes a serem sorteados:  

1 Sanduicheira
1 kit masculino Styletto - O Boticário
1 kit feminino Floratta in Blue - O Boticário
1 kit masculino X- Treme -  O Boticário
1 kit feminino Carpe Diem - O Boticário
1 kit feminino Acqua Fresca  - O Boticário
1 kit masculino Domini Sport - O Boticário


Boa sorte a todos e todas!


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quarta-feira, 21 de dezembro de 2011

(IN)SEGURANÇA BANCÁRIA - ASSALTO E SEQUESTRO NO PAB MOJU

Esta madrugada, por volta das 5h, a funcionária do Banpará responsável pelo sobreaviso no PAB Moju teve sua casa invadida por uma quadrilha para assaltar o Banco. Bastante violentos, os bandidos relataram detalhes da rotina da família e ameaçaram a bancária e os filhos, caso algo desse errado ou ela prestasse depoimento e fizesse o reconhecimento. Uma parte da quadrilha a sequestrou em um carro e a levou ao PAB, para consumar o assalto, enquanto os outros bandidos levaram seu marido e filhos adolescentes, em outro carro, para um ramal. Após o assalto, os bandidos, fugindo da polícia, ainda mantiveram os meninos sequestrados até por volta das 11h, quando foram soltos. A polícia continua procurando a quadrilha.

A Presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado já está em Moju acompanhada de assessoria jurídica da Associação prestando assistência e solidariedade ativa aos colegas do PAB, desde as 12h30. Até agora o Banco não chegou ao local, um verdadeiro descaso para com as vidas dos funcionários. Todos os procedimentos deverão ser seguidos rigorosamente. O PAB, que possui três funcionários, nesse momento, muito abalados, está fechado e não deve abrir hoje. A DRCO chegou, agora, ao local.

É preciso dar um basta a essa situação! Os bancários não podem continuar guardando as chaves das agências e cofres e o sobreaviso não é função do bancário. Tanto a guarda das chaves, como o sobreaviso são procedimentos da administração do Banco, que deve agir para garantir o funcionamento e a segurança do negócio. O funcionário contratado não pode continuar assumindo essa responsabilidade que não é sua.

Hoje, todos os funcionários do Banpará são obrigados a realizar o sobreaviso, por força da assinatura de um contrato de trabalho que contradiz a CLT, uma vez que o sobreaviso não é função bancária e muito menos a guarda das chaves das agências e cofres.

O mais revoltante é que o Banco mandou suspender, no mês de dezembro, como medida de contenção de despesas, os serviços com a empresa de segurança que estava transportando os valores para abastecimento. Ao tomar essa decisão, a direção do Banco colocou sob risco os funcionários do Banpará contrariando o Termo de Ajustamento de Conduta - TAC assinado com o Ministério Público do Trabalho.

A direção do Banpará deve, imediatamente, repassar as chaves e a responsabilidade de abrir e fechar as agências e PABs para empresa(s) especializada(s) em segurança e o mesmo para com as chaves dos cofres. Assim como também deve tomar providência, em caráter emergencial e duradouro, após, para que os funcionários não mais realizem o sobreaviso, um perigo potencial contra as vidas dos bancários e seus familiares.

Os funcionários e funcionárias do Banpará que se sentirem ameaçados ou lesados pela obrigação ilegal de cumprirem o sobreaviso, ou guadarem as chaves de agências e cofres, uma vez que se tornam vítimas em potencial da (in)segurança bancária, podem e devem procurar a AFBEPA. Nossa assessoria jurídica já está preparando um termo pelo qual o funcionário, respeitando a CLT, não mais será obrigado a fazer sobreaviso e guardar as chaves. Buscaremos garantir, na justiça, a proteção dos bancários, uma vez que o Banco os expõe, irresponsavelmente!

Continuamos em contato com Presidenta da AFBEPA e, logo mais, postaremos novas informações.





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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

PRESSÃO VITORIOSA DA OPOSIÇÃO FAZ GOVERNO RECUAR E PPP's SÃO RETIRADAS DA PAUTA

A pressão dos deputados oposicionistas e do movimento sindical, especialmente o Deputado Edmilson Rodrigues - PSOL, conseguiu que fosse retirada da pauta de votação da Assembléia Legislativa do Pará, nesta terça-feira, 20, o Projeto de Lei nº 210/2011, de autoria do Executivo, que autoriza a celebração de parcerias público-privadas para a administração de setores estratégicos do serviço público, como saneamento, segurança e saúde, entre outros. Infelizmente, o projeto volta à pauta em 2012.

O projeto das PPPs, como ficou conhecido, é considerado a privatização branca de serviços essenciais. “Os recursos públicos do governo têm que ser investidos em políticas de Estado em favor do povo e não do capital privado”, criticou Edmilson. Após a retirada de pauta, o psolista foi até a Praça Dom Pedro II, em frente à Alepa, comemorar com o movimento sindical que estava em frente ao prédio do Legislativo.

Edmilson alertou que o governo ainda não desistiu de criar as PPPs, mas possibilitou que a oposição ganhe mais tempo para se articular contra a proposição. “O governo tentou empurrar as PPPs na calada da noite, goela abaixo”, criticou, já que o PL deu entrada na Assembléia há poucos dias para ser votado em regime de urgência. “O projeto correu nas comissões para receber pareceres favoráveis. Inicialmente, conseguimos adiar a votação por três sessões e, na quinta-feira, 15, conseguimos encontrar uma brecha no regimento interno. Agora, com esse novo adiamento, o Legislativo se poupa de elamear mais uma vez esta Casa, que representa a soberania popular”, lembrou.

O PL também autoriza a criação de parcerias público-privadas para os setores de transporte público; produção e distribuição de energia elétrica; modernização da administração pública; assistência social; segurança, defesa, justiça e sistema prisional quanto ao exercício das atribuições passíveis de delegação; ciência, tecnologia e pesquisa; e outras áreas de interesse social e econômic, como, por exempolo o Banpará. 


"Ganhamos tempo e vamos ganhar também as consciências, os corações e as mentes de todos os trabalhadores e trabalhdoras, de todos os cidadãos e cidadãs paraenses para não permitir essa verdadeira privatização branca contra o povo do Pará. Não aceitaremos as PPP's! Não aceitaremos entregar para a iniciativa privada o patrimônio público! Não aceitaremos pagar mais caro por serviços piores, como é o caso da Celpa e da nossa antiga Telepará, agora a Oi!" Afirma, indignada, a Presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, presente no ato.

Vamos permanecer em estado de alerta e crescer a mobilização popular contra esse nefasto projeto do governo Jatene!


UNIDOS, SOMOS FORTES!







Fonte: Blog do Edmilson, com redação da AFBEPA.




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SOLIDARIEDADE À FICHA LIMPA E REPÚDIO À CORRUPÇÃO



Matéria de hoje do Jornal O Liberal, o ato de solidariedade à Senadora Marinor Brito, ontem, 19, na Câmara Municipal de Belém. Na foto, Marinor é abraçada pelo ex-senador Nery ao lado de Kátia Furtado que compareceu junto com Zenaide Lopes ao ato.


Dezenas de lideranças sindicais, populares e estudantis de toda a região metropolitana e de outras regiões do Estado marcaram presença para se solidarizar com a Senadora Marinor Brito e repudiar a decisão antidemocrática do STF que reconduziu ao senado um notório corrupto.


"Uma honra estar ao lado de quem tem caráter e é de luta! Conte com os bancários do Banpará e muito obrigada, Senadora Marinor Brito, essa é a minha e a nossa palavra!" afirmou, emocionada, Kátia Furtado.





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segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

AGENDA - NÃO À PRIVATIZAÇÃO BRANCA E SOLIDARIEDADE À SENADORA MARINOR - NOVO LOCAL: CÂMARA MUNICIPAL DE BELÉM

Amanhã, 20/12, a partir das 8h, todos e todas na Assembléia Legislativa do Estado para protestar contra o Projeto de Lei enviado, no apagar das luzes, pelo governador Jatene para privatizar empresas e serviços públicos, através das PPP's - parcerias público-privadas, por onde o Estado entrega o patrimônio público para a iniciativa privada e o povo passa a pagar mais caro por um serviço pior.

Atenção: o Banpará está no rol das empresas a serem, brancamente, privatizadas. A hora é agora! Ou nos mobilizamos, ou toda uma luta de décadas irá por água abaixo, na surdina. Não podemos permitir, jamais, a aprovação desse Projeto de Lei privatista do governo Jatene!


Outra agenda importante é a que ocorrerá hoje, 19h/12, a partir das 19h, na Câmara Municipal de Belém: ATO DE SOLIDARIEDADE À SENADORA MARINOR BRITO

Lembramos que a Senadora Marinor Brito tem sido grande parceira da AFBEPA e dos bancários do Banpará em todas as lutas que temos travado e especialmente em dois momentos importantes: quando, no inicio do governo Jatene, as ameaças ao Banpará começavam a se fazer claras com citações do tipo: "repensar o Banpará", a Senadora Marinor Brito conseguiu, com a brevidade e a urgência necessárias, agenda para a AFBEPA com a bancada paraense e com o Chefe da Casa Civil, nos acompanhando em todos os momentos e se posicionando firmemente na defesa do Banpará.

Também quando os bancários do Banpará estavam sob injustas acusações na imprensa no âmbito das denúncias de fraudes e desvios na ALEPA, a Senadora Marinor Brito nos estendeu, novamente, a mão firme e conseguiu, também com a brevidade necessária, agenda com o Ministério Público, e foi quando pudemos defender a honra dos funcionários e funcionárias do Banpará, livrando-nos, de uma vez por todas, da injusta pecha que sobre nós pairava.

Jamais esqueceremos o quanto essa mulher íntegra, honrada, honesta e lutadora nos ajudou, bancários e bancárias do Banpará, e lutaremos, com todas as nossas forças, junto com a maioria da população paraense que viu a diferença entre uma senadora aguerrida, de mãos dadas com o povo, e os corruptos que só querem usar o poder em benefício próprio, lutaremos para que a verdadeira justiça se faça e a Senadora Marinor Brito tenha de volta o nosso mandato popular. Essa é a nossa gratidão e a nossa disposição. Conte conosco, nossa Senadora do Povo, nossa Senadora Ficha Limpa!




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NESTE NATAL, TENTE COMPRAR UM PRODUTO DECENTE

Com esse título, o brilhante jornalista Leonardo Sakamoto, posta profundas reflexões em seu blog, sobre o consumismo exacerbado e inconsciente do período natalino. Busque informar-se. Há tantas opções menos danosas à natureza e ao meio ambiente. Há tantos trabalhos artesanais, de cooperativas de artistas oferecendo belos produtos reciclados, feito com amor. Postamos o texto abaixo, como um pedido de conscientização. Não vamos nos endividar ainda mais nestes tempos de crise. Natal é amor!

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"Sábado de manhã, ruas lotadas no Centro e shopping centers apinhados na capital paulista. A sociedade não se pergunta a razão de roupas serem vendidas a preço tão baixo. Apenas compra, compulsivamente.


O governo também não reclama, porque há impostos. Grandes confecções não reclamam, afinal essa estrutura lhe dá lucro. O setor empresarial não reclama, haja vista que roupas baratas ajudam a manter baixo o custo de reprodução social dos seus empregados. E segurar as pressões por aumento de salários.


Ninguém se pergunta como algo de valor pode custar tão barato. Ninguém faz a ligação de algumas gôndolas bonitas com as imagens de trabalhadores superexplorados em decrépitas oficinas de costura, seja em São Paulo, seja no Sudeste Asiático, ganhando uma miséria para que fiquemos bem vestidos.


Mas também é hora de comprar aquele carro dos sonhos! As concessionárias vão bombar neste domingo. Os vendedores terão resposta para o consumo de combustível, a potência, o tamanho do porta-malas. Mas ao perguntar se garantem a origem social e ambiental do produto, certamente farão cara de paisagem.  


Hoje, ao comprar um carro, você não tem como saber se o aço ou o couro que entrou na fabricação do veículo foram obtidos através de mão-de-obra escrava ou trabalho infantil ou se beneficiando de desmatamento ilegal. Por que? Porque essas empresas não rastreiam como deveriam os fornecedores de seus fornecedores, apesar das comprovações de ilegalidades apontadas pelo Ministério Publico Federal e pela sociedade civil. E nas suas cadeias produtivas, já apareceram nomes que constavam da lista de embargos do Ibama ou da “lista suja” do trabalho escravo do Ministério do Trabalho e Emprego.


Então, um celularzinho?


Você sabia que vários dos seus equipamentos eletrônicos não funcionariam sem ouro? Os equipamentos de transmissão de voz necessitam de 30 diferentes tipos de metal para funcionar. E muitos desses metais são extraídos em minas de países pobres nas quais trabalhadores enfrentam condições de trabalho aterradoras. Na República Democrática do Congo, 50 mil crianças, algumas delas com apenas sete anos de idade, trabalham em minas de cobre e cobalto por jornadas exaustivas sem nenhum tipo de proteção.


Em outras regiões, vilas inteiras foram removidas para dar mais espaço para a mineração. E enquanto alguns pequenos garimpeiros conseguem sustentar suas famílias (basicamente com comida e remédios) com muita dificuldade, companhias mineradoras e negociadores enchem os bolsos por conta do comércio de matérias-primas minerais.


O meio ambiente também sofre cada vez mais por conta do nosso apetite irrefreável por todos os últimos lançamentos de gadgets eletrônicos. Em Norislk, na Rússia, onde níquel, cobalto, platina e paládio são extraídos para a produção de componentes eletrônicos, a poluição do ar é tão alta que muitas crianças sofrem com doenças nos pulmões de incapacidade respiratória.


De 2003 até hoje, a Repórter Brasil rastreou mais de 600 casos de cadeias produtivas com danos sociais e ambientais (da matéria-prima até o consumidor final), contribuindo com o desenvolvimento de políticas públicas e corporativas visando à mudança no comportamento empresarial e governamental. Se um punhado de jornalistas consegue fazer isso com poucos recursos, uma grande empresa tiraria esse desafio de letra. Se quiser.

Cobrar daqueles que nos vendem um produto decente – em todos os sentidos. A responsabilidade é deles de garantir isso. Mas também do Estado, que deve elaborar e fazer cumprir leis e regras nesse sentido. E nossa, de encher a paciência deles, preferindo uns, execrando outros. Há muita informação circulando – este blog traz, sistematicamente, fontes de dados sobre bons produtos. 


OK, concordo que não é possível bloquear tudo o que causa impacto, caso contrário, não viveríamos – ninguém está defendendo que produzamos nossa própria roupa ou moremos em cavernas. Mas se cobrarmos explicações das empresas toda vez que denúncias vierem à público, incluindo nosso boicote, certamente a percepção de investidores dessas mesmas ou de seus clientes será diferente. A imagem é tudo.


Mas, afinal, é Natal. Tempo de união e paz. Para mim e os meus, é claro. O outro, que se dane."


Para ler o post na fonte, clique aqui.



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