sexta-feira, 30 de setembro de 2011

AS FALTAS DE GREVE SERÃO ABONADAS

A Direção do Banpará, em mesa de negociação, firmou com a AFBEPA, Sindicato, CONTRAF e FETEC, pela manutenção do abono dos dias parados, conforme já vem sendo efetivado em anos anteriores.

Acontece que hoje pela manhã, muitos trabalhadores foram surpreendidos com a Palavra GREVE destacada na parte de assinatura em sua folha de presença, após os três dias de paralisação das atividades. Surpresos, procuraram pela AFBEPA, que imediatamente procurou a Superintendência de Pessoal e solicitou os devidos esclarecimentos.

A Assessoria da DIRAD, agora há pouco, nos informou que essa Diretoria, na segunda-feira 3/10, determinará que as faltas funcionais decorrentes da greve dos trabalhadores, conste na Folha de Presença como FALTA ABONADA.

Esse é o certo e correto entendimento sobre tudo o que foi decidido em mesa. Cabe destacar, que a greve é um Direito Legal e Legítimo dos Trabalhadores, que somente é exercido em caso de intransigência do empregador, diante de suas necessárias e justas reivindicações, conforme estabelece a Lei 7.783/89, dispondo em seu Art. 1º:

Art. 1º É assegurado o direito de greve, competindo aos trabalhadores decidir sobre a oportunidade de exercê-lo e sobre os interesses que devam por meio dele defender.

Parágrafo único. O direito de greve será exercido na forma estabelecida nesta Lei.



UNIDOS SOMOS CADA VEZ MAIS FORTES!



*





quinta-feira, 29 de setembro de 2011

CATEGORIA APROVA PROPOSTA POR AMPLA MAIORIA E ENCERRA A GREVE NO BANPARÁ

Mais de 200 bancários em assembléia aprovam, por ampla maioria, 
o Acordo construído pelas entidades e o Banco, arrancado na luta, 
na greve, na fé e na coragem, pela categoria.


Kátia Furtado defendendo, na assembléia, o Acordo histórico, 
conquistado na luta pelos bancários e bancárias.


Após três dias de greve vitoriosa no Banpará, as entidades arrancaram uma proposta muito positiva para os bancários e bancárias, apresentada e defendida conjuntamente pela AFBEPA, Sindicato, Fetec e Contraf na assembléia da categoria, nesta noite.


Mais de duzentos bancários presentes debateram e aprovaram, por ampla maioria, com apenas dois votos contrários, a proposta construída pela luta da categoria em mesa de negociação com o Banco. Em comparação com o ACT do ano passado, esse Acordo avança em muitos pontos e traz benefícios reais para os bancários e bancárias.


Mobilização hoje, pela manhã, na Matriz do Banpará.


A AFBEPA parabeniza os bancários e bancárias do Banpará, sobretudo aqueles e aquelas que somaram na luta, que aderiram à decisão da categoria, que grevaram, que tiveram consciência e espírito de solidariedade para lutar junto, porque o ganho é para todos! Aos colegas que, infelizmente, ainda não compreenderam a importância da nossa luta e que boicotaram a nossa greve, fica a lição de que só com coragem, independência e muita firmeza de propósitos conquistamos o que é necessário e merecido para nossas vidas!


A AFBEPA parabeniza e agradece, também, a cada pessoa que ajudou na construção do nosso movimento vitorioso, como os Deputados Estaduais Edmilson Rodrigues - PSOL, Carlos Bordalo - PT, José Megale e Márcio Miranda - PSDB, e a Senadora Marinor Brito - PSOL; as lideranças de diversas categorias que estiveram junto com a gente, apoiando nossa luta, como os dirigentes do Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Pará - Sintepp; Sindicato dos Trabalhadores dos Correios; Neide Solimões e Chico, do Sintsep; José Emílio Almeida, da Associação de Concursados do Pará; as assessorias políticas e jurídicas das entidades, e a todos os funcionários da AFBEPA e do Sindicato dos Bancários que também trabalharam para ajudar na greve e no fechamento deste Acordo.


Parte da mesa de negociação que fechou o Acordo aprovado pela categoria.


A AFBEPA considera que a direção do Banpará deu uma grande demonstração de reconhecimento do enorme valor que têm seus funcionários para o Banco e parabeniza a disposição efetiva de negociação manifestada na mesa de hoje e neste Acordo. Que o mesmo espírito democrático de negociação e diálogo marque, sempre, a relação da direção do Banpará com as entidades representativas dos funcionários para que todas as pendências ainda existentes e prejudiciais às vidas dos trabalhadores sejam sanadas, principalmente quanto ao nosso PCS, ao necessário debate sobre comissionamentos e descomissionamentos, às demandas ainda existentes dos caixas, coordenadores de postos e do pessoal do SAC, e às urgentes contratações de funcionários através de concursos públicos, para que o atual quadro de sobrecarga de trabalho, horas extras rotineiras e adoecimentos, sobretudo nas agências e postos, seja superado.


Finalmente, a AFBEPA deseja aos colegas bancários dos demais bancos públicos e privados, sucesso nas negociações para que consigam, também, fechar bons acordos e garantir mais conquistas e direitos para a categoria, sobretudo no Banco da Amazônia, onde a negociação está travada por intransigência da direção daquele Banco. Que a unidade entre as entidades possa se tornar realidade entre o Sindicato e a AEBA, para ajudar a retomar a negociação visando o bem maior dos bancários e bancárias.


Kátia Furtado falando para as categorias em greve: 
"exigimos respeito! Eles vão ter que ouvir nossas vozes 
e considerar nossas legítimas e justas reivindicações!"


"Sonho que se sonha só, é só um sonho, mas sonho que se sonha junto se transforma em realidade", já dizia o poeta Raul Seixas. Nós, bancários e bancárias do Banpará, sonhamos e lutamos juntos e conseguimos, nesta luta, nesta greve, transformar em realidade uma parte dos nossos sonhos! A nossa greve acabou hoje, por decisão correta da amplíssima maioria da categoria, presente na assembléia, mas a nossa luta continua, porque os sonhos nunca morrem!


Valeu e valerá sempre sonhar, lutar e conquistar, juntos, unidos e cada vez mais fortes!


UNIDOS SOMOS FORTES! 

UNIDOS, SOMOS IMBATÍVEIS!





*

VITÓRIA DA GREVE: ENTIDADES ARRANCAM BOA PROPOSTA NA NEGOCIAÇÃO COM O BANPARÁ

As entidades representativas dos funcionários - AFBEPA, Sindicato, Fetec e Contraf indicam a aprovação da proposta construída conjuntamente com a direção do Banco, fruto da vitoriosa greve dos bancários e bancárias do Banpará. Esta proposta é fruto direto da união e da força da mobilização da categoria que levou a direção do Banco a flexibilizar para uma negociação positiva com as entidades, em uma longa reunião que durou de 11h as 18h.

Vários avanços, dentre eles, o reajuste de 10% agora, ressalvando-se o que for mais benéfico em caso de maior percentual na mesa de negociação da Fenaban, e promoção no PCS com mais 5% em janeiro de 2012, para todos. Isso é o mais importante. Teremos, na prática mais de 15% de reajuste no salário, já que os 5% em janeiro virão sobre o reajustado agora em setembro. Isso vai fazer diferença em nossas vidas hoje e amanhã.


Outras conquistas importantes: aumento de todas as comissões até novembro de 2011 para os caixas, coordenadores de Pab's, dentre outras, num percentual de até 10%; manutenção do GT PCS e abertura para discussão dos critérios de promoção por merecimento; retorno da licença prêmio para todos, de cinco dias anuais para gozo, aumento do anuênio, reajuste de 20% do tíquete e cesta alimentação, abono dos dias parados na greve, além de outros compromissos assumidos pela direção do Banpará em benefício dos funcionários.

Neste momento, ocorre a assembléia que vai decidir, após a apreciação e votação da proposta, a permanência ou saída da greve no Banpará.

Leia, abaixo, a proposta.

_____________________


"COMUNICADO



Reconhecendo a importância da construção de um acordo por meio do consenso, e, fruto da importância dos empregados na realização da missão da Instituição, o Banpará retomou a mesa de negociação específica com as
entidades representativas dos empregados, pelo que tornamos pública a proposta negociada para o encerramento do movimento grevista:


1. REAJUSTE: Reajuste de 10% (dez por cento) sobre todas as verbas fixas de natureza salarial, à exceção do anuênio, gratificação de quebra de caixa e gratificação de tesoureiro. Se o reajuste nacional for superior a proposta, seguir o reajuste nacional;


2. ANUÊNIO: Será reajustado para o valor de R$25,00;


3. GRATIFICAÇÃO DE FUNÇÃO DE TESOUREIROS: Reajuste na comissão dos tesoureiros, observado o nível da agência, em valores de R$1.532,00 a R$2.451,00;


4. GRATIFICAÇÃO DE QUEBRA DE CAIXA: Passará para R$250,00;


5. TÍQUETE ALIMENTAÇÃO E CESTA ALIMENTAÇÃO: Reajuste de 20%. Passará de R$752,76 para R$903,30.


6. PLR:
1.1. Aplica-se a regra da FENABAN com majoração da parcela adicional em 2%;
1.2. Antecipação de R$ 1.000,00 ate o dia 05/10/2011;

1.3. TÍQUETE ALIMENTAÇÃO EXTRA: R$ 3.200,00, linear a todos os empregados em exercício nas datas de pagamento, sendo R$1.200,00 antes do Círio, R$1.000,00 em Dezembro/2011 e R$1.000,00 em Março/2012


7. TÍQUETE ALIMENTAÇÃO PARA APOSENTADOS POR INVALIDEZ: Pagamento por até 30 (trinta) meses.


8. PCS:


1.1. O Banco concederá promoção por merecimento em Janeiro de 2012 a todos os empregados enquadrados em Janeiro/2010, concedendo um nível na tabela salarial;


1.2. Será adotado o critério temporal de 02 (dois) anos por merecimento e de 03 (três) anos por antiguidade;


1.3. Manutenção do Grupo Paritário do PCS para discussão dos critérios qualitativos para a promoção por merecimento.


9. ABONO ACADEMIA: valor individual de R$50,00 por empregado.


10. AFBEPA: Liberação de 01 (um) representante para a AFBEPA.


11.LICENÇA PRÊMIO: 05 dias para cada ano, sem retroatividade, para gozo.


12. ABONO DOS DIAS PARADOS: seguir regra do ACT 2010/2011.


O banco, ainda se comprometeu:


• Revisão e reajuste de todas as Comissões no prazo da Portaria publicada;


• Realização de concurso público em 2012;


• Criação de mesa temática, conduzida pela Comissão de Segurança, para análise e propostas sobre a guarda de chaves;


• Implantar o ponto eletrônico;


• Implantar o Plano Odontológico;


• Celular corporativo para os Coordenadores de Postos;


• Manutenção do auxilio diferenciado aos empregados com filhos portadores de necessidades especiais;

• Coibir o transporte de valores por empregados;


• Banco de Permutas;


• Providenciar espaço adequado aos motoristas lotados na SULOG;


A proposta foi aprovada pelas entidades na mesa de negociação e será objeto da Assembléia da categoria, marcada para hoje, às 18h30, no Sindicato dos Bancários.




A Diretoria Colegiada"





*

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

CRESCE A GREVE! BANPARÁ PERDE NA JUSTIÇA INTERDITO PROIBITÓRIO.

Kátia Furtado e Cristina Quadros na porta do Banpará. 
A paralisação chegou na matriz do Banpará.

Kátia Furtado falando aos bancários e à sociedade na defesa da luta 
dos bancários, educadores e correios, em frente à Ag. Centro.

Kátia Furtado e Marcos Soares, coordenador do Fórum Estadual de Lutas, 
manifestando solidariedade à greve dos bancários.



Hoje as 7h da manhã, a mobilização paralisou parcialmente a matriz do Banpará. Cerca de 80% dos funcionários da matriz aderiram ao movimento grevista que luta por melhorias e conquistas para todos os bancários e bancárias.

100% DE PARALISAÇÃO NAS AGÊNCIAS DA CAPITAL

As 12 agências do Banpará, na capital, permanecem totalmente paralisadas. No interior, cresce a adesão à greve; 32 agências e postos já estão paralisados. Ao todo, 44 agências e postos do Banpará já aderiram à greve, em apenas dois dias de mobilização.


Ontem, já estavam paralisadas 19 agências e postos do interior:
Ananindeua
BR Ananindeua
Capanema
Tucuruí
Altamira
Óbidos
Alenquer
Santarém
Goianésia
Tailândia
Marabá

Canaã dos Carajás
Itupiranga

Itaituba 
Eldorado dos Carajás
Moju
Primavera

Breves 
Pirabas
Salinas

Hoje paralisaram mais 13 agências e postos no interior:
Santa Isabel
Capitão Poço
Garrafão do Norte
Bragança
Tracuateua
Salvaterra
Concórdia
Paraupebas
Cametá
Conceição do Araguaia
D. Eliseu
Juruti
Maracanã




REPRESSÃO DO BANCO CONTRA A GREVE EM TUCURUÍ.


Em Tucuruí, o movimento ganhou tal repercussão, que a TV local está registrando todos os passos da greve, sob repressão do gerente local, que representando a direção do Banco, tem chamado a polícia militar para reprimir a greve.


BANPARÁ PERDE NA JUSTIÇA AÇÃO QUE TENTAVA BARRAR A GREVE

Nesta manhã o Banpará ajuizou ação de interdito proibitório, com liminar que foi imediatamente indeferida pelo Justiça do Trabalho. Mais uma vitória dos bancários e bancárias!


A greve é justa, legal, legítima e cada vez mais forte!


Vamos arrancar, na luta, as nossas conquistas!




AGORA É GREVE!

UNIDOS SOMOS FORTES!










*

ENTIDADES REÚNEM COM DEPUTADOS PARA AJUDAR A REABRIR A MESA DE NEGOCIAÇÃO COM O BANPARÁ


Os Deputados Estaduais Edmilson Rodrigues - PSOL e Carlos Bordalo - PT ajudaram a articular, nesta manhã, uma reunião na Assembléia Legislativa com os Deputados do PSDB José Megale, líder do governo e Márcio Miranda, líder da bancada, para tentar reabrir a mesa de negociação entre as entidades e a direção do Banpará. Pelas entidades, participaram a Presidenta da AFBEPA, Kátia Furtado, a representante da Fetec, Vera Paoloni,  e a Presidente do Sindicato, Rosalina Amorim.

Os Deputados manifestaram compreensão e solidariedade à luta da categoria e se comprometeram a ajudar a negociação, buscando conversar com a direção do Banpará para retomar o diálogo, porém a partir de outros patamares que, de fato, considerem as principais reivindicações da Minuta. A direção do Banco precisa superar a postura intransigente e apresentar uma proposta que, efetivamente, respeite os bancários e bancárias.

A AFBEPA agradece ao acolhimento e ao empenho dos Deputados Edmilson Rodrigues, Carlos Bordalo, José Megale e Márcio Miranda e acredita, firmemente, que o debate democrático e o respeito à mesa de nogociação precisam ser retomados pelo bem da categoria, do Banpará e de todo o povo paraense.


Vamos crescer mais nossa greve, fortalecer nossa luta! A direção do Banpará vai ter que escutar nossas vozes!

NOSSA GREVE CRESCE!
UNIDOS SOMOS FORTES!

UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS!





*

DEP. EDMILSON RODRIGUES - PSOL APRESENTA MOÇÃO DE APOIO À GREVE DOS BANCÁRIOS


Recebemos por e-mail e publicamos no blog a moção de apoio à greve dos bancários, apresentada e votada positivamente, pelo Dep. Edmilson Rodrigues - PSOL, no dia 27 de setembro de 2011.

Agradecemos ao Dep. Edmilson pelo apoio manifestado no discurso e na prática já que, hoje articulou, conjuntamente com o Dep. Bordalo, uma reunião com deputados do partido do governo para encontrar uma saída negociada no sentido de reabrir a mesa de negociação com o Banpará.

Leia a moção do Dep. Edmilson Rodrigues.

_________________________________


"Senhor Presidente,
Senhores Deputados,
Senhoras Deputadas,

Os trabalhadores bancários cruzaram os braços a partir de hoje. São mais de 8 mil bancários que atuam em 457 unidades – entre agências e postos de serviço – existentes em todo o estado, entre bancos públicos e privados. Trata-se de uma greve nacional da categoria insatisfeita com a falta de resposta do patronato, que não admite dividir, nem minimamente, os extraordinários lucros que o setor vem realizando nos últimos anos.

Dentro desta jornada de luta e resistência que se inicia, merece destaque especial a paralisação dos servidores do Banco do Estado do Pará (Banpará), nosso banco público, patrimônio de todos os paraenses.

Segundo a Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA), a categoria não ficou satisfeita com a contraproposta apresentada pela direção do banco, que não atendeu o fundamental de suas demandas na área econômica, sindical e social. Não é mais possível que esta categoria continue a amargar baixos salários e condições indignas de trabalho, sobretudo diante do quadro de insegurança que afeta a sociedade como um todo, mas muito particularmente afeta o setor bancário. A data-base da categoria é o momento de buscar alcançar conquistas e repor, nem que seja em parte, a pesada dívida que o Estado acumulou com estes trabalhadores.

Neste sentido, nos termos regimentais, apresento Moção de irrestrito apoio à paralisação dos funcionários do Banpará, apelando à diretoria do banco que estabeleça uma mesa efetiva de negociação com a categoria, buscando atender a suas principais demandas salariais, sindicais e socais, com destaque para a concessão de 5% além do reajuste a ser definido pela FENABAN, incentivo para atividade física de R$ 200, Assistência odontológica mediante licitação do Plano, além do retorno do interstício de dois anos na progressão na carreira, entre outras reivindicações.

Que o inteiro teor desta Moção seja comunicado à diretoria do Banco do Estado do Pará (Banpará), à Associação dos Funcionários do Banpará (AFBEPA) e ao Sindicato dos Bancários do Pará.

Palácio Cabanagem, 27 de setembro de 2011.



EDMILSON RODRIGUES
DEPUTADO ESTADUAL






*

terça-feira, 27 de setembro de 2011

100% GREVE EM BELÉM! NO INTERIOR, AVANÇA O MOVIMENTO!


Em Belém, a paralisação é 100% nas agências e postos.

Na Matriz, há alguns colegas que ainda não compreenderam a necessidade de fortalecer nossa luta para buscar aumentar a capacidade de negociação das entidades na mesa com o Banco, que ainda está intransigente e não considerou, de fato, as reivindicações da categoria colocadas na Minuta.

Hoje já estão paradas as agências:
Ananindeua
BR Ananindeua
Capanema
Tucuruí
Altamira
Óbidos
Alenquer
Santarém
Goianésia
Tailândia
Marabá

Canaã dos Carajás
Itupiranga
Eldorado dos Carajás
Moju
Primavera
Pirabas

Em dois ou, no máximo, três dias todas as agências e a matriz do Banpará estarão paralisadas.

A direção do Banco terá que ouvir nossas vozes e respeitar nossas reivindicações!



AGORA É GREVE!

UNIDOS SOMOS FORTES!

UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS!




*

DEP. FEDERAL IVAN VALENTE DISCURSA EM SOLIDARIEDADE À GREVE DOS BANCÁRIOS

Recebemos por e-mail e agradecemos a solidariedade à  greve dos bancários. Todos e todas que se manifestarem a nosso favor serão agradecidos e registrados aqui no blog. Leia o discurso em tribuna do Dep. Fed. Ivan Valente em apoio à nossa greve.

____________________________


"Senhor Presidente, senhoras e senhores Deputados,



Depois de 40 dias de negociação e de uma proposta da Federação Nacional dos Bancos muito aquém das necessidades dos trabalhadores, os bancários decidiram entrar em greve geral. A partir da próxima terça-feira, em todo o país, nas instituições públicas e privadas, a greve unificada será a resposta à intransigência dos bancos e do governo Dilma às reivindicações por melhores salários e condições dignas de trabalho.


Apesar dos lucros milionários, o setor bancário se recusa a olhar para aqueles que são responsáveis diretos pelo seu enriquecimento: os trabalhadores. É certo que, no Brasil, há tempos os banqueiros se beneficiam desta política econômica, de juros estratosféricos, do maior spread do mundo, de liberdade para cobrar taxas e tarifas mais do que abusivas dos clientes e de enormes facilidades ao capital financeiro. Mas não vem apenas daí os recordes nos balanços das instituições financeiras. A brutal exploração a que estão submetidos os trabalhadores do setor contribui – e muito – para esta altíssima taxa de lucratividade. Mas parece que este é um lado da moeda que ninguém se orgulha de mostrar. Por que será?


Por exemplo, após a fusão, o Banco Itaú Unibanco se tornou campeão de lucro no sistema financeiro. Nos seis primeiros meses de 2011, seu lucro líquido foi de nada menos de R$ 7,1 bilhões. No entanto, os acordos de não demissão firmados com os sindicatos na época da fusão seguem solenemente ignorados. A lógica que impera é a da rotatividade, ou seja, a demissão de funcionários com algum tempo de casa e a contratação de outros, com salários bem inferiores, para executar as mesmas funções.


No Santander, o que mais demite, a falta de funcionários não apenas levou o banco à posição de campeão de reclamações no Procon e no Bacen mas também na Justiça do Trabalho. Aqueles que ficam, chegaram a um grau de esgotamento e pressão insuportável. Mas o medo da demissão se tornou uma ferramenta para assegurar a exploração do trabalhador. O desrespeito à jornada de trabalho, sem pagamento correto de horas extras, virou rotina e a cobrança de produção é diária.


Com a crise na Europa, nosso país passou a ser a menina dos olhos de bancos estrangeiros, cujas agências no Brasil receberam a missão de alcançar resultados para remunerar a contento seus acionistas. Hoje, 25% do lucro mundial do Santander vem exatamente do Brasil. E qual a contrapartida? Mais demissões!


Outro problema seríssimo enfrentado pela categoria é o assédio moral, prática que foi institucionalizada no setor. Cotidianamente, os trabalhadores são humilhados e pressionados de toda maneira para cumprir metas inatingíveis, empurrando produtos e serviços aos clientes. Praticamente todos os bancos adotam uma cobrança por metas. E o resultado, além do aumento do lucro dos bancos, é a destruição da saúde física, emocional e psicológica de milhares de trabalhadores.


No Bradesco, a situação seria cômica, se não fosse trágica. A nova campanha “motivacional” do atendimento do banco, criada para “incentivar” uma disputa entre os funcionários que trabalham neste setor, premia por mês os dois atendentes com “melhor aderência”, ou seja, que respeitarem o limite de pausas no trabalho, e o “melhor TMC” – tempo médio de contato com o cliente – leia-se “quem atender o maior número de ligações no menor tempo”. O “prêmio” para os melhores classificados é um convite que dá direito a uma visita de quinze minutos à sala de descanso e descompressão da agência, que é um direito de todos os trabalhadores!


Trata-se, portanto, de um quadro gravíssimo, que também se repete nos bancos públicos, geridos sob a mesma lógica das instituições privadas. Assim, trabalhar hoje em uma instituição bancária significa se submeter a condições de trabalho inaceitáveis. E foi isso o que levou os bancários à decisão de entrar em greve geral a partir da próxima semana. Com toda razão, não suportam a pressão por metas, os baixos salários, o assédio moral e a sobrecarga de trabalho, enquanto vêem os cofres de seus patrões engordando sem limites.


Manifestamos aqui então, senhoras e senhores Deputados, todo o nosso apoio e solidariedade à luta dos trabalhadores e sindicatos da categoria bancária, que estão se propondo, através da greve e do diálogo com a população, pressionar a direção das empresas e o governo federal a garantirem condições dignas de trabalho.


Da mesma forma, reafirmamos o compromisso do PSOL com a defesa dos direitos dos trabalhadores e por uma mudança na política econômica do país, que atualmente beneficia banqueiros, grandes empresários, rentistas e especuladores e, na outra ponta, explora os trabalhadores.


Muito obrigado."


Ivan Valente


Deputado Federal PSOL/SP
 
 
 
 
*

CARTA ABERTA AOS CLIENTES


OS BANCÁRIOS ESTÃO EM GREVE. E A CULPA É DAS DIREÇÕES DE BANCOS E DOS BANQUEIROS.

"Os banqueiros ganham dinheiro como ninguém neste país, mas desrespeitam tanto os seus funcionários quanto os clientes, os usuários e a sociedade brasileira", destaca o texto.



"Os maiores bancos lucraram mais de R$ 27,4 bilhões somente no primeiro semestre do ano. No entanto, eles propuseram reajuste de 8% aos bancários, o significa apenas 0,56% de aumento real. Enquanto isso, altos executivos chegam a ganhar até 400 vezes o valor do piso da categoria, mostrando que eles não querem distribuir renda e ajudar o Brasil a se desenvolver", aponta.


"Para atingir esses lucros gigantescos, os bancos pressionam os bancários a vender produtos aos clientes, mesmo que eles não precisem. Exigem metas cada vez maiores, impossíveis de serem atingidas. Por causa dessa pressão e do assédio moral, os bancários estão adoecendo cada vez mais. Mas os banqueiros não querem discutir medidas para preservar a saúde dos trabalhadores", ressalta.


"Contamos com o apoio e a compreensão dos clientes e pedimos desculpas por algum transtorno. Não restou outra alternativa para os bancários, após cinco rodadas de negociações sem receber uma proposta decente dos bancos", conclui o material da Contraf-CUT feito para todos os sindicatos e federações de bancários."




Fonte: Contraf-CUT
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
*

GREVE NACIONAL DOS BANCÁRIOS COMEÇA FORTE EM 25 ESTADOS E NO DF


A greve nacional dos bancários, deflagrada nesta terça-feira, dia 27, começou com força em todo país. Segundo levantamento da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), que coordena o Comando Nacional dos Bancários, a paralisação já acontece em 25 estados e no Distrito Federal, paralisando agências de bancos públicos e privados.



O único estado sem greve é Roraima, onde ocorre assembleia dos bancários no início da noite desta terça-feira para decidir a adesão ao movimento.


Os bancários entraram em greve, após a quinta rodada de negociações com a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), ocorrida na última sexta-feira, dia 23, em São Paulo, quando foi recusada a segunda proposta de reajuste de 8% sobre os salários. Anteriormente, os bancos haviam oferecido reajuste de 7,8%.


Para o presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional, Carlos Cordeiro, "a força da greve nacional mostra a enorme insatisfação dos bancários diante da proposta insuficiente da Fenaban, que representa apenas 0,56% de aumento real, não avança no emprego e nas condições de saúde, trabalho e segurança e não melhora o atendimento aos clientes".


A categoria quer reajuste de 12,8% (5% de ganho real mais a inflação do período), valorização do piso, maior participação nos lucros, mais contratações, fim da rotatividade, combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, mais segurança, igualdade de oportunidades e inclusão bancária sem precarização, entre outros itens.


"Com a força da greve, esperamos retomar as negociações com a Fenaban e conquistar uma proposta decente para os bancários. Os bancos obtiveram lucros acima de R$ 27,4 bilhões no primeiro semestre e têm plenas condições de atender as reivindicações da categoria e oferecer contrapartidas sociais para o desenvolvimento do país", defende Carlos Cordeiro.


A greve também cobra avanços nas negociações específicas com os bancos públicos federais e estaduais.

Fonte: Contraf/Cut.



NO BANPARÁ
A adesão é 100% nas agências da capital. No interior, várias agências pararam hoje e muitas outras param amanhã. Logo mais postaremos um balanço geral da greve no Banpará.

Nossas prioridades na Minuta de Reivindicações:

Art. 10 - Aumento da quebra de caixa para o valor de R$ 546,00;



Art. 11 - Quebra de Tesouraria;


Art. 18 - Aumento do Anuênio;


Art. 22 - Ressarcimento/restituição dos 20% emprestados em 1998, pelos funcionários para salvar o Banpará;


Art. 25 - Isonomia de Direitos;


Art. 27 - Isonomia salarial para o SAC com relação ao Call Center;


Art. 29 - Aumento de todas as comissões para todos, retroativa a junho de 2011;


Art. 30 - Incorporação de 10% da comissão a cada ano trabalhado;


Art. 31 - Imediata efetivação nas funções;


Art. 32 - Descomissionamento após ciclos avaliatórios;


Art. 38 - Concorrência seletiva para cargos comissionados;


Art. 45 - Licença prêmio para todos;


Art. 49 - PCS - evolução no PCS e a superação dos impasses, respeitando a valorização dos funcionários;


Art. 55 - Vedação da guarda das chaves pelos funcionários;


Art. 61 - Restituição dos bens dos funcionários em caso de assaltos;


Art. 76 - Reestruturação do Sesmt;


Art. 92 - Contratação de novos funcionários;


Art. 97 - Eleição direta para todos os representantes dos funcionários nos conselhos, comitês e grupos paritários;


Art. 103 - Liberação para AFBEPA.

Eles terão que escutar nossas vozes! Terão que respeitar nossas reivindicações!

AGORA É GREVE!

UNIDOS SOMOS FORTES!

UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS!




*







BRB OFERECE 13% COMO CONTRAPROPOSTA AOS GREVISTAS



O BRB,  que ano passado tirou seus funcionários da greve com uma proposta de índice superior ao solicitado pela Minuta Unificada, surpreende novamente. Ofereceu hoje a contraproposta de 13% aos grevistas. Resultado de 100% de paralisação no BRB. 


Ano passado, tivemos uma perda no piso salarial, porque o Banco, que segue a Fenaban, não garantiu os 16.33% que a Fenaban deu de aumento. Com isso, nosso piso que era 5% acima do piso da Fenaban ficou apenas igualado. Temos que arrancar esses 5% agora! É a nossa hora de lutar!


Temos que fortalecer nosso movimento. É possível, necessário e urgente conquistarmos mais!


AGORA É GREVE!

UNIDOS SOMOS FORTES!

UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS!



*

DENÚNCIA: PRISÃO DE GREVISTAS EM TUCURUÍ



Absurdo! Em uma clara tentativa de criminalizar o nosso movimento grevista, bancários e bancárias do Banpará em manifestação pacífica em Tucuruí estão sendo presos pela PM, neste momento, com anuência da direção do Banco.


A greve é um direito legal e legítimo! Não vamos nos amedrontar! Vamos reforçar nossa luta e arrancar nossas conquistas e direitos com coragem e independência! A direção do Banpará vai ter que escutar as nossas vozes! Vai ter que respeitar nossos direitos! Vai ter que negociar, de fato, nossas reivindicações!


100% das agências do Banpará em Belém amanheceram paralisadas hoje. A adesão é grande! Os bancários nos piquetes, nas ruas, reivindicando seus direitos. A matriz, hoje, ainda está funcionando. Amanhã estará parada também.
Quanto ao interior, nas grandes cidades a greve já começou forte, logo mais teremos um quadro de avaliação mais preciso, mas é natural que o movimento comece forte na capital e nas cidades maiores, para ir evoluindo nos municípios menores. Em dois ou três dias teremos 100% de paralisação, é o que tudo indica.


Vamos fortalecer nossa greve para que o Banco sente na mesa pra negociar, à altura, nossas reivindicações!




AGORA É GREVE!

UNIDOS SOMOS FORTES!

UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS!




*

segunda-feira, 26 de setembro de 2011



ESTAMOS EM GREVE!





A ampla maioria da assembléia de bancários e bancárias do Banpará decidiu, firmemente, pela greve a partir de amanhã, rejeitando a proposta rebaixada da direção do Banco. Clicando aqui você lê o resultado da quinta mesa de negociação ocorrida hoje, quando o Banpará confirmou sua postura intransigente na negociação, sempre desconsiderando as reais demandas do funcionalismo, expressas na Minuta de Reivindicações.



A assembléia, lotada com mais de 200 bancários e bancárias, reafirmou a disposição de luta da categoria para construir a mais poderosa greve dos últimos tempos e arrancar, na luta, as conquistas e direitos fundamentais e urgentes para resgatar a a dignidade, o salário, a saúde, a segurança e o emprego decente para os bancários e bancárias.


Registramos a presença do combativo presidente da Associação de Concursados do Pará, José Emílio Almeida, que saudou, com sua presença, nossa assembléia. A luta por 300 novas contratações através de concurso público é uma de nossas prioridades e vamos levantar, juntos, AFBEPA e Associação de Concursados, essa bandeira no Banpará.


NOSSAS PRIORIDADES NESTA CAMPANHA SALARIAL


Precisamos arrancar, como prioridade, nessa Campanha Salarial:


Art. 10 - Aumento da quebra de caixa para o valor de R$ 546,00;
Art. 11 - Quebra de Tesouraria;
Art. 18 - Aumento do Anuênio;
Art. 22 - Ressarcimento/restituição dos 20% emprestados em 1998, pelos funcionários para salvar o Banpará;
Art. 25 - Isonomia de Direitos;
Art. 27 - Isonomia salarial para o SAC com relação ao Call Center;
Art. 29 - Aumento de todas as comissões para todos, retroativa a junho de 2011;
Art. 30 - Incorporação de 10% da comissão a cada ano trabalhado;
Art. 31 - Imediata efetivação nas funções;
Art. 32 - Descomissionamento após ciclos avaliatórios;
Art. 38 - Concorrência seletiva para cargos comissionados;
Art. 45 - Licença prêmio para todos;
Art. 49 - PCS - evolução no PCS e a superação dos impasses, respeitando a valorização dos funcionários;
Art. 55 - Vedação da guarda das chaves pelos funcionários;
Art. 61 - Restituição dos bens dos funcionários em caso de assaltos;
Art. 76 - Reestruturação do Sesmt;
Art. 92 - Contratação de novos funcionários;
Art. 97 - Eleição direta para todos os representantes dos funcionários nos conselhos, comitês e grupos paritários;
Art. 103 - Liberação para AFBEPA.



AGENDA PERMANENTE DA GREVE mobilização em todas as agências e matriz, e assembléias diárias no Sindicato, as 17h.

AGORA É GREVE POR TEMPO INDETERMINADO!

UNIDOS SOMOS FORTES! UNIDOS SOMOS IMBATÍVEIS!






*

A DIREÇÃO DO BANPARÁ VAI TER QUE ESCUTAR A LEGÍTIMA E JUSTA VOZ DOS BANCÁRIOS!



Em nota aos funcionários, o Banpará comunicou que apresentou proposta aos representantes da categoria em mesa específica para "resolução" das reivindicações dos funcionários. É pouco. É muito pouco diante da demanda reprimida, da Minuta de Reivindicações, da dívida social do Banco para com um funcionalismo que aguentou por mais de 15 anos o PCS congelado e, ainda assim, emprestou, por 11 meses em 1998, 20% de seus salários para salvar o Banpará, no processo de capitalização.

As propostas rebaixadas do Banco são as seguintes:

a) Reajuste de 10% em todas as verbas fixas de natureza salarial, percentual superior ao índice da FENABAN; quando os bancários estão pedindo 12,8% e no Banpará precisamos de, no mínimo,  5% além do reajuste da Fenaban, para repor as perdas no piso salarial.

b) Incentivo de R$ 50,00 para atividade física; quando nossa Minuta pede R$ 200,00.

c) Assistência odontológica, mediante licitação para o Plano; Isso já está conquistado no ACT 2010/2011 e, como o Banco não cumpriu, está em ação de cumprimento na Justiça do Trabalho.

d) PCS - 2 anos para merecimento e 3 anos para antigüidade, sem o limitador de 2/3 e 1/3 de vagas. Queremos o retorno do interstício de dois anos, porque o Banco modificou unilateralmente a regra do GT Paritário.

e) PCS - Merecimento: 80% do GD (Plano Individual de Metas) e 20% para outros critérios qualitativos. Não aceitamos, em hipótese alguma, atrelar metas à nossa evolução na empresa. Apresentamos critérios viáveis e melhores e o Banco não considerou.

f) Manutenção do GT do PCS para discussão dos critérios para pontuação dos 20%.

g) Concessão de telefone corporativo para todos os Coordenadores de Postos de Serviço, em 2011. Esta é uma politica positiva, mas que atende diretamente aos interesses do Banco. Não serve como patamar de negociação.

h) Aumento da gratificação de função do Coordenador de Retaguarda de Tesouraria de R$ 1.500,00 até R$ 2.400,00, de acordo com a classificação da agência. E os aumentos das demais comissões? E a retroatividade a junho de 2011? E a quebra de tesouraria? E o aumento da quebra de caixa? E todas as outras reivindicações da nossa Minuta, para as quais não houve respostas?


Apenas nestes poucos ítens abaixo, houve negociação com o Banpará, segundo propostas do Banco:

a) CESTA ALIMENTAÇÃO E TICKET REFEIÇÃO AOS APOSENTADOS POR INVALIDEZ – O Banco pagará cesta alimentação e ticket refeição a todos aposentados por invalidez, no mesmo valor pago aos empregados da ativa, pelo prazo de 24 (vinte e quatro) meses.

b) TEMPO DE SERVIÇO/ANUÊNIO - O Banco pagará, a título de gratificação por tempo de serviço/anuênio, o valor de R$25,00 (vinte e cinco reais), a cada ano de efetivo exercício dos empregados, a partir do dia 1º de setembro de 2011. Nosso pedido é de R$ 50,00, a cada ano efetivo trabalhado.

c) ISONOMIA PARA O SAC – O Banpará realizará estudo técnico, para avaliação da viabilidade de isonomia dos membros do SAC e da Ouvidoria, a ser concluído no prazo de 60 dias úteis a partir da data de assinatura do presente acordo. Queremos o compromisso de isonomia e valorização do pessoal do SAC, além do estudo.

d) CURSOS OFERECIDOS E/OU EXIGIDOS PELO BANCO – Os cursos presenciais ou à distancia oferecidos e/ou exigidos pelo Banco, deverão ser custeados pela empresa, incluindo os cursos preparatórios CPA10 e CPA20;

e) GUARDA DE CHAVES E VÍTIMAS DE ASSALTO: o Banco abrirá mesa temática, com a participação do Sindicato, para estudo de propostas de viabilidade técnica de alteração do modelo de abertura e fechamento das unidades do interior, bem como para desenvolvimento de programa voltado ao atendimento dos funcionários, pós assalto. Diante da situação trágica da insegurança bancária, e das propostas em nossa Minuta, ainda é pouco.

f) BANCO DE PERMUTA: o Banco comprometeu-se a criar um banco de permutas/transferências na sua intranet, com acesso de todos os empregados, da capital e do interior.
A AMEAÇA DO BANCO

Na nota enviada ao funcionalismo, o Banco aproveita para ameaçar a categoria. Veja:

"Considerando a perspectiva de ganhos significativos para a categoria na mesa de negociação (ACT-2011/2012); do cenário real da portabilidade e de constantes investidas dos concorrentes; e, principalmente, dos compromissos assumidos, de expansão e fortalecimento do Banpará, entendemos que é compromisso de todos, funcionários e diretoria, evitar a fragilização do Banco com uma greve, razão pela qual continuaremos envidando todos os esforços
necessários no sentido de manter a estabilidade desta Instituição.

A proposta acima representa o compromisso possível do Banco, sem comprometer a responsabilidade financeira da Instituição, razão pela qual a participação dos funcionários na Assembléia Geral da categoria,marcada para hoje, às 18h30, no Sindicato dos Bancários, é de extrema relevância para o Banco.

Caso esta proposta não seja aceita, o Banpará se limitará aos índices negociados pela FENABAN.

A Diretoria Colegiada"



A categoria bancária saberá dar a resposta correta hoje, na assembléia, rejeitando a proposta rebaixada do Banpará e organizando a maior greve dos últimos tempos para fazer valer os direitos, interesses e conquistas dos trabalhadores e trabalhadoras.


Precisamos arrancar, como prioridade, nessa Campanha Salarial:


Art. 10 - Aumento da quebra de caixa para o valor de R$ 546,00;
Art. 11 - Quebra de Tesouraria;
Art. 18 - Aumento do Anuênio;
Art. 22 - Ressarcimento/restituição dos 20% emprestados em 1998, pelos funcionários para salvar o Banpará;
Art. 25 - Isonomia de Direitos;
Art. 27 - Isonomia salarial para o SAC com relação ao Call Center;
Art. 29 - Aumento de todas as comissões para todos, retroativa a junho de 2011;
Art. 30 - Incorporação de 10% da comissão a cada ano trabalhado;
Art. 31 - Imediata efetivação nas funções;
Art. 32 - Descomissionamento após ciclos avaliatórios;
Art. 38 - Concorrência seletiva para cargos comissionados;
Art. 45 - Licença prêmio para todos;
Art. 49 - PCS - evolução no PCS e a superação dos impasses, respeitando a valorização dos funcionários;
Art. 55 - Vedação da guarda das chaves pelos funcionários;
Art. 61 - Restituição dos bens dos funcionários em caso de assaltos;
Art. 76 - Reestruturação do Sesmt;
Art. 92 - Contratação de novos funcionários;
Art. 97 - Eleição direta para todos os representantes dos funcionários nos conselhos, comitês e grupos paritários;
Art. 103 - Liberação para AFBEPA.



Todos na Luta! É greve!

UNIDOS SOMOS FORTES!








*